Dr. Thiago Volpi

Dr. Thiago Volpi Acreditamos em uma vida baseada em saúde, bem-estar e superação – sem deixar de lado os prazeres da vida. Emagrecimento, Nutrição, Saúde e Estética.

Saber realizar melhor as escolhas e ainda na medida certa é um desafio individual.

30/04/2026

A medicina evoluiu.
Hoje, conseguimos prolongar a vida como nunca antes.

Mas existe um problema que quase ninguém fala.

Estamos vivendo mais, mas passando mais tempo doentes.

São as chamadas décadas de morbidade. Anos de dependência, dor e perda de autonomia.

E a verdade é simples: a medicina pode te manter vivo, mas não garante que você vai viver bem.

O que define isso não é o hospital, é o que você faz todos os dias.

Porque no final, longevidade não é sobre ganhar tempo.
É sobre não perder a sua vida antes dela acabar.

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O estudo Q-SYMBIO, um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, avaliou o uso de coenzima Q10 em ...
29/04/2026

O estudo Q-SYMBIO, um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, avaliou o uso de coenzima Q10 em 420 pacientes com insuficiência cardíaca crônica moderada a grave, todos já em tratamento padrão.

Os participantes receberam 300 mg de CoQ10 por dia ou placebo e foram acompanhados por dois anos.

O resultado foi relevante: a mortalidade cardiovascular foi signif**ativamente menor no grupo que utilizou CoQ10, com cerca de 9% de óbitos, comparado a aproximadamente 16% no grupo placebo, o que representa uma redução relativa próxima de 50%.

Além da mortalidade, também houve menos eventos cardiovasculares importantes e melhora nos sintomas e na capacidade funcional dos pacientes, indicando um impacto clínico no dia a dia.

Um ponto importante é que a CoQ10 não substituiu o tratamento convencional.

Ela foi utilizada como complemento, possivelmente atuando na melhora do metabolismo energético cardíaco.

Apesar dos resultados serem consistentes, o estudo ainda tem um tamanho moderado, o que faz com que os achados sejam considerados promissores, mas ainda necessitem de confirmação em estudos maiores.

doi:10.5837/bjc.2015.037

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Pesquisadores do University Hospitals Cleveland Medical Center demonstraram que o Alzheimer avançado, por muito tempo co...
29/04/2026

Pesquisadores do University Hospitals Cleveland Medical Center demonstraram que o Alzheimer avançado, por muito tempo considerado irreversível, pode ser revertido em modelos animais.

Utilizando dois modelos distintos de camundongos, um baseado em mutações relacionadas à beta-amiloide e outro à proteína tau, os pesquisadores conseguiram reverter danos cerebrais já estabelecidos, incluindo inflamação, perda sináptica, disfunção da barreira hematoencefálica e prejuízo cognitivo signif**ativo.

O ponto central desse processo foi a restauração dos níveis de NAD+, uma molécula essencial para a produção de energia e sobrevivência celular, que se encontra reduzida tanto em cérebros humanos com Alzheimer quanto nesses modelos experimentais.

Para isso, foi utilizado um composto experimental (P7C3-A20), que não apenas aumenta o NAD+, mas ajuda as células a manterem seus níveis fisiológicos mesmo sob estresse.

Mesmo quando o tratamento foi iniciado tardiamente, os resultados mostraram recuperação cognitiva completa nos animais, reversão das alterações típicas da doença e normalização de biomarcadores associados ao Alzheimer.

Esses achados desafiam a abordagem atual, que foca principalmente em retardar a progressão da doença, e sugerem que atuar sobre o metabolismo energético cerebral pode abrir caminho para estratégias de recuperação.

Ainda assim, os resultados são restritos a modelos animais.

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28/04/2026

As pessoas estão tentando performar mais, mas fazendo exatamente o oposto do que deveriam.

Dormem menos, tomam mais decisões, e chegam no final do dia sem energia mental.

A ciência já mostrou: privação de sono piora sua tomada de decisão, reduz produtividade e aumenta erros.

E existe outro problema silencioso. A fadiga da decisão.

Quanto mais decisões desnecessárias você toma ao longo do dia, menos energia sobra para as decisões que realmente importam.

Alta performance não é fazer mais.
É preservar energia para o que realmente gera resultado.

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E se uma das intervenções mais poderosas para o cérebro não fosse um suplemento, um medicamento ou um biohack, mas uma c...
28/04/2026

E se uma das intervenções mais poderosas para o cérebro não fosse um suplemento, um medicamento ou um biohack, mas uma caminhada de 30 minutos?

Um ensaio clínico randomizado publicado no Journal of Sport and Health Science acompanhou adultos entre 26 e 58 anos que seguiram um protocolo de exercício aeróbico de 150 minutos por semana ao longo de 12 meses.

O resultado: nas imagens de ressonância magnética, o cérebro desses participantes passou a apresentar características equivalentes a aproximadamente 0,95 ano a menos de envelhecimento em comparação ao grupo controle.

Pode parecer pouco, mas o envelhecimento cerebral é cumulativo, e pequenas diferenças, quando sustentadas ao longo do tempo, se tornam relevantes.

Um ponto importante desse estudo é a faixa etária.

Os benefícios apareceram já na vida adulta, não apenas em idades mais avançadas.

O exercício provavelmente atua por múltiplos mecanismos, como melhora do fluxo sanguíneo cerebral e estímulo à neuroplasticidade, embora os detalhes ainda estejam sendo investigados.

Na prática, o protocolo é simples: cerca de 30 minutos por dia, 5 vezes por semana, em uma intensidade suficiente para alterar sua respiração.

A saúde do seu cérebro no futuro não começa depois.
Ela está sendo construída hoje.

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Um empresário da Índia, Deepinder Goyal, fundador da Zomato, levantou US$ 54 milhões para um novo projeto: uma startup c...
27/04/2026

Um empresário da Índia, Deepinder Goyal, fundador da Zomato, levantou US$ 54 milhões para um novo projeto: uma startup chamada Temple.

A proposta é criar um dispositivo que f**a na lateral da cabeça e mede o fluxo sanguíneo cerebral.

Em termos simples, a ideia é entender como o cérebro do atleta está funcionando durante o treino.

Hoje, relógios e anéis inteligentes já conseguem medir sono, frequência cardíaca e recuperação. Esses dados ajudaram muito a evoluir o treinamento.

Mas todos eles olham para o corpo.

A Temple quer olhar para o sistema que está por trás disso tudo.

A aposta é que o cérebro pode antecipar sinais de fadiga, desempenho e limite antes mesmo do corpo demonstrar.

Se funcionar, muda o jogo.

Porque a performance deixa de ser guiada só pelo corpo, e passa a ser guiada pelo sistema que controla tudo.

Médico, quer mais informações sobre minhas masterclasses exclusivas? Digite COLEGA nos comentários.

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Em um estudo piloto de 8 semanas, 20 participantes com demência associada ao Alzheimer receberam 20g/dia de creatina mon...
27/04/2026

Em um estudo piloto de 8 semanas, 20 participantes com demência associada ao Alzheimer receberam 20g/dia de creatina monohidratada para avaliar seus efeitos no metabolismo energético e na cognição.

A adesão foi alta, sem desistências, e os resultados mostraram um aumento signif**ativo nos níveis de creatina no sangue e no cérebro, com um aumento de 11% na creatina cerebral total.

Além disso, marcadores de energia celular também melhoraram, incluindo aumento na produção de ATP e ADP em células do sistema imune, sugerindo uma melhora na capacidade bioenergética do organismo.

Os participantes também apresentaram melhora cognitiva ao longo do período, com avanços em memória de trabalho, função executiva e cognição global. Em mulheres, foram observadas melhorias adicionais na função mitocondrial.

Apesar de ser um estudo pequeno e sem grupo controle, os resultados indicam que a suplementação em altas doses de creatina é viável e pode trazer benefícios tanto para a energia celular quanto para a função cognitiva em pacientes com Alzheimer.

PMCID: PMC12739067

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Se você treina, mas sente que poderia estar tendo mais resultado, talvez não seja intensidade que está faltando.É estrat...
24/04/2026

Se você treina, mas sente que poderia estar tendo mais resultado, talvez não seja intensidade que está faltando.

É estratégia.

Quando você faz musculação, seu corpo libera hormônios que quebram a gordura armazenada e a colocam na corrente sanguínea.

Mas aqui está o ponto que pouca gente entende: mobilizar gordura não é o mesmo que queimar gordura.

Se você termina o treino e simplesmente vai embora, parte dessa gordura pode não ser utilizada.

Agora, quando você encaixa uma caminhada logo depois, você cria o cenário ideal para o corpo usar essa gordura como combustível.

Isso acontece porque a insulina está mais baixa, o corpo já está metabolicamente “ativado” e a intensidade da caminhada favorece a queima de gordura.

E não é só sobre emagrecimento.

Caminhar depois do treino também ajuda a eliminar lactato do músculo, reduzir o cortisol, melhorar o uso da glicose e diminuir aquela dor no dia seguinte.

Ou seja, mais resultado, com menos desgaste.

Sem precisar treinar mais.
Sem precisar sofrer mais.

Só organizando melhor o que você já faz.

Salva esse post pra testar no seu próximo treino.

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Um estudo randomizado e controlado de dois anos avaliou adultos sedentários na faixa dos 50 anos submetidos a um protoco...
24/04/2026

Um estudo randomizado e controlado de dois anos avaliou adultos sedentários na faixa dos 50 anos submetidos a um protocolo com HIIT, cardio moderado e treino de força.

Após o período, houve reversão de parâmetros associados ao envelhecimento cardíaco, com melhora da função do coração e dos vasos equivalente a aproximadamente duas décadas.

Essas pessoas não eram atletas. Eram indivíduos que estavam inativos há anos.

O protocolo também não era extremo: dois dias de HIIT, dois dias de cardio moderado e um dia de treino de força.

O que explica esse efeito é a hormese.

Pequenas doses de estresse fisiológico, aplicadas com consistência, sinalizam para o corpo se adaptar e se tornar mais eficiente.

Treino intenso, musculação, exposição ao frio ou esforço cardiovascular são formas de ativar esses mecanismos.

A questão não é evitar o estresse. É aplicar o estresse certo, na dose certa.

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23/04/2026

Muita gente confunde alta performance com dinheiro, status ou resultado.

Mas alta performance, na prática, é outra coisa.

É ter energia para treinar, para trabalhar, para liderar, e ainda chegar em casa com presença para quem importa.

Porque à medida que a vida avança, as responsabilidades aumentam. E as pessoas passam a depender da sua energia.

Por isso, eu acredito que, para quem quer crescer, alta performance deixa de ser escolha, e vira obrigação.

Agora me responde com sinceridade: hoje, sua rotina te dá energia ou te esgota? Compartilhe nos comentários.

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Um parceiro presente não é apenas apoio emocional.É um fator biológico de proteção.A depressão pós-parto não surge apena...
23/04/2026

Um parceiro presente não é apenas apoio emocional.
É um fator biológico de proteção.

A depressão pós-parto não surge apenas por alterações hormonais. Ela é fortemente influenciada pelo ambiente em que essa mulher está inserida.

Quando há suporte, o impacto do estresse diminui.
O descanso se torna possível.
A carga mental é compartilhada.

Na prática, isso signif**a ajuda com o bebê, com a casa, com decisões e, principalmente, validação emocional.

Esse tipo de presença reduz a sensação de isolamento, melhora a qualidade da relação e aumenta a chance da mulher buscar ajuda quando necessário.

Por outro lado, a ausência de suporte amplif**a tudo.

O cansaço se acumula.
O estresse se intensif**a.
A sobrecarga se torna constante.

E isso aumenta signif**ativamente o risco de depressão pós-parto.

Não é sobre “dar apoio quando dá”.

É sobre entender que, nesse momento, o ambiente emocional e físico ao redor da mãe influencia diretamente a sua saúde mental e, consequentemente, o vínculo com o bebê.

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A retatrutida, um agonista triplo de incretinas, está ampliando o papel da medicina metabólica.Além do impacto já conhec...
23/04/2026

A retatrutida, um agonista triplo de incretinas, está ampliando o papel da medicina metabólica.

Além do impacto já conhecido no emagrecimento, estudos iniciais sugerem que ela pode influenciar o crescimento tumoral em modelos experimentais.

Os dados mostram:

- redução signif**ativa do crescimento tumoral pancreático

- desaceleração da progressão em câncer de pulmão

- diminuição do crescimento em modelos de câncer de mama

Isso reforça um ponto importante: o câncer não é apenas uma doença genética. Ele também é profundamente influenciado pelo ambiente metabólico.

Fatores como resistência à insulina, inflamação crônica e função mitocondrial participam diretamente desse processo.

Isso não signif**a que estamos diante de uma nova terapia oncológica.

Mas mostra que intervenções metabólicas podem impactar vias da doença muito além do peso corporal.

Médico, quer mais informações sobre minhas masterclasses exclusivas? Digite COLEGA nos comentários.

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