Alessandra Paula

Alessandra Paula Fisioterapeuta especialista em Amamentação, Kinesio Taping, Fotobiomodulação

Porque você é a primeira a duvidar de si mesma?Antes de qualquer julgamento de fora, é você quem chega primeiro. Você se...
06/04/2026

Porque você é a primeira a duvidar de si mesma?

Antes de qualquer julgamento de fora, é você quem chega primeiro. Você se critica. Você se diminui.

E no pós-parto, essa voz f**a ainda mais alta.

Porque você está cansada. Privada de sono. Hormonalmente vulnerável. Sozinha em muitos momentos. Cercada de expectativas irreais e comparações silenciosas.
E, mesmo assim, exigindo de si um nível de perfeição que você nunca exigiria de outra mulher.

Você se olha no espelho e não reconhece o próprio corpo.
Olha para o seu bebê e, ao invés de enxergar vínculo, enxerga falha.
Olha para a sua história e escolhe tudo o que “não deu certo”.

Você não percebe… mas está em guerra consigo mesma.

E na amamentação, essa cobrança aparece ainda mais cruel. Cada ma**da vira um julgamento. Se dói, a culpa é sua. Se o bebê chora, a culpa é sua. Se o peso não evolui como você esperava, de novo… a culpa é sua. Você começa a desacreditar do seu próprio corpo, questiona seu leite, a sua capacidade, a sua entrega.

É como se, no momento em que mais precisa de acolhimento, você se tornasse a sua maior crítica. A mais impaciente. A menos compreensiva. Aquela que aponta, acusa, pressiona.

E talvez o mais doloroso disso tudo seja que ninguém te ensinou diferente.

Te ensinaram a cuidar do bebê.
Mas não te ensinaram a cuidar de você.

Te ensinaram a suportar.
Mas não te ensinaram a se acolher.

Então você segue… se cobrando mais, se diminuindo mais, se apunhalando em silêncio, acreditando que isso vai te fazer uma mãe melhor.

Mas não vai.

Porque nenhuma mulher floresce sob ataque constante.

O que você chama de “falta de força”, muitas vezes é só exaustão.
O que você chama de “incapacidade”, muitas vezes é falta de orientação.
O que você chama de “fracasso”, muitas vezes é só um começo difícil, como todos são.

Hoje, o mais importante não é acertar tudo. É entender que existe uma diferença enorme entre incapacidade e falta de orientação.

Seja gentil consigo mesma ♥️

PS: eu já fui essa pessoa também 🥹

Tem mensagens que não são só mensagens. São provas.Provas de que não era “frescura”.De que não era “falta de leite”.De q...
04/04/2026

Tem mensagens que não são só mensagens. São provas.

Provas de que não era “frescura”.
De que não era “falta de leite”.
De que não era “falta de esforço”.

Era falta de orientação. Era falta de assistência. Era falta de alguém que olhasse de verdade.

Quando uma mãe diz que você salvou a história da amamentação dela, não é sobre técnica apenas.
É sobre ter chegado a tempo.
É sobre ter escutado quando ninguém escutou.
É sobre ter respeitado um bebê que só estava tentando comunicar que não conseguia.

Histórias de amamentação não fracassam por acaso.
Elas são interrompidas por erros, por pressa, por negligência, por falta de preparo.

Mas também podem ser reconstruídas. ♥️

E quando isso acontece… deixa marcas.

Marcas na mãe.
Marcas na família.
E marcas em mim.

Porque por trás de cada “deu certo”, existe uma história que quase não deu.
Por trás de cada “obrigada”, existe uma mãe aliviada. Renovada. Feliz!

A maioria das mulheres enfrentam problemas para amamentar. E não deveria ser assim.

Por isso eu insisto tanto: não basta por o bebê no peito.
Precisa acompanhar.

Porque o que muda tudo não é a primeira ma**da. Mas quem permanece depois dela.

A cada alta que eu dou, depois das consultas e acompanhamento, é a mesma sensação de missão cumprida.

E que missão linda a minha né?

Trabalhar com amamentação é estar ao por um período muito curto, mas verdadeiramente intenso!
Algumas pacientes talvez se lembrarão de mim sempre que o assunto for amamentação. E eu queria que elas soubessem que estão tatuadas na minha história.

E você? Como foi a sua experiência de amamentação? Teve acolhimento, cuidado?
Teve alguém para te ouvir e de fato te entender? 🩵

03/04/2026

O curso vip para pais de primeira viagem, foi desenvolvido com o que tem de mais atual. Uma imersão no universo infantil, que tem como objetivo, te preparar para a chegada do seu bebê.

Recomendação: a partir das 25 semanas.

Dentre os temas abordados estão: Banho, troca e higiene geral do recém nascido, Rotina organizada, sono, segurança, primeiros socorros, distúrbios gastrointestinais como refluxo, cólica e disquesia, amamentação, itens de enxoval e muito mais!

Com duração de quase 3h, o horário é dedicado a você e duas pessoas da rede de apoio.
Ambiente muito agradável e equipado para uma experiência perfeita e inesquecível.

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* Curso realizado pela Dra Alessandra Paula ou equipe, de acordo com a disponibilidade de agenda.

Não existe bebê que não quer mamar. Existe bebê que não consegue! Não existe mãe incapaz, existe a que não foi preparada...
03/04/2026

Não existe bebê que não quer mamar. Existe bebê que não consegue! Não existe mãe incapaz, existe a que não foi preparada.

Quando um recém-nascido briga com o peito, não é birra, não é preguiça, não é “falta de vontade”. É dificuldade. É comunicação. E é responsabilidade nossa (profissionais) investigar, acolher e resolver.

Jamais rotular, desacreditar ou culpar uma mãe, no momento mais vulnerável da vida dela.

Ele nasceu ontem. Ficou 30 horas sem mamar. Trinta horas! Não foi culpa dele. Mas rapidamente virou o “bebê difícil”.
Não foi culpa da mãe. Mas logo a “anatomia da mama” virou justif**ativa.

Ele chorava de forma desesperada. Claramente com fome. Uma dupla que já havia tentado e falhado muitas vezes.
Não conseguia organizar a sucção.
Não sugava durante os estímulos. Estava claro: não era escolha.

Não consegui colocá-lo direto no peito. Primeiro, precisei acalmá-lo. E sim, eu converso com os bebês.

Falei pra ele, enquanto o embalava: que ele era incrível, que ia conseguir, que podia tentar de novo, que tinha razão por estar chateado. E principalmente, que eu não tinha pressa. Que não desistiria dele.

Aquele bebê foi colocado no peito à força várias vezes. Chorando. Reagindo. Comunicando que algo estava errado. E não foi ouvido.

A posição, que deveria representar acolhimento, virou gatilho.

Fui estimulando. Respeitando o tempo dele. E então, veio a primeira sucção organizada. Forte. Presente.

Ali, tudo mudou. Mudamos a estratégia. Ajustamos posição, condução.

E… ele mamou muito. O semblante dele mudou. Mas nada comparado ao olhar da mãe, emocionada, inteira.

Ela esperou 30 horas por aquele momento.

O casal se olhava em silêncio, com um carinho que não precisa explicação. Era alívio. Era reconstrução.

Quem já viveu sabe: quando a amamentação acontece pela primeira vez, algo se fecha dentro da gente. Como se a nossa vida toda, tivesse nos levado até aquele momento.
Isso não é detalhe. Isso muda o início de uma história.
E quando isso é roubado, deixa marcas.
Esse capítulo terminou feliz. Mas a história deles está só começando. Agora o acompanhamento começa de verdade.
Se tem trabalho melhor, desconheço ♥️🥰🤏🏻
Obrigada meu Deus!

31/03/2026

Qual a sua experiência com os primeiros dias em casa?

Não é normal uma mulher parir e, poucos dias depois, estar completamente esgotada, sem conseguir pensar, sem entender o ...
31/03/2026

Não é normal uma mulher parir e, poucos dias depois, estar completamente esgotada, sem conseguir pensar, sem entender o que está acontecendo com o próprio corpo. Não é normal viver com um recém-nascido no peito o tempo todo e ainda assim sentir que nada resolve. Não é normal sair da maternidade sem o mínimo de orientação e ter que sobreviver no improviso. Não é normal esquecer de si mesma e de se cuidar após uma cesariana.

Eu fazia o que todo mundo mandava: dava peito a qualquer sinal, tentava acalmar, insistia, mudava de posição, insistia de novo. E quanto mais eu fazia, mais cansada eu f**ava e mais confuso tudo parecia. O bebê chorava, eu oferecia peito. Chorava de novo, mais peito. Dormia no colo e era colocar no berço que começava tudo de novo! virava um ciclo sem fim, sem descanso.

No meio disso, vinha culpa. Será que meu leite é fraco? Será que ela está passando fome? Será que o problema sou eu?

Foi madrugada atrás de madrugada sem dormir. Foi cansaço acumulado, corpo dolorido, cabeça explodindo. Foi ouvir palpite de todo lado e, ainda assim, nada funcionar. Foi estar cercada de gente e completamente sozinha ao mesmo tempo.

Até eu achar que fazia parte. Que toda mulher passava por aquilo e que o caminho era aguentar.

Mas não era sobre aguentar.

Era sobre falta de orientação básica. ef**az. O meu puerpério foi um desgaste contínuo.

O problema não era o meu bebê. Não era o meu leite. Era a falta de direcionamento.

E isso continua acontecendo todos os dias, 20 anos se passaram e esse caos ainda é tratado como se fosse normal. Não é.

Para de tentar dar conta sozinha. O problema não é você. Você só não foi orientada do jeito certo.
Amamentar não é intuitivo. Bebê não dorme automaticamente.

Hoje eu ajudo mulheres a não viverem isso. Não quero ver nenhuma de vocês passando por isso. Eu sei como dói.

Prepare-se para amamentar! Comece ainda na gravidez To aqui pra te ajudar! ♥️
Comenta PREPARO que te mando o link ♥️

31/03/2026
Amamentar a experiências mais romantizada que existe, e menos compreendida.Na teoria, parece simples: o bebê nasce, vai ...
30/03/2026

Amamentar a experiências mais romantizada que existe, e menos compreendida.

Na teoria, parece simples: o bebê nasce, vai para o peito e tudo flui. Na prática, quase nunca é assim. Amamentar exige corpo, exige energia, exige constância. Exige uma mulher inteira num momento em que, muitas vezes, ela está completamente esgotada.

O que ninguém fala com clareza suficiente é que amamentar não é só sobre produzir leite. É sobre sustentar um processo físico e emocional todos os dias, várias vezes ao dia, sem pausa. É lidar com exaustão, insegurança, dúvidas e, ainda assim, continuar. Não porque é fácil, mas porque existe um desejo, ou uma expectativa de fazer dar certo.

E no meio disso, surgem as comparações. O leite da outra parece melhor. O bebê da outra mama melhor. A experiência da outra parece mais leve. Só que amamentação não é comparável. Cada dupla vive uma realidade completamente diferente, influenciada por fatores que vão muito além da vontade.

Também existe um peso silencioso: quando não dá certo, a culpa quase sempre recai sobre a mulher. Como se ela não tivesse tentado o suficiente. Como se fosse falta de esforço. E não é. Existem limitações reais, físicas, hormonais, emocionais e financeiras!. Existem histórias que precisam ser consideradas.

Amamentar pode ser bonito, mas não é simples. E não deveria ser tratado como algo que toda mulher precisa dar conta sozinha.

Talvez a reflexão mais honesta seja essa: amamentar não é só um ato natural. É um processo que precisa de orientação, suporte e, principalmente, menos julgamento.

Porque por trás de cada mulher que amamenta, existe uma história que ninguém está vendo por completo.

Qual a sua história com a amamentação?

29/03/2026

Leite fraco, leite gorduroso, engordar e engrossar o leite, triplicar produção…
Cada dia uma promessa diferente.

E eu ainda me surpreendo com a quantidade de pacientes que chegam frustradas após terem sido levadas por esse tipo de discurso.

Um momento tão vulnerável para a mulher.

Recebi esse vídeo de uma paciente que chegou a comprar um curso on-line com a promessa de “engordar o leite materno” para o bebê ganhar 60g por dia.

Um absurdo sem tamanho.

“Ah, mas fulana tem o leite mais grosso…”

Leite materno não se compara.
Não existe leite fraco.
Seu leite é biologicamente sob medida para o seu bebê.

Existe pouco leite? Sim, baixa produção de leite pode ser uma realidade.
Mas, antes de qualquer promessa vazia, é preciso olhar para a história dessa mulher.

Cirurgias mamárias prévias, anatomia da mama, alterações hormonais, fatores de risco…

É caso a caso.

Não existe mágica.

Se o seu bebê não ganha peso, isso não signif**a que seu leite é “magro” ou “aguado”.
Signif**a que o volume ingerido está aquém do necessário.

E isso precisa ser investigado.

Ajuda profissional de verdade não coloca todas as pacientes no mesmo protocolo.

Prefira atendimento individualizado.
E muito cuidado com o que você consome na internet.

29/03/2026

Quem já me segue sabe que eu AMO o coletor!
Ele serve para drenar o excesso de leite das mamas, evitando ingurgitamento e até mastite.
O leite extraído pode (e deve) ser armazenado! Não desperdice leite materno ♥️👊🏻

Envia pra quem precisa saber disso!

Endereço

Alameda Dos Maracatins 1217 Conj 912
São Paulo, SP
04089-014

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