PASA - Programa de Atenção à Saúde na Adolescência

PASA - Programa de Atenção à Saúde na Adolescência Programa de Atenção à Saúde do Adolescente do Centro de Saúde-Escola do Butantã (FMUSP)

O Programa de Atenção à Saúde na Adolescência visa à atenção integral à saúde dos adolescentes do Centro de Saúde Escola Samuel Barnsley Pessoa (Butantã) da Faculdade de Medicina da USP.

27/07/2018

Conhecer alguns telefones úteis de Saúde é muito importante em casos de urgências e emergências.
Ajude-nos a divulgar!📱👇

Estamos de volta!!O Ocupe tem o prazer de divulgar o primeiro grupo do 2º semestre de 2018!No dia 07 de Agosto, às 8:30h...
25/07/2018

Estamos de volta!!
O Ocupe tem o prazer de divulgar o primeiro grupo do 2º semestre de 2018!
No dia 07 de Agosto, às 8:30h, no Centro de Saúde-Escola do Butantã, vamos falar sobre “Adolescência: Corpo e sexualidade.”

Para aqueles que querem comparecer como participantes do grupo, estaremos esperando ansiosamente pela presença de cada um!
E para aqueles interessados em ajudar em levar o grupo, nos chame para uma conversa!
Estamos abertos para muitas trocas. Esperamos todxs!!

A Linha de Cuidado para a Saúde na Adolescência e Juventude para o Sistema Único de Saúde no Estado de São Paulo estará ...
20/07/2018

A Linha de Cuidado para a Saúde na Adolescência e Juventude para o Sistema Único de Saúde no Estado de São Paulo estará no 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva apresentando 5 trabalhos.

As datas, os horários e os locais estão indicados em cada imagem! Se tem interesse em conhecer mais sobre o processo da construção da Linha e dos trabalhos procedentes do mesmo com parcerias como o PASA, e estiver pelo Congresso, estaremos aguardando ansiosamente por sua presença e interesse.

Para além do evento, sempre temos diversos espaços para comunicação e atualização sobre nossos trabalhos. O site http://www.saudeadolescentesejovens.net.br/ tem tudo sobre a construção da Linha de Cuidado e suas próximas etapas, assim como nossa pagina no Facebook e Instagram.

Nossa equipe é grande e querida! Então segue os autores de cada trabalho:

✔️ Ações de educação em saúde para o fortalecimento da cidadania na adolescência e juventude enquanto construção participativa de uma política pública de saúde

Autores:
Julia de Campos Cardoso Rocha - FAPESP TT-I, CSE/FMUSP
Adalto Alfredo Pontes Filho - HC/CSE/FMUSP
Gabriela Souza Murizine - FAPESP TT-I, CSE/FMUSP
Patrícia Ferreira de Andrade - FAPESP TT-III, CSE/FMUSP
Lucilene Barros dos Santos - PASA, CSE/FMUSP
Gleidiane Hedviges dos Santos - PASA, CSE/FMUSP
Beatriz Pereira - PASA, CSE/FMUSP
Mariana Arantes CSE/FMUSP
Maria Altenfelder - CEBRAP, CSE/FMUSP

✔️ Concepções e percepções de adolescência e juventude em serviços de saúde do Estado de São Paulo

Autores:
Jan Stanislas Joaquim Billand. - CEBRAP, CSE/FMUSP
Fernanda Lopes Regina - CEBRAP, CSE/FMUSP
Débora Hermann -CEBRAP, CSE/FMUSP
Denise Piccirillo Barbosa da Veiga – FAPESP TT-IV, CSE/FMUSP
Adalto Pontes - Residente em Medicina Preventiva e Social, HC/CSE/FMUSP
Regina Figueiredo - Instituto de Saúde, SES-SP

✔️ Projeto para a construção de uma Linha de Cuidado para atenção à saúde na adolescência e na juventude para o Sistema Único de Saúde no estado de São Paulo

Autores:
Mariana Arantes Nasser – CSE, FMUSP; Depto. Medicina Preventiva, UNIFESP
Sandra Mara Garcia - CEBRAP
Wilson Pereira de Souza - Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo
Maria Altenfelder Santos – CEBRAP; CSE, FMUSP
Albertina Duarte Takiuti - Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo
Arnaldo Sala - Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo
José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres – Depto. Medicina Preventiva, FMUSP
Elza Salvatori Berquó - CEBRAP
Fernanda Ranna Ferreira – OPA

✔️ Apoio psicossocial a adolescentes e jovens na atenção básica: relato de experiência no Centro de Saúde Escola Butantã/FMUSP

Autores:
Maria Altenfelder - CEBRAP, CSE/FMUSP
Mariana Arantes Nasser – CSE, FMUSP; Depto. Medicina Preventiva, UNIFESP
Lucilene Barros dos Santos - PASA, CSE/FMUSP
Gleidiane Hedviges dos Santos - PASA, CSE/FMUSP
Vanessa Silva dos Santos - CSE/FMUSP
Dulce Maria Senna - CSE/FMUSP
Lygia M.P. de França Pereira - CSE/FMUSP
Ana Silvia W. Damaso - CSE/FMUSP

✔️ Direitos humanos e saúde de adolescentes e jovens: estudo de ações desenvolvidas em serviços do sistema único de saúde do estado de São Paulo

Autores:
Adalto Pontes - Residente em Medicina Preventiva e Social, HC/CSE/FMUSP
Mariana Arantes Nasser – CSE, FMUSP; Depto. Medicina Preventiva, UNIFESP

06/07/2018

Serão trinta atividades acontecendo simultaneamente no parque do Instituto, todas gratuitas. A programação vai até o dia 14, sempre no período entre 10h e 18h30. Vem ver: https://goo.gl/hbi9nR

Gostaríamos de agradecer a presença de todos!O encontro proporcionou grandes e motivadoras ideias para a estruturação do...
03/07/2018

Gostaríamos de agradecer a presença de todos!
O encontro proporcionou grandes e motivadoras ideias para a estruturação do projeto de extensão.

O Ocupe o CSE tem como objetivo promover a saúde na adolescência e juventude, fortalecendo parcerias com a rede de saúde, intersetorial e popular. E realizarmos esse encontro com visões diferentes mas convergentes, foi uma confirmação do caminho a se seguir.

Nossa próxima reunião está marcada para dia 02/08 às 18 horas. E uma próxima atividade com adolescentes e jovens está por vir!!

Daremos mais informações em breve.

02/07/2018

É madrugada. Um telefone toca na zona norte de São Paulo. Imediatamente, alguém atende: “CVV, boa noite, gostaria de conversar?” Buscar ajuda por telefone se tornou inteiramente de graça. A partir deste domingo (1º), o número do Centro de Valorização da Vida (CVV), o 188, está

26/06/2018

Não é preciso estudar muito para perceber que a ca*****ha, como estratégia isolada de prevenção, não é capaz de controlar a epidemia de nenhuma Infecção Sexualmente Transmissível (IST). A história do HIV no Brasil nos mostrou isso. Nas décadas de 80 e 90, as campanhas de prevenção util...

Por enquanto estamos aberto todos os dias pela manhã, menos quarta. Venham bater um papo, ler um livro, comer uma pipoca...
18/06/2018

Por enquanto estamos aberto todos os dias pela manhã, menos quarta.
Venham bater um papo, ler um livro, comer uma pipoca, ficar de boa no sofá, criar uma atividade... só venham! 😬

Você sabia? Conte pra gente!
11/06/2018

Você sabia? Conte pra gente!

Quanto custa o outfit do SUS? 🤔

Que o Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes a ter um sistema público e universal de saúde, isso todo mundo sabe.

Que o SUS possui o maior pacote de vacinas do mundo, isso também o povo tá careca de saber.

Que todo o tratamento de Aids é custeado pelo SUS, até o Capitão América sabe.

Que 95% dos transplantes de órgãos e 85% dos procedimentos de alta complexidade são feitos pelo SUS, já tá claro também.

E que todo brasileiro, seja rico ou pobre, usa o SUS, também.

Agora, quanto custa e quem paga por tudo isso?

Você vai dizer ''eu, que pago todos os meus impostos em dia'' etc, etc, etc.

E tá errado? Não tá.

Mas vamos saber com mais detalhes de onde sai o orçamento do SUS:

Não é só político que desvia verba da saúde. Você alguma vez na vida deve ter feito isso. Por exemplo, já achou que estava sendo esperto porque comprou produto sem nota? Achou errado, fofinho! Boa parte da grana do SUS vem do pagamento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). Lembre-se disso toda vez que fizer uma compra, de mercadoria ou de serviço, e não te darem a Nota Fiscal. Sonegação é crime contra o SUS também.

Outra parte da bufunfa vem de contribuições sociais de patrões e empregados, como o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Empresas que devem ao INSS devem, portanto, à saúde pública também.

Outros impostos que ajudam na arrecadação do SUS: Imposto de Produtos Industrializados (IPI), impostos sobre o lucro (Cofins), sobre automóveis (IPVA) e sobre moradia (IPTU), Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação (ITCD), Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), Imposto sobre Transmissão de Bens Intervivos (ITBI), Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), Imposto Territorial Rural (ITR), Cota-Parte do Fundo de Participação do Estado (FPE) e Cota-Parte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI-Exportação).

Ufa! 😯

Praticamente todos os impostos que pagamos na vida têm participação no SUS.

Alguns desses impostos são municipais e outros são estaduais. Os municípios e os governos estaduais do país inteiro repassam essa dinheirada toda à União, que depois divide entre os estados, que por sua vez, dividem entre os municípios.

A Constituição Federal de 1988 e a Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012, definem que as três esferas de governo (federal, estadual e municipal) financiem o Sistema Único de Saúde e criem recursos para pagar o SUS. No caso dos municípios, anualmente, 15% das arrecadações devem ser destinadas aos serviços públicos de saúde. Além disso, o SUS recebe um percentual do Produto Interno Bruto (PIB). De toda riqueza que o país gerou no ano anterior, uma porcentagem vai pro SUS no ano seguinte.

A conta é um pouquinho mais complexa, mas podemos resumir dizendo assim: se o consumo cresce e a economia do país vai bem, sobra mais dinheiro pro SUS, se não cresce e o país vai mal, o SUS também empaca.

E isso, verba que entra, verba que sai, pra onde sai, etc, é monitorado pelo Ministério da Saúde, que utiliza diversas ferramentas de gestão e políticas públicas para fiscalizar os recursos do SUS.

Mas você também pode ajudar a fiscalizar o dinheiro da saúde pública. Como? Participando dos conselhos municipais de saúde, por exemplo. Saiba aqui: https://bit.ly/20NE2SR

Tá, mas se o SUS não existisse, nós continuaríamos a pagar todos esses impostos que já pagamos? Com certeza sim.

Então, respondendo à pergunta lá em cima, quanto custa o outfit do SUS: não custa nada, amore.

O SUS é nosso maior bem. ❤️

04/06/2018

Os cuidados oferecidos às pessoas LGBTI podem ser específicos, mas antes de tudo precisam acolher diversidades e considerar equidade. As informações são do GT de Gênero, Sexualidade, Diversidade e Direitos da SBMFC:

Desta forma, existem habilidades e atitudes que MFCs devem adotar em todos os atendimentos para oferecer um bom atendimento a qualquer pessoa.

Confira aqui 10 ações importantes e que devem fazer parte do trabalho de MFCs:

1. Não assuma que você sabe ou que consegue descobrir a orientação sexual, a identidade de gênero ou o desejo reprodutivo de uma pessoa. Pergunte sempre! Isso não é ofensivo e pode disparar uma boa conversa sobre preconceitos mesmo com quem não é LGBTI.

2. Ao abordar sexualidade, IST, reprodução e anticoncepção, pergunte sobre as práticas se***is da pessoa. Mesmo para casais formados por mulher e homem cisgêneros, existem outras formas de tr***ar além da penetração vaginal por um p***s. Saiba oferecer prevenção de IST direcionada a todas as práticas se***is.

3. Pergunte sobre os termos que cada pessoa acredita definirem sua identidade de gênero, sua orientação afetivosexual, suas relações, seus comportamentos, suas práticas se***is e seus grupos de convivência. Peça permissão para utilizar os mesmos termos, pois algumas expressões conhecidamente ofensivas podem ser utilizadas exclusivamente por alguns grupos como forma de enfrentar preconceitos e afirmar sua existência.

4. Garanta atendimento privativo e com sigilo das informações, mesmo em relação a demais membros da equipe de saúde (como ACS). O medo de violência pela família ou pela comunidade pode ser um motivo para a pessoa não conversar com profissionais.

5. A exclusão social e a violência são importantes causas diretas e indiretas de adoecimento de LBGTIs e, geralmente, são causas ignoradas e/ou negligenciadas por profissionais. O risco aumenta quando outras opressões somam-se à LGBTIfobia, como machismo, racismo, etarismo, discriminações de classe socioeconômica e de formação familiar. Aborde e considere essas situações ao investigar um problema e ao propor uma estratégia de cuidado.
Preencha os campos destinados a orientação sexual e identidade de gênero na ficha de notificação de violência.

6. A equipe deve oferecer ativamente o uso do nome social, no momento do cadastramento no serviço de saúde. O nome social deve ser utilizado sempre, por todos profissionais e em todos os documentos do serviço.

7. Aprenda a prescrever hormônios para travestis, mulheres transe***is, homens trans e pessoas não binárias que desejem transformações corporais. Além de ser uma necessidade para muitas destas pessoas, o risco biológico do uso de hormônios está relacionado principalmente à automedicação com substâncias inadequadas e que costumam ser utilizadas de maneira errada.

8. Organize um ambiente de trabalho que acolha as diferenças e que possa enfrentar as violências sofridas por usuários e por profissionais dentro do serviço de saúde, através de discussões nas reuniões de equipe, educação continuada e permanente, formação de núcleos de prevenção à violência, ouvidoria efetiva, espaço aberto e seguro para escuta ou outras estratégias. A violência institucional é uma realidade que não pode ser ignorada.

9. Conheça ou forme uma rede intersetorial para garantir acolhimento, atendimento e direitos para as pessoas LGBTI no território que você atende. Informe-se dos direitos garantidos pelo seu município ou estado.

10. Converse sobre as percepções de gênero e aborde as expectativas de cada família para suas crianças. Mulheres e homens heterosse***is cisgêneros também estão sujeitos a violências e adoecimentos por consequência dos papéis sociais e dos estereótipos de gênero, transmitidos cultural e historicamente.

Para saber mais e conferir as referências, acesse: https://goo.gl/mgsNTm.

2017 foi um ano de muito trabalho e novidades pro PASA e pro Centro de Saúde-Escola!Se você quer saber mais sobre como f...
30/12/2017

2017 foi um ano de muito trabalho e novidades pro PASA e pro Centro de Saúde-Escola!
Se você quer saber mais sobre como foi nosso ano, leia o informe Nº 1 do Ocupe o CSE.

Desejamos boas festas e um próspero ano novo! 🎉🎊🎉🎊

Final do ano chegou e não chegou sozinho! Além das luzinhas de natal e do panetone, chegou também o tradicional encontro...
05/12/2017

Final do ano chegou e não chegou sozinho! Além das luzinhas de natal e do panetone, chegou também o tradicional encontro de final do ano do PASA. Vai ser segunda, dia 11, as 13h30.
Todos adolescentes e responsáveis são bem vindos nessa festa!

Endereço

São Paulo, SP
05503-000

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