Psicólogo Mateus Amaral

Psicólogo Mateus Amaral "Nunca tem fuga quando a coisa da qual a gente foge mora dentro da gente". Daniel Bovolento.

01/02/2026

É lindo quando além das sessões individuais, os membros da família se permitem a viver as sessões todos juntos.❤️🙏😉 Obrigado por compartilhar

01/02/2026

Quando a insegurança é tratada como vaidade,
ela deixa de ser elaborada.
E tudo o que não é elaborado
busca saída.
A escola cumpre programa.
A casa tenta dar conta.
As redes oferecem referência o tempo todo.
Não há vilões aqui.
Há excesso de estímulo
e pouca sustentação de diálogo.
O algoritmo não impõe —
ele ocupa espaços vazios.
E quando ninguém sustenta a conversa
sobre corpo, imagem e pertencimento,
a estética vira linguagem possível.
Isso não fala de fragilidade juvenil.
Fala de um tempo
que acelera perguntas
sem ensinar a atravessá-las.

01/02/2026

Maio 💡💭♥️🙌🏻

31/01/2026

Quando a insegurança é chamada de vaidade,
ela deixa de ser escutada.
E o que não encontra adulto,
encontra algoritmo.
Não porque ele educa —
mas porque ele responde rápido.
Na adolescência,
referência não nasce sozinha.
Alguém ocupa esse lugar.
Hoje, quase sempre, é a tela.

31/01/2026

Não é o produto.
É o palco.
Quando a estética entra cedo demais,
o corpo vira linguagem antes da maturidade.
A internet não inventa o desejo —
ela organiza o olhar.
Sem adulto por perto,
a referência vira o algoritmo.
E isso não é "demonizar" a internet.
É um alerta.

30/01/2026

A dor que entra no consultório não pede licença.
Ela chega em corpos pequenos, adultos cansados, idosos cheios de histórias mal fechadas.

Muda o rosto, a idade, o endereço.

Mas diz sempre a mesma coisa: algo importa.

Há uma beleza estranha nisso.

Não na dor em si — dor não romantiza, dói.

A beleza está no fato de que ela denuncia vida.
Quem sofre ainda sente.

Quem chora ainda espera, mesmo quando diz que não.

Vejo dores que nunca foram escutadas, só toleradas.

Dores que viraram sintoma, silêncio, raiva, diagnóstico.

E, ainda assim, quando encontram palavra, algo se organiza.

Não se resolve. Se reconhece.

Talvez a beleza da dor seja essa:
ela não nos abandona antes de sermos vistos.
Ela insiste até virar linguagem.

Até alguém sustentar o olhar e dizer: isso existe.
No consultório, a dor não é fracasso.
É sinal de que a alma tentou aguentar sozinha — e cansou.

30/01/2026

A beleza nem sempre está nas grandes viagens. Às vezes, ela se revela no trajeto repetido — mas com olhos novos.
É quando você percebe a borboleta amarela cruzando a avenida, o vento dançando nas folhas, o silêncio entre dois barulhos.
Sutilezas que gritam, para quem aprendeu a ouvir.

🌀 A vida muda, mesmo quando tudo parece igual.










29/01/2026

Às vezes, o que foi vivido não f**a no passado.
F**a guardado.
E a mente, tentando dar sentido, revisita, reorganiza, reapresenta.

Cada lembrança volta com camadas novas,
não porque foi exagerada,
mas porque ainda pesa.

O que se repete não é fraqueza.
É sinal de algo que pediu espaço
e ainda não encontrou descanso.

29/01/2026

Você já se deparou com o medo de ser uma mãe ou um pai insuficiente?
Esse medo silencioso que nasce no meio do cansaço, da dúvida, das comparações…
Vejo tantas famílias tentando fazer o melhor possível — e, no fundo, tentando não repetir o que um dia doeu quando eram filhos. Há um desejo genuíno de quebrar padrões, mas também um esforço quase invisível para esconder sentimentos, como se mostrar fragilidade pudesse desestabilizar os filhos.

Mas sabe… os filhos não precisam de pais perfeitos.
Precisam de pais que existam de verdade.
Pais que sintam, que errem, que assumam quando algo não foi bom — e que, ainda assim, continuem tentando com amor e presença.

Educar em meio ao ruído — o externo e o interno — é um desafio humano, não um teste de perfeição. Às vezes, o maior presente que se pode dar a um filho é mostrar que sentir também faz parte da vida. Que a força não está em esconder, mas em seguir presente, mesmo quando há dor.

Porque, no fim, não é sobre acertar sempre.
É sobre permanecer.
E permitir que o vínculo seja o lugar onde o amor e a verdade possam coexistir.

Como tem sido pra você olhar para esse papel de mãe, de pai, e se permitir existir também como pessoa?

29/01/2026

Como é possível viver
sem se conhecer?
Acordar todos os dias
habitando um corpo
que você nunca visitou.
Seguir em frente
chamando de rotina
o que já virou ausência de sentido.
Como é possível viver
sem perspectiva
e chamar de “normal”
uma tristeza que não passa?
Talvez a pergunta real não seja
como dá pra viver assim,
mas
por quanto tempo ainda.

28/01/2026

Febre a gente trata.
Dor física a gente investiga.
Quando é emocional,
a ordem é simples: aguenta.
Esse “aguenta” custa caro.
Custa corpo.
Custa relações.
Custa vida.
Crise de ansiedade não é falta de controle.
É um limite sendo ultrapassado.
Ignorar não resolve.
Aguentar não é tratamento.

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