29/01/2026
Diagnóstico tardio: a SO é frequentemente subdiagnosticada devido à sua baixa incidência e à semelhança dos sintomas com outras condições, como síndrome pós viral, síndrome pós-COVID-19 e síndrome de fadiga crônica.
1️⃣ Multissistêmico e complexo: a SO afeta diversos sistemas do corpo, como o endócrino, nervoso, imunológico e gastrointestinal.
2️⃣ Falta de protocolos padronizados: não há diretrizes amplamente aceitas para o retorno seguro ao esporte ou para evitar recaídas.
3️⃣ Impacto psicológico: a necessidade de cessar o treinamento e lidar com sintomas inexplicáveis pode gerar estresse emocional, ansiedade e depressão nos atletas, dificultando a adesão ao tratamento.
4️⃣ Recuperação prolongada: o tempo de recuperação varia muito entre os indivíduos, podendo levar meses ou até anos.
5️⃣ Risco de recaída: mesmo após a recuperação, há o risco de reincidência caso os fatores desencadeantes não sejam adequadamente gerenciados.
6️⃣ Falta de conscientização: a SO ainda é pouco compreendida por muitos profissionais de saúde e treinadores, o que pode levar a tratamentos inadequados ou à falta de suporte necessário.
Já existem alguns protocolos e diretrizes que sugerem, por meio de parâmetros clínicos e laboratoriais, o retorno ao esporte. De toda forma, essa condução deve ser feita de forma individualizada. Esses desafios destacam a importância de uma abordagem multidisciplinar, com foco na saúde física e mental do atleta, além de maior conscientização sobre a condição entre a comunidade médica e esportiva.