Ana Paula Teixeira

Ana Paula Teixeira Eu ajudo pessoas e empresas a atuarem no mundo através de suas melhores versões integrando medicin

04/03/2026

A nova atualização da NR1 não é apenas “mais uma exigência burocrática”.

Ela muda, na prática, a sua responsabilidade como empregador.

Se antes o foco estava majoritariamente nos riscos físicos, agora os riscos psicossociais entram definitivamente no radar da gestão.

Isso significa:
- necessidade de identificar fatores como assédio, sobrecarga, conflitos e controle abusivo
- incluir esses riscos no PGR
- documentar ações preventivas
- demonstrar gestão ativa de saúde mental

Não é tendência. É responsabilidade legal.

E a pergunta não é “se” sua empresa precisa se adequar.
É como fazer isso com estratégia sem improviso e sem risco jurídico.

Tenho conduzido empresas e setores de RH na implementação responsável da NR1 com foco em:

– prevenção de lesão moral
– mapeamento de riscos psicossociais
– formação de lideranças
– cultura organizacional saudável

Se você é empregador ou atua no RH, a sua empresa precisa estar preparada.

📩 Agende uma palestra para sua equipe.
NR1 não se resolve com checklist. Se resolve com estrutura.

ComplianceTrabalhista

Uma conquista que amplia o diálogo sobre saúde mental e trabalho no BrasilFui indicada ao Prêmio Ecos da Literatura com ...
02/03/2026

Uma conquista que amplia o diálogo sobre saúde mental e trabalho no Brasil

Fui indicada ao Prêmio Ecos da Literatura com o livro Quando o Trabalho Dói uma obra que nasce da prática, da escuta e da ciência para iluminar um tema urgente: como ambientes de trabalho podem adoecer quando ignoram fatores humanos, éticos e psicossociais.

Mais do que uma indicação literária, esse reconhecimento fortalece a importância de abordagens técnicas, responsáveis e preventivas sobre saúde mental nas organizações, indo além de diagnósticos simplificados e apontando caminhos possíveis para líderes, RHs e profissionais de saúde.

Se essa mensagem faz sentido para você, conto com o seu apoio.
Seu voto ajuda a levar esse debate ainda mais longe.

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Obrigada por caminhar comigo nessa construção.

*O Papel dos Homens na Evolução da Cultura Organizacional*As mulheres já sabem onde o calo aperta. Agora, é hora de conv...
01/03/2026

*O Papel dos Homens na Evolução da Cultura Organizacional*

As mulheres já sabem onde o calo aperta. Agora, é hora de conversar com quem, também, historicamente influencia as dinâmicas e as transformações no ambiente de trabalho.

📖Para o lançamento do meu novo e-book *”Quando ela fala, todo mundo ouve - o guia para para mulheres se comunicarem com clareza”* , decidi inverter a mesa ao longo deste mês: os convidados desta série são homens e, para a abertura, convidei dois especialistas em comunicação e cultura para debaterem as condutas masculinas que não cabem mais no mundo corporativo.

💆🏽‍♂️O que os homens precisam enxergar? Como a comunicação corporativa e a cultura das empresas podem (e devem) proteger e potencializar a carreira feminina?

🎙 Convidados: *Alexandre Ferreira* (Comunicação Corporativa) e *Fabio Rocha* (Cultura Organizacional)

🗓 *03/03/2026*
⏱️ *19h às 19h45*
📍 *Instagram*

Venham entender como ser um aliado real nessa transformação.

Nem sempre o corpo adoece por excesso de trabalho.Às vezes, ele adoece porque se sentiu traído nos seus valores mais pro...
25/02/2026

Nem sempre o corpo adoece por excesso de trabalho.
Às vezes, ele adoece porque se sentiu traído nos seus valores mais profundos.
Isso tem nome: lesão moral.

Você já chamou de burnout uma dor que, no fundo, é lesão moral?

24/02/2026

Nem todo “burnout” é burnout.

O nome correto é lesão moral.

No depoimento da Dede Leme, há algo muito claro para quem estuda saúde mental no trabalho. O que ela (e muitos outros especialistas) chamam de burnout não começou com excesso de trabalho mas sim quando sua dignidade profissional foi ferida.

Grávida, em pleno crescimento na carreira, ela teve seu valor técnico e sua credibilidade desqualificados pela imagem externa, por alguém que não conhecia sua história, seus resultados, sua entrega.

👉 Quando algumas pessoas percebem que sua identidade (valor) está profundamente ameaçada, incluindo o lugar simbólico de pertencimento, a ferida não é só emocional.
Ela é moral.

Para sobreviver, Dede tentou se adaptar apagando quem ela era, copiando a imagem dos outros, anulando a sua própria.

Esse apagamento foi a gota d’água. O corpo respondeu. A psique colapsou. Ela saiu da empresa de ambulância. Isso não é exaustão, despersonalização e nem cinismo. Isso é ruptura entre valores, identidade e reconhecimento.

Isso tem nome: trauma moral.

A reparação dessa ferida não veio com mais resiliência ou força. Veio quando ela se reconectou com quem era com ajuda especializada sendo promovida e, depois, decidiu transformar a própria história em um novo caminho profissional.

Hoje, Dede atua como uma famosa consultora de imagem, ajudando pessoas a encontrarem a sua melhor versão através da imagem, sem jamais se perderem de si.

📌 Muitos quadros rotulados como burnout escondem, na verdade, feridas profundas na alma, nos valores.

E quando nomeamos corretamente o que dói, começamos a curar de verdade.

24/02/2026

Mulheres transformando o mercado de SST!

Hoje compartilho uma reflexão da VBastos Segurança e Saúde Ocupacional e idealizadora do Networking Real (www.networkingreal.com.br), um movimento que apoia mulheres da área de SST e Higiene Ocupacional a ocuparem seu espaço com excelência.

Mais do que uma análise técnica, ela traz um olhar sensível sobre os desafios reais do Gerenciamento de Riscos Psicossociais (NR1). O ponto de conexão foi a história da personagem Clara, do meu livro “Quando o Trabalho Dói”.

Quantas vezes nos damos conta de que a nossa maior força está, justamente, em reconhecer a nossa fragilidade para, assim, buscar o apoio de que precisamos?

No livro, o caso da Clara deixa uma lição valiosa para todos os gestores: após o impacto, a empresa teve a maturidade de transformar aquela experiência em aprendizado.

Não ficaram negando, culpando as pessoas ou lamentando; implementaram melhorias reais na organização do trabalho, provando que é possível evoluir (se houver intenção).

Isso é Saúde Mental na prática!

É entender que, para cuidar do outro e gerir riscos, precisamos decidir ajustar processos, mesmo que sejam demandados por situações como a da Clara.

Obrigada, Vitória, por ser essa força no nosso mercado e por elevar o nível da área de SST com verdadeiro interesse, competência e a sensibilidade necessárias para tratar o que é “invisível”, mas fundamental.

E você, quer saber o que aconteceu, quais os problemas identificados e soluções implementadas? Vou adorar conhecer quais saídas você faria de forma diferente, considerando a sua realidade !

Isso é fazer a gestão dos psicossociais.

Falar em “epidemia de Burnout” tornou-se a narrativa mais conveniente do momento. Ela responsabiliza exclusivamente as e...
24/02/2026

Falar em “epidemia de Burnout” tornou-se a narrativa mais conveniente do momento. Ela responsabiliza exclusivamente as empresas, alimenta fundos públicos com multas e poupa o Estado de encarar o verdadeiro massacre social: a maior carga tributária do mundo, o endividamento por apostas (BETS) e o colapso da saúde mental.

Como aponta Glauco Callia (Médico e autor de Gestão de Riscos Psicossociais na Medicina), o que falta não é diagnóstico, é coragem para investigar o nexo causal inequívoco.

Atribuir ao trabalho males que têm raízes muito mais profundas é uma desonestidade intelectual que custa caro para as organizações e não cura o trabalhador.

Mas é aqui que a Escutaris entra

Somos o elo técnico que traz o rigor metodológico para dentro da sua empresa. Através da nossa rede de especialistas em Psicologia Organizacional, Ergonomia, Eng de Segurança, Direito, Gestão do Conhecimento, Governança e Ética, apoiamos a sua organização a:

1. Identificar Riscos Reais: Separar o joio do trigo com programas de gestão de risco psicossocial.
2. Segurança Jurídica: Estabelecer nexo causal com respaldo científico e conformidade à NR-1.
3. Humanização com Estratégia: Tratar o estresse ocupacional onde ele existe, sem ignorar o contexto social do colaborador.

O site da Escutaris é o seu hub de soluções para navegar nesse cenário complexo. Não espere a fiscalização bater à porta para entender a saúde mental da sua equipe.

🔗 Acesse o link na bio e conheça nossas soluções.


\ Compliance PsicologiaOrganizacional

Pesquisadores avaliaram a variabilidade da frequência cardíaca (hfHRV) de mulheres que vivenciaram violência sexual, um ...
19/02/2026

Pesquisadores avaliaram a variabilidade da frequência cardíaca (hfHRV) de mulheres que vivenciaram violência sexual, um marcador fisiológico objetivo da capacidade do organismo de se autorregular diante do estresse.

O achado foi claro:
quanto maior a exposição à Lesão Moral, menor a variabilidade cardíaca.

Isso significa que, à medida que experiências violam valores fundamentais como dignidade, confiança e integridade, o corpo perde a capacidade de sair do estado de alerta.

Não estamos falando apenas de sofrimento psicológico.
Estamos falando de desregulação do sistema nervoso autônomo.

O artigo publicado na Psychological Medicine reforça algo essencial:
não é apenas o trauma que adoece, é a ferida moral não reparada.

A violência sexual gera Lesão Moral porque, além da agressão física, produz culpa, vergonha, quebra de autonomia e uma profunda traição dos próprios valores.

E o corpo não esquece violações morais, mesmo quando a mente tenta seguir em frente.

Lesão Moral é o corpo afirmando:
“Isso jamais deveria ter acontecido.”

Quando nomeamos corretamente, podemos cuidar com mais precisão, ética e responsabilidade.

Fonte: Lathan et al. (2023). Psychological Medicine








nãoéburnout
nãoétept
saudementalbaseadaciencia

17/02/2026

Riscos psicossociais precisam, sim, constar no PGR.
Não como “boa prática opcional”, mas como parte da leitura técnica dos riscos que impactam saúde, segurança e desempenho.

Quando o PGR ignora fatores psicossociais, a empresa perde a chance de:
• atuar preventivamente
• reduzir afastamentos e conflitos
• fortalecer a gestão e a tomada de decisão
• demonstrar maturidade organizacional

Incluir não é burocracia.
É gestão de risco bem-feita.

Se essa pergunta também já passou pela sua mesa, fique por aqui.
Vou seguir traduzindo norma, ciência e prática para decisões mais seguras e sustentáveis.

Essa obra nasce da interseção entre ciência, escuta clínica e mundo do trabalho. Fala sobre aquilo que muitas organizaçõ...
17/02/2026

Essa obra nasce da interseção entre ciência, escuta clínica e mundo do trabalho. Fala sobre aquilo que muitas organizações ainda não conseguem nomear mas que impacta pessoas, decisões e resultados.

E o seu apoio faz diferença. 🤍

Link:
https://share.google/J6sCj8LLF693pytLp

Cada voto fortalece a presença de temas como saúde mental, maturidade organizacional e cuidado responsável no debate público e literário.

Conto com você nessa jornada.

14/02/2026

No final de 2025, a médica _anapaulaamartins foi agredida física e verbalmente por uma paciente durante seu plantão na UPA Flamboyant, em Aparecida de Goiânia, um episódio que ganhou ampla repercussão e denúncia pública. A agressora foi detida pela Guarda Civil Municipal e o caso foi registrado como lesão corporal grave.

Mais do que um fato isolado, essa situação nos convida a refletir sobre como violências interpessoais e experiências de violação de dignidade reverberam no corpo, na mente e no sistema nervoso de quem atua no cuidado de outras pessoas um tema que, na literatura científica, é reconhecido como lesão moral e que se manifesta quando valores como confiança, respeito e integridade são infringidos em contextos de vulnerabilidade.

Profissionais que cuidam da saúde enfrentam diariamente desafios que, quando somados, podem impactar desempenho, foco e saúde mental, especialmente em ambientes que não estão estruturados para oferecer segurança, escuta qualificada e prevenção organizada.

Este episódio nos lembra da importância de fortalecer ambientes de trabalho com políticas claras de proteção, apoio emocional e estrutura de segurança, bem como de compreender como experiências de violação não ficam restritas ao ocorrido, elas podem produzir respostas fisiológicas profundas, que exigem cuidado técnico e humano.

Para quem desenvolve temas como saúde mental organizacional, gestão de pessoas e prevenção de riscos psicossociais, é essencial olhar para esses eventos com leitura técnica, não simplista, e promover ações que sustentem dignidade, segurança e bem-estar no trabalho.

Siga e acompanhe conversas que ajudam a ampliar esse olhar com profundidade e responsabilidade.

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Endereço

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