Atendimento respeitoso à saúde, independente de gênero e orientação sexual. O Coletivo é uma casa aberta à comunidade. Venha nos conhecer!
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O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde é uma Organização Não Governamental que desenvolve desde 1985 um trabalho de atenção primária à saúde da mulher com uma perspectiva feminista e humanizada. Inspirado pela experiência feminista internacional, o método utilizado é o da crítica ao modelo médico clássico da gineco-obstetrícia. Nosso modelo vem propondo uma ‘medicina suave’ – dos tratamentos naturais e menos agressivos – e de preocupação com o conhecimento do corpo como um dos elementos centrais para a saúde. A mulher/usuária é percebida como um indivíduo, o sujeito da ação de saúde, capaz de entender, decidir e cuidar do próprio corpo e da própria vida. Os serviços oferecidos pelo Coletivo incluem:
- Consultas de saúde e ginecológicas, pré-natal, etc..
- Atendimento psicológico
- Treinamento na área de atendimento à violência, anticoncepção, saúde sexual, entre outros.
05/03/2026
Em meio a tantas notícias de feminicídios e abusos viemos refletir: como aprendemos e como ensinamos a ser homem?
Temos escutado homens semanalmente tomando conhecimento sobre todos os caminhos aprendidos — até inconscientemente — sobre o que lhes ensinam a respeito do que é ser homem.
Nossa aposta é apresentar outras oportunidades de poder ser um homem que consiga tornar mais apta a convivência entre todos os gêneros, pessoas e seres neste mundo.
Facilitadores: Adão Monteiro e Paulo Pereira
02/03/2026
Nem todo sofrimento pode ser explicado apenas pelo indivíduo. Muitas dores têm raízes sociais, históricas e políticas, e ignorar isso é produzir um cuidado limitado.
É por isso que o letramento de gênero é parte fundamental do nosso atendimento em saúde mental. Ele nos permite reconhecer violências, desigualdades e pressões estruturais que atravessam a vida psíquica, evitando culpabilização, silenciamento e medicalização do que, muitas vezes, é expressão legítima de um contexto injusto.
Para nós, escutar de verdade é escutar a pessoa e o mundo que a cerca.
Cuidado ético é cuidado com contexto.
Quer saber mais e/ou agendar uma consulta? Comente: PSICO
27/02/2026
A aprovação do PL 2.195/2024 pelo Senado Federal reforça algo que nunca deveria ter sido questionado: menores de 14 anos são legalmente incapazes de consentir.
A proposta relatada por Eliziane Gama consolida entendimento já estabelecido pelo Superior Tribunal de Justiça e surge após uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que escancarou o risco de interpretações que relativizam a violência sexual contra crianças.
Não se trata de novidade jurídica, trata-se de reafirmação.
Reafirmação de que consentimento infantil não existe.
Reafirmação de que histórico sexual não justifica violência.
Reafirmação de que nenhuma relação com o agressor transforma crime em romance.
Essa é uma conquista construída por décadas de mobilização feminista para que a lei seja aplicada sem distorções que culpabilizam vítimas e protegem agressores.
25/02/2026
Um espaço para criar, desacelerar e compartilhar.
O Ateliê Terapêutico do Coletivo Feminista é um encontro de experimentações com tintas, materiais naturais, cerâmica fria e outras linguagens expressivas.
Sem exigência de técnica, só presença.
Se você sente vontade de ter um tempo para si e para trocas coletivas, esse espaço pode ser para você.
O Ateliê Terapêutico tem início dia ... e apenas 10 vagas!
Envie mensagem para saber mais e agendar uma conversa.
23/02/2026
A presença do HPV em um exame é um evento muito comum e não necessariamente grave.
Isso porque o HPV é a IST mais frequente e, na maioria dos casos, ocorre de forma assintomática em pessoas que têm ou já tiveram vida sexual ativa.
Atualmente, a forma de rastreio do HPV está ainda mais precisa, através da genotipagem do HPV na amostra ginecológica, isto é, um exame que identifica não só a presença do vírus, mas também qual tipo está presente.
Isso ajuda a diferenciar infecções de baixo e alto risco e permite um acompanhamento mais individualizado, muitas vezes antes mesmo de qualquer alteração celular aparecer.
Apesar de comum, receber um resultado positivo na genotipagem do HPV pode gerar muitas dúvidas como: devo avisar minha parceria sexual? Preciso tomar vacina? Tem cura ou tratamento?
É sobre isso que a Ana Paiva, médica de família e comunidade do Coletivo Feminista vai falar nesse vídeo.
Se você ainda tem alguma dúvida sobre HPV, comenta aqui!
23/02/2026
Arraste pro lado e descubra qual consulta faz sentido para o seu momento!
Aqui no Coletivo Feminista, o cuidado individual também é um gesto coletivo.
As consultas do ambulatório são uma das principais fontes de sustentabilidade que possibilitam a existência e continuidade de diversos projetos sociais realizados pelo Coletivo.
Ou seja, ao realizar uma consulta conosco, você está cuidando de si, escolhendo um atendimento que preza pela sua autonomia e também contribuindo diretamente para que outras pessoas tenham acesso a cuidado, informação e acolhimento.
Comente CONSULTA para agendar seu horário!
20/02/2026
Realizada na EACH-USP, a formação “Acolhimento e Saúde Reprodutiva: Práticas Éticas e Baseadas em Evidências” foi uma parceria entre o curso de Obstetrícia e o Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. O evento buscou resgatar saberes reprodutivos historicamente silenciados.
Para entender a relevância política dessa iniciativa, é preciso olhar para as narrativas que moldaram o ab**to na sociedade. Se em alguns períodos a prática foi associada à bruxaria para justificar perseguições, em outros territórios ela coexistiu como um saber comunitário de cuidado. No Brasil, embora o ab**to seja legal apenas em casos de estupro, risco à vida e anencefalia, ele nunca deixou de existir; persiste na clandestinidade, cercado por estigma.
Hoje, existem métodos seguros e eficazes de interrupção de gestações, baseados em evidências, como o uso de misoprostol, mifepristona e a Aspiração Manual Intrauterina (AMIU). Contudo, esses conhecimentos são frequentemente expropriados de mulheres, pessoas que gestam e profissionais como obstetrizes e enfermeiras, ficando de fora da maioria dos currículos acadêmicos.
A formação representou um movimento de retomada desse conhecimento. Aprender a técnica da AMIU, método ambulatorial, seguro e eficaz, é também uma disputa por autonomia. Na Argentina, onde o ab**to é legal, a habilitação de obstetrizes e enfermeiras para realizar o procedimento é uma pauta central dos direitos se***is e reprodutivos.
A obstetriz argentina Yani Miragaya, Secretária de Saúde de Hurlingham (Buenos Aires), conduziu a parte prática da formação.
O espaço reuniu estudantes e profissionais e foi estruturado para ser inclusivo, contando inclusive com suporte para o acolhimento de crianças das participantes.
Seguimos na luta pela maternidade voluntária, prazerosa e socialmente amparada.
Por Julia Guadagnucci
19/02/2026
Arraste pro lado e descubra qual consulta faz sentido para o seu momento!
Aqui no Coletivo Feminista, o cuidado individual também é um gesto coletivo.
As consultas do ambulatório são uma das principais fontes de sustentabilidade que possibilitam a existência e continuidade de diversos projetos sociais realizados pelo Coletivo.
Ou seja, ao realizar uma consulta conosco, você está cuidando de si, escolhendo um atendimento que preza pela sua autonomia e também contribuindo diretamente para que outras pessoas tenham acesso a cuidado, informação e acolhimento.
Comente CONSULTA para mais informações e agendamento.
16/02/2026
Se você sofrer ou presenciar assédio, importunação ou violência sexual em São Paulo, existem serviços preparados para acolher, orientar e proteger.
Durante a festa, a Prefeitura de São Paulo disponibiliza tendas de apoio em regiões de blocos e no Sambódromo, a Polícia Militar de São Paulo mantém atendimento especializado para mulheres (190), e a OAB-SP oferece orientação jurídica gratuita.
Também é possível buscar ajuda 24h:
180 — Central de Atendimento à Mulher
100 — Direitos Humanos
Se houve violência sexual, procure um serviço de saúde o quanto antes.
Consulte o post anterior do Manual de exposição ao risco para saber sobre contracepção de emergência e proteção contra ISTs.
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13/02/2026
Manual de Exposição ao Risco no Carnaval
Carnaval é encontro, prazer e liberdade.
Mas falhas podem acontecer.
Este é um manual rápido de emergência para situações de exposição ao risco.
Já salva e compartilha!
11/02/2026
Venha para o Ateliê Terapêutico!
Iremos nos expressar, através da arte utilizando materiais diversos para expressão de emoções e conexão coletiva: tintas, velas, cerâmica fria, materiais naturais, etc.
Não precisa ter experiência com artes, mas sim o desejo de se expressar de novas formas! Acreditamos que o cuidado não é individual, mas relacional. Que a criação pode ser um gesto de autocuidado.
Coordenadora: Eliane Capel, psicóloga e arteterapeuta
Para saber mais: Comente ARTE ou envie uma mensagem: 11 93752-0202
Quando: De 10 de março à 26 de maio - Terças-feiras das 14 às 16h30
Vagas: 10 vagas, sendo 2 para cotas afirmativas para mulheres trans, negras e indígenas (e pessoas em situação de vulnerabilidade social).
10/02/2026
O Carnaval está chegando e a gente sabe que, na folia, falhas nos métodos contraceptivos podem acontecer.
Se, por qualquer motivo, você e sua parceria tiveram uma relação sexual com risco ou possibilidade de exposição ao HIV, é possível evitar a transmissão por meio da PEP (Profilaxia Pós-Exposição).
Quem fala sobre esse tema é Nathália Neiva, médica de Família e Comunidade que atende no Coletivo Feminista.
A PEP é uma medicação de uso emergencial, que deve ser iniciada em até 72 horas após a relação sexual de risco e utilizada por 28 dias.
Ela consiste em uma combinação de antirretrovirais que reduz a replicação do vírus HIV no organismo, diminuindo de forma significativa as chances de transmissão.
📍 Como acessar a PEP?
Em São Paulo, é possível realizar uma consulta com infectologista pelo aplicativo e-Saúde São Paulo, onde você recebe a prescrição para retirada da medicação.
A PEP também pode ser prescrita por outros médicos.
A medicação pode ser retirada em: UBS, UPA, AMA, CTA/SAE e máquinas de dispensação em algumas estações de metrô
Endereço
Rua Bartolomeu Zunega, 44, Pinheiros São Paulo, SP 05426-020
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O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde é uma Organização Não Governamental que desenvolve desde 1985 um trabalho de atenção primária à saúde da mulher com uma perspectiva feminista e humanizada.
Inspirado pela experiência feminista internacional, o método utilizado é o da crítica ao modelo médico clássico da gineco-obstetrícia. Nosso modelo vem propondo uma ‘medicina suave’ – dos tratamentos naturais e menos agressivos – e de preocupação com o conhecimento do corpo como um dos elementos centrais para a saúde. A mulher é percebida como um indivíduo, o sujeito da ação de saúde, capaz de entender, decidir e cuidar do próprio corpo e da própria vida.
Os serviços oferecidos pelo Coletivo incluem:
- Atenção à saúde das mulheres: consultas ginecológicas, pré-natal, parto, planejamento reprodutivo, nutrição e acupuntura.
- Atenção à saúde mental: de orientação psicanalítica, atendimentos realizados na sede e em diversos bairros de SP.
- Atenção à saúde geral: para homens e crianças.
-Orientação Jurídica: para mulheres, em todas as áreas do Direito.
- Treinamento e supervisão institucional: nas áreas de atendimento à violência, saúde sexual e reprodutiva, psicanálise, gênero e masculinidade, entre outros.
- Grupo reflexivo para homens: discussão de conflitos, violência doméstica ou de gênero. Para homens encaminhados por juizados, serviços da rede ou procura espontânea.