16/12/2025
A neurocosmética não permanece em alta por tendência.
Ela permanece porque resolveu uma lacuna estrutural da indústria da beleza.
Durante décadas, a cosmética tratou a pele como superfície.
A neurociência mostrou que ela é um órgão neuroativo, capaz de produzir neurotransmissores, responder a estímulos sensoriais e refletir diretamente o estado emocional. Quando entendemos isso, o jogo muda.
Trata-se de performance sensorial, adesão comportamental e bem-estar percebido integrados ao mesmo produto.
Em um consumidor cronicamente estressado, ansioso e hiperestimulado, modular reatividade cutânea, conforto sensorial e estresse neuroinflamatório não é narrativa. É necessidade.
As marcas que entendem isso constroem valor.
As que ignoram, competem por preço.
https://www.linkedin.com/pulse/por-que-neurocosm%25C3%25A9tica-ainda-est%25C3%25A1-auge-ashwaganda-e-nova-buarque-6pwsc