23/06/2023
ESTRESSE EXCESSIVO NÃO É NORMAL..
Considerado o mal do século, o estresse ainda é um dos grandes desafios nas rotinas dos brasileiros. Apesar de não ser uma doença, o estresse excessivo pode desencadear quadros perigosos de ansiedade, depressão, problemas cardíacos, de pele e gastrointestinais.
SINTOMAS:
Conforme informações do Ministério da Saúde, alguns sinais acendem o alerta para a necessidade de controle do estresse. Veja as fases dos sintomas:
Alerta – quando a pessoa está em contato com o motivo do estresse:
Agitação, mãos e pés frios, tensão e dor muscular, aperto na mandíbula, roer unhas, boca seca, diarreia, batimentos cardíacos acelerados, insônia, respiração ofegante e aumento da pressão sanguínea.
Resistência – quando o corpo tenta voltar ao equilíbrio:
Cansaço constante, formigamento nas mãos e pés, mudança de apetite, problemas de pele, gastrite prolongada, sensibilidade emotiva excessiva, desejo sexual diminuído, irritabilidade excessiva, hipertensão arterial, tontura.
Exaustão – quando o corpo começa a desenvolver doenças em reação ao estresse:
Tique nervosos, tontura frequente, insônia, formigamento, hipertensão arterial confirmada, úlcera, pesadelos, dificuldades se***is, hipersensibilidade emotiva, apatia, cansaço excessivo, impossibilidade de trabalhar, angústia, irritabilidade, perda do senso de humor, problemas de pele prolongados.
PREVENÇÃO E TRATAMENTOS:
O tratamento do estresse irá depender do agente causador do problema e, muitas vezes, é interessante alinhar qual a melhor forma de cuidado junto com um profissional da psicologia. Em casos mais avançados, pode ser necessário o uso de medicamentos.
Para prevenir que a situação se torne extrema, alguns hábitos saudáveis podem ajudar no controle do estresse, como uma alimentação balanceada e prática de atividades físicas. Na alimentação, a orientação é comer frutas e verduras como brócolis, chicória, acelga e alface, ricas em vitaminas do complexo B, magnésio e manganês. Em conjunto, os exercícios físicos devem melhorar as funções cardíacas e respiratórias, e contribuir para a produção de endorfina, que passa a sensação de bem-estar e felicidade.
Se perceber que está com os sintomas, procure a ajuda profissional do seu médico. Combata este mal e viva uma vida mais feliz!