Fonomaridellpassos

Fonomaridellpassos Fonoaudióloga especialista em:
medicina do sono, motricidade orofacial e linguagem. Atendimento todas as idades.

Ser mãe no meio de uma conquista profissional tem um sabor diferente. Porque, no fim das contas, quando nossos filhos es...
16/03/2026

Ser mãe no meio de uma conquista profissional tem um sabor diferente. Porque, no fim das contas, quando nossos filhos estão ali do lado, participando do jeito deles, tudo ganha outro signif**ado.
Tudo f**a ainda mais especial e inesquecível!

03/03/2026

Se você só espera a primeira palavra, talvez já esteja atrasado.

Salve esse post para observar com mais atenção no dia a dia.

24/02/2026

Na apraxia de fala, a criança sabe o que quer dizer.
O que falha é a organização dos movimentos necessários para falar.
Ela entende, tenta, insiste e se cansa.
Por fora, parece “preguiça” ou “falta de vontade”.
Por dentro, é esforço.

O acompanhamento certo ajuda a organizar esse caminho, respeitando o tempo e as possibilidades da criança.

Se isso te fez lembrar de alguém, compartilhe.

Antes dos dois anos, a comunicação da criança ainda está em construção. A fala nem sempre aparece com clareza, mas isso ...
23/02/2026

Antes dos dois anos, a comunicação da criança ainda está em construção. A fala nem sempre aparece com clareza, mas isso não signif**a que a criança não esteja tentando se expressar.

Nessa fase, o choro, a irritação e a frustração costumam surgir quando a criança já sabe o que quer, mas ainda não consegue organizar meios eficientes para se fazer entender. Ela aponta, vocaliza, puxa o adulto, muda o tom de choro… tudo isso já é comunicação.

Do ponto de vista fonoaudiológico, o desenvolvimento da fala depende de etapas que vêm antes da palavra: atenção compartilhada, intenção comunicativa, compreensão, uso de gestos, troca com o outro. Quando alguma dessas etapas ainda não está bem organizada, a fala demora a aparecer e o comportamento costuma “falar” primeiro.

É por isso que, em muitos casos, o choro frequente não está ligado a birra ou falta de limite, mas à dificuldade de transformar intenção em linguagem. A criança tenta, não consegue, se frustra.

Observar esses sinais cedo é entender como a comunicação está se estruturando e oferecer apoio antes que a frustração vire rotina.

Se esse post te ajudou a olhar o choro do seu filho de outra forma, compartilhe com quem convive com crianças pequenas.

22/02/2026

Falar palavras não é o mesmo que conversar.
A conversa envolve troca, permanência, adaptação.
Algumas crianças falam, mas se perdem quando precisam manter esse vai e volta. Respondem, mas não se envolvem. Dizem algo, mas não seguem.

Isso pode ser a dificuldade de usar a linguagem como ferramenta de interação.

Se essa frase já apareceu por aí, vale compartilhar.

19/02/2026

A fonoaudiologia vai muito além de ensinar a falar corretamente.

Meu trabalho é organizar caminhos para que a criança consiga, de fato, se comunicar: participar de uma conversa, pedir o que quer, recusar o que não gosta e expressar seus sentimentos.

Em muitos casos, a fala “destrava” só depois que a comunicação encontra uma estrutura sólida. É como se estivéssemos organizando a fundação para que a casa possa subir com segurança.

É um trabalho que amplia as possibilidades da criança de interagir com o mundo.

18/02/2026

O autismo sempre esteve aqui. A diferença é que hoje a gente enxerga. Aumentou a capacidade de identif**ar.

Chamar de modinha é não entender o que está acontecendo. Se parece “moda”, talvez seja falta de informação.

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Quando se fala em fonoaudiologia, muita gente pensa apenas em ensinar a criança a falar palavras.No TEA, o desafio costu...
04/02/2026

Quando se fala em fonoaudiologia, muita gente pensa apenas em ensinar a criança a falar palavras.
No TEA, o desafio costuma ser outro.

Muitas crianças no espectro não falam, mas tantas outras falam e algumas falam bastante.

E ainda assim, encontram dificuldade para usar a linguagem como ferramenta de troca.

A fala pode até existir, mas a comunicação nem sempre acontece.

É comum ver crianças que:
- falam, mas não conseguem iniciar ou sustentar uma conversa

- repetem frases sem conseguir adaptá-las ao contexto

- se frustram porque não conseguem ser entendidas do jeito que gostariam

O acompanhamento fonoaudiológico entra exatamente aí.

Não para “forçar fala”, mas para ajudar a criança a organizar a comunicação, ampliar possibilidades de interação e encontrar caminhos mais funcionais para se expressar.

Sem esse apoio, muitas crianças acabam se adaptando sozinhas: evitam situações, se isolam ou usam sempre as mesmas estratégias, mesmo quando já não funcionam tão bem.

Endereço

Salvador, BA

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