Espaço Holístico Bambu

Espaço Holístico Bambu O espaço foi criado objetivando o atendimento de modo profissional e amoroso a qualquer cliente que

O Espaço Holístico Bambu é um local de terapias ocidentais e orientais, que visa proporcionar relaxamento físico, mental e espiritual. Dentre as práticas, utilizamos as técnicas ocidentais e Orientais. Citamos por exemplo o Reiki, Massagens Clássica, Reflexologia podal, Ayurvédica e Tui-Na. Além disso oferecemos a Cromoterapia, a Auriculoterapia, o moxabustão, entre outros. Agende seu horário com Paulo (11) 99731-1999 ou Nair (11) 98126-1914

31/03/2022

Dias de melancolia

Há dias em que a alma amanhece com uma tristeza sem destino.

Ela apenas surge e se instala, como se quisesse ganhar morada definitiva, como se ali fosse seu lugar.

Entra com uma estranha intimidade, sem formalismos, sem licenças ou favores.

Aninha-se, tomando conta de pensamentos e sentimentos, sem escrúpulos, mesmo porque ela não tem nenhum.

Quando nos damos conta, sentimos a alma melancólica, o coração apertado e uma saudade sem nome. Apenas saudade.

Dias de melancolia são assim.

Eles chegam sem aviso, sem data marcada, sem motivos aparentes.

É apenas nossa alma sentindo saudades daquilo que, por enquanto, não pode vivenciar.

Não pode porque a experiência que estamos vivendo, mergulhados na carne, nos priva de várias possibilidades.

Os nossos sentidos parecem um tanto adormecidos, nossas capacidades se apresentam limitadas. Vivemos em um corpo físico.

Viver no mundo nos impõe, ainda, preocupações com a sobrevivência do corpo, com sua saúde. E muitas responsabilidades.

Assim é porque são esses embates, circunstâncias e necessidades que nos dão o ensejo de crescimento e aprendizado.

Embora todo esse processo esteja conforme as Leis de Deus, é natural que a alma, de tempos em tempos, cansada de lutas sem trégua, se entregue a dias de melancolia.

São as saudades dos afetos que ficaram no mundo espiritual, que não estão conosco na carne.

São as saudades de lugares onde vivemos, em alguma época. São saudades de tempos em que usufruímos de coisas que hoje não temos.

Saudades de relacionamentos, de ambientes, de algo que nos felicitou a alma, no passado.

Sentimos falta da convivência harmoniosa com nossa família espiritual.

Nesses dias de melancolia, a oração poderá ser o remédio que nos haverá de amenizar a alma saudosa e o coração entristecido.

A prece nos auxiliará a lembrar da importância dos dias que ora vivemos, das estradas que nos compete trilhar, das tarefas a cumprir.

E nos convidará a oferecer à vida, àqueles que nos cercam, aos que cruzam nossos caminhos, os melhores valores do nosso coração.

A fazer de nosso exercício profissional, um exemplo; uma constante dedicação aos compromissos familiares.

A vida é fugidia e passa rápido.

Não nos permitamos alimentar dias de melancolia, para que não se transformem em patologia grave, e não nos conduzam a enfermidades de difícil cura.

Aprendamos, mesmo em meio a rudes provas, a nos encantar com o mundo que, todos os dias, renova as suas paisagens de luz e de beleza.

Aprendamos a diminuir a saudade, na doce audição de uma melodia de paz e no refúgio da oração.

Peçamos apoio ao nosso anjo de guarda, esse ser designado por Deus, para nos amparar e conduzir, nesta vida.

Tudo tem seu tempo determinado, no imenso universo de Deus. Este é o momento de estarmos aqui, neste planeta azul.

Haverá momentos de vivermos na Espiritualidade. Momentos de encontros e de reencontros.

Momentos de arrefecer a saudade. Agora, é o momento de nos servirmos da vida para crescer.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 30.3.2022.

20/03/2022
10/03/2022

E você tem escutado os seus pressentimentos? 🧏🏻‍♀️ 💚

Para saber mais sobre pressentimentos, consulte a pergunta 522 do O Livro dos Espíritos. 📖📚

10/03/2022
08/03/2022

O verdadeiro sentido da vida

Cada um de nós encontra em sua vida um ser especial. Às vezes é um avô, um professor, um amigo de família.

Uma pessoa mais velha, paciente e sábia, que se interessou por nós e nos compreendeu quando éramos jovens, inquietos e inseguros.

Uma pessoa que nos fez olhar o mundo de um outro ângulo. Uma pessoa que, com seus conselhos e seu afeto, nos fez encontrar nosso caminho.

Assim aconteceu ao jovem Mitch Albom que se tornaria o colunista esportivo Número Um da América.

Durante os anos universitários, um professor lhe foi um grande amigo. Esse amigo o ensinou a amar os livros de forma autêntica.

Mesmo fora dos horários das aulas, eles se encontravam para discutir assuntos sérios. Assuntos como as relações humanas. Nessas ocasiões, o professor lhe dava lições extraordinárias de vida.

Certo dia, porque o aluno se queixava do choque entre o que a sociedade esperava dele e o que ele queria para si mesmo, o professor lhe falou:

A vida é uma série de puxões para a frente e para trás. Queremos fazer uma coisa, mas somos forçados a fazer outra.

Algumas coisas nos machucam, apesar de sabermos que não deviam. Aceitamos certas coisas mesmo sabendo que não devemos aceitar nada como absoluto.

Mas o amor, dizia ele, o amor vence sempre.

Quando saiu da Universidade, Mitch era um jovem idealista. Prometera a si mesmo que jamais trabalharia por dinheiro, que se alistaria nos Corpos da Paz, que viveria em lugares belos e inspiradores.

Mas os anos passaram e ele acabou trocando montes de sonhos por cheques cada vez mais gordos.

Então, um dia, dezesseis anos depois, ele tornou a encontrar o seu professor. Bem mais velho e doente.

Eram os seus últimos meses de vida. Durante catorze semanas, até a sua morte, trataram de temas fundamentais para a felicidade e a realização humanas.

Era a última grande lição: um ensinamento sobre o sentido da vida.

E o jornalista reavaliou sua vida. Refletiu sobre as verdades ensinadas pelo professor, como a da necessidade de buscar o crescimento espiritual.

De deixar de se preocupar tanto com coisas materiais e observar o universo ao seu redor. O universo das afeições. A natureza que nos cerca.

A mudança que se opera nas árvores, a força do vento, as estações do ano.

E o velho mestre, caminhando para o túmulo arrastado por enfermidade incurável, finalizou a última grande lição ao seu antigo aluno com a frase:

Meu filho, quando se aprende a morrer, se aprende a viver.

* * *

A vida física é uma breve etapa. Sabedoria é ser aberto para as coisas belas que ela nos oferece. Para isso é preciso ignorar o brilho dos valores que a propaganda nos passa.

É preciso prestar atenção quando os entes queridos falam, como se fosse a última vez que os ouvisse.

É preciso andar com alegria como se fosse a última vez que pudéssemos estar de pé e nos servir das nossas pernas.

E, acima de tudo, lembrar que sempre é tempo de mudar.

Redação do Momento Espírita, com base na conclusão
e capas do livro A última grande lição, de Mitch Albom,
ed. Sextante.
Em 8.3.2022.

05/03/2022

Cozinhando nossos feijões

Conta certa lenda que um monge, muito sábio e já idoso, se dispôs a encontrar um substituto para a administração da comunidade a que servia.

Eram muitos os seus pupilos, mas a convivência com eles deixava claro que nem todos possuíam as condições necessárias para ocupar o cargo.

No entanto, dois rostos se realçaram em sua mente, por lhe parecerem os mais preparados.

Como somente um poderia substitui-lo, ele resolveu lançar um desafio que poria a capacidade de ambos em cheque e mostraria o mais apto a sucedê-lo.

Dessa forma, convocou os dois monges e deu, a cada um, alguns grãos de feijão, que deveriam ser colocados dentro de seus sapatos, na hora de fazerem a prova.

O desafio seria subir uma grande montanha usando os sapatos com os grãos de feijão dentro.

Chegados o dia e hora marcados, teve início a prova.

Logo nos primeiros metros, um dos candidatos começou a mancar. Não foi além do meio da subida.

Seu rosto estava marcado pela dor. Ele parou e tirou os sapatos. As bolhas, em seus pés, eram imensas e sangravam.

Sentou-se à beira do caminho, reconhecendo que não teria condições de prosseguir.

Para sua surpresa, verificou que o outro concorrente sumiu de vista, andando ligeiro, montanha acima.

Quando a prova foi encerrada, todos se reuniram para aplaudir o vencedor.

Mais tarde, após colocar curativos nos próprios pés, o perdedor aproximou-se do vitorioso e lhe perguntou como conseguira fazer todo o percurso com os grãos nos sapatos.

Ah! – elucidou ele - é que antes de colocá-los nos sapatos, eu os cozinhei.

* * *

São variados os desafios que enfrentamos no decorrer de nossas vidas.

De um modo geral, saímos afoitos querendo resolvê-los o mais depressa possível. Quase sempre nos esquecemos de buscar, antes, uma forma de amaciarmos nossas rudes dificuldades.

Por mais difícil seja a prova que a vida nos apresente, em determinados momentos, podemos encontrar uma forma para, ao menos, amenizar a situação.

Talvez baste a disposição de conversarmos com alguém que nos possa auxiliar a ver uma solução para um fato que nos pareça impossível de ser resolvido.

Em certas situações, muitas vezes, bastará um gesto, algumas palavras que retratem nosso desejo de encontrar uma saída, com sabedoria e humildade.

Por vezes, teremos que nos colocar no lugar do outro, para compreender melhor a sua problemática, o que nos levará a perceber o quanto nós também, ainda, necessitamos nos amaciar interiormente.

Os desafios são inevitáveis mas, sempre poderemos usar nossa inteligência, nossa criatividade, na busca de soluções.

Se não resolvermos as situações difíceis que nos envolvem, carregaremos nossos problemas para onde formos.

São exatamente o nosso orgulho, o nosso egoísmo ou a nossa vaidade que nos colocam traves nos olhos, impedindo-nos de ver o que pode ser uma solução.

Esses monstros nos perseguem porque os alimentamos. Problemas, todos os temos. Maiores, menores.

Somos nós que determinamos se eles nos dominam ou se nós os vencemos.

Lembremo-nos de que, às vezes, bastará cozinharmos os nossos feijões.

Redação do Momento Espírita, com narração
de lenda de conhecimento oral.
Em 5.3.2022.

04/03/2022

Caridade fraternal

Professora faz mutirão para alunos não passarem fome no Natal.

Empresários unidos fazem o Natal de mil crianças em vulnerabilidade social.

Alunos constroem, por conta própria, ponto de ônibus em forma de cabine, para proteger menino cadeirante.

Bombeiros se reúnem e dão presente para garoto que perdeu a casa na véspera de Natal.

* * *

Se quiséssemos continuar, essas manchetes não acabariam. Cada vez mais elas se multiplicam, basta termos os devidos olhos de ver.

Nunca nos auxiliamos tanto. Nunca fomos tão solidários uns com os outros. Nunca antes o bem esteve tão presente em nossas vidas.

Viciados que estávamos nas notícias ruins ou mesmo naquelas que não nos serviam de nada, além de satisfazer curiosidades doentias, não percebíamos o bem se alastrando com singeleza e discrição.

O mal faz alarde, esperneia. O desequilíbrio chama a atenção, enquanto que tudo aquilo que é feito com amor e por amor age silencioso, sem pressa, sem querer holofotes ou retribuição.

A caridade fraternal e a vida colaborativa são alguns dos sinais dos novos tempos que chegam.

E você? Como está em relação a isso?

Ainda faz parte desses que consomem as notícias e informações inúteis, mórbidas, insensatas? Ou já tem uma nova proposta de vida, alimentando-se de coisas boas e, principalmente, sendo agente de transformação para o bem na Terra?

Quem sabe você já faça parte dessas notícias boas do mundo novo. Se ainda não faz, eis a chance, eis o convite mais uma vez.

Pense em reservar algum período do seu tempo, ao serviço sem remuneração, em prol da caridade fraternal, e da ação em favor da comunidade.

A hora vazia é sempre espaço mental perigoso. Ofereça-a ao seu próximo, a alguma sociedade ou agremiação que se dedique à benemerência, à construção de vidas.

Pequenas ajudas produzem os milagres das grandes realizações.

Jamais deixe passar essas oportunidades de colaboração desinteressada, não retribuída.

Há muita aflição esperando socorro e compreensão.

Não se deixe impregnar pelo pensamento de que alguém ajudará ou já tem gente ajudando. Uma vez iniciando este tipo de trabalho, perceberá que o grande beneficiado é você mesmo.

Quem se doa ao próximo, quem cede seu tempo para cuidar das aflições do outro, não tem tempo de reclamar das suas. Mais ainda, poderá sempre ter as suas próprias dores acalmadas.

Quem se doa, em caridade fraternal, não guarda espaço na alma para o pessimismo, para as influenciações espirituais negativas ou mesmo para os sentimentos depressivos.

Quem se doa, acalma a ansiedade, aprende com a história de vida do próximo e, muitas vezes, deixa de ter a necessidade de passar por certas provas e vicissitudes, pois capta as lições do viver com sentimento e compaixão.

Guarde tempo, em seus dias, para a caridade fraternal, começando em casa, depois com a família maior, com os vizinhos, amigos, companheiros de existência.

O mundo novo espera nossa ação desinteressada e amorosa agora, não amanhã.

Redação do Momento Espírita, com base no cap 35, do livro
Vida Feliz, pelo Espírito Joanna de Angelis, psicografia
de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 3.3.2022.

Verdade!
03/03/2022

Verdade!

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