22/12/2025
Cuidar de pessoas exige presença, sensibilidade e alto envolvimento emocional. Na prática da ABA, essa demanda é constante, e tem custo. Um estudo publicado em 2022 no Journal of Autism and Developmental Disorders identificou que 72% dos profissionais que atuam com ABA relataram níveis moderados a altos de burnout, especialmente entre terapeutas que trabalham diretamente com crianças com TEA (Gibson et al., 2022).
O burnout está associado à exaustão emocional, redução de empatia, afastamentos do trabalho e maior rotatividade profissional. Ignorar a saúde mental de quem cuida não afeta apenas o terapeuta, mas também a qualidade das intervenções, a relação com as famílias e a sustentabilidade do cuidado a longo prazo.