24/04/2026
“Um dia parei de acreditar que estava doente e fiquei curado.
Parei de acreditar que não merecia nada e a abundância me abraçou.
Parei de acreditar que não merecia amor e me amei.
Eu parei de dar poder ao que eu estava submetido, e naquele dia eu estava livre.
Eu entendi que tudo o que minha mente acredita, é o que na minha realidade se torna.
Eu entendi que tudo que estava em mim, na minha atitude, a minha maneira de pensar, sentir, falar. E que tudo fora era um verdadeiro reflexo do que está dentro ...
Então eu mudei ...
Eu parei de atender aos outros e eu comecei a prestar atenção ao meu coração.
Eu entendi que o único ser que pode mudar minha vida ... sempre fui eu!
E desde então minha vida se tornou um milagre constante. Uma realização divina cheia de harmonia, paz e acima de tudo aceitação.
E finalmente eu poderia ser feliz, não por causa do exterior ... mas pelo que decidi pensar, sentir e fazer.
E se mudarmos nossas crenças?
Afinal, como vimos, estamos vivendo em um mundo onde fazemos o que acreditamos.
E para fazer algo diferente, devemos acreditar em algo diferente...
Não devemos apenas desmantelar a velha história e substituí-la por uma mais viável, mas também curar as feridas que a velha história produziu durante séculos.
Reprogramação e cura devem ocorrer tanto individualmente quanto coletivamente.
Em uma realidade fractal - o que está acima é como o que está abaixo - não pode haver um organismo evoluído sem primeiro ter células evoluídas.” Texto atribuído a Bruce Lipton e Steve Bhaerman
E com essa reflexão, nós encerramos a nossa leitura de abril: A Biologia da Crença.
Mais do que um livro, foi um convite para olhar para dentro e reconhecer o poder das nossas escolhas. Não somos reféns do nosso DNA, dos nossos genes ou das nossas crenças. Podemos escolher mudar.
Que você possa levar isso com você. Não como teoria, mas como prática para a vida. Porque mais importante do que ler mais um livro é o que você decide transformar a partir de agora.
E se esse caminho fez sentido para você, segue com a gente. 💙
Com amor,
Joice