Lucilena Ranieri Figueiredo

Lucilena Ranieri Figueiredo Psicologia e Psicopedagogia

14/02/2017

Psicossomática – Quando nossos sentimentos se transformam em sintomas físicos

Somos um todo integrado e corpo e mente não são separados, agindo em conjunto. Partindo desse pressuposto, todos nós somatizamos, em maior ou menor grau, de acordo com os eventos estressores e nossa maior ou menor integração psicológica.

Mas como é possível que nossos sentimentos possam afetar nossa saúde física?

O sistema límbico, conhecido por ser ligado as emoções, compreende todas as estruturas cerebrais que estejam relacionadas, principalmente, com comportamentos emocionais e se***is, aprendizagem, memória, motivação. Também produz hormônios e cortisol, que afetam diretamente as funções fisiológicas do corpo, sobretudo órgãos, e a liberação desses hormônios pode sim ser influenciada pela alteração das nossas emoções.

Todos conhecemos sintomas físicos reais originários de nosso estado de humor, como por exemplo, quando vemos alguém que estamos apaixonados e o coração bate mais forte ou quando estamos ansiosos / nervosos para uma apresentação e temos sudorese nas mãos ou tremores. Então por que não aceitamos que doenças também possam ser originadas pelas nossas emoções?

Assim como doenças físicas influenciam o nosso estado de ânimo e abalam a forma como nos sentimos, provocando medo ou preocupação, nossas emoções refletem como nos sentimos em nossos corpos, gerando sintomas físicos.

As dificuldades sofridas ao longo da vida, e o sofrimento não verbalizado podem causar esses sintomas. O que não é dito vai se manifestando no corpo, impossibilitando que se possa dar seguimento as atividades rotineiras.

Os sintomas psicossomáticos podem surgir após longos períodos de estresse ou sofrimento, o psiquismo não é capaz de elaborar e conter o acumulo de tensão ou angústia e não encontrando outro recurso, descarrega-as no corpo. Essa descarga é capaz de alterar o funcionamento fisiológico, provocando disfunções e danos orgânicos ou agravando aqueles que já existem. A dor física é sentida para que a dor emocional não seja vivida.

Entre as queixas de sintomas estão dores, palpitação, disfunções gastrointestinais, tonturas, falta de ar, entre outros sintomas que não são justificados clinicamente. Também pode acontecer que estes estados emocionais tenham influencia no surgimento ou agravamento de disfunção ou lesão em algum órgão, causando doenças cardíacas, dermatites, doenças autoimunes e existem até estudos que relacionam o agravamento de alguns tipos de câncer com os estados emocionais.

Os motivos que levam ao desenvolvimento de somatizações ou doenças psicossomáticas são variados e subjetivos.

O acompanhamento psicológico, associado ao médico, é essencial para a melhora do quadro clínico e para auxiliar os pacientes a lidar com a sua condição médica. Autoconhecimento é um grande passo para entender as condições as quais estamos expostos e como reagimos a elas, podendo viver a vida de forma mais plena e saudável. O processo psicoterápico oferece recursos para compreender aquilo que não foi elaborado e não está representado pela palavra.

Deborah Valota
Psicóloga
CRP 06/121330

08/02/2017

Autoestima

Você consegue lembrar-se da última vez que teve um desequilíbrio emocional, em que as crenças em si próprias e as suas capacidades se perderam?

Quantas vezes dá por si a ficar com medo de que alguma coisa corra mal em diversas situações e que as pessoas fiquem com uma imagem negativa de si?

No âmbito da psicologia, a autoestima consiste numa avaliação subjetiva que determinado indivíduo faz de si próprio. Neste caso, características como a dignidade, o respeito e a confiança são presentes na personalidade dessa pessoa.

Entre os principais sinônimos de autoestima, destaca-se: amor-próprio, orgulho, brio, honra, altivez e dignidade.
Autoestima = O quanto gostamos de nós mesmos
O quanto gostamos de nós mesmos = Nível de autodomínio.
O que é o domínio de si mesmo? É a habilidade que temos para nos conduzirmos a realmente fazer, o que queremos fazer, por outras palavras, tem a ver com a nossa autoconfiança e autodisciplina. Pessoas com a autoestima elevada promovem a capacidade para serem felizes, aumenta o seu bem-estar e consequentemente a produtividade nas suas vidas.

A importância da autoestima é consideravelmente grande, pois através dela nos identificamos com o “eu” interior e com outras pessoas com as quais nos relacionamos. Para a contribuição da formação da autoestima é importante que essa seja positiva.
A boa autoestima é composta por autoaceitação, inclusive das limitações que se tem. É vivenciar o direito de existência, é adotar uma postura responsável perante a própria vida – sendo autor dessa obra de arte, e não vítima. É ter cuidado consigo físicamente, psiquicamente.

É levar-se a sério e respeitar suas posições, pensamentos, sentimentos e desejos. É ser fiel a si próprio, sendo honesto, autêntico e assumindo posições (sem que isso signifique que tenha que agredir o outro). É ter autoconfiança, de forma contextualizada. E por fim, por mais que possa parecer contraditório, é não levar-se tão a sério assim.

Carla Cozatti
Psicóloga

01/07/2016

Na atualidade, há uma ‘precariedade’ (por ausência de palavra melhor) no exercício da função paterna, que nada mais é que uma ‘deslegitimação’ das figuras que representam a autoridade/alteridade, tanto na esfera social quanto na esfera privada.

14/06/2016

Poderíamos definir a empatia como a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender a sua visão da realidade, sua postura e opiniões livre de preconceitos. A empatia pode ajudar não só os outros, como também a nós mesmos.

Muito bom!
28/11/2015

Muito bom!

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e p…

11/11/2015

Este vídeo - traduzido pelo estudante de psicologia Daniel C. - fala sobre a psicoterapia de uma forma bastante didática, informativa e desmistificante! Vale ...

09/11/2015

Conheça as diferenças e semelhantes entre as áreas de atuação. Olá amigos! Uma dúvida muito comum em nossa área é a respeito da diferença entre psicologia, psicanálise e psiquiatria. No vídeo abai…

19/10/2015

“Daisy Chain” nasceu como uma história de embalar e em três anos tornou-se um dos livros interativos de maior sucesso na Austrália. E também um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet. O australiano Galvin Scott Davis começou a notar algo diferente no seu filho, Benjamin. Sempre que cheg…

13/07/2015

Nos cruzamos com várias pessoas ao longo da nossa vida e algumas delas acabam deixando marcas profundas em nós. E se as guardássemos que nem balões, preenchidos com memórias? Se elas andassem conosco pra todo o lado? Pra refletir sobre relacionamentos, vale a pena ver este curta.

12/07/2015

As doenças com “fundo emocional”, as doenças da psique.

Endereço

Rua Padre Estevão Pernet, 1059 Cjto 135
São Paulo, SP
03315-000

Telefone

+551122948031

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Lucilena Ranieri Figueiredo posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria