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Oncofitness Atendimento de pacientes oncológicos - prescrição de exercícios e orientação nutricional. Para

Buscamos, desde 2008, expandir o conhecimento sobre a eficácia terapêutica da prática sistematizada e regular do exercício físico e de uma alimentação viável e saudável no aumento da sobrevida do paciente e nos principais efeitos colaterais do câncer e seu tratamento. Acreditamos e enfatizamos a prescrição de condutas específicas para a patologia baseada nas mais recentes evidências científicas.

Com muito orgulho, anuncio que acabo de ser aprovada na Prova de título de Especialista em Nutrição Oncológica pela Soci...
20/11/2021

Com muito orgulho, anuncio que acabo de ser aprovada na Prova de título de Especialista em Nutrição Oncológica pela Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica (SBNO) ! Sinto-me ainda mais confiante em auxiliar meus pacientes oncológicos com condutas baseadas em evidência, seriedade, acolhimento e empatia! Obrigada, SBNO pelo curso maravilhoso! Com certeza, foi o ponto alto de 2021 na minha trajetória profissional!

Reposted from  A nutricionista da Clínica Move, Patrícia Campos Ferraz, lançou um projeto de acompanhamento nutricional ...
24/05/2020

Reposted from A nutricionista da Clínica Move, Patrícia Campos Ferraz, lançou um projeto de acompanhamento nutricional para que você fique mais saudável enquanto precisa f**ar em casa. Você pode escolher entre duas modalidades de atendimento:
• Individual: para quem acha muito difícil fazer algum tipo de controle alimentar na quarentena, mas não quer deixar de se cuidar. Esta modalidade inclui anamnese clínica e nutricional, avaliação nutricional simplif**ada, elaboração de plano alimentar flexível e adaptado ao momento e comportamento do indivíduo.
• Familiar: para famílias onde a alimentação da casa tem que dar conta de várias necessidades diferentes, idosos, crianças, adultos com pouca habilidade para cozinhar. Dicas de compras, armazenamento de alimentos e recomendações para melhoria dos hábitos nutricionais da família.

• Para saber mais sobre o projeto quarentena saudável entre em contato pelos números: (11) 2532-7161 / 3884-4340 (11) 94454-7727 ou por inbox.

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Reposted from  A Hipertensão Arterial atinge 32,5% (36 milhões) de indivíduos adultos da população brasileira, e é um do...
17/04/2020

Reposted from A Hipertensão Arterial atinge 32,5% (36 milhões) de indivíduos adultos da população brasileira, e é um dos fatores associados com a piora dos pacientes acometidos com COVID-19.
Estudos demonstraram que o vírus se liga a receptores de uma enzima, mais precisamente conhecida como enzima conversora da angiotensina 2 (ECA 2) para penetrar e infectar as células.
E como isso se relaciona à Hipertensão Arterial?
No tratamento da Hipertensão Arterial, entre as classes de medicações mais utilizadas para seu tratamento, estão os inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA), e os bloqueadores dos receptores da angiotensina (BRA) que causam aumento nos níveis da ECA 2.
Com isso, veio a preocupação de que o uso dessas medicações pudesse facilitar a entrada do vírus nas células, provocando uma pior evolução do COVID-19 nos pacientes com Hipertensão Arterial.
Apesar dessa hipótese existir, os estudos ainda são preliminares, e os resultados ainda não são definitivos.
Essas medicações são utilizadas não apenas para controle da Hipertensão Arterial, mas também, em outras doenças cardiovasculares, e sua suspensão poderia gerar descompensação e risco.
Diante disso, todas as Sociedades – Brasileira, Americana e Europeia se posicionaram CONTRA a suspensão em massa dessas medicações. A avaliação da suspensão deve ser individualizada e discutida com seu médico.
Confira mais informações sobre o sistema cardiovascular e a pandemia de Coronavírus, no site da Sociedade brasileira de cardiologia: https://bit.ly/2wnNDrW
Dra. Luciana Janot
Cardiologista da Clínica Move

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Hoje, dia 15/4 às 18h00 de Brasília, .patriciacamposferraz fará uma   a convite da Equipe de Ciclismo .girls  para dar d...
15/04/2020

Hoje, dia 15/4 às 18h00 de Brasília, .patriciacamposferraz fará uma a convite da Equipe de Ciclismo .girls para dar dicas sobre como se alimentar melhor nesse período de , para não ganhar peso e tentar manter a massa magra, que é tão importante para a qualidade de vida!

Reposted from  • Mantenha um bom controle glicêmico: Tome regularmente suas medicações (se faz uso de pioglitazona, conv...
06/04/2020

Reposted from • Mantenha um bom controle glicêmico: Tome regularmente suas medicações (se faz uso de pioglitazona, converse com seu endocrinologista). Faça um controle mais rigoroso da glicemia em domicílio e comunique seu médico sobre variações. Mantenha uma dieta balanceada, com alimentos in natura, nutritivos e com baixo índice glicêmico e mantenha-se ativo (tente manter uma rotina de exercícios físicos em casa). Hidrate-se bem, durma bem e evite estresse emocional.
• Mantenha sua carteira de vacinação em dia, sobretudo a vacina contra influenza e contra pneumococo.
• Se faz uso de inibidores de enzima conversora de angiotensina (iECA) e bloqueadores de receptores de angiotensina (BRA), não suspenda por conta própria. O beneficio a longo prazo dessas medicações parece superar o malefício em relação a infecção pelo COVID-19.
• A Sociedade Brasileira de Diabetes não recomenda a compra para estoque de insumos para diabetes tais como insulinas, canetas, cateteres ou cânulas de bomba pelo receio de falta de materiais justif**ado por alguns pacientes.
• Também não há recomendação de qualquer tratamento para “aumentar a imunidade”, como infusão endovenosa de “soros vitaminados”.
• Respeite as orientações da OMS para inibir a propagação do vírus.
• Em caso de sintomas suspeitos, contate seu médico o quanto antes. A grande maioria dos casos poderá ser manejada em casa, mantendo as medicações para o diabetes, hidratação adequada, repouso e controle rigoroso da glicemia. É possível que na vigência de infecção seja necessário o ajuste das medicações para melhor controle do diabetes. Pacientes com diabetes tipo 1 devem estar especialmente atentos ao risco de cetoacidose em situações de infecção. Em caso de sintomas respiratórios graves como falta de ar, procure atendimento de urgência e comunique prontamente sua condição clínica de diabético.
Procure sempre um endocrinologista de confiança!
Dra. Mirela Miranda
Endocrinologista da Clínica Move
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Reposted from  Pacientes reumatológicos merecem atenção especial em relação ao novo coronavírus, pois podem apresentar m...
29/03/2020

Reposted from Pacientes reumatológicos merecem atenção especial em relação ao novo coronavírus, pois podem apresentar maior risco de adquirir a infecção dependendo do grau de imunossupressão causado tanto pela sua doença quanto pelas medicações utilizadas em seu tratamento.
Por isso é fundamental sabermos quais são os principais sinais e sintomas da COVID-19 e que devem servir de alerta para os pacientes reumáticos.
⠀ ⁃ Febre; ⁃ Tosse seca; ⁃ Produção de escarro; ⁃ Congestão nasal ou conjuntival; ⁃ Coriza; ⁃ Falta de ar; ⁃ Dor de garganta.

Se você tiver contato com casos suspeitos ou confirmados ou apresentar esses sinais e sintomas, converse com o seu Reumatologista para definir a melhor conduta.

Até o momento não há medicamento específico para o coronavírus, mas diversas dr**as estão sendo estudadas.

A melhor arma contra a COVID-19 é a prevenção. Por isso lavar a mão, usar álcool gel e f**ar em Isolamento Físico nesse momento são as melhores medidas.

Na dúvida, fale com seu Reumatologista, sempre!

Dr Marco Pontes
Dra Taysa Moreira
Clínicos e Reumatologistas da Clínica Move

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22/03/2020

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Reposted from  Com a confirmação do primeiro caso de COVID-19 no Brasil, lembramos que embora ainda não haja vacina para...
27/02/2020

Reposted from Com a confirmação do primeiro caso de COVID-19 no Brasil, lembramos que embora ainda não haja vacina para prevenção da doença causada pelo coronavírus 2019 (COVID-2019),
algumas boas práticas de higiene podem prevenir a transmissão da doença, tais como:

1. Evitar contato com pessoas doentes;
2. Cobrir boca e nariz quando espirrar / tossir com lenço descartável ou cotovelo flexionado;
3. Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por ao menos 20 segundos, especialmente após usar o banheiro, antes de comer e após espirrar, tossir, assoar o nariz;
4. Manter ambiente ventilado;
5. Ficar em casa se estiver doente.

OMS e CDC recomendam uso de máscaras apenas nas seguintes situações:

1. Presença de tosse, febre, coriza e sintomas respiratórios para prevenir a transmissão de infecção para pessoas saudáveis;
2. No caso de pessoa saudável estar cuidando de pessoa doente. Neste caso, a máscara deve ser usada sempre que estiver no mesmo quarto da pessoa doente. É importante lembrar que nesta situação a máscara deverá ser descartada e a pessoa lavar as mãos com água e sabão ou álcool gel.

OMS e CDC não recomendam o uso de máscara para pessoas saudáveis, pois não há evidência que a máscara ofereça proteção.

Dra. Adriana Coutinho Nogueira
Infectologista da Clínica Move

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O câncer de próstata, sendo o de maior prevalência (29%) entre os homens no Brasil, possui como base de seu tratamento m...
29/11/2019

O câncer de próstata, sendo o de maior prevalência (29%) entre os homens no Brasil, possui como base de seu tratamento múltiplas intervenções, sujeitas ao grau de estadiamento do tumor. Os efeitos adversos são diversos, independentemente da terapêutica utilizada. 1) Na cirurgia para remoção da próstata as sequelas são a incontinência urinária e impotência. 2) Na radioterapia, além dos efeitos já citados, também podem ocorrer disfunção intestinal e fadiga. 3) Durante a quimioterapia há complicações cardiovasculares e neurológicas, infecções, vômitos e fadiga. 4) Na terapia de privação de andrógeno (TPA), anemia, fadiga, osteoporose, perda de massa muscular e de força, obesidade e redução da qualidade de vida (QV).
Considerando os efeitos benéficos que o exercício físico exerce nestas sequelas, em 2003, a pesquisadora Segal R, do Canadá, publicou estudo pioneiro no qual, após 12 semanas de intervenção – treino de força (TF) 3X/semana – em 155 homens diagnosticados com câncer de próstata em TPA, observou-se melhoras signif**ativas na fadiga, QV e na força dos membros superiores e inferiores quando comparado ao grupo sedentário. Entretanto, o achado mais importante foi o de comprovar que o TF, com cargas entre 60 -70% de 1RM, realizado de forma supervisionada, além de ser benéfico, é seguro e exequíve.l
Em recém-publicada revisão de literatura, os autores encontraram, após a análise de 13 estudos envolvendo 1053 pacientes com câncer de próstata, melhoras signif**ativas na fadiga e QV quando são aplicados protocolos de exercício de TF e aeróbico com duração entre 12 e 16 semanas. Os autores concluem que, para a população em questão, o exercício supervisionado oferece uma oportunidade na melhora dessas sequelas de forma segura e a custos financeiros relativamente baixos.
Em ambos os estudos f**a clara a necessidade de acompanhamento e planejamento específicos para o paciente com câncer de próstata e, uma vez respeitados estas condições, os benefícios do exercício físico são inúmeros e inconte**es.
Até a próxima...
Rodrigo Ferraz

Reposted from .patriciacamposferraz ()  -  Low carb x low fat diet: qual emagrece mais? Há diferença no resultado? Em qu...
21/11/2019

Reposted from .patriciacamposferraz () - Low carb x low fat diet: qual emagrece mais? Há diferença no resultado? Em que condições e após quantos meses? Quer saber mais detalhes? Veja meu novo vídeo no Canal "Nutrição, Exercício e Saúde". Link na BIO! Se preferir, ouça esse conteúdo no meu podcast "Nutrição, Exercício e Saúde" no Spotify!

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Os efeitos secundários causados pela terapia anticâncer são recorrentes e podem persistir por anos após o tratamento - f...
08/11/2019

Os efeitos secundários causados pela terapia anticâncer são recorrentes e podem persistir por anos após o tratamento - fadiga crônica e a redução da qualidade de vida (QV) são os mais frequentes. A perda da função física, causada principalmente pelas alterações da força muscular e da composição corporal (comuns em pacientes oncológicos), potencializa este quadro. Neste sentido, o treinamento de força (TF), também conhecido como musculação, surge como uma promissora ferramenta de intervenção no câncer (CA). Entender seus efeitos é fundamental para o êxito da prescrição do treinamento para esta população.
Em recém-publicada revisão, pesquisadores dos E.U.A. investigaram os efeitos específicos da realização de um programa de TF em diversos tipos de CA.
Para o CA de próstata, 11 estudos preencheram os critérios de inclusão. Os resultados foram obtidos a partir de treinamentos que duraram, em média, 4 meses, com frequência de sessões de 2-3 por semana e intensidade de cargas variada. Foram incluídos voluntários com diversos estadiamentos do CA de próstata.
Força - o TF aumentou força de membros inferiores (29%) e de superiores (25%). Para os te**es de 8-RM na extensão de joelhos e no supino, a melhora foi de 26 e 22% respectivamente.
Composição corporal – aumento de massa magra e redução de gordura. Grandes alterações locais: hipertrofia do músculo quadríceps, com aumento de volume (6,4%). Incrementos na área da coxa (12%), enquanto que, no controle, houve diminuição (-8,5%).
Funcionalidade – reduções nos tempos de execução nos te**es de caminhada de 6 min. (-10%) e de 400 mts (-7,9%), subir escadas (-8,5%) e aumento de repetições no Levantar e Sentar (14%). Estes resultados indicam signif**ativa melhora na funcionalidade dos pacientes.
Psicossocial – O TF reduziu a fadiga, enquanto que os controles pioraram. A QV manteve-se inalterada quando foi utilizado um questionário específico para CA de próstata, mas melhorou utilizando um questionário geral.
Conclui-se então que os benefícios da realização de um TF em pacientes com CA de prostáta são inúmeros, principalmente na melhora da força e funcionalidade, impactando positivamente nas sequelas.

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