Dr. Silvio Reggi

Dr. Silvio Reggi Dr. Silvio Reggi é médico cardiologista em São Paulo. Divulga em sua página informações cient?

Graduado pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), tem especialização em Clínica Médica e Cardiologia. Suas atividades se dividem entre a assistência, o ensino e a pesquisa. Atualmente é chefe da enfermaria de Cardiologia do Hospital São Paulo, UNIFESP. Seu consultório esta localizado dentro do Hospital Albert Einstein.

Em breve o podcast Entre Médicos entrará no ar.Siga no Instagram .podcast e receba os conteúdos em primeira mão.Você tam...
25/10/2023

Em breve o podcast Entre Médicos entrará no ar.

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Entre Médicos, uma conversa de especialistas para você, nosso ouvinte.

👉👉 Coração e  COVID: Quais Riscos Corremos Em 12 Meses?É de conhecimento comum que a COVID-19 está intimamente relaciona...
11/03/2022

👉👉 Coração e  COVID: Quais Riscos Corremos Em 12 Meses?
É de conhecimento comum que a COVID-19 está intimamente relacionada aos eventos cardiovasculares. Contudo, apenas a miocardite (inflamação do músculo cardíaco) e as tromboses, como a pulmonar, são as doenças que estão sob olhares mais atentos, o que pode eventualmente fazer com que as demais doenças cardiovasculares sejam deixadas em segundo plano neste grupo de pacientes. 
Em uma recente publicação científ**a na revista Nature Medicine, pesquisadores compilaram as complicações cardiovasculares mais comuns nos 12 meses seguintes ao diagnóstico. Diferentemente do conhecimento comum, foram muitas as doenças cuja incidência foi bem superior à da população não afetada pela COVID-19 no mesmo período. Para as doenças vasculares cerebrais, como AVC por exemplo, o risco foi 50% maior. Para as arritmias cardíacas, como as taquicardias e a fibrilação atrial, 70% maior. E para as pericardites, doença inflamatória do pericárdio, 85% maior. 
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Mais do que alarmar, esses números servem para alertar. Eles falam por si e demonstram a importância da avaliação cardiológica no período seguinte à fase mais aguda da doença.
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É verdade que os que tiveram as formas mais graves, como os internados em UTI, estarão mais sujeitos às complicações que aqueles que tiveram casos leves. Mas o fato é que a prevenção e o diagnóstico precoce são sempre nossos aliados, por isso o acompanhamento cardiológico de longo prazo sempre é recomendado, não importa a gravidade da doença.
Referência:
https://doi.org/10.1038/s41591-022-01689-3

18/09/2020

A PANDEMIA parou o mundo. Não só as escolas, os escritórios, as fabricas. A pandemia também parou o cuidado à saúde pois todas as nossas atenções estiveram dedicadas ao vírus e às suas consequências. Mas a saúde é e sempre será muito mais que uma única doença. A saúde é a prevenção e o cuidado do indivíduo como um todo. E, por mais que ainda não estejamos traquilos, precisamos retomar. Precisamos retomar e cuidar da nossa saúde. Manter-nos prevenidos de cada doença que nos aflige. Por medo de uma, não podemos negligenciar todas as outras.

Estamos de casa nova! Após longos anos ao lado da minha amada Escola Paulista de Medicina, decidimos mudar! E sem dúvida...
05/06/2019

Estamos de casa nova! Após longos anos ao lado da minha amada Escola Paulista de Medicina, decidimos mudar! E sem dúvidas, para melhor. Cada conquista minha tem um pouco da confiança e do carinho de vocês. Muito obrigado! 🤗🤗

ARRITMIA NO TESTE DE ESFORÇO. O teste ergométrico (de esforço) em esteira ou bicicleta é há muitos anos realizado para d...
22/05/2019

ARRITMIA NO TESTE DE ESFORÇO. O teste ergométrico (de esforço) em esteira ou bicicleta é há muitos anos realizado para detectar doenças cardíacas que possam não causar sintomas. O exercício físico estressa o coração ao seu nível máximo, fazendo com que sintomas ou alterações no eletrocardiograma possam ser percebidos. Uma das alterações de maior complexidade neste teste são as arritmias. Elas podem ter diversas características e surgirem pelas mais diferentes causas. Até mesmo um coração normal pode apresentar algumas alterações elétricas durante o esforço intenso, sem necessariamente estar doente. Por outro lado, muitas vezes a arritmia que aparece no esforço pode sim representar uma doença grave e exatamente por esse motivo o cardiologista deve ser consultado. Apesar da banalização do teste ergométrico, hoje solicitado muitas vezes de forma inadequada, é preciso deixar claro que seus resultados precisam ser interpretados com cuidado e por especialistas. Um exame pedido ou realizado sem critérios, mesmo quando normal, pode trazer mais dúvidas do que respostas.

NOVO CONSULTÓRIO. É com muita satisfação que comunico aos amigos e pacientes que no mês de junho o consultório localizad...
19/05/2019

NOVO CONSULTÓRIO. É com muita satisfação que comunico aos amigos e pacientes que no mês de junho o consultório localizado na rua Dr. Bacelar mudará de endereço. Em breve na Rua Iguatemi 192, no bairro do Itaim, o novo consultório contará com um espaço mais amplo e moderno. Vale destacar que o consultório do Hospital Albert Einstein segue sem mudanças.

DOENÇAS CARDIOVASCULARES SÃO A PRINCIPAL CAUSA DE MORTE MATERNA. De acordo com o American College of Obstetricians and G...
14/05/2019

DOENÇAS CARDIOVASCULARES SÃO A PRINCIPAL CAUSA DE MORTE MATERNA. De acordo com o American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG), nos Estados Unidos, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte de mulheres durante a gravidez e no período pós parto. Os dados foram apresentados durante o congresso anual, em Nashville. De acordo com ginecologistas e obstetras americanos envolvidos com o tema, toda mulher que esteja grávida ou no período pós parto deveria ter seus fatores de risco cardiovasculares corretamente avaliados e tratados. Apesar das doenças cardiovasculares afetarem apenas entre 1% e 4% das mulheres grávidas nos EUA, essas doenças são responsáveis por cerca de 26,4% das mortes. Isso representa mais de 4 mortes para cada 100.000 nascimentos. É muita coisa. De acordo com a Dra. Lisa Hollier, que já foi presidente do ACOG, grande parte das mortes poderiam ter sido prevenidas se os fatores de risco tivessem sido devidamente identif**ados. Ainda segundo ela, muitas destas mulheres já apresentavam doenças ou fatores de risco mesmo antes de engravidar, contudo o diagnóstico só se revelou durante a gravidez. Isso torna o tratamento mais difícil e menos efetivo, muito pelo fato de vários dos medicamentos não serem recomendados pelo risco de comprometer a formação do bebê. É verdade que a gravidez é um teste para o coração. Neste período o coração da mulher é sobrecarregado, seja pelo ganho de peso, pelo excesso de líquidos ou pelo aumento da frequência cardíaca. Diante disso é natural que os sintomas se apresentem mais intensamente neste período. Pelo mesmo motivo, a identif**ação de doenças e potencias fatores de risco, antes da gravidez, também é fundamental. Saiba mais: https://journals.lww.com/greenjournal/Fulltext/2019/05000/ACOG_Practice_Bulletin_No__212__Pregnancy_and.40.aspx

HeartMate 3: o mais novo “coração artificial”. Há alguns dias foram publicados na prestigiada revista New England Journa...
02/04/2019

HeartMate 3: o mais novo “coração artificial”. Há alguns dias foram publicados na prestigiada revista New England Journal of Medicine os resultados do estudo MOMENTUM 3, o qual avaliou uma nova geração de “coração artificial”. Quando comparado à versão anterior, o HeartMate 3 mostrou diminuir a incidência de diversas complicações: AVC, arritmias complexas e internações hospitalares, por exemplo. O HeartMate 3 é uma bomba de propulsão, acoplada à ponta do ventrículo esquerdo e à artéria Aorta, que através de um rotor levitado magneticamente promove um aumento signif**ativo na capacidade de ejeção do coração (débito cardíaco), garantindo ao paciente mais tempo de vida, assim como uma melhora importante dos sintomas associados à insuficiência cardíaca.
Anteriormente tais dispositivos eram usados apenas para a manutenção da vida enquanto se aguardava um doador, ou seja, eram usados como “ponte” para o transplante cardíaco. Contudo, apesar de muitos pacientes ainda o usarem com esta finalidade, a maior parte dos pacientes avaliados pelo estudo o utilizaram como terapia definitiva, o que quer dizer que não serão transplantados. Na medida em que os resultados de sobrevida são muitos próximos aos dos pacientes que foram submetidos ao transplante cardíaco, cerca de 81% permanece vivo em 2 anos, f**a claro que estamos caminhando rapidamente para modelos de bombas que certamente serão mais efetivas do que o próprio transplante cardíaco, uma vez que nesses casos é necessário que os pacientes tomem medicamentos para diminuir a resposta imunológica e a rejeição do órgão, o que sempre será um problema. Vale lembrar que em países desenvolvidos o número de órgãos disponíveis para transplante é ainda menor que no Brasil, já que, nestes países, o número de vítimas de morte por trauma é bem menor. Desta forma, dispositivos como este são uma necessidade urgente.
Infelizmente os custos para o implante de um “coração artificial” ultrapassa as centenas de milhares de reais. Além disso, a expertise da equipe de saúde envolvida precisa ser enorme, limitando também o número de hospitais capacitados para o uso. De qualquer forma, não deixa de ser uma grande notícia para a cardiologia.

A foto é do Mar porque ele me traz paz e a idéia de renovação. E é sobre isso que quero falar com vocês, sobre paz e sob...
31/12/2018

A foto é do Mar porque ele me traz paz e a idéia de renovação. E é sobre isso que quero falar com vocês, sobre paz e sobre a capacidade de nos reinventar. Se há algo que nos faz nos sentir bem, cheio de vida e de saúde, é a paz. Paz em todos os sentidos. Paz porque nos fizemos bem e porque fizemos o bem. Paz porque cuidamos e fomos cuidados. Paz porque fizemos o que era certo e pedimos aos outros que o fizessem também. Paz porque caminhamos na direção correta. Mas se isso não aconteceu, talvez seja o momento de se reinventar. Não pelo dia no calendário que muda, mas pelas reflexões trazidas por este momento, pela possibilidade de avaliarmos se estivemos na direção correta. Ninguém sempre ganha. Da mesma forma, não haverá um ano só de vitórias. Mas o importante é que, ao terminar esse ciclo, sejamos capazes de olhar e acreditar que nos tornamos melhores, mais fortes, mais humanos, mais justos e mais pacif**ados. Feliz 2019! Feliz Ano Novo!

CIRURGIA MELHOR QUE MEDICAMENTOS. Para pacientes obesos e com Diabetes do tipo 2, o tratamento cirúrgico (redução do est...
25/11/2018

CIRURGIA MELHOR QUE MEDICAMENTOS.
Para pacientes obesos e com Diabetes do tipo 2, o tratamento cirúrgico (redução do estômago com ou sem desvio intestinal) parece prolongar a vida e diminuir o risco de doenças cardiovasculares quando comparado ao tratamento clínico medicamentoso. Pelo menos é o que diz uma metanálise (conjunto de estudos científicos) recentemente apresentada na Obesity Week 2018.
Segundo o Dr. Adrian Billeter, um dos pesquisadores, as evidências já eram bastantes sólidas, em favor da cirurgia, quando o assunto era o controle da glicemia. Agora, ainda segundo ele, surgem também evidências para desfechos mais relevantes, como a diminuição no risco de infarto, de AVC e até mesmo de morte. Para chegar a estas conclusões, foram compilados 19 estudos sobre o tema, totalizando mais de 100 mil pacientes.
Atualmente ainda há muito preconceito envolvendo a cirurgia para o controle da obesidade. Contudo, as evidências científ**as se somam a cada dia, nos mostrando que, em muitas situações, ela é a melhor alternativa.
Saiba mais: https://bit.ly/2uulOdi

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