08/03/2026
Na saúde, nós classif**amos para compreender. E compreendemos para tomar melhores decisões.
A CIF (Classif**ação Internacional de Funcionalidade) foi criada exatamente para isso: organizar como avaliamos função, limitação de atividade e participação do paciente.
E na prática clínica do fisioterapeuta acontece algo curioso.
Falamos de função, incapacidade e qualidade de vida…mas raramente medimos isso de forma estruturada.
Sem medidas e dados, tudo vira percepção e a evolução f**a subjetiva.
Como saber se o paciente realmente melhorou?
Como saber o quanto ele melhorou?
Como comunicar isso para o próprio paciente, para outros profissionais ou até para relatórios?
Ferramentas existem. E MUITAS!
Questionários validados permitem medir dor, função, qualidade de vida e prognóstico de forma objetiva.
O problema não é falta de instrumentos.
Muitas vezes é que não utilizamos as ferramentas que já estão disponíveis a nosso favor.
E isso é curioso, porque estamos lidando justamente com saúde das pessoas. É uma área que deveria ser guiada por avaliação estruturada e acompanhamento de desfechos.
Se queremos uma fisioterapia mais madura, precisamos começar pelo básico:
avaliar, medir e acompanhar resultados.
Porque na clínica, aquilo que não é medido…
acaba sendo apenas achismo!
**açãointernacionaldefuncionalidade