24/11/2025
A estética masculina tem ganhado cada vez mais espaço no consultório e, curiosamente, um dos maiores desafios ainda é a falta de consistência no uso do protetor solar. O fotoenvelhecimento é responsável pela maior parte das mudanças visíveis na pele ao longo dos anos: perda de firmeza, linhas mais profundas, alterações de textura e coloração.
Essas características se tornam especialmente perceptíveis a partir dos 40–50 anos, quando o impacto cumulativo da radiação ultravioleta finalmente aparece com clareza.
A toxina botulínica, quando utilizada no homem com técnica refinada, tem um papel fundamental nessa jornada. O objetivo não é “congelar”, nem apagar completamente a expressão e sim reprogramar a dinâmica muscular para manter naturalidade, elegância e, ao mesmo tempo, prevenir marcas profundas que se formariam com o passar do tempo.
Ao observarmos rostos masculinos maduros que são muito expostos à luz natural, percebemos uma combinação comum:
• rugas dinâmicas e estáticas bem marcadas
• sulcos que se aprofundam com o tempo
• textura irregular da pele
• flacidez natural associada à idade
• áreas de vermelhidão ou manchas decorrentes do sol
Tudo isso poderia ser amenizado — e muitas vezes prevenido — com a associação de fotoproteção diária, toxina botulínica em intervalos regulares e cuidados de pele adequados.
A estética masculina evoluiu. Hoje buscamos preservar a força das expressões, respeitar a anatomia e entregar resultados que valorizem a identidade de cada rosto. E tudo começa com um passo simples, mas decisivo: protetor solar todos os dias.