Seja Fit seja saudável seja fit

16/08/2019

Dicas para Melhorar a Aparência das Estrias
Para amenizar as estrias, a pele deve ser lubrif**ada constantemente.
Passar cremes nutritivos e hidratantes a base de vitamina A e D. A função dos cremes é evitar o ressecamento e favorecer a elasticidade da pele.
Fazer 10 minutos diários de massagem com os hidratantes para facilitar a penetração e melhorar a circulação sanguínea.
Dicas para Eliminar a Celulite
Mexa-se! Praticar uma atividade física é um grande auxílio para eliminar celulite.
Beba bastante líquido. Os líquidos ajudam na hidratação e metabolismo celular, além de promover a eliminação de toxinas do corpo.
Controle o peso: a diminuição de gordura corporal é seu maior aliado contra a celulite.
Boa alimentação. Evite muitas frituras e doces.

09/08/2019

Entenda o que é nutrição comportamental e como funciona
A relação que as pessoas têm com a comida vem se tornando cada vez mais complexa, você já percebeu? A clássica sensação de culpa após comer e a dificuldade para manter ou reduzir o peso são apenas algumas das consequências dessa conturbada relação.

Mas você já pensou que pode existir um meio para melhorar a relação dos seus pacientes com a comida sem causar tantos impactos negativos? É o caso da nutrição comportamental, que leva em consideração não apenas a comida, mas todo o comportamento relacionado a ela.

Pensando nos benefícios proporcionados pelo método, criamos esse post para ajudar você a melhorar a relação de muitas pessoas com a alimentação. Entenda melhor a seguir:

O que é a nutrição comportamental?
Apesar da grande quantidade de informações sobre alimentos e dietas, as pessoas continuam enxergando a comida como grande inimiga. A nutrição comportamental tem como objetivo mudar essa relação, fazendo com que as pessoas sintam prazer (e não culpa) em comer.

Esse método considera os aspectos emocionais, fisiológicos e sociais da alimentação. A mudança do comportamento alimentar proposta pelo método envolve estratégias de aconselhamento nutricional, técnicas do comer intuitivo, terapia cognitivo-comportamental, entrevista motivacional e táticas para comer com atenção plena.

Como ocorre a perda de peso?
Como o foco principal da nutrição comportamental é resgatar o prazer em comer, tornando a relação com o alimento mais saudável, a perda de peso não é tão imediata como acontece com algumas dietas. No entanto, isso está longe de signif**ar que ela seja inexistente.

Os números diminuindo na balança passam a ser uma consequência do autoconhecimento. A pessoa passa a aprender a identif**ar suas emoções e a não buscar co***lo nos alimentos, como acontece quando o estresse e a ansiedade tomam conta da rotina. Essa atitude está diretamente ligada com a perda de peso — ou seja, ela é consequência de uma série de comportamentos.

Isso pode parecer um ponto negativo, mas a permanência desses aprendizados pode ser a peça chave para conquistar os seus pacientes. Basta mostrar que não é preciso cortar nada da alimentação, apenas fazer escolhas certas nos momentos certos, respeitando as necessidades e as reações do corpo.

Como adotar o método?
Por não se basear em dietas, a melhor forma de utilizar essa estratégia para ajudar os pacientes é através da orientação nutricional e da comunicação. O propósito aqui é entender a relação que o paciente tem com o alimento para, a partir disso, estabelecer uma orientação que vá funcionar para ele.

Perguntar ao paciente suas principais dificuldades, as experiências e o quão preparado ele está para mudar sua relação com a comida são boas formas de começar a entender como o paciente lida com o alimento, as emoções e as diversas situações do dia a dia.

A partir das respostas obtidas, dá-se início ao trabalho por meio de dois pilares da nutrição comportamental: a prática clínica e a comunicação.

A prática clínica
Nessa prática, acontece uma abordagem defendendo a real importância de entender como se come e não o que se come. Ou seja, mostrar que o foco é entender as relações envolvidas no ato de se alimentar ao invés de apenas contar calorias. Onde se come, quando, com quem, qual o sentimento, quais as dificuldades: é esse tipo de autoconhecimento que deve ser estimulado e compreendido.

Além disso, esse é o momento para fazer a orientação nutricional, baseada em estratégias que possibilitem a mudança do comportamento e também a melhora na relação com a comida.

A comunicação
Esse será o momento de informar, estimular a aceitação da alimentação saudável e também de influenciar o seu paciente. Isso pode ser feito através de mensagens positivas e ponderadas, as quais devem ser baseadas em estratégias comportamentais para terem efeito.

Quem pode se beneficiar com a nutrição comportamental?
Não há restrições na nutrição comportamental. Afinal, estabelecer um vínculo saudável com a comida é uma excelente forma de começar a melhorar a alimentação em qualquer faixa etária.

Tal melhora é sucedida por escolhas inteligentes feitas não por obrigação ou devido a dietas restritivas, e sim ao conhecer o próprio corpo e suas necessidades.

Pessoas que não conseguem colocar dietas em prática ou que não conseguem se organizar para estabelecer uma alimentação saudável costumam ter bons resultados com esse método, pois passam a compreender a sua relação com a comida, o que facilita a mudança. Na maioria das vezes, é apenas isso que falta para essas pessoas se tornarem mais saudáveis.

Como o método pode melhorar a relação das pessoas com a alimentação?
Cada vez mais surgem dietas ou “tendências” que colocam um ou outro alimento na posição de saudável ou não saudável. O comportamento desencadeado por essa forma de se alimentar passa a transformar a comida em vilã, já que as pessoas passam a enxergar a comida como um conjunto de calorias, conturbando a relação com o alimento.

Dessa forma, o prazer de comer desaparece e dá lugar a uma geração de pessoas que esquecem que o problema não é o alimento, mas a relação que se estabelece com ele. E é justamente esse o ponto que a nutrição comportamental destaca.

Através de técnicas que ajudam a pessoa a entender os sinais do corpo, a reconhecer a fome, a ansiedade e inúmeros outros aspectos emocionais, sociais e fisiológicos o método faz as pessoas entenderem a real função do alimento no organismo. É dessa forma que o vínculo saudável com a comida se restabelece e o prazer em comer volta a fazer parte da rotina.

Em tempos onde os alimentos são divididos em saudáveis e não saudáveis e a comida é vista como inimiga, conhecer um método como a nutrição comportamental — que restabelece uma relação benéf**a e prazerosa com o alimento — é um diferencial. Afinal, a satisfação não pode ser desconsiderada de um processo tão essencial e frequente como a alimentação.

O que você achou da nutrição comportamental? Acha que vai ser útil para seus pacientes? Compartilhe o post nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a conhecerem esse método inovador que melhora a relação das pessoas com os alimentos!

08/08/2019

Colágeno: entenda o que é e esclareça suas dúvidas

O nutrólogo explica que a ingestão de determinadas fontes para a produção de colágeno, caso das carnes vermelhas e brancas, são válidas até certo ponto. Segundo ele, o processo pode ser comparado ao de uma fábrica: cada pedacinho dessa matéria-prima ingerida à mesa é degradado no processo digestivo para então formar os aminoácidos, uma fração mais sintetizada da proteína. “Nessa indústria, eles seriam os tijolinhos que formam a estrutura da qual precisamos naquele momento”, explica a nutricionista do Hospital São Camilo, Marisa Resende Coutinho.

Para esclarecer, as carnes consumidas estimulam a produção de colágeno, mas não cumprem necessariamente o papel de formá-lo. Se o corpo não precisa dessa proteína, os aminoácidos se encarregam de resolver outro problema com o que foi absorvido. “O leigo acha que tudo o que comemos f**a daquele jeito depois de ingerido. Leite, ovos e até suplementos de colágeno são recebidos da mesma forma. O fígado recombina isso para o que precisar”, completa Nogueira de Almeida.

A rigor, a carência de colágeno pode ocorrer em doenças muito graves. Apesar disso, fatores comuns, como a ausência de carnes no prato, podem ser limitantes na produção dessa proteína. “É o caso de vegetarianos que não fazem boas combinações, como macarrão e lentilha, arroz e feijão”, alerta Nogueira de Almeida.

Endereço

São Paulo, SP
08310390

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