Roberta Finkler Dupont - Cardiologista

Roberta Finkler Dupont - Cardiologista Cardiologista, Dra. Roberta Finkler Dupont oferece cuidados especializados em sua saúde cardiovascular. Cuide do seu coração com quem entende.

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Evitar que o corpo chegue ao ponto de infartar é um trabalho que exige leitura antecipada de padrões bioquímicos, rastre...
24/02/2026

Evitar que o corpo chegue ao ponto de infartar é um trabalho que exige leitura antecipada de padrões bioquímicos, rastreamento de microalterações inflamatórias, correção de desvios antes que virem danos estruturais.

Prevenção contemporânea não é sobre impedir o infarto na hora que ele acontece - é sobre impedir que o organismo entre no caminho biológico que leva até ele.

Identificamos sinais que o corpo emite anos antes: inflamação crônica, disfunção endotelial, perfis lipídicos desfavoráveis, marcadores metabólicos alterados.

Esses padrões são detectáveis. São tratáveis. E quando corrigidos precocemente, podem mudar completamente a trajetória cardiovascular de uma pessoa.

A questão é: você quer esperar o evento para agir, ou quer agir antes que ele se torne possível?

Acompanhamento preventivo com avaliação detalhada é a diferença entre reagir à crise e evitar que ela exista.

Ter um infarto e sobreviver é uma segunda chance. Mas essa chance vem com responsabilidades - e a principal delas é não ...
19/02/2026

Ter um infarto e sobreviver é uma segunda chance. Mas essa chance vem com responsabilidades - e a principal delas é não repetir o erro de achar que agora está tudo resolvido.

Pós-infarto é início de um novo modelo de cuidado, mais rigoroso, mais atento, mais exigente.

Se você teve infarto e quer garantir que essa foi a última vez, o caminho é claro: tratamento completo, sem atalhos, sem pausas.

Agende sua consulta e vamos estruturar sua prevenção secundária corretamente.

Aos 40 anos, o corpo envia sinais claros: metabolismo desacelera, pressão arterial tende a subir, acúmulo de décadas de ...
16/02/2026

Aos 40 anos, o corpo envia sinais claros: metabolismo desacelera, pressão arterial tende a subir, acúmulo de décadas de estresse e hábitos começam a cobrar seu preço. O coração não está imune a isso.

Doenças coronarianas se tornam mais prevalentes nessa fase. Placas de gordura que vinham se formando silenciosamente podem começar a causar sintomas ou eventos agudos. Fatores de risco que antes eram controlados podem sair do controle sem aviso prévio.

Mas aqui está o ponto: é também a partir dos 40 que temos maior poder de evitar complicações graves.

Avaliação cardiológica criteriosa identifica riscos invisíveis, orienta ajustes necessários (medicações, mudanças de hábitos, exames específicos) e define frequência de acompanhamento.

Quem espera sintomas para procurar cardiologista já perdeu tempo precioso. Prevenção nessa idade é estratégia inteligente.

Quanto antes você mapear seus riscos, mais ferramentas terá para controlá-los.

Se você tem 40 anos ou mais e ainda não fez avaliação cardiológica completa, esse é o momento.

Entre em contato e agende sua consulta.

AAS (aspirina) virou sinônimo de proteção cardíaca no imaginário popular. Mas tomar por conta própria pode ser inútil - ...
12/02/2026

AAS (aspirina) virou sinônimo de proteção cardíaca no imaginário popular. Mas tomar por conta própria pode ser inútil - ou até perigoso.

O medicamento age como antiplaquetário, dificultando a formação de coágulos nas artérias coronárias.

Para quem já teve infarto, AVC isquêmico ou tem doença arterial estabelecida, o AAS faz parte da prevenção secundária - reduz risco de novos eventos e deve ser usado conforme prescrição médica.

Mas para quem nunca teve problema cardiovascular? Aí a conta muda. O uso preventivo indiscriminado pode trazer mais riscos (sangramento gastrointestinal, hemorragias) do que benefícios.

Estudos recentes mostram que, em pessoas sem doença cardíaca prévia, o AAS não oferece proteção suficiente que justifique os riscos.

Só avaliação médica individualizada define se o AAS é indicado para você. Fatores como histórico familiar, pressão arterial, diabetes, colesterol, idade e risco cardiovascular global precisam ser analisados antes de qualquer decisão.

Automedicação "preventiva" não é prevenção. Se você tem dúvidas sobre uso de AAS ou quer discutir estratégias reais de proteção cardiovascular, agende sua consulta.

Muita gente confunde angina com infarto - ou pior, ignora ambos achando que vai passar. Não vai. E esperar pode custar c...
10/02/2026

Muita gente confunde angina com infarto - ou pior, ignora ambos achando que vai passar. Não vai. E esperar pode custar caro.

Angina é como um semáforo amarelo: seu coração está avisando que algo não vai bem. O fluxo sanguíneo está comprometido, mas ainda há tempo de agir.

A dor vem e vai, geralmente ligada a esforço ou emoção forte, e alivia quando você para.

Infarto é o sinal vermelho aceso: bloqueio total, músculo cardíaco morrendo, emergência absoluta. A dor não melhora, é opressiva, persistente, muitas vezes acompanhada de sintomas intensos.

O erro fatal é normalizar a angina. "Ah, deve ser ansiedade", "já passou, não era nada".

Tratar angina é prevenir o pior cenário. Se você sente dor no peito durante esforços, mesmo que breve, procure avaliação cardiológica.

Exames dentro da faixa normal nem sempre significam ausência de risco. Muitos pacientes descobrem isso tarde demais - ap...
04/02/2026

Exames dentro da faixa normal nem sempre significam ausência de risco. Muitos pacientes descobrem isso tarde demais - após um evento que poderia ter sido antecipado.

O colesterol total ou LDL isolado conta parte da história, mas não revela se há inflamação crônica atacando suas artérias. Inflamação altera estruturas, desestabiliza placas e cria condições para infartos mesmo quando os números parecem tranquilos.

Marcadores inflamatórios e metabólicos avançados - como PCR ultrassensível, apolipoproteína B, IL-6 - identificam risco invisível aos exames convencionais. São ferramentas que permitem agir antes do problema se manifestar.

Prevenção moderna não é sobre esperar sintomas ou eventos. É sobre ler sinais que o corpo já está emitindo, mesmo sem você perceber.

Avaliação cardiológica completa considera contexto, não apenas resultados isolados.

No verão os casos de dengue geralmente aumentam. E embora os sintomas mais conhecidos sejam febre alta, dor no corpo e m...
29/01/2026

No verão os casos de dengue geralmente aumentam. E embora os sintomas mais conhecidos sejam febre alta, dor no corpo e mal-estar intenso, a dengue também pode afetar o coração - e isso muita gente desconhece.

A infecção pelo vírus da dengue pode causar miocardite (inflamação do músculo cardíaco), levando a sintomas como palpitações, falta de ar, dor no peito e cansaço excessivo. Em casos mais graves, pode haver arritmias e até comprometimento da função cardíaca temporário.

Um sinal cardiovascular frequente da dengue é a bradicardia - batimentos cardíacos abaixo de 50 por minuto. Isso ocorre em até 30% dos casos e geralmente é transitório, melhorando após o período de convalescença (que pode durar algumas semanas).

A razão? O vírus pode agredir diretamente o músculo cardíaco ou desencadear uma resposta inflamatória intensa que afeta a contração do coração. Felizmente, na maioria dos casos, a recuperação é completa após o fim da infecção.

Se você teve dengue e está sentindo palpitações, falta de ar ou cansaço persistente mesmo após a febre passar, procure avaliação cardiológica.
Prevenir a dengue continua sendo a melhor estratégia: elimine água parada, use repelente e mantenha telas nas janelas.

Cuide do coração também no combate ao mosquito.

Calor extremo não é apenas desconforto - é um desafio cardiovascular real. Quando a temperatura sobe muito, o corpo prec...
27/01/2026

Calor extremo não é apenas desconforto - é um desafio cardiovascular real. Quando a temperatura sobe muito, o corpo precisa se adaptar rapidamente para manter a temperatura interna estável.

Vasos sanguíneos se dilatam para liberar calor, o coração acelera para compensar a vasodilatação, e a sudorese intensa pode causar desidratação e desequilíbrio eletrolítico.

Para quem tem hipertensão, insuficiência cardíaca ou arritmias, esse esforço extra pode desencadear sintomas perigosos: pressão arterial instável, palpitações, tonturas, desmaios, inchaço ou até descompensações cardíacas graves.

Idosos e pacientes com doenças crônicas sentem ainda mais os efeitos do calor, porque seus mecanismos de regulação térmica já estão comprometidos.
➡️ Como se proteger: hidrate-se de forma adequada ao longo do dia, mas sem exageros se você tem restrição hídrica por insuficiência cardíaca. Evite exposição ao sol nos horários mais quentes (entre 10h e 16h). Pratique atividades físicas pela manhã cedo ou no final da tarde. Mantenha suas medicações corretamente, especialmente diuréticos e anti-hipertensivos - nunca ajuste doses sozinho. Reduza o consumo de sal, que piora a retenção de líquidos no calor.

Se você tem doença cardíaca, o verão exige atenção redobrada. Cuide-se e mantenha seu acompanhamento em dia.

Colocar um stent é um alívio imediato - a artéria volta a funcionar, os sintomas melhoram, o risco de infarto naquele mo...
22/01/2026

Colocar um stent é um alívio imediato - a artéria volta a funcionar, os sintomas melhoram, o risco de infarto naquele momento diminui. Mas o stent não é cura definitiva. Ele é uma ferramenta para desobstruir a artéria, não para resolver a doença que causou o entupimento.

Muitos pacientes acreditam que após o procedimento podem voltar à vida de antes, relaxar com as medicações ou abandonar mudanças de hábitos. Esse é o caminho mais curto para precisar de um novo cateterismo.

O stent funciona quando combinado com tratamento correto: medicações antiplaquetárias rigorosas (nunca interrompa sem orientação médica), controle severo de colesterol, pressão e glicemia, abandono total do cigarro, atividade física regular e acompanhamento médico frequente.

Se você tem stent, lembre-se: ele deu uma segunda chance ao seu coração. O que você faz daqui para frente define sua qualidade de vida.

20/01/2026

Seu corpo fala. A questão é: você está escutando? Quem já teve infarto, fez stent, tem insuficiência cardíaca ou arritmias precisa desenvolver sensibilidade para perceber mudanças sutis. Dor no peito que surge em situações que antes eram tranquilas, cansaço que aumenta sem motivo aparente, falta de ar progressiva - esses são avisos que o coração está sinalizando sobrecarga.

Descompensações acontecem raramente de forma abrupta. Na maioria das vezes, há um período de sintomas leves que vão piorando gradualmente. Ignorar esses sinais ou tentar "aguentar firme" pode transformar algo manejável em uma emergência.

Se você notar qualquer mudança - por menor que pareça - não hesite em procurar orientação.

Melhor avaliar e tranquilizar do que deixar passar um alerta importante. Seu coração merece essa atenção.

💙 Salve este vídeo e compartilhe com quem precisa ouvir isso.

Infarto antes dos 40 anos costumava ser exceção. Hoje, virou rotina nos prontos-socorros e consultórios cardiológicos.Na...
15/01/2026

Infarto antes dos 40 anos costumava ser exceção. Hoje, virou rotina nos prontos-socorros e consultórios cardiológicos.

Nas últimas duas décadas, as internações por infarto em pessoas com menos de 40 anos aumentaram 150% - e os números seguem subindo.

O que mudou? A resposta está no estilo de vida.

Sedentarismo extremo, alimentação baseada em ultraprocessados, estresse crônico descontrolado, privação de sono, uso de vapes e ci****os eletrônicos, além do consumo indiscriminado de anabolizantes e hormônios estéticos sem supervisão médica estão antecipando doenças que antes só apareciam após os 50 anos.

O infarto em jovens tende a ser mais grave porque o coração ainda não desenvolveu circulação colateral - aquelas "rotas alternativas" que ajudam a compensar uma artéria obstruída. Quando o entupimento acontece, o dano é maior e mais rápido.

Grande parte desses casos poderia ser evitada. Check-ups cardiológicos periódicos, especialmente em quem tem histórico familiar, obesidade, diabetes ou hipertensão, permitem identificar riscos antes do evento.

Mudar hábitos enquanto ainda há tempo não é exagero - é inteligência. Se você tem menos de 40 anos e se reconhece em algum desses fatores de risco, não subestime.

Agende sua avaliação cardiológica.

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