Psicóloga Karen Ferreira

Psicóloga Karen Ferreira Terapia individual, com base na teoria psicanalítica. Entre em contato e agende uma consulta.

Atendimento de crianças, adolescentes e adultos, de segunda a sexta, das 8h às 19h e de sábado das 8h às 13h.

Hoje foi a apresentação de TCC da Beatriz e Paola, com o trabalho "Autoritarismo velado: limitações no processo de indiv...
18/11/2025

Hoje foi a apresentação de TCC da Beatriz e Paola, com o trabalho "Autoritarismo velado: limitações no processo de individuação de crianças por suas famílias".
Esse foi o primeiro trabalho de conclusão de curso que orientei na São Camilo e fiquei muito feliz de ver o percurso que desenvolveram, resultando em um trabalho crítico e relevante para a Psicologia e sociedade.
Parabéns. 🥰

Lançamento Ecos do Divã vol.2 parte 2 rs. ❤️
03/11/2025

Lançamento Ecos do Divã vol.2 parte 2 rs. ❤️

Lançamento do livro Ecos do Divã vol.2E que alegria estar com pessoas tão queridas ❤️Obrigada por tudo.
02/11/2025

Lançamento do livro Ecos do Divã vol.2
E que alegria estar com pessoas tão queridas ❤️
Obrigada por tudo.

Lançamento do livro Ecos do Divã vol. 2. É sábado, dia 1/11, das 15h às 18h, na editora Zagodoni.Livro organizado por  e...
27/10/2025

Lançamento do livro Ecos do Divã vol. 2.
É sábado, dia 1/11, das 15h às 18h, na editora Zagodoni.
Livro organizado por e que pude contribuir com o capítulo "Homens que odeiam demais: o ódio como a marca de dominação sobre as mulheres na psicanálise".

Dia 1º de novembro, às 15h, será o lançamento do livro Ecos do divã 2, organizado pelo  , na editora Zagodoni.Nesse livr...
06/10/2025

Dia 1º de novembro, às 15h, será o lançamento do livro Ecos do divã 2, organizado pelo , na editora Zagodoni.
Nesse livro, contribuo com o capítulo intitulado “Homens que odeiam demais: o ódio como a marca de dominação sobre as mulheres na psicanálise”. O texto apresenta quatro diferentes formas de ódio que vivi por ser mulher em diferentes lugares da psicanálise: primeira, como analisante; segunda, em minha formação teórica; terceira, em minha supervisão; quarta, como analista. É triste reconhecer que são situações pontuais e que não representam totalmente nem verdadeiramente cada lugar, pois não tive coragem de expor algumas situações. Depois, e enfrentando alguma dificuldade em dar continuidade ao texto, apresento algumas relações conceituais que gostaria de ressaltar em um espaço de potencial reflexão com outros psicanalistas, do ponto de vista teórico, sobre a construção do ódio contra a mulher. Ressalto especialmente que “embora existam elementos individuais no preconceito, a questão se complica se a psicanálise vier a validar discursos hegemônicos. Como questionar ou contrapor-se a isso? A psicanálise opera como um instrumento em uma sociedade intrinsecamente contraditória”, assim, pode reproduzir violências ou pode ser instrumento de potência frente a elas.
Quero mencionar ainda que esse foi um dos textos com que tive mais dificuldade para escrever, pois falo em primeira pessoa, cito situações que vivi e tive medo de sofrer do mesmo mal que me motivou a escrevê-lo. Assim, aproveito o post para agradecer às minhas amigas e aos meus amigos que leram o texto e me incentivaram a publicá-lo, pois muitas vezes considerei não fazê-lo: Larissa, Marli, Andrea, Juliana, Cilene, Edmilson, Danilo.
RAZERA, Karen D. M. F. Homens que odeiam demais: o ódio como a marca de dominação sobre as mulheres na psicanálise. In: MARMO, Danilo (org.). Ecos do Divã: experiências clínica e reflexões teóricas na psicanálise. Vol. 2. 1 ed. São Paulo: Zagodoni, 2025.

O lançamento do anuário Rumos vol. IV será dia 26/9, sexta, às 18h30, no Centro de Estudos Psicanalíticos  .Nesse volume...
18/09/2025

O lançamento do anuário Rumos vol. IV será dia 26/9, sexta, às 18h30, no Centro de Estudos Psicanalíticos .
Nesse volume tive a oportunidade de participar como membro do conselho editorial com outros colegas, sob organização de Danilo Marmo .

Rumos vol. IV com os autores:
Christian Dunker
Luís Claudio Figueiredo
Pedro Sang
Diana Tabacof
Ivanise Fontes
Rafael Kalaf Cossi
Wilson Franco
João Paulo Nascimento
Mayara Capelozza
Patrícia Mafra de Amorim
Isadora Petry
Amanda Mont’Alvão Veloso
Mônica Scaramuzzo
Rubens José Linhares
Lisette Weissmann
Rodrigo Alencar
Alexandre Patrício de Almeida
Alfredo Jerusalinsky
Julia Bernardes
Julieta Jerusalinsky
Vanessa Chreim
Paul Kardous
Paula Regina Peron
Pablo Castanho
Mariana David
Patricia Gipsztejn Jacobsohn
Monique Takeda

Semana da PsicologiaCentro Universitário São CamiloDia 27/8 - dia da Psicologia ❤️Parabéns, colegas de profissão.
27/08/2025

Semana da Psicologia
Centro Universitário São Camilo
Dia 27/8 - dia da Psicologia ❤️
Parabéns, colegas de profissão.

X Congresso Latino-americano de Psicologia – ULAPSINesse congresso participei da Roda de conversa “Acolhimento em serviç...
05/08/2025

X Congresso Latino-americano de Psicologia – ULAPSI
Nesse congresso participei da Roda de conversa “Acolhimento em serviços-escola: práticas de resistência à medicalização”, com minhas colegas Lívia Anicer Zanini e Lívia Bottin Marques.
A proposta foi de discutir os impactos da medicalização da vida nas demandas dos acolhimentos na clínica-escola de Psicologia.
Criticar a medicalização da vida não é o mesmo que ser contrário ao uso de medicamentos. A medicalização da vida se refere a um discurso ideológico que promove a ideia de que todas as esferas humanas podem ser compreendidas e devem ser tratadas a partir do modelo biomédico.
O discurso da medicalização isenta a sociedade de sua responsabilidade em patologizar os sujeitos, recaindo sobre o sujeito isoladamente o seu adoecimento e necessidade de se curar para voltar a se adaptar e produzir à própria sociedade que o adoeceu.
A discussão promoveu um debate sobre como podemos, enquanto psicólogos, resistir à pressão da medicalização e oferecer um acolhimento mais crítico.
Participei também, na modalidade de Comunicação oral, com o tema “A psicologia como discurso de perpetuação ou resistência à medicalização da vida”, seguindo a mesma crítica. No entanto, ressaltei como a atuação do psicólogo é política, pois ao fazer uma escolha sobre reproduzir o discurso medicalizante, pode-se perpetuar a desigualdade social.
O discurso medicalizante é uma ferramente de manutenção da desigualdade social uma vez que justifica fenômenos de âmbitos sociais unicamente na esfera do tratamento individual. Reproduz-se, assim, um discurso consonante com o de meritocracia, que responsabiliza unicamente o sujeito por seus fracassos e isenta a sociedade de crítica.

Eu tenho certeza de que uma das maiores mudanças na minha vida este ano foi ter começado a dar aula no Centro Universitá...
22/12/2024

Eu tenho certeza de que uma das maiores mudanças na minha vida este ano foi ter começado a dar aula no Centro Universitário São Camilo. Conheci alunos incríveis, uma instituição verdadeiramente preocupada com a formação dos estudantes e, como as fotos mostram, colegas de trabalho que foram verdadeiros presentes para mim. Além disso, ontem participei da minha primeira festa da firma, depois de quase 10 anos de docência [completarei em mar/25 eeeee]. Que bom. Que 2025 seja ainda melhor.

Sábado, às 15h, no perfil do meu querido aluno .vitorjacob e no canal do YouTube Psiu, Psi.Na live falarei sobre meu liv...
04/12/2024

Sábado, às 15h, no perfil do meu querido aluno .vitorjacob e no canal do YouTube Psiu, Psi.
Na live falarei sobre meu livro Iniciando a clínica de Psicologia.

O silêncio é um fenômeno bastante perturbador para os psicólogos iniciantes. Quando pergunto qual o maior receio que os ...
15/09/2024

O silêncio é um fenômeno bastante perturbador para os psicólogos iniciantes. Quando pergunto qual o maior receio que os estagiários que realizarão seus primeiros atendimentos têm, o silêncio sempre é mencionado.
No entanto, o silêncio pode dizer muitas coisas. Bleger, em seu texto intitulado “A entrevista psicológica: seu emprego no diagnóstico e na investigação” identifica algumas formas de silêncio: o silêncio reflexivo, que precisa ser sempre respeitado; o silêncio das resistências; silêncio desafiador, relacionado à transferência com o psicólogo; silêncios fóbicos; silêncios paranoides, entre outros.
O silêncio não é um vazio absoluto, pois ele comunica algo. Então ele precisa ser escutado. Ao ser direcionado para o analista e não encontrar o destino, o silêncio pode encontrar outras expressões.
Quando eu estava cursando Psicologia, decidi que queria aprender a tocar violino. Fiz aulas individuais por um tempo e, depois, entrei para uma turma de cordas do SESC. Ao tocar com outras pessoas, comecei a perceber o quanto eu errava o tempo, especialmente quando havia pausas para o violino. Foi então que meu professor de música me ensinou uma importante lição de psicanálise:
“Karen, você está errando o tempo porque não está escutando o silêncio. Escuta. Silêncio também é música”.
Silêncio também é música.

Em junho/24 foi o lançamento do livro Ecos do Divã: experiências clínicas e reflexões teóricas, organizado por Danilo Ma...
01/07/2024

Em junho/24 foi o lançamento do livro Ecos do Divã: experiências clínicas e reflexões teóricas, organizado por Danilo Marmo ().
Escrevi o capítulo “Uma partida de xadrez”, inspirada na comparação de Freud entre o jogo de xadrez e as limitações do tratamento psicanalítico.
Freud sempre foi preciso na escolha das palavras e dos exemplos que utilizava em seus textos, e acredito que há muito mais a refletir sobre a relação proposta. Assim, aprofundando as comparações, meu texto está dividido em três tempos: a abertura do jogo, associada às entrevistas preliminares; os movimentos das peças de xadrez, em relação ao processo de análise; e o fim do jogo, relacionado ao fim de análise.
O livro físico pode ser adiquirido no site da editora Zagodoni: https://bit.ly/ecosdodiva
O e-book e a leitura por Kindle Unlimited está disponível na Amazon, pelo link: https://bit.ly/ecosebook
(Links também disponíveis na bio)
RAZERA, Karen D. M. F. Uma partida de xadrez. IN: MARMO, Danilo. Ecos do Divã: experiências clínicas e reflexões teóricas. São Paulo: Zagodoni, 2024.

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