Espaço Movimento Interdisciplinar

Espaço Movimento Interdisciplinar Equipe interdisciplinar atuando há 18 anos na região da Vila Prudente (São Paulo/SP)

Especialidades terapêuticas, Acompanhamento pedagógico e aulas de música com horário marcado.

Neste mês de outubro, os Autistas Criadores de Conteúdo do TEAMM/UNIFESP seguem compartilhando a série AUTISMO & INFÂNCI...
27/10/2025

Neste mês de outubro, os Autistas Criadores de Conteúdo do TEAMM/UNIFESP seguem compartilhando a série AUTISMO & INFÂNCIA, que traz narrativas pessoais de alguns integrantes, mostrando que é possível acolher o próprio passado e, quem sabe, inspirar outras pessoas a olharem com mais afeto para sua história.

Em “Depois de 40 anos eu entendi: não era facilidade para o ballet. Era autismo!”, Cássia revisita pistas que sempre estiveram lá: andar na ponta dos pés, desconforto com sons, choro silencioso, exaustão escolar.

Como tantas meninas autistas, cresceu sendo vista como “delicada” ou “quietinha”, quando na verdade estava tentando sobreviver a um mundo barulhento e imprevisível demais para um corpo que sente tudo.

Encontrou refúgio no movimento, na arte e na leitura, transformando medo em foco e silêncio em força.

O diagnóstico aos 40 anos não veio tarde: veio no tempo certo, trazendo nome, compreensão e um alívio que ilumina o passado.

Autismo não é sobre “se encaixar”, mas sobre equilibrar sensibilidade e coragem para existir no próprio ritmo.

💬 E você? Já reconheceu, na sua história, pistas que só fizeram sentido depois do diagnóstico? Conta pra gente nos comentários! Talvez a sua memória encontre eco na de alguém.

📎 Não copie nem faça sem autorização dos perfis envolvidos. Respeite os direitos autorais.

🔎 Este post contém texto alternativo.

Texto dos cards:zottis

Arte, legenda e texto alternativo: neuro.atipica

Responsáveis pelo projeto TEAMM:
Dra. Daniela Bordini
Dra. Graccielle Asevedo

Coordenadoras dos Autistas Criadores:
Me. Andrea Lane Edde
Esp. Monique Mayumi Kamada

Autistas Criadores de Conteúdo do TEAMM:
Alkir -
Amanda -
Ana Cecília
Antonio Augusto - .podcast
Cátia -
Cássia - .zottis
Giovanna -
Júlia Vitória
Letícia -
Lis -
Luanda - .sensorial
Maysa -
Monique - .neuro.atipica
Nicolas -
Werner -

 

Neste mês de outubro, os Autistas Criadores de Conteúdo do TEAMM/UNIFESP seguem compartilhando a série AUTISMO & INFÂNCI...
26/10/2025

Neste mês de outubro, os Autistas Criadores de Conteúdo do TEAMM/UNIFESP seguem compartilhando a série AUTISMO & INFÂNCIA, que traz narrativas pessoais de alguns integrantes, mostrando que é possível acolher o próprio passado e, quem sabe, inspirar outras pessoas a olharem com mais afeto para sua história.

Em “Sim, eu pre-ci-so de previsibilidade!”, Giovanna revisita sua infância para falar sobre algo essencial à experiência autista: a necessidade de segurança, constância e controle do ambiente. Enquanto outras crianças buscavam novidade e espontaneidade, ela buscava tranquilidade e previsibilidade – uma forma de se proteger do caos sensorial e emocional que a escola e as interações traziam.

O texto nos lembra que o que muitas vezes é confundido com timidez ou isolamento pode ser, na verdade, uma tentativa legítima de autorregulação. Previsibilidade, rotina e acolhimento não são limites – são condições de bem-estar e pertencimento.

✨ Que o mundo aprenda a oferecer segurança sem exigir disfarces.

💬 E você? Já sentiu alívio quando o ambiente foi previsível e acolhedor? Conta pra gente nos comentários!

🤗 Aproveite para acompanhar o trabalho da nossa equipe de autistas voluntários que escreve para o TEAMM/UNIFESP.

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🔎 Este post contém texto alternativo.

Texto dos cards:


Arte, legenda e texto alternativo: neuro.atipica

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Dra. Daniela Bordini
Dra. Graccielle Asevedo

Coordenadoras dos Autistas Criadores:
Me. Andrea Lane Edde
Esp. Monique Mayumi Kamada

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Amanda -
Ana Cecília
Antonio Augusto - .podcast
Cátia -
Cássia - .zottis
Giovanna -
Júlia Vitória
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Lis -
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Maysa -
Monique - .neuro.atipica
Nicolas -
Werner -

 

Neste mês de outubro, os Autistas Criadores de Conteúdo do TEAMM/UNIFESP seguem compartilhando a série AUTISMO & INFÂNCI...
24/10/2025

Neste mês de outubro, os Autistas Criadores de Conteúdo do TEAMM/UNIFESP seguem compartilhando a série AUTISMO & INFÂNCIA, que traz narrativas pessoais de alguns integrantes, mostrando que é possível acolher o próprio passado e, quem sabe, inspirar outras pessoas a olharem com mais afeto para sua história.

O Alkir, que hoje revisita sua trajetória no Pará, cresceu tentando se adequar a padrões que não faziam sentido pra ele. Durante anos, mascarou sentimentos e comportamentos pra caber nos espaços, sem saber que muitas dessas diferenças tinham relação com o autismo. Só na vida adulta veio o diagnóstico – e, com ele, o alívio de dar nome a tantas vivências que antes pareciam confusas.

O texto que ele compartilha hoje é sobre pertencimento, aceitação e a força de quem aprende a se reconstruir sem perder a essência. As infâncias autistas seguem vivas dentro de nós – e continuam ensinando que ser diferente nunca foi o problema.

💬 E você? Quais lembranças da sua infância ajudaram a formar quem você é hoje? Conta nos comentários – o agora também é tempo de ressignificar o que fomos.

🤗 Aproveite para acompanhar o trabalho da nossa equipe de autistas voluntários que escreve para o TEAMM/UNIFESP.

📎 Não copie nem faça sem autorização dos perfis envolvidos. Respeite os direitos autorais.

🔎 Este post contém texto alternativo.

Texto dos cards:


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Dra. Daniela Bordini
Dra. Graccielle Asevedo

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Para os típicos, a memória costuma ser algo ordenado, mas, para muitos autistas, pode ser um caos.Minha memória de curto...
23/10/2025

Para os típicos, a memória costuma ser algo ordenado, mas, para muitos autistas, pode ser um caos.

Minha memória de curto prazo é bem ruim, o que me faz esquecer coisas importantes e precisar ser lembrada e cobrada o tempo todo. Não apenas pela memória, mas pela disfunção executiva também. Porém, isso é assunto para outra hora.

Quanto à minha memória de longo prazo, diria que é muito melhor, mas é uma bagunça. Lembranças vêm, muitas vezes, de repente, e podem trazer junto a sensação que tive quando o fato ocorreu. O que isso provoca varia desde dar risada e ter ecolalias com o que ouvi naquele momento (isso pode ser ruim se eu estiver num local que exige seriedade ou silêncio) até ter crises de choro, ansiedade ou um meltdown mesmo porque a lembrança causou mal estar.

Para quem olha de fora, não faz sentido. “Por que ela começou a rir de repente?” ou “o que será que a chateou? Estava tudo bem até agora!” são perguntas que podem passar pela cabeça de quem vê. A verdade é que nós estamos sempre absorvendo estímulos, inclusive dos nossos pensamentos.

Era muito comum eu estar andando e, de repente, sair correndo por uns segundos ou estar sentada e levantar do nada para correr e pular porque fiquei estimulada com algum pensamento. Isso deixava marcas de mãos nas paredes, mas foram pintadas.

Minha mãe toda hora vinha bater na minha porta perguntando o que estava acontecendo, pois havia ouvido a barulheira. Infelizmente, com a piora da depressão, parei de fazer isso. Espero voltar um dia, pois fazia parte de mim.

Tenho muita dificuldade de ordenar as memórias, saber quais aconteceram há muito ou pouco tempo. Eu não tenho a imagem toda das lembranças. Eu tenho as informações que me chamaram atenção na hora, que, muitas vezes, são detalhes.

É frustrante quando ninguém mais lembra daquilo, pois interpretaram como um detalhe e o cérebro descartou a informação por considerar não importante, mas comigo é diferente. Muitas dessas informações que os cérebros típicos deletam são as que eu guardo.

Algo parecido acontece com a comunicação. Na hora de falar, sinto que as palavras fogem. Parece que meu vocabulário é menor ou que eu sou infantil. Por isso, prefiro escrever.

O dia a dia pode ser cheio de desafios, e é natural que nosso humor oscile em resposta ao estresse. No entanto, para alg...
21/10/2025

O dia a dia pode ser cheio de desafios, e é natural que nosso humor oscile em resposta ao estresse. No entanto, para algumas pessoas, essas variações são tão intensas que podem indicar um transtorno psiquiátrico, como o Transtorno Borderline ou o Transtorno Bipolar.

Ambos envolvem oscilações emocionais e dificuldades no controle dos impulsos, o que pode tornar o diagnóstico inicial desafiador – até mesmo para profissionais da saúde.

Embora tenham algumas semelhanças, no segundo card explicamos de forma simples e objetiva as principais diferenças entre eles.

👉 Deslize para o lado e entenda melhor!

‼️Se identificou com algum dos sintomas? Buscar ajuda profissional de um psiquiatra e um psicólogo é essencial! Compartilhe essa informação e ajude mais pessoas a entenderem a importância da saúde mental.

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∞ Espaço Movimento – inclusão em cada detalhe ∞

Outubro é o mês da Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) – uma tecnologia assistiva que permite que pessoas com di...
16/10/2025

Outubro é o mês da Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) – uma tecnologia assistiva que permite que pessoas com dificuldade na comunicação oral possam se expressar e ser compreendidas.

A CAA envolve o uso de sistemas de baixa tecnologia, como gestos, figuras, pranchas ou cartões com símbolos, e de alta tecnologia, como aplicativos e dispositivos eletrônicos com voz sintetizada.

Esses sistemas podem ampliar a fala ou até substituí-la, dependendo de cada caso. Por isso, pessoas falantes e não falantes, de diferentes idades e condições, podem se beneficiar da CAA.

Além de favorecer a comunicação, a CAA também pode contribuir para o desenvolvimento da linguagem oral, pois ajuda o cérebro a compreender melhor a estrutura da língua e a organizar pensamentos e emoções.

‼️ É mito achar que a CAA “inibe”, “desmotiva” ou deixa o usuário "preguiçoso” e sem desejo de falar. Quando bem orientada, ela faz justamente o contrário: estimula a comunicação e amplia possibilidades.

O papel do fonoaudiólogo é essencial – é ele quem avalia o perfil comunicativo e define o sistema mais adequado para cada pessoa.

No texto de hoje, Alice Casimiro, colaboradora do Espaço Movimento, compartilha sua história de transformação pela comunicação e mostra como a CAA pode mudar vidas.

🗣️ Comunicar é existir. E todos merecem ser ouvidos. Concorda com tal afirmação?

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👉 Texto dos cards:


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As crianças nos lembram todos os dias que o tempo é agora – o tempo de brincar, aprender, sentir, descobrir e se express...
12/10/2025

As crianças nos lembram todos os dias que o tempo é agora – o tempo de brincar, aprender, sentir, descobrir e se expressar do próprio jeito.

Elas nos ensinam a viver com presença, verdade e curiosidade, sem tantas frescuras e com espaço pra diferença.

Que o mundo adulto saiba aprender com essa sabedoria simples e profunda: a de estar inteiro e celebrar a diversidade que nos compõe.

🌈 Feliz Dia das Crianças!

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Marcelo Rubens Paiva escreveu Feliz Ano Velho após um acidente que o deixou tetraplégico.O trecho acima fala do reencont...
12/10/2025

Marcelo Rubens Paiva escreveu Feliz Ano Velho após um acidente que o deixou tetraplégico.

O trecho acima fala do reencontro com o próprio corpo – um corpo que precisou ser reaprendido, reconstruído e ressignificado.

A partir dessa travessia, ele viveu intensamente: estudou, escreveu, amou, criou, liderou, transformou. Porque pessoas com deficiência física vivem – trabalham, estudam, dançam, viajam, lideram, sonham, amam.

O que falta não é capacidade. O que falta é acessibilidade, empatia e compreensão.

A deficiência não é sinônimo de limite. Limite é a falta de respeito e de equidade social.

♿ Acessibilidade e inclusão são direitos, não favores.

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