FisioExpress

FisioExpress A FisioExpress leva saúde e bem-estar até você. Responsável Técnica Fta:Fabiana Daltro (Crefito 29.316 F)

Prezado(a)s,

FISIOEXPRESS é um serviço de Fisioterapia Expresso. Nosso objetivo é levar qualidade de vida a qualquer hora e aonde quer que você esteja. Conheçam nossos serviços:

QUICK MASSAGE
Duração média de 15 min;
Realizada com a cadeira;
Não necessita tirar a vestimenta;
Possibilidade de agendamento para dia e horário fixos;
Valor sessão para grupo: sob demanda;

MASSAGEM CORPORAL
Duração média de 1 hora;
Realizada na maca;
Necessita roupa apropriada;
Possibilidade de agendamento para dia e horário fixos;

GINÁSTICA LABORAL
Indicado para empresas de qualquer porte;
Promove momentos de lazer e integração entre os colegas;
Previne lesões por esforço repetitivo;
Alongamentos personalizados para o perfil de cada empresa;
Agendamento para horário fixo;
Valor mensal: sob demanda de funcionários. FISIOTERAPIA DOMICILIAR
Para adultos ou crianças com indicação para tratamento;
Profissionais qualificados para qualquer demanda;

Nossa equipe é qualificada e está pronta para atender qualquer demanda. Atendemos em residências, condomínios, eventos ou empresas de segunda a domingo. Converse com seu chefe ou agende seu horário individualizado. Atenciosamente,

Fabiana Daltro
Ftª Responsável Técnica
Crefito 29316 F

07/06/2013

O por que devemos atuar na prevenção!

Como estão os fatores de risco para doenças crônicas no Brasil
Por Alberto Ogata 27 de maio de 2013 21:47

A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou neste mês o relatório global de informações (“World Health Statistics 2013) com informações sobre múltiplos indicadores dos sistemas nacionais, expectativa de vida, mortalidade e mortalidade e investimentos no setor.

Com relação aos fatores de risco para doenças crônicas, o cenário brasileiro é o seguinte:

- Diabete (homens) – 10,4%

- Diabete (mulheres) – 10.0%

- Hipertensão arterial (homens) – 39.4%

- Hipertensão arterial (mulheres) – 26.6%

- Tabagismo (adultos – homens) – 22%

- Tabagismo (adultos – mulheres) – 13%

- Tabagismo (adolescentes – homens) – 29%

- Tabagismo (adolescentes – mulheres) – 31%

- Uso abusivo do álcool – 10.1 litros/ano

- Obesidade (homens) – 16.5%

- Obesidade (mulheres) – 22.1%

Sabemos que o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade aumentam o risco de doença cardiovascular e alguns tipos de câncer. Estes fatores de risco também contribuem para doenças como a artrite e a perda de visão pela retinopatia diabética. Além disso, o tabagismo é um preditor importante de várias doenças e o uso abusivo do álcool causa dependência, cirrose hepática, câncer e aumenta o risco de acidentes.

A análise do presente relatório revela que o uso abusivo do álcool merece a atenção dos gestores de programas de saúde no Brasil. O critério utilizado foi o total de álcool consumido por adulto com mais de 15 anos de idade em um ano, em litros. O consumo de álcool se refere às estatísticas oficiais (produção, importação, exportação e vendas). Outra informação que chama a atenção é a alta prevalência de adolescentes fumantes no Brasil, que exige programas específicos com este foco e que inclui abordagens ambientais como a restrição da propaganda e acesso através do aumento dos preços dos ci****os.

FisioExpress a serviço da sua empresa.Transmitir informações precisas também é fundamental para a adesão dos funcionário...
02/06/2013

FisioExpress a serviço da sua empresa.

Transmitir informações precisas também é fundamental para a adesão dos funcionários.
Uma pausa no expediente é essencial em todas as profissões. Afinal, esse “respiro” no meio do dia pode contribuir com a melhora da produtividade. Se ela vier acompanhada de alguns exercícios leves, então, o incremento na qualidade de vida, na saúde, no humor e na produtividade são imensuráveis e podem ser alcançadas por meio da ginástica laboral.

André Nessi, profissional de educação física, professor da Universidade Anhembi Morumbi e diretor do Instituto Nessi (www.institutonessi.com.br), conta que a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que a prática de 30 minutos de atividades físicas por dia e as empresas têm buscado incluir ao menos 15 minutos diários de exercícios físicos e recreativos que estimulam o corpo, as emoções e a conexão entre pessoas de departamentos distintos. “No mundo corporativo há promoções para que sejam consideradas as melhores empresas do setor e, dentre os itens avaliados estão os benefícios aos funcionários, que incluem a ginástica laboral. Por isso acreditamos que este é um setor em franca expansão”, defende.

O que é Ginástica Laboral?

Dentro de muitas empresas ainda há quem se questione sobre o que é a ginástica laboral. De acordo com o fisioterapeuta, mestre em reabilitação do equilíbrio corporal e coordenador do curso de Fisioterapia da Faculdade de Tecnologia e Ciências de Vitória da Conquista (BA), Vinícius de Moraes, “a ginástica laboral é a execução de exercícios e atividades específicas junto ao ambiente de trabalho com o intuito de promover a saúde do trabalhador, prevenir o aparecimento de lesões por esforço repetitivo (LER/DORT) e melhorar o relacionamento, a interação entre os indivíduos”.

Vários profissionais podem aplicar a Ginástica Laboral

Se dentro das empresas a pergunta sobre o que é a ginástica laboral figura entre os funcionários, dentre os profissionais da área da saúde surge o questionamento sobre quem é que deve aplicar essas atividades dentro das empresas e a resposta surpreende: ginástica laboral é um trabalho multidisciplinar que pode envolver fisioterapeutas, profissionais de educação física, nutricionistas e psicólogos, tudo para promover a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida no ambiente corporativo.

“O papel de execução das aulas é prioridade do profissional de educação física, mas o fisioterapeuta interage com os programas de ergonomia, postural, de qualidade física e, inclusive, de reabilitação e reinserção de trabalhadores afastados. Trabalhamos juntos para desenvolver assuntos específicos e essa simbiose é muito importante hoje em dia. Um complementa o trabalho do outro”, conta Moraes.

Nessi afirma que a Educação Física tem o papel de preparar o corpo para a atuação na vida, de modo a prevenir lesões, enquanto a fisioterapia tem um enfoque mais voltado á reabilitação e reinserção às atividades corriqueiras. “Elas são distintas, mas quando integradas na manutenção do dia a dia da estrutura do profissional atuam em perfeita harmonia”, diz. A necessidade de capacitação profissional também é destacada pelo professor universitário, que lembra que apenas há cursos de pós-graduação e especialização em ginástica laboral e indica a Associação Brasileira de Ginástica Laboral e o Portal da Educação Física como fontes de informação a respeito de tais cursos.

Sem contraindicações absolutas, o departamento médico das empresas também deve participar da liberação dos funcionários para a prática da ginástica laboral sempre que houver queixas de dor ou problemas específicos. “Quem trabalha com atividade física costuma separar as pessoas por grupos. Assim, ao implantar um programa de qualidade de vida numa empresa, fazemos um levantamento das pessoas com indicações e contraindicações à atividade física, separando aquelas que usam marcapasso, têm labirintite, as gestantes e os idosos para podermos fazer grupos de comprometimento. Todos farão a atividade laboral, mas cada grupo com as suas demandas específicas a serem atendidas”, explica Nessi.

Ginástica Laboral vai ser obrigatória

Ainda tramita em votação o projeto de lei 6083/09, que foi aprovado pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público em 2010 para obrigar as empresas com cerca de 100 ou mais funcionários a terem um programa de ginástica laboral. Segundo Moraes, elas ainda não têm essa obrigação, mas muitas o fazem por notar os benefícios que esse tipo de atividade física trazem para os empregados e para o negócio em si. O fisioterapeuta lembra que há países que incentivam a prática da ginástica laboral, o que é ótimo para a saúde física e emocional dos empregados.

“Na realidade, a obrigatoriedade da participação do funcionário pode configurar assédio moral, por isso precisamos tomar muito cuidado. Tentamos convencer com informações e palestras, mas a empresa pode controlar a adesão deles por meio de relatórios”, alerta Moraes.

Além disso, a grande vantagem da ginástica laboral é que o clima empresarial muda, já que este é um momento lúdico, de redução do estresse. Estudos indicam que a repercussão é satisfatória na produção, na redução da abstenção e até mesmo na redução de processos jurídicos movidos contra a empresa que oferece ginástica laboral aos funcionários. “Sofremos inclusive pressão das empresas porque impactamos na produção”, diz o fisioterapeuta.

De acordo com André Nessi, as vantagens para os funcionários são variadas também, como tirar a tensão excessiva voltada ao trabalho, melhorias psicológicas e fisiológicas, melhor percepção corporal prevenindo acidentes ao melhorar a atenção, os reflexos, a agilidade e a execução correta de força e movimento ao pegar e transportar materiais, entre outras.

Ginástica Laboral promove produtividade

Por não saber o que é a ginástica laboral, muitos gestores acabam confundindo-a com uma mera distração durante o período produtivo, o que é equivocado. A ginástica laboral é algo bastante estudado e analisado para garantir melhores resultados até mesmo na produtividade das empresas e informar os funcionários sobre seus benefícios é também uma atividade conjunta entre o departamento de recursos humanos e os profissionais envolvidos na aplicação dos exercícios.

Cada função demanda uma especificidade na prática de exercícios e o fisioterapeuta conta que antes de dar início a um programa de atividade laboral é preciso conhecer a rotina da empresa para fazer uma avaliação cinesiológica na qual se verifica o perfil postural e as necessidades dos funcionários nas principais atividades. Com essas informações, cria-se uma série de exercícios básicos que podem ser prescritos a todos os funcionários, de uma maneira geral, e outros mais específicos, destinados a setores que têm necessidades próprias de postura, força e flexibilidade de acordo com a função desenvolvida. “Dividimos as aulas em setores administrativo e de produção, o famoso chão de fábrica. No primeiro, onde as pessoas ficam muito tempo estáticas, trabalhamos membros inferiores e quadril e o relaxamento dos membros superiores. No segundo, analisamos quais as regiões do corpo mais usadas para trabalharmos alongamento e fortalecimento, sempre incluindo atividades respiratórias e recreativas para lidar com todos os aspectos do ser humano”, completa Nessi.

“A quantidade de horas e dias destinados à ginástica laboral é bastante variável, porque o que acontece é que a empresa contrata o serviço para mostrar que tem, mas poucas fornecem grandes programas. Hoje, a atividade varia de duas a três vezes por semana com duração de sete a 15 minutos cada aula. Melhora a força, flexibilidade e a percepção da qualidade de vida, mas estudiosos como o Dr. Hudson Couto e outros pregam que o ideal para a ergonomia seria, para cada hora trabalhada, que houvesse uma pausa de 10 minutos incrementada com atividade física”, conta Vinícius de Moraes.

A preocupação com a responsabilidade social e com a qualidade de vida, que impactam diretamente na imagem da empresa perante seu público e a sociedade tem levado ao aumento na procura pela ginástica laboral na última década, sendo um ótimo nicho de mercado para quem está à procura de uma oportunidade profissional. Empresas grandes e pequenas já perceberam o quanto esse benefício pode fazer bem para o ambiente corporativo e como os funcionários passam a valorizar e “vestir a camisa” ao notarem que a companhia também se preocupa com eles

28/05/2013

Porque NÓS da FisioExpress cuidamos de você!

A Segurança do Paciente nas mãos de quem cuida.
Por Heleno Costa Junior
21 de abril de 2013 16:07

Não há mais o que questionar. A segurança do paciente é uma questão de preocupação de nível mundial. Os dados e prognósticos são alarmantes. Organismos e entidades internacionais estão chamando a atenção para esta realidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem liderado iniciativas que visam, em alguma medida, minimizar os efeitos descontrolados da insegurança no cenário da prestação de serviços de saúde em todo o mundo.

O Brasil também “acordou” para esta realidade e o Ministério da Saúde (MS) lançou em abril corrente o Programa Nacional de Segurança do Paciente, aplicável para todas as instituições de saúde brasileiras que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS). O programa prevê ações que incluem a adoção de um conjunto de protocolos e a criação de núcleos de gerenciamento de risco nas instituições. Estamos atrasados, mas a iniciativa é extremamente positiva, na perspectiva em
que pode auxiliar as instituições na criação de alguma estrutura e definição de processos voltados para garantir algum nível de segurança nos cuidados prestados aos pacientes e, portanto, devemos nos engajar neste programa.

A equipe de enfermagem tem e continuará tendo um papel de destaque neste cenário de garantia de segurança ao paciente. São os profissionais de enfermagem que maior tempo dedicam e mais cuidados prestam aos pacientes no transcorrer de 24 horas de atividades em qualquer instituição de saúde. Sendo assim, temos um papel a exercer como agentes mais frequentes neste cenário que é o de controle e supervisão dos processos assistenciais. Não é por acaso que, na atualidade, os enfermeiros são a maioria dos profissionais que assumiram funções de gestores de qualidade e de segurança nas instituições que têm estruturas já estabelecidas para este fim.

De outra forma, esta condição também impõe maiores responsabilidades para os profissionais de enfermagem no desenvolvimento diário de suas tarefas. Mas, afinal, o que é segurança do paciente? A OMS define como a redução do risco de um dano desnecessário associado com o cuidado em saúde a um mínimo aceitável http://who.int/patientsafety/implementation/taxonomy/icps). Para a Agência para a Pesquisa e Qualidade na Assistência à Saúde (Agency for Healthcare Research and Quality – AHRQ – EUA) (http://www.ahrq.gov/legacy/qual/) é, fundamentalmente, a ausência de injúrias evitáveis produzidas por cuidados médicos. É importante destacar que tanto na definição da OMS, que usa o termo desnecessário, quanto na definição da AHRQ, que usa o termo evitáveis, a insegurança está diretamente relacionada com a ocorrência de situações que escapam ao devido controle, domínio ou atenção do profissional ao executar o serviço ou prestar o cuidado.

Com base nesta constatação é que se justifica o título deste artigo. Embora os estudos apontem que cerca de 80% dos eventos adversos ocorrem em função de causas sistêmicas, não basta a existência ou estabelecimento de um conjunto de normativas, planos, protocolos, diretrizes ou outros recursos possíveis de natureza institucional, se, individualmente, cada profissional não assumir, como pessoal, uma consciência e ação para garantir a segurança do paciente. O profissional na execução direta de sua tarefa é o elo mais importante na cadeia assistencial. É, portanto, fundamental que o grande esforço e investimento de uma instituição e das lideranças de enfermagem sejam envidados na direção da criação e manutenção de uma cultura de segurança.

A gestão da segurança pressupõe a criação de uma cultura de segurança institucional. Segundo a AHRQ (2012), as organizações de alta confiabilidade mantem um comprometimento com a segurança em todos os níveis, dos profissionais de ponta até as lideranças e os executivos.

Sendo assim, vamos construir a forte cultura de que a segurança do paciente está de fato e de direito (inclusive legal) nas mãos de cada um de nós profissionais de saúde

27/05/2013

FisioExpress em ação! Procure um Fisioterapeuta.

Promoção, prevenção e atenção à hipertensão arterial no Brasil

PROMOÇÃO, PREVENÇÃO E ATENÇÃO À HIPERTENSÃO ARTERIAL NO BRASIL

Piccini, RX et al

Rev Saúde Pública 46(3)1-7,2012



A hipertensão arterial essencial corresponde a cerca de 95% dos casos e sua manifestação e gravidade são influenciadas por fatores como a quantidade de sal na dieta, nível de atividade física, peso corporal, tabagismo e co-morbidades como o diabetes. Deste modo, ações em promoção da saúde e prevenção de doenças, bem como o cuidado clínico são importantes nesta condição. Para avaliar estas ações no Brasil, os autores realizaram um estudo epidemiológico de base populacional entre 2008 e2009. Apopulação-alvo era representativa da população brasileira com idade entre 20 e 59 anos que residiam na área urbana. Foram incluídas as pessoas que relataram diagnóstico médico de hipertensão arterial. A análise incluiu indicadores como s**o, idade, local de residência, nível econômico e de educação. Para analisar a qualidade das ações foram considerados se a pessoa consultou um médico no ano anterior, se recebeu orientação sobre controle do peso corporal e de prática de atividade física e se realizou um eletrocardiograma no ano anterior. Uma pressão arterial de 140×90 mmHg por ocasião da entrevista foi a variável de descompensação para análise da qualidade do cuidado.

Os autores entrevistaram 12.324 adultos em 100 cidades da amostra, sendo que 16,3% relataram diagnóstico médico de hipertensão arterial. Não houve diferença de distribuição relacionada ao s**o e se constataram maiores proporções no grupo entre 50 e 59 anos. Desta amostra de 1.995 indivíduos, 66,1% relataram ter consultado um médico acerca da hipertensão arterial no ano anterior e deste, 52,4% realizaram o exame de eletrocardiograma. A pressão arterial foi medida em 1.495 participantes e destes, 42,4% valores acima do normal e foram considerados como descompensados.

A proporção de mulheres (69%) que procuraram o médico no ano anterior foi significativamente superior em relação aos homens (61,5%). Com relação ao nível de educação, aqueles que relataram 12 ou mais anos na escola procuraram o atendimento médico com freqüência significativamente maior ( 72%) que a amostra total (66%).

A maioria dos adultos hipertensos controla o seu peso (87,2%), mas somente 45,4% recebeu algum tipo de orientação sobre como manter o peso ideal. Destes, 77,8% relataram tentar seguir estas orientações.

Apesar de quase metade dos participantes (47,9%) terem recebido alguma orientação sobre a prática de atividade física no ano anterior, quase dois terços (63,3%) não mudaram seu padrão de atividade física. Hábitos sedentários no deslocamento (94,3%) e no lazer (84,5%) foram os comportamentos mais comuns. As pessoas que mais relataram ter recebido orientação sobre atividade física pertenciam ao grupo de mais idade, classe sócio-econômico superior e maior tempo de escolaridade.

A proporção de pessoas com hipertensão descompensada diferiu significativamente com relação ao s**o (39,1% entre mulheres e 50% entre homens) e foi maior no grupo com mais idade (46,4%). A prevalência foi menor (32%) entre pessoas com maior escolaridade. A proporção de indivíduos com hipertensão arterial descompensada foi significativamente menor entre pessoas que receberam orientação sobre a prática de atividade física, controle do peso corporal e realizaram um eletrocardiograma no ano anterior. A relação entre ter consultado um médico no ano anterior e hipertensão arterial descompensada não foi estatisticamente significativa.

A análise múltipla das variáveis independentes concluiu que a hipertensão arterial descompensada estava associada com ser homem, ter entre 40 e 49 ou mais de 50 anos de idade e morar na região Sul do Brasil.

27/05/2013

Exercício e prevenção de HAS= FFisioExpress
Artigo recente sobre HAS

Promoção, prevenção e atenção à hipertensão arterial no Brasil

PROMOÇÃO, PREVENÇÃO E ATENÇÃO À HIPERTENSÃO ARTERIAL NO BRASIL

Piccini, RX et al

Rev Saúde Pública 46(3)1-7,2012



A hipertensão arterial essencial corresponde a cerca de 95% dos casos e sua manifestação e gravidade são influenciadas por fatores como a quantidade de sal na dieta, nível de atividade física, peso corporal, tabagismo e co-morbidades como o diabetes. Deste modo, ações em promoção da saúde e prevenção de doenças, bem como o cuidado clínico são importantes nesta condição. Para avaliar estas ações no Brasil, os autores realizaram um estudo epidemiológico de base populacional entre 2008 e2009. Apopulação-alvo era representativa da população brasileira com idade entre 20 e 59 anos que residiam na área urbana. Foram incluídas as pessoas que relataram diagnóstico médico de hipertensão arterial. A análise incluiu indicadores como s**o, idade, local de residência, nível econômico e de educação. Para analisar a qualidade das ações foram considerados se a pessoa consultou um médico no ano anterior, se recebeu orientação sobre controle do peso corporal e de prática de atividade física e se realizou um eletrocardiograma no ano anterior. Uma pressão arterial de 140×90 mmHg por ocasião da entrevista foi a variável de descompensação para análise da qualidade do cuidado.

Os autores entrevistaram 12.324 adultos em 100 cidades da amostra, sendo que 16,3% relataram diagnóstico médico de hipertensão arterial. Não houve diferença de distribuição relacionada ao s**o e se constataram maiores proporções no grupo entre 50 e 59 anos. Desta amostra de 1.995 indivíduos, 66,1% relataram ter consultado um médico acerca da hipertensão arterial no ano anterior e deste, 52,4% realizaram o exame de eletrocardiograma. A pressão arterial foi medida em 1.495 participantes e destes, 42,4% valores acima do normal e foram considerados como descompensados.

A proporção de mulheres (69%) que procuraram o médico no ano anterior foi significativamente superior em relação aos homens (61,5%). Com relação ao nível de educação, aqueles que relataram 12 ou mais anos na escola procuraram o atendimento médico com freqüência significativamente maior ( 72%) que a amostra total (66%).

A maioria dos adultos hipertensos controla o seu peso (87,2%), mas somente 45,4% recebeu algum tipo de orientação sobre como manter o peso ideal. Destes, 77,8% relataram tentar seguir estas orientações.

Apesar de quase metade dos participantes (47,9%) terem recebido alguma orientação sobre a prática de atividade física no ano anterior, quase dois terços (63,3%) não mudaram seu padrão de atividade física. Hábitos sedentários no deslocamento (94,3%) e no lazer (84,5%) foram os comportamentos mais comuns. As pessoas que mais relataram ter recebido orientação sobre atividade física pertenciam ao grupo de mais idade, classe sócio-econômico superior e maior tempo de escolaridade.

A proporção de pessoas com hipertensão descompensada diferiu significativamente com relação ao s**o (39,1% entre mulheres e 50% entre homens) e foi maior no grupo com mais idade (46,4%). A prevalência foi menor (32%) entre pessoas com maior escolaridade. A proporção de indivíduos com hipertensão arterial descompensada foi significativamente menor entre pessoas que receberam orientação sobre a prática de atividade física, controle do peso corporal e realizaram um eletrocardiograma no ano anterior. A relação entre ter consultado um médico no ano anterior e hipertensão arterial descompensada não foi estatisticamente significativa.

A análise múltipla das variáveis independentes concluiu que a hipertensão arterial descompensada estava associada com ser homem, ter entre 40 e 49 ou mais de 50 anos de idade e morar na região Sul do Brasil.

24/04/2013

Texto sobre EMPREENDER EM SAÚDE

Uma das grandes inquietações é ajudar e estimular o empreendedorismo em saúde no Brasil e para isso, necessitamos entender melhor o mercado brasileiro e o mercado global para empreendedores em saúde.

1- Falta de capital de risco: Nos Estados Unidos é possível encontrar investidores especializados em saúde, enquanto no Brasil muitos fundos de venture capital tem mandatos específicos para não investir em saúde. Além disso, há um menor número de empreendedores em saúde que venderam com sucesso participações em empresas de saúde e desejem reinvestir seus recursos em novas empresas de saúde. Por exemplo, os fundadores do Pay Pal no Sillicon Valley, ao venderem a empresa por bilhões de dólares passaram a realizer pequenos investimentos em diversas pequenas empresas de tecnologia, o que deu origem a uma miríade de novas startups. Em contraste, os fundadores do Laboratório Fleury ou do DASA ao venderem suas participações durante a abertura de capital não voltaram a investir no mercado de saúde, de acordo com as informações disponíveis.

2- Falta de uma saída clara: a primeira coisa que investidores buscam ao entrar numa empresa é saber como podem recuperar seu investimento, seja através da venda para um outro investidor, para uma empresa maior ou mais raramente, através de um IPO. Sem possibilidades de saídas claras, investidores relutam em investir em startups.

3- Falta de times multiprofissionais: tão importante quanto uma excelente formação na área de saúde é ter excelentes profissionais que entendem do lado comercial do negócio, a fim de desenvolver um ótimo plano de marketing, vendas e crescimento da empresa. Não basta saber como fazer o procedimento, sem dominar o que é necessário para negociar com os planos de saúde ou pacientes e fazê-lo pagar por este.

4- O seu salário não é uma medida do seu sucesso. Muitos profissionais de saúde tem muito sucesso profissional e uma das medidas deste sucesso é sua retirada financeira mensal, porém ao se tornarem empreendedores e empresários esta é uma medida muito pobre para medir o sucesso de sua empresa. Quanto sobra no caixa após o pagamento de todos os sócios ? Você tem de fato uma empresa ou uma associação profissional cujo retorno financeiro virá através do salário dos seus colaboradores ?

5- Falta de networking com outros empreendedores e investidores: Assim como qualquer outra atividade, um ótimo empreendedor aprendeu muito ao longo do caminho e conta com uma efetiva rede de mentores/apoiadores que o ajuda a enfrentar os desafios diários e a continuar melhorando. Esta rede pode ter, mas não deve ser exclusivamente composta por profissionais da área de saúde, pois a diversidade é fundamental para que o empreendedor possa de fato gerar idéias inovadoras.

Ser empreendedor em sáude é especialmente desafiador, mas não mais desafiador do que se formar e atuar na área de saúde brasileira.

Saúde no trabalho!
25/03/2013

Saúde no trabalho!

Corporações estão levantando a bandeira de que para se mostrar competitiva para a concorrência deve-se cuidar também do que se tem dentro de casa

Para agendar atendimento de fisioterapia domiciliar,ligue 30321417,87845399 Boa noite!
12/03/2013

Para agendar atendimento de fisioterapia domiciliar,ligue 30321417,87845399 Boa noite!

10/03/2013

O trabalho dignifica o homem! Domingo de sol,FisioExpress em ação! Bom dia a todos.

Evento Ortobom
10/03/2013

Evento Ortobom

Endereço

Salvador, BA

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando FisioExpress posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para FisioExpress:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram