Psicóloga Suzane Rayssa

Psicóloga Suzane Rayssa Te ajudo a ter um encontro com você mesmo(a). Psicóloga Clínica - CRP 06/143975
Regiões da Paulista, Tatuapé e online.

Rupi Kaur ❤️
25/11/2025

Rupi Kaur ❤️

Quantas vezes você já se desvalorizou tentando provar que merecia amor, atenção ou respeito?Esse movimento, tão comum, n...
24/11/2025

Quantas vezes você já se desvalorizou tentando provar que merecia amor, atenção ou respeito?
Esse movimento, tão comum, nasce de uma ferida antiga: a de não ter se sentido vista.

A psicanálise nos ensina que repetimos o que não foi elaborado.
E por isso seguimos tentando ser reconhecidas — no amor, no trabalho, na vida — pelos mesmos olhares que um dia nos negaram validação.

Mas provar o próprio valor é um fardo pesado demais.
Quem se prova, não se reconhece.
E quem se reconhece, não precisa mais provar.

Psicóloga Suzane
CRP: 06/143975
Psicoterapia e supervisão (on-line e presencial)

A gente cresce acreditando que precisa entregar sempre o melhor de nós.Ser compreensiva, disponível, resiliente, empátic...
22/11/2025

A gente cresce acreditando que precisa entregar sempre o melhor de nós.
Ser compreensiva, disponível, resiliente, empática, madura, luz na vida de quem chega…
Mas ninguém avisa que, no caminho, isso pode virar autossacrifício disfarçado de afeto.

A versão “premium” não é aquela que se humilha por amor ou que tenta provar valor.
É a que exige reciprocidade.
É a que convive com limites.
É a que não aceita metades enquanto entrega inteiros.

O problema é que fomos ensinadas a disponibilizar o melhor de nós para qualquer um — mesmo para quem não sabe cuidar, não sabe ficar e, às vezes, nem sabe quem é.

Nem todo mundo merece a sua versão premium.
Porque premium não é perfeição:
é energia, presença, entrega e afeto.
E isso exige responsabilidade emocional do outro.

No fim, a pergunta nunca é: “Será que sou boa o suficiente?”.
A pergunta é:
“Essa pessoa tem estrutura para receber o que eu ofereço… ou eu estou gastando vida onde não há espaço?”

A sua versão premium não deve ser um presente universal.
Ela deve ser um encontro — e encontros verdadeiros só existem quando há troca.

Psicóloga Suzane
CRP: 06/143975
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Em algum momento, trocamos o autoconhecimento pelo aplauso.O silêncio interno pela validação externa.Vivemos tentando se...
21/11/2025

Em algum momento, trocamos o autoconhecimento pelo aplauso.
O silêncio interno pela validação externa.

Vivemos tentando ser reconhecidos, mas esquecemos de nos reconhecer.

A psicanálise nos lembra:
o olhar do outro nos constitui, mas não pode nos definir.

Porque quando vivemos apenas para sermos vistos,
perdemos o olhar mais importante — o nosso.

Psicóloga Suzane
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Nem sempre a terapia é sobre mudar.Às vezes, é sobre aguentar ser quem se é num mundo que insiste em dizer que você está...
20/11/2025

Nem sempre a terapia é sobre mudar.
Às vezes, é sobre aguentar ser quem se é num mundo que insiste em dizer que você está errada.

A sociedade exige que a mulher seja dócil, compreensiva, agradável.
Mas quando ela se posiciona, chamam de fria.
Quando sente raiva, é desequilibrada.
Quando escolhe a si mesma, é egoísta.

A terapia, então, vira um espaço de resistência.
Um lugar pra bancar a própria verdade — sem pedir desculpas por existir.

Aprender a bancar quem somos é o que nos devolve potência.
É o que faz a gente parar de viver pra caber.

Psicóloga Suzane
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A pornogr4fi4 fabrica uma ideia de prazer sem vínculo - onde o outro deixa de ser pessoa e vira coisa.Psicanaliticamente...
19/11/2025

A pornogr4fi4 fabrica uma ideia de prazer sem vínculo - onde o outro deixa de ser pessoa e vira coisa.
Psicanaliticamente, isso é o oposto do desejo.
Porque o desejo não nasce do controle,
mas da falta, da presença, do encontro real.

O problema não é o prazer em si,
mas o quanto ele se tornou mais um produto de consumo.
O quanto o olhar aprendeu a desejar o que é exibido —
e desaprendeu a sustentar o que é vivo.

Psicóloga Suzane
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Desde cedo, ensinam às mulheres a serem gratas por migalhas.A aceitar menos — menos afeto, menos reconhecimento, menos r...
18/11/2025

Desde cedo, ensinam às mulheres a serem gratas por migalhas.
A aceitar menos — menos afeto, menos reconhecimento, menos respeito — e ainda sorrir por isso.

A lógica é simples (e cruel):
quem duvida do próprio valor, negocia a própria dignidade como se fosse um favor.

Mas autoestima não é arrogância.
É consciência.
É saber onde termina o merecimento e começa a exploração.

Descobrir o próprio valor é um ato político e psíquico.
É romper com o discurso que nos convence de que “tudo bem” sermos sempre as que cedem, compreendem e esperam.

Quando você entende quem é, não precisa mais implorar por nada —
nem amor, nem validação, nem respeito.

Porque o que é seu não depende de desconto.

Psicóloga Suzane
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Desde cedo, as mulheres aprendem a buscar amor através da entrega.E muitas vezes, o s&xo se torna uma tentativa inconsci...
17/11/2025

Desde cedo, as mulheres aprendem a buscar amor através da entrega.
E muitas vezes, o s&xo se torna uma tentativa inconsciente de ser escolhida, não de escolher.

É o eco de uma estrutura que ensina que ser desejada é o mesmo que ser amada.
Mas quando o desejo serve apenas para garantir afeto, a mulher se perde de si — e o corpo vira vitrine, não abrigo.

O desafio é se ver para além do olhar do outro.
Reconhecer-se como sujeito desejante,
não como objeto de validação.

Psicóloga Suzane
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Existe um tipo de dor que não vem do acidente, mas da intenção.Do outro saber onde dói — e ir mesmo assim.A gente cresce...
16/11/2025

Existe um tipo de dor que não vem do acidente, mas da intenção.
Do outro saber onde dói — e ir mesmo assim.

A gente cresce acreditando que o amor pode consertar tudo,
e é por isso que acabamos tentando explicar até a dor óbvia.
Mas há pessoas que não precisam entender o que te feriu.
Elas já sabem. Só não se importam o suficiente para mudar.

E quando você tenta ensinar empatia a quem não tem,
você não está sendo generosa — está se desgastando.

Nem todo silêncio é fraqueza.
Às vezes, é autopreservação.
E saber parar de explicar é uma forma de amor próprio.

Psicóloga Suzane
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A culpa é o verniz emocional do controle.Ela domestica, silencia e faz a mulher acreditar que está errada por existir co...
15/11/2025

A culpa é o verniz emocional do controle.
Ela domestica, silencia e faz a mulher acreditar que está errada por existir com autonomia.

Mas ninguém nasce culpada — a gente aprende a ser.
A culpa é o eco de uma estrutura que se mantém às custas do sacrifício feminino.
E toda vez que uma mulher escolhe se responsabilizar sem se culpar,
um sistema inteiro começa a ruir.

Psicóloga Suzane
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Quando a ausência vira alívio, é porque o corpo finalmente entendeu o que a mente insistia em negar.Aquele nó no peito s...
13/11/2025

Quando a ausência vira alívio, é porque o corpo finalmente entendeu o que a mente insistia em negar.
Aquele nó no peito se desfaz, o silêncio já não dói, e o “tudo bem” finalmente é verdade.

A gente aprende — às vezes com atraso — que amor não deveria ser um estado de tensão constante.
Mas fomos ensinadas a confundir intensidade com amor, controle com cuidado, apego com presença.

Encerrar um ciclo não é perder.
É recuperar o espaço interno que antes estava ocupado por quem só deixava cansaço.
É entender que o alívio é a forma mais honesta que o inconsciente tem de dizer: acabou, e ainda bem.

Psicóloga Suzane
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A lógica da performance atravessa tudo — o trabalho, o corpo, os relacionamentos… e às vezes, até a terapia.Mas o proces...
12/11/2025

A lógica da performance atravessa tudo — o trabalho, o corpo, os relacionamentos… e às vezes, até a terapia.
Mas o processo terapêutico não é sobre “evoluir rápido” ou “acertar sempre”.
É sobre se permitir sentir, errar, repetir, entender depois.

A análise é o lugar onde você pode se despir das expectativas e das máscaras - onde o “10” não vale nada, mas a verdade vale tudo.

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