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Medicamentos genéricos, similares e referência além de outros produtos da área de saúde e perfumaria

TAXAS DE VACINAÇÃO AUMENTAM NO MUNDO, MAS CAEM NO BRASIL HÁ 3 ANOSCobertura global contra sarampo e rubéola cresceu de 3...
20/07/2018

TAXAS DE VACINAÇÃO AUMENTAM NO MUNDO, MAS CAEM NO BRASIL HÁ 3 ANOS

Cobertura global contra sarampo e rubéola cresceu de 35% em 2010 para 52% no ano passado; os números nacionais são bem mais altos, de 85% em 2017, mas a cobertura já havia chegado a 96% em 2015, o que indica risco de retomada de surtos.
O mundo registrou no ano passado um recorde de crianças vacinadas – 123 milhões, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira, 17, pelo Unicef e pela Organização Mundial da Saúde, – uma alta que ocorre tanto por aumento da população quanto de cobertura vacinal. O Brasil, porém, caminha na contramão desse movimento, com queda na porcentagem de crianças vacinadas nos últimos três anos.
Os números do Ministério da Saúde que têm chamado a atenção do País recentemente foram usados em sinal de alerta pelas organizações. É o caso da cobertura da vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola), que estava estável e próxima a 100% no Brasil até 2014, mas baixou para 96,1% em 2015 e seguiu em queda, passando para 95,4%, em 2016, e apenas 85% no ano passado.
Outro exemplo é o da pólio, doença erradicada no Brasil, que teve uma queda de 95% de crianças imunizadas em 2015 para 84,4% em 2016, chegando a apenas 78,5% em 2017.
Também houve queda na cobertura da DTP, que protege contra difteria, tétano e coqueluche. Estava acima de 90% até 2015. Caiu para 89,5% em 2016 e 78,2% em 2017. Em todos os casos, considera-se uma proteção adequada quando a cobertura está em 95%. Abaixo disso, há risco de retorno das doenças.
O ministério informou, por meio de nota, que “tem atuado fortemente na disseminação de informações junto à sociedade alertando sobre os riscos de baixa coberturas”. Disse também que a queda nas coberturas vacinais, principalmente em crianças menores de cinco anos, acendeu uma luz vermelha no País e que elas são a principal preocupação da pasta neste momento.
Cristina Albuquerque, chefe de saúde, HIV e desenvolvimento infantil do Unicef no Brasil, pondera que a melhora observada em níveis globais têm de ser analisada pelo prisma de que os níveis iniciais eram muito baixos. Por exemplo, a cobertura global contra sarampo e rubéola cresceu de 35% em 2010 para 52% em 2017.
“Claro que ainda são valores muito baixos, mas é um avanço que nos enche de esperança de que o mundo está melhorando. Muitos países estão diversificando seu calendário de vacinação, colocando mais variedades de vacinas, mais doses”, afirma.
De acordo com o relatório, as coberturas globais contra pólio e contra difteria, tétano e coqueluche estão estáveis em cerca de 85% nos últimos anos.
“O Brasil tinha um ponto de partida bem diferente, muito mais à frente. Tem uma tradição gigante, conseguiu erradicar a pólio. Sempre fez grandes campanhas. A contra a rubéola, em 2008, por exemplo, foi a maior do mundo, com mais de 60 milhões de pessoas imunizadas”, lembra Cristina.
“Mas agora as coisas mudaram. Se em 2013, por exemplo, o País estava quase todo com cobertura adequada, hoje temos somente dois Estados que podem ser considerados assim: Rondônia e Ceará. É uma coisa extremamente preocupante porque a pólio não está erradicada no mundo, então pode voltar”, alerta a pesquisadora.
Sucesso
Para o ministério, um dos motivos da queda nas coberturas é o próprio sucesso das campanhas de imunização, o que pode ter gerado uma falsa sensação de que não é preciso mais se vacinar. Cristina e o presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri, concordam. “As doenças desaparecem com o uso das vacinas, o que faz com que se perca a percepção de urgência”, diz ele.
Kfouri lembra que o rápido crescimento dos casos de sarampo no Brasil, após um período de erradicação da doença, mostra a importância de a população manter a situação vacinal atualizada. “Hoje, o risco é fato e já temos o sarampo de volta. Tínhamos recebido o certificado de fim da circulação do vírus. Onde a doença encontra suscetíveis, é transmitida com facilidade. O que estamos vendo com o sarampo nada mais é do que a constatação das nossas baixas coberturas e isso pode acontecer com difteria e pólio.”
O Ministério da Saúde disse que os recursos para vacinação passaram de R$ 761,1 milhões, em 2010, para R$ 4,5 bilhões em 2017. Para 2018, a previsão é de R$ 4,7 bilhões. Afirmou também que aumentou em 60% o valor do recurso de campanha campanhas publicitárias de vacinação, passando de R$ 33,6 milhões, em 2015, para R$ 53,6 milhões em 2017. Até junho, foram investidos R$ 31,9 milhões.
Fonte: Estadão
www.sincofarma.org.br

Febre amarelaFonte: Material elaborado pela equipe CCIH, representada por: Dra. Fernanda Descio Bozola, Dra. M Beatriz S...
17/02/2018

Febre amarela

Fonte: Material elaborado pela equipe CCIH, representada por: Dra. Fernanda Descio Bozola, Dra. M Beatriz Souza Dias, Dra. Maura Salaroli de Oliveira e Dra. Mirian Dal Ben Corradi.
(www.hospitalsiriolibanes.org.br/sua-saude/Paginas/febre-amarela-.aspx)

A febre amarela (FA) é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus do gênero Flavivírus e transmitida por vetores artrópodes, com relevante impacto em saúde pública na África e Américas.
A FA apresenta dois ciclos de transmissão epidemiologicamente distintos: silvestre de macaco infectado a macaco são (FAS) através da picada de mosquitos do gênero Haemagogus e Sabethes; e urbano (FAU) transmitido de uma pessoa infectada a uma pessoa sã, pela picada do mosquito Aedes aegypti. No Brasil, não há ocorrência de FAU desde 1942.
Existe um ciclo “intermediário”, em que a pessoa que adentra a mata é picada pelo mosquito Haemagogus e Sabethes infectado e adquire a FA.
NÃO HÁ TRANSMISSÃO DIRETA DO MACACO OU DA PESSOA INFECTADA PARA A PESSOA SÃ.
De 2017 até o dia 12/01/2018, 18 casos de febre amarela foram confirmados no Município de São Paulo, mas todos eles adquiridos em outros municípios. Até o momento, não há transmissão urbana de febre amarela no Brasil, assim os casos estão associados a transmissão em áreas de mata, pelos vetores silvestres, Haemagogus e Sabethes.
Vacinação:
Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida, medida que está de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Os municípios do Estado de SP que têm recomendação de vacinação permanente ou temporária para os moradores e para os que para lá se deslocam podem ser encontrados no seguinte site:
http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-por-vetores-e-zoonoses/doc/famarela/famarela17_lista_mun_vacinacao.pdf
Para o município de São Paulo estão sendo vacinados os residentes de parte das zonas Sul, Norte e Oeste.
Quem tem restrições à vacina, porém não contraindicação absoluta, e deve procurar seu médico para saber se pode ser vacinado:
• Crianças menores de 9 meses de idade.
• Gestantes e mulheres amamentando bebês de até 6 meses;
• Pessoa vivendo com HIV/AIDS apenas se tiverem a contagem de linfócitos CD4 acima de 200 células/mm3.
Quem tem contraindicação absoluta à vacina:
• Pessoas com imunossupressão secundária a doença ou terapias imunossupressoras em curso (quimioterapia, radioterapia, corticoides em doses elevadas).
• Pessoas com HIV/AIDS com imunodeficiência acentuada (Contagem de linfócitos CD4 menor que 200 células/mm3).
• Pacientes em uso de medicações como: Azatioprina, Ciclofosfamida, Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Ritoximabe.
• • Transplantados e pacientes com doença oncológica em quimioterapia.
• • Pessoas que apresentaram reação de hipersensibilidade grave ou doença neurológica após dose prévia da vacina.
• Pessoas com reação alérgica grave (choque anafilático) ao ovo.
• Pacientes com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma).
Fracionamento das doses da vacina:
Será utilizada dose fracionada na campanha de vacinação em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. De acordo com o Ministério da Saúde, essa estratégia está em consonância com as recomendações da OMS para intensificação vacinal, em curto prazo de tempo, em áreas populosas com risco de expansão da doença. A vacinação com dose fracionada será recomendada a partir de 2 anos de idade.
A dose padrão continuará sendo administrada em alguns grupos por falta de estudos específicos:
• Crianças de 9 meses a menores de 2 anos de idade;
• Pessoas com condições clínicas especiais (vivendo com HIV/AIDS; após término de tratamento com quimioterapia; doenças hematológicas; entre outras) após avaliação do serviço de saúde;
• Gestantes;
• Viajante internacional (com apresentação do comprovante de viagem no ato da vacinação).
Quais os efeitos colaterais da vacina contra a febre amarela?
A vacina contra a febre amarela pode causar alguns efeitos colaterais, como mal-estar, fraqueza, febre, dor muscular e dor de cabeça intensa. Diante desses efeitos, um médico deverá ser procurado para receitar medicamentos que amenizem os sintomas. Em casos extremos, a vacinação pode levar ao óbito, mas trata-se de um evento muito raro, afirma a Dra. Maria Beatriz.

O texto completo pode ser lido no link abaixo:
www.hospitalsiriolibanes.org.br/sua-saude/Paginas/febre-amarela-.aspx

A febre amarela (FA) é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus do gênero Flavivírus e transmitida por vetores artrópodes, com relevante impacto em saúde pública na África e Américas.

11/11/2017

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02/10/2017

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28/09/2017

Diferença entre medicamento de referência, similar e genérico
Conheça as diferenças entre os medicamentos de referência, os similares e os genéricos, na hora de comprá-los.

Medicamentos de referência:

Os medicamentos de referência, também conhecidos como “de marca”, são remédios que possuem eficácia terapêutica, segurança e qualidade comprovadas cientificamente no momento do registro, junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Laboratórios farmacêuticos investem anos em pesquisas para desenvolver os medicamentos de referência. Geralmente são medicamentos com novos princípios ativos ou que são novidades no tratamento de doenças. A eficácia e a segurança precisam ser comprovadas.

Em 2003 foi estabelecido um acordo entre a Política Nacional de Medicamentos do Ministério da Saúde e a Lei de criação da ANVISA para redefinir as regras para o registro de medicamentos no Brasil e sua renovação.

Entre as principais regras estão:

1. Reconhecimento de três categorias fundamentais para o registro de medicamentos: homeopáticos, fitoterápicos e alopáticos.

Homeopáticos: são remédios cujos princípios tratam o doente com substâncias em doses pequenas que causam os mesmos sintomas da doença e, dessa forma, estimulando o próprio organismo a se recuperar da doença.
Fitoterápicos: são medicamentos obtidos a partir de partes de plantas (raízes, cascas, folhas, sementes), ou plantas inteiras.
Alopáticos: são os medicamentos mais receitados pelos profissionais da saúde. Com os alopáticos, uma substância química age diretamente sobre o organismo, provocando um efeito sobre a doença ou o sintoma que se quer combater. Esse tipo de remédio pode ser industrializado ou manipulado de acordo com a necessidade de cada paciente.
2. Verificação da qualidade, segurança e eficácia terapêutica dos remédios dentro das três categorias, por meio de comprovação laboratorial ou de estudos clínicos.

3. Controle da matéria-prima.
Os medicamentos de referência estão aprovados nas três regras e por isso o consumidor pode adquiri-los com segurança.
A inclusão de um produto farmacêutico na Lista de Medicamentos de Referência qualifica-o como parâmetro de qualidade, eficácia e segurança para o registro de medicamentos similares e genéricos no país.
Para selecionar os medicamentos que entrarão na Lista de Medicamentos de Referência, existe a Comissão de Medicamentos de Referência, grupo de trabalho criado pela ANVISA. A comissão avalia as indicações propostas pelas empresas que têm interesse em entrar na lista, mantendo-a atualizada, com dados sobre comercialização e registro.

Medicamentos similares:

Os medicamentos similares são identificados pela marca ou nome comercial e possuem a mesma molécula (princípio ativo), na mesma forma farmacêutica e via de administração dos medicamentos de referência. Também são aprovados nos te**es de qualidade da ANVISA, em comparação ao medicamento de referência.

A diferença entre os remédios similares e os de referência está relacionada a alguns aspectos como: prazo de validade do medicamento, embalagem, rotulagem, no tamanho e forma do produto.

De acordo com a regulamentação da ANVISA, os medicamentos similares não podem ser substituídos pelos de referência quando prescritos pelo médico.

Medicamentos genéricos:

Os genéricos são medicamentos que apresentam o mesmo princípio ativo que um medicamento de referência.

Na embalagem do remédio genérico há uma tarja amarela, contendo a letra “G”, e aparece escrito “Medicamento Genérico”. Como esse tipo de medicamento não tem marca, o consumidor tem acesso apenas ao princípio ativo do medicamento.

Os genéricos geralmente são produzidos após a expiração ou renúncia da proteção da patente ou de outros direitos de exclusividade e a aprovação da comercialização é feita pela ANVISA.

Esses medicamentos também são aprovados nos te**es de qualidade da ANVISA, em comparação ao medicamento de referência.

Os medicamentos genéricos podem substituir os medicamentos de referência, quando prescritos pelo médico, e em geral apresentam-se com custo mais acessível.

Fonte: http://www.pfizer.com.br/noticias/Diferenca-entre-medicamento-de-referencia-similar-e-generico

Referências:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária
http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvisa/Inicio/Medicamentos/Assunto+de+Interesse/Medicamentos+genericos/Medicamento+Generico
http://www.anvisa.gov.br/medicamentos/referencia/index.htm
http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/9dac458044a7497283079768e2e94681/Prescri%C3%A7%C3%A3o%2Be%2BDispensa%C3%A7%C3%A3o%2Bcompilado%2Bde%2Blegisla%C3%A7%C3%A3o%2Bde%2Binteresse+Sem+logomarca.pdf?MOD=AJPERES
Federação Nacional dos Farmacêuticos
http://www.fenafar.org.br/portal/medicamentos/62-medicaments/1013-saiba-a-diferenca-entre-medicamentos-de-referencia-similares-e-genericos.html
Instituto de Direito Sanitário Aplicado
http://www.idisa.org.br/img/File/genericos_cartilha%5B1%5D.pdf
Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp)http://www.dhnet.org.br/dados/cartilhas/a_pdf/114_cartilha_direito_medicamentos.pdf
Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/anvisa/manual_politica_medicamentos.pdf

Página oficial da Anvisa. Encontre informações sobre a regulação de medicamentos, alimentos, agrotóxicos e outros produtos sujeitos à vigilância sanitária

16/09/2017

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