Yvone Teixeira da Silva

Yvone Teixeira da Silva Pedagogia Empresarial
Psicopedagogia Clínica

Crianças - Jovens - Adultos

Nesta coluna, que mensalmente escrevo para o Observatório da Comunicação Institucional, falo sobre a autoestima do profe...
10/06/2019

Nesta coluna, que mensalmente escrevo para o Observatório da Comunicação Institucional, falo sobre a autoestima do professor.

Você já pensou nisso? Ou sequer aventou a hipótese de que autoestima elevada e desempenho profissional têm tudo a ver? ‘As últimas testemunhas – crianças da Segunda Guerra Mundial’ – é o título do livro de Svetlana Aleksiévich, publicado no Brasil em 2018 pela Companhia das Letras. ...

13/05/2019

Canvas é palavra inglesa que deriva do latim cannapaceum, ou seja, feito de cânhamo. Para o português e o espanhol pode ser traduzida por lona; para o francês e o italiano, tela.

No mundo dos negócios, quando se fala em Canvas, imediatamente nos é apresentada a ferramenta na forma de um quadro a ser preenchido em resposta às perguntas: O quê? Quando? Como? Onde? Com quem? Para quem?

Alexander Osterwalder, teórico empresarial nascido na Suíça em 1974, desenvolveu a ferramenta Business Model Canvas, ou Modelo de Negócios Canvas, no final dos anos 2000, com o objetivo de planejar os passos a serem dados para a implementação de um negócio.

A aplicação do modelo no mundo dos negócios surpreendeu-me muito positivamente, pois havia tomado contato com ele em outro tipo de projetos. Tendo as respostas às questões organizadas em quadro, embora de outro formato, as perguntas eram as mesmas que, em meados dos anos 1980, um grupo que conheci utilizava para formatar seu Projeto de Vida Pessoal ou Profissional, e mesmo para o planejamento de atividades a serem desenvolvidas com outros grupos.

Buscando mais informações sobre o tema, verifiquei que o modelo ainda hoje é utilizado para estas últimas situações.

Ocorre-me: ao buscar a resposta para essas perguntas, quer as utilizemos para planejar no mundo dos negócios quer na nossa vida profissional ou pessoal, a clareza que advém do esforço para respondê-las pode ser um grande passo.

Grande passo na direção de uma visão ampla, clara e bem organizada de onde estamos e quem queremos ser – exposta no formato de um quadro -, de onde queremos chegar e do caminho a percorrer para alcançar nossos sonhos, nossos objetivos, nossas metas.

Tal planejamento será um guia, uma referência para orientar a realidade. Elaborar um Canvas pessoal exigirá, daqueles que se dispuserem a percorrer esse caminho, muita disposição e reflexão. Mas afirmo, por experiência, que valerá a pena.

O exercício desse Canvas pessoal, pela imersão em si mesmo, pelo conhecimento das próprias expectativas – não, nem todas as pessoas têm clareza disso! – e do que será necessário para ‘chegar lá’, nos levará a conhecer nossas próprias forças e fraquezas, bem como as oportunidades e ameaças que se apresentam. Cabe aqui, uma vez mais, a máxima socrática: conhece-te a ti mesmo!

Conhecer-nos, conhecer nosso próprio valor, que não diminui por não ser percebido ou enxergado por outros, trará mais segurança para o nosso agir-docente, nos levará a transmitir imagens mais claras, mais precisas, de quem somos, no aspecto pessoal e profissional. Permitirá que nos construamos a cada dia mais conscientemente.

Tendo clareza de quem somos e de quem queremos ser – a consciência do ser e do devir -, poderemos estabelecer com nossos alunos e com nossos pares, uma comunicação clara.

A primeira avaliação, o primeiro julgamento que todos fazemos uns dos outros, sempre se estabelece a partir da aparência, da imagem que apresentamos, da comunicação que estabelecemos, das reações que estas produzem nos outros. Importa-nos, enquanto educadores, gerar reações positivas em nossos alunos, em nossos educandos.

Vale fechar esta reflexão com um pensamento do grande Paulo Freire: ‘O educador se eterniza em cada ser que educa’.



Profa. Yvone Maria de Campos Teixeira da Silva é mestre em Ciências da Religião pela PUC-SP e pedagoga, tendo atuado do Ensino Básico ao Superior – na direção de instituições, docência e assessoria. Hoje, atua como psicopedagoga clínica, assessora de imagem profissional, tradutora do francês, espanhol e italiano – com mais de cinquenta livros traduzidos.

O professor e o bode expiatório.Qual a origem da tão conhecida expressão bode expiatório, que certamente algum dia todos...
06/05/2019

O professor e o bode expiatório.

Qual a origem da tão conhecida expressão bode expiatório, que certamente algum dia todos já ouviram? Estaria o professor, hoje, se transformando no bode expiatório da sociedade?

O Levítico – livro da Bíblia que explicita os mandamentos e as leis que Deus mandou Moisés dar ao povo de Israel – em 16, 1-26 -, explica-nos a origem da expressão bode expiatório. Narra o autor do texto bíblico, que no denominado Dia da Expiação, para obter a expiação, ou perdão dos pecados, os antigos israelitas ofereciam – no Templo de Jerusalém – dois bodes para serem sacrificados. Um deles era oferecido em sacrifício; o outro – após a imposição das mãos pelo sacerdote, como forma de fazê-lo carregar todos os pecados cometidos pelo povo – era mandado para o deserto a fim de expiar os pecados do povo que lhe haviam sido impostos pelo sacerdote. Temos aí a origem da expressão bode expiatório.

Diariamente, nos últimos tempos, chegam-nos através de diferentes mídias, notícias muitas vezes estarrecedoras a respeito de atos de violência física e verbal que ocorrem hoje contra professores, nas escolas ou nas imediações destas, independentemente de serem públicas ou privadas, de Ensino Básico ou Superior. Estarrecidos, perguntamo-nos: – O que está acontecendo? – O que está por trás de tais atitudes tão nefastas? – O que impulsiona uma criança, adolescente ou jovem a levar a cabo uma ação violenta contra seus professores?

Poderíamos aventar inúmeras hipóteses de explicação, desde a violência presente na macrossociedade, refletida e se reproduzindo na microssociedade – no caso, a escola -, às enésimas dificuldades encontradas nos condicionamentos biológicos e naturais, históricos e sociais, emocionais, cognitivos… existentes em todos nós seres humanos, docentes e discentes.

Pesquisas mostram que o fator mais importante no contexto educacional é o professor. Daí surge outra pergunta: – Por que o Brasil se tornou um dos países onde o professor é menos respeitado no mundo – fato este também mensurado através de pesquisas recentes? – Por que a sociedade não valoriza o professor e muitas vezes sequer respeita seu trabalho?

Profissionais que há poucas décadas ocupavam posição de destaque na sociedade, sendo respeitados e admirados, hoje são desvalorizados. – O que estará ocorrendo? – Ou teria o professor, em seu dia a dia exposto às plateias de alunos dos mais diversos segmentos da educação, além daquela de seus pais ou responsáveis, dos superiores hierárquicos internos e externos à escola, de seus próprios pares… se tornado alvo da necessidade que sentimos, nós humanos, de livrar-nos dos nossos males depositando-os sobre as costas de outros? – Estariam os professores sendo transformados, nestes nossos dias, em bodes expiatórios? – Devem eles ser responsabilizados por todos os males que se apresentam na nossa sociedade?

Longe de mim sequer levantar uma hipótese de resposta. Assumo, sim, outro papel: o de fazer perguntas. E gostaria de arriscar uma suposição, também em forma de questionamento, que pode, inclusive, parecer simplista: – Nós, professores, temos tomado nas mãos a responsabilidade pela nossa imagem profissional e pessoal? Ou delegamos sempre a outros nossos sucessos e, principalmente, fracassos? – Por onde vamos começar o resgaste da nossa imagem, hoje tão aviltada, vilipendiada até?

Comecemos de onde estamos, fazendo tudo quanto estiver ao nosso alcance. Tenhamos em mente o tripé: sou, ainda-não-sou, posso vir-a-ser. Trabalhar-nos está ao nosso alcance. Talvez assumir a máxima socrática: ‘conhecer-nos a nós mesmos’, possa ajudar muito. Descobrir, conhecer, saber quem sou corresponde a trabalhar a nossa autoestima. – Poderíamos começar por aí? Certamente, sim! A nossa imagem é muito preciosa! Trabalhar a nossa imagem pessoal e profissional constitui um grande desafio. Apenas seremos valorizados pelos demais quando atribuirmos valor a nós mesmos, conhecendo e usufruindo das nossas competências e habilidades que certamente não são poucas. Seremos empoderados pelos demais – sejam eles os discentes, os responsáveis por eles, as autoridades hierárquicas ou os nossos pares -, isto é, pela sociedade em geral, apenas quando nós mesmos nos empoderarmos, apenas quando nós mesmos reconhecermos todo o nosso valor pessoal e profissional. Cabe a todas e todos, a cada uma e cada um de nós rejeitar, rechaçar, não assumir a função de bode expiatório da sociedade.



Profa. Yvone Maria de Campos Teixeira da Silva é mestre em Ciências da Religião pela PUC-SP e pedagoga, tendo atuado do Ensino Básico ao Superior – na direção de instituições, docência e assessoria. Hoje, atua como psicopedagoga clínica, assessora de imagem profissional, tradutora do francês, espanhol e italiano – com mais de cinquenta livros traduzidos.

O professor e o bode expiatório. Qual a origem da tão conhecida expressão bode expiatório, que certamente algum dia todos já ouviram? Estaria o professor, hoje, se transformando no bode expiatório da sociedade? O Levítico – livro da Bíblia que explicita os mandamentos e as leis que Deus ma...

06/05/2019
A disortografia é a incapacidade de estruturar gramaticalmente a linguagem, podendo manifestar-se no desconhecimento ou ...
25/02/2019

A disortografia é a incapacidade de estruturar gramaticalmente a linguagem, podendo manifestar-se no desconhecimento ou negligência das regras gramaticais, confusão nas pequenas palavras e, em formas mais banais, na troca de plurais, falta de acentos ou erros de ortografia em palavras correntes ou na correspondência incorreta entre o som e o símbolo escrito, (omissões, adições, substituições etc.).

Através de uma avaliação é possível detectar e tratar essa dificuldade. (11) 99909-7519

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Adultos também podem apresentar dificuldade de aprendizagem. Novas técnicas profissionais, resistência a leituras ou dif...
19/02/2019

Adultos também podem apresentar dificuldade de aprendizagem. Novas técnicas profissionais, resistência a leituras ou dificuldade para aprender novos idiomas, esses são exemplos que podem ser trabalhados em terapia psicopedagógica com adultos.
Ligue para mim. Agende sua avaliação: (11) 99909-7519

Quando nos referimos à Dificuldade de Aprendizagem, estamos falando de alguém que tem uma maneira diferente de aprender....
14/02/2019

Quando nos referimos à Dificuldade de Aprendizagem, estamos falando de alguém que tem uma maneira diferente de aprender.
Trata-se de um obstáculo, uma barreira, um sintoma, que pode ser de origem tanto cultural como cognitiva ou até mesmo emocional. É essencial que o diagnóstico seja feito o quanto antes, uma vez que há consequências em longo prazo.
A maior parte destes problemas podem ser resolvidos pela psicopedagogia.

Resolva a dificuldade do seu filho, agende uma avaliação. (11) 99909-7519

Não faça comparações entre crianças. Melhor estimular e valorizar os pontos fortes, sempre promovendo a mediação entre e...
10/02/2019

Não faça comparações entre crianças. Melhor estimular e valorizar os pontos fortes, sempre promovendo a mediação entre elas. Isso fortalece a relação de respeito e amplia a possibilidade de respeito mútuo.

Agendamento de avaliação por telefone e WhatsApp (11) 99909-7519

Fala-se em hiperatividade, essencialmente sob uma perspectiva apenas descritiva, em referência a uma criança que é bem m...
07/02/2019

Fala-se em hiperatividade, essencialmente sob uma perspectiva apenas descritiva, em referência a uma criança que é bem mais agitada que as outras da mesma idade. Assim, o critério mais importante para o diagnóstico é a comparação entre o comportamento de uma criança em relação a outras da mesma idade. Com isto, se consegue excluir o fator idade e maturação – quanto mais crescida, maior a capacidade de autorregulação e autocontrole.

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Trata-se de um dos mais frequentes transtornos; ocorre na articulação dos fonemas, levando a criança a pronunciar incorr...
04/02/2019

Trata-se de um dos mais frequentes transtornos; ocorre na articulação dos fonemas, levando a criança a pronunciar incorretamente os fonemas ou grupos de fonemas. Tratando-se de criança pequena, é normal que não o faça corretamente; mas a partir de determinada idade a linguagem deveria ser aperfeiçoada e a criança deveria melhorar sua pronúncia.

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