Projeto Fliperama

Projeto Fliperama Um projeto multimídia de intervenção urbana com adolescentes e jovens da Brasilândia desenvolvido pela ECOS e patrocinado pela Petrobras. Como fazemos?

O Projeto Fliperama realiza intervenções urbanas na região da Brasilândia, São Paulo. Formado por um grupo de jovens coordenado por educadores multimídia, o Fliperama propõe a transformação da região a partir de trabalhos artísticos realizados por seus próprios habitantes. Por que o projeto se chama Fliperama? Uma das importantes perspectivas do projeto é alimentar este site com os registros de todas as atividades que realizamos e facilitar o acesso das pessoas a este conteúdo por meio da instalação de terminais multimídia em locais estratégicos da comunidade em que estamos inseridos. Os terminais multimídia do projeto se parecem com máquinas de fliperama. O que são intervenções urbanas? Nossa compreensão de intervenção urbana é bem ampla e inclui tudo aquilo que possa promover uma transformação, momentânea ou perene, na relação das pessoas do bairro com uma determinada localidade. Isso inclui desde propor uma performance irreverente com as pessoas que estiverem passando por uma rua em um determinado momento até realizar reparos em uma praça para que ela se torne um local mais acolhedor e interessante. Por que o projeto é realizado com jovens? Crescer implica necessariamente correr riscos. Quando crescemos, deixamos de viver uma vida inteiramente ditada pelos nossos pais e pelos outros adultos e passamos a nos sentir responsáveis por ditá-la. Mas não estamos sozinhos. Precisamos ser reconhecidos pelos outros, precisamos provar o nosso valor, nossa coragem e a nossa capacidade. O nosso desafio é recriar com os jovens ritos de passagem em que se ofereçam as condições para que eles possam expressar o seu valor, as suas capacidades e a sua coragem nos espaços públicos, por meio de intervenções reais no panorama dos locais em que vivem. Selecionamos um grupo de 70 jovens que são bolsistas do projeto. Como o projeto está baseado na ideia de rito de passagem, em que os jovens se apropriam do seu próprio corpo para intervir na paisagem urbana, é preciso trabalhar para que o corpo se liberte de suas opressões cotidianas, de seus automatismos, de suas carcaças. Nesse sentido, ocupamos parte dos nossos encontros com jogos corporais. Em outros momentos, partindo de todas as linguagens artísticas – teatro, música, desenho, texto, fotografia, vídeo – inventamos juntos intervenções no espaço urbano, surgidas como resultado do processo porque nascem do encontro entre interesses os mais diversos. Quem somos? Tommy Pietra – coordenador, educador e editor web
Thais Di Marco – educadora
Marcela Varconte – educadora e coordenadora de articulação em rede
Sylvia Cavasin – coordenadora
Osmar Leite – administrador
Avelino Regicida – produtor

Desde quando Fliperama? Estamos agora na fase 2 do projeto. O primeiro módulo aconteceu entre 2011 e 2012, em três regiões periféricas distintas do Estado de São Paulo. Na Brasilândia, onde permanecemos neste segundo módulo, em São José dos Campos e em Embu. O projeto tinha o caráter de mapeamento destas regiões e era realizado em parceria com 6 Unidades Básicas de Saúde. Havia 6 grupos de jovens que ocupavam as UBS semanalmente para criar conteúdo de um mapa virtual que alimentava as máquinas de Fliperama instaladas também dentro das Unidades. Para conhecer mais a fundo essa primeira fase é possível ler a publicação Nós no Mapa, que a encerrou, disponível no site do Fliperama.

25/06/2019

O Projeto Fliperama foi encerrado em julho de 2015.

05/04/2019

Até 16 de junho, o Festival de Vídeos da Juventude PLURAL+ recebe inscrições de curtas-metragens feitos por jovens e que abordem temas como migração, diversidade, inclusão social e prevenção da xen…

21/12/2018

Um evento na sede do bloco Ilú Obá De Min com a participação do grupo Samba Negras em Marcha

30/05/2018

Relatos de exclusão, isolamento, agressão verbal e violência física na escola são comuns entre alunos e alunas LGBT, mas ainda são poucos os consensos sobre o que pode ser considerado violência, como identificar seus agentes e como combatê-las em espaços educativos. Este manual tem como objetivo instrumentalizar educadores, educadoras e jovens, destacando as violências, os agentes perpetradores e inúmeras formas de combater as violências LGBTfóbicas em espaços educativos. Não se omita diante de uma violência. Acesse o manual e saiba como agir >> bit.ly/CombataAViolenciaLGBTfobica

25/05/2018

É com profunda tristeza que a Ação Educativa, Instituto Pólis e Oxfam Brasil receberam a notícia do falecimento da jovem Giovanna de Moura na noite de quinta-feira, 24 de maio. Com 21 anos, ela foi atropelada na região do Butantã, próximo à sua residência. Atriz e dançarina, Giovanna fazia parte do Levante Mulher, coletivo que denuncia a violência contra a mulher através da arte, principalmente do teatro, e do bloco afro Ilú Obá de Min.

Era esse ativismo feminista e da luta antirracista, junto com seu talento, doçura e alegria, que ela levava ao Projeto Juventude nas Cidades, espaço de articulação de coletivos juvenis periféricos organizado pela Oxfam Brasil, Ação Educativa, Instituto Pólis, Inesc, Fase-PE, Fase-RJ, Ibase e Criola. No último fim de semana, Giovanna esteve no encontro nacional do projeto, realizado em Recife. Lá contribuiu com debates sobre trabalho, incidência política, combate ao racismo e às desigualdades. “Ao mesmo tempo que foi fortalecedor, foi difícil ouvir as histórias de tantas pessoas, da luta de cada e pelas coisas que passam”, disse sobre o encontro em uma de suas últimas mensagens.

Nesse momento doloroso, expressamos nossa solidariedade a sua família, amigos e companheiras e também reafirmamos a necessidade de que o caso seja rigorosamente apurado. Giovanna de Moura, presente!

Nota de falecimento - Giovanna de Moura: http://bit.ly/2sdwMBY

Endereço

São Paulo, SP

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