Sara Matos - Saúde Integral

Sara Matos - Saúde Integral Saúde física, emocional e mental, psicologia, conhecimento e informação com uma pitada de bom humor.

Estava aqui escrevendo a newsletter da semana refletindo nas perguntas inquietantes sobre feminino e ser mulher no mundo...
28/11/2025

Estava aqui escrevendo a newsletter da semana refletindo nas perguntas inquietantes sobre feminino e ser mulher no mundo.

Gosto de encontrar músicas que revelam meu ânimo, ouvir e ir escrevendo. Enquanto escrevia, a música Cotidiano de Chico Buarque me veio. "Todo dia ela faz tudo sempre igual... me sacode às seis horas da manhã, me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã..." Na mesma hora, um pensamento me atravessou: "OXE! tá doido? eu não faço tudo igual todo dia! essa mulher não sou eu!"

Chico Buarque mentiu pra mim! Mentiu e continuou mentindo uma música inteira! 😂

Me falou que essa mulher que faz tudo sempre igual existe e eu posso ser ela! Essa mulher que, não importa o tempo lá fora, está sempre nesse ânimo solar, linear, que não se perturba por nada ou que nada abala sua rotina.

É esse o retrato das exigências que existem para uma mulher, que "todo dia ela faça tudo sempre igual..." e essa mulher simplesmente não existe.

Eu não sei você, mas eu não sou sol, eu sou lua.
Mesmo que o mundo externo me exija essa previsibilidade solar, de todo dia ser sempre igual, eu não consigo ser.
Todo dia acordo com uma nuance diferente. Numa fase diferente.
E me convenceram que se eu não for essa mulher que não se abala com nada, que sorri um sorriso pontual e beija com boca de hortelã todo santo dia, eu não sou mulher.
(meu marido bem sabe que todo dia ele descobre estar casado com uma doida diferente... num dia é boca de hortelã, no dia seguinte é boca de leoa... kkkkkkkkkkk)

E, meu dinheiro? É lunar junto comigo.
Cheio de nuances, curvas, detalhes, claro e escuro.
Tem horas que mingua, noutras fica cheio. E assim vamos vivendo nossas fases.

Se você quiser entender como mudar sua relação com o dinheiro, dia 06/12, as 09:30, vou dar uma palestra online, ao vivo, pelo zoom sobre quais atitudes interiores você pode começar esse processo de mudança, para ter uma relação mais saudável com seu dinheiro.

Me chama que te mando mais informações.

Um abraço,
Sara.

ps.: esse era um pingente que eu tinha e amava! mas um dia ele quebrou e eu não repus. hoje, entendi porque. :)

Há mais de 10 anos, eu venho estudando e aprofundando (em mim) a relação com o feminino, o que ele é no meu corpo e na m...
25/11/2025

Há mais de 10 anos, eu venho estudando e aprofundando (em mim) a relação com o feminino, o que ele é no meu corpo e na minha alma.

Meus estudos me trouxeram para falar do dinheiro nessa perspectiva lunar, cíclica, emocional, clara e escura, feminina.

Eu não acredito que o dinheiro é feminino.
Eu sei.

Ontem estava nessa roda de lunação da astrofems, ouvindo sobre lua nova em escorpião. Ouvindo sobre ciclos, sobre fé, sobre deixar ir, sobre minha teimosia e apego a disfarçados de intensidade, sobre trocar de pele (olha a pele de cobra nesse altar, gente!). Me lembrei de quantas vezes eu troquei de pele e como minha relação com o dinheiro veio junto.

Ha anos atrás, eu odiava ser mulher nesse mundo. E, sei lá porque, gastava mais do que ganhava com “coisas de mulher”: sapatos, bolsas, roupa, cosméticos. Acho que Jung diria que eu estava apenas em compensação, odiando algo e, ao mesmo tempo, desejando ardentemente e “conseguindo” isso pela compra.

Depois de um tempo, passei a aceitar ser mulher. Ou pelo menos tolerar porque, enfim, não tem o que fazer mesmo… kkkkkkk E, sei lá porque, passei a ter uma relação também tolerável com o dinheiro. Afinal, não tem o que fazer mesmo!

Agora, parece que me vem uma nova pergunta: será que existe uma forma de eu sentir alegria e celebrar o feminino em mim? Celebrar a mulher que sou, minha mulheridade (womanhood) em todas as suas facetas? E como será que o dinheiro (e minha relação com ele) poderia ser transformada no processo?

Bom, isso são cenas dos próximos capítulos, de um próximo grande ciclo que começa. Ou acaba, sei lá.

Aliás, se você leu até aqui esse balbuciar aleatório cheio de pessoalidades, dia 06/12, vou dar uma palestra sobre como mudar sua relação com o dinheiro em 2026! Vou te mostrar três atitudes interiores que, se você prestar atenção e mudar, tenho certeza que vai mudar muito sua vida financeira.

Te prometo zero fórmulas e planilhas, mas 100% de alma humana para você mudar sua relação com o dinheiro a partir de dentro.

Me manda mensagem que te retorno com o link de inscrição.

Um abraço,
Sara.

Essa foi uma pergunta que fiz a uma cliente que já apresenta indícios de burnout.Ela trabalha numa empresa dessas gigant...
21/10/2025

Essa foi uma pergunta que fiz a uma cliente que já apresenta indícios de burnout.

Ela trabalha numa empresa dessas gigantes.

Alta executiva.

Daquelas que “entra cedo e sai tarde”.

Comprometida com seus resultados.

Mãe. Esposa.

Mas… e mulher?!

Como começamos a abordar em sessão a possibilidade de ela estar apresentando sintomas de burnout, perguntei a ela: “na sua lista de afazeres de HOJE, quais atividades beneficiam só a você? ou priorizam você, sua saúde mental e seu bem estar?”

É documentado que os motivos que levam a um burnout são: carga de trabalho excessiva, cobrança por resultados cada vez mais altos, falta de reconhecimento, liderança que faz microgerenciamento e exige trabalhos impecáveis, clima organizacional ruim e outros.

Mas, nos últimos 5 anos (desde o meu próprio burnout), eu inclui na minha lista profissional recente mais um motivo para mulheres apresentarem sintomas: o foco de sua energia ser o outro e a desconsideração de si mesma (suas necessidades, sua saúde, seus desejos) no dia-a-dia.

“A prioridade é o outro, seus desejos e necessidades, e o tempo que sobra eu penso em mim mesma.” (que tempo que sobra mesmo?!)

Não estou falando de você, mulher, apenas incluir na sua rotina um autocuidado fisico (academia, nutrição alimentar, cuidados estéticos, etc). Ou largar tudo, nào cumprir suas responsabilidades no trabalho.

E sim, de refletir sobre o que nutre sua alma, seus desejos mais profundos, seus sonhos, sua caminhada! e abrir espaço na sua agenda diária (ou no máximo semanal) para isso.

Eu não sei se essa pergunta inicial “resolve” o burnout de todas nós. Mas sei que as mulheres que atendi e que se perguntaram seriamente “qual o lugar que dou a mim mesma na minha vida?” conseguiram trilhar um caminho de saída e recuperar sua saúde mental pouco a pouco.

Faz sentido para você?

Tudo em nós comunica algo. Sussurra, orienta, ensina para que nossa vida prospere.Nosso corpo fala para nos guiar para c...
12/09/2025

Tudo em nós comunica algo. Sussurra, orienta, ensina para que nossa vida prospere.

Nosso corpo fala para nos guiar para caminhos mais favoráveis ao sucesso, inclusive financeiro e profissional. Mas será que estamos entendendo o que ele vem dizendo?

Se há vida, há movimento.

Mas parece que não é o que estamos sentindo nos últimos tempos…

Fadiga, confusão mental, tensões, dores, cansaço… podem ser mensagens não necessariamente de que você precisa de férias, mas talvez de que aquele caminho não é para você, ou a forma como você deseja realizar seus sonhos precisa ser ajustada.

Quando o corpo não se movimenta para realizar sonhos, há algo acontecendo. Ao invés de ouvirmos sua sabedoria, a gente ignora, finge que nada está acontecendo ou cala as mensagens, e a vida para de fluir.

A pergunta é: você está ouvindo o que ele está tentando dizer ou está tentando silenciar o recado?

Agressividade é uma atitude “tabu” para muitas mulheres.É mais comum associa-la ao ato de machucar, xingar, partir pra c...
10/09/2025

Agressividade é uma atitude “tabu” para muitas mulheres.

É mais comum associa-la ao ato de machucar, xingar, partir pra cima de alguém. Isso não é agressividade, é violência. A diferença entre as duas está na nossa capacidade de agir sem ameaçar a vida, o bem estar e/ou a dignidade do outro… se ameaça, é violência!

Um jeito fácil de você saber o que é agressividade num nível normal, basta você imaginar uma cena: se um homem tem uma meta e ele é agressivo em relação a ela, essa é uma imagem positiva ou negativa? E se nessa cena, for uma mulher? Na nossa cultura, uma mesma atitude é vista como positiva quando é um homem quem age de determinada forma, e negativa quando é uma mulher.

Agressividade fala sobre nossa capacidade de ação, de movimento, de ir em direção à concretização de nossos objetivos.

Quando bem utilizada, é o combustível interno que nos mantém firmes diante das dificuldades. É ela que nos ajuda a persistir quando a frustração bate. Mas, para muitas mulheres, esse recurso foi colocado na prateleira dos “defeitos”, como algo a ser eliminado. Por isso, não é usado a nosso favor.

No Workshop REALIZE-SE, vamos resgatar esse recurso e aprender a usá-lo para manter nossos projetos vivos.

✍🏻 Inscrições abertas.

Se quiser saber mais, me manda mensagem.

Vamos realizar juntas!

“Me sinto insegura, então acho que eu não estou pronta… me falta estudar mais, ler mais, ter um diploma, ser melhor!”Ima...
05/09/2025

“Me sinto insegura, então acho que eu não estou pronta… me falta estudar mais, ler mais, ter um diploma, ser melhor!”

Imagine essa cena: alguém que deseja aprender a nadar, mas não quer entrar na água até ter certeza que leu todos os livros, fez todos os cursos, e sabe toda a informação necessária para nadar perfeitamente de primeira. Depois de aprender tudo, ela entra na água.

Acho que você já sabe como essa história acaba, certo?

Eu sei que informação e conhecimento teóricos são importantes. Mas você sabia que todo conhecimento um dia foi primeiro experiência? Por isso, é importante que você registre que a experiência é uma forma de conhecimento que precisa acontecer em paralelo, e não depois!

Eu preciso te contar a verdade: o “estar pronto” nunca vai acontecer.

A Vida acontece no meio do caminho entre suas duas pontas: o desejo e a realização desse desejo.

Se fizer sentido para você, eu tenho uma pergunta a te fazer: o que anda engavetado aí na sua vida esperando você estar "pronta"?

Quantos projetos você começou e deixou pelo caminho? Quantas ideias empolgaram no início e depois perderam a força?Isso ...
03/09/2025

Quantos projetos você começou e deixou pelo caminho? Quantas ideias empolgaram no início e depois perderam a força?

Isso não significa que você é preguiçosa ou não tem ambições na vida.

Muitas vezes, significa que:
1. Sua expectativa e a realidade não se encontraram;
2. Faltou persistência diante dos erros;
3. Aquilo não era realmente seu para fazer.

No Workshop REALIZE, vamos aprender a diferenciar o que é seu de verdade, e também como permanecer nele até o fim.

🔜 Inscrições em breve.

Sabe aquelas músicas que “marcam” uma época da sua vida? Poisé… Tem uma música da Pink em que ela fala (traduzido): “eu ...
29/08/2025

Sabe aquelas músicas que “marcam” uma época da sua vida? Poisé… Tem uma música da Pink em que ela fala (traduzido): “eu sou meu pior inimigo/ não quero ser minha amiga, quero ser outra pessoa.” (Pink - Don't let me get me). Imagina como eu me sentia por dentro para fazer dessa música o “tema da minha vida".

Parece que tentam nos convencer que é ok a gente se odiar. Convencem a gente que sabotamos nossos projetos e sonhos por sermos incapazes. A comparação constante que fazemos umas com as outras, os auto julgamentos e autocríticas ferozes, as exigências cada vez mais vorazes por performance, as vezes sem compaixão ou empatia por nossa história, nossas reais capacidades, é o que tem nos distanciado de nós mesmas.

E veja bem… Ter amigas nos incentivando é ma-ra-vi-lho-so. Mas não é o suficiente termos isso se, dentro de nós, aquela voz crítica puxa nosso tapete e nos convence de nossa suposta insuficiencia.

É preciso que sejamos nosso primeiro amor. Não o único, mas o primeiro e a base de onde partimos todos os dias.

Por isso, eu te convido: seja sua melhor incentivadora, não maior sua sabotadora.

Elogie seus esforços. Celebre sua vida.

Fica mais fácil realizar seus sonhos assim, não é?!

E pra deixar a sexta-feira mais-melhor-de-boa...⬇

Deixa aqui registrado nos comentários, para todo mundo conhecer o quão incrível você é: quais incentivos e elogios você pode se dar hoje?

“O que vão pensar de mim?” “E se acharem que eu não sei tanto assim?” “E se acharem que o que faço é muito simples?” “E ...
27/08/2025

“O que vão pensar de mim?” “E se acharem que eu não sei tanto assim?” “E se acharem que o que faço é muito simples?” “E se eu falar bobagem?” “tem gente muito mais capaz que eu fazendo a mesma coisa!”

Não se engane, não é só você quem tem esses pensamentos. Aliás, todas essas frases já passaram (e, dependendo do assunto, ainda passam!) na minha mente quando eu decidi mostrar mais meu trabalho.

É o medo do julgamento, da crítica, e também de fazer algo quando não temos certeza absoluta do caminho.

Esses medos podem nos colocar numa prisão invisível chamada perfeccionismo, ou melhor dizendo: a necessidade que tudo saia conforme idealizamos.

Nos convencemos que perfeccionismo é sobre fazer o melhor. Mas na verdade, ele fala sobre algo muito mais desafiador: sobre não se permitir errar.

Quando a gente não se permite errar, a vida paralisa.

Calma… deixa eu refazer essa frase para que você entenda melhor. Quem paralisa mesmo é você! Afinal, a vida continua acontecendo mesmo quando estamos com medo de ir adiante.

No Workshop REALIZE-SE, vamos trabalhar a coragem de ser vista, mesmo com imperfeições, e continuar realizando.

Se isso te trava, se você também trava pelo medo de ser julgada, vem comigo.

Quantas vezes você já diminuiu a sua voz, seus desejos, suas ideias para não “incomodar”? Para não "desagradar" ou para ...
22/08/2025

Quantas vezes você já diminuiu a sua voz, seus desejos, suas ideias para não “incomodar”? Para não "desagradar" ou para não "decepcionar"?

Esse hábito de se encolher para caber em espaços pequenos não torna a vida mais leve — só vai te deixando menor por dentro.

A vida que você quer não cabe onde você está tentando caber.

Quantas vezes, nesse ano, você sentiu que só se moveu para realizar algo quando viu o prazo batendo na porta? Ou quando ...
15/08/2025

Quantas vezes, nesse ano, você sentiu que só se moveu para realizar algo quando viu o prazo batendo na porta? Ou quando algo que era importante e tinha um prazo saudável virou urgente e “para ontem"?

Não sei você percebe isso também, mas eu tenho a sensação que algumas pessoas precisam da adrenalina da urgência para sentirem que o que elas fazem tem valor ou até mesmo para se sentirem vivas.

Eu já fui essa pessoa que acreditava na frase “funciono melhor sob pressão”. Hoje, me considero uma “urgentista em recuperação” (acabei de inventar esse nome kkkkkkk)

Com o tempo, compreendi que viver assim cria uma mente e um corpo acostumados com o caos e escassez, e que tem dificuldade de aproveitar o tempo com calma.

Sendo bem honesta… eu sei que realizar sem urgência é mais desafiador. Às vezes, parece que nossa cultura valoriza DE-MAIS quem faz tudo de última hora, com urgência, na pressão.

Mas também sei que realizar com calma é melhor para nossa saúde mental, mais estável para a vida em geral e mais sustentável ao longo do tempo. Dá para você espaço para respirar e reavaliar, ao invés de só reagir ao tempo escasso.

E fica aqui minha pergunta para você refletir: você está criando a vida que quer... ou só apagando incêndios para sentir que está vivendo e realizando?

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