27/11/2025
Eu não sei vocês, mas eu já estou refletindo sobre o ano, antes de chegar dezembro…
2025 carrega com ele uma das maiores (e mais dolorosas) reviravoltas da minha vida.
Eu odiei cada segundo que senti dor, o colapso físico e mental que vivi neste ano(e ainda vivo), fruto da teimosia em vestir a personagem de “Super Mulher” — a que tentava ser 10/10 no trabalho, na vida pessoal e social.
O resultado foi um trauma real, um esgotamento adoecedor que meu corpo e minha mente, exaustos de serem fortes, me forçaram a parar repentinamente.
Mas agora, sete meses depois, olhando para trás, percebo que essa dor (física e emocional) se transformou no meu atalho mais sincero para minha liberdade/aprendizado.
O que eu odiava (estar vulnerável) me ensinou que a verdadeira força não está em aguentar o peso do mundo sozinha, mas sim em pedir e aceitar ajuda. Aprendi e sigo aprendendo, uma lição mais que valiosa: minha saúde é o meu bem insubstituível.
O trabalho pode esperar, o meu bem-estar, não!
Hoje, sou mais forte por causa daquele momento de quebra/de dor, de vulnerabilidade humana.
É um aprendizado difícil e diário, mas profundo, por estar aprendendo a priorizar quem eu sou antes do que eu faço!
Não somos máquinas, somos feitas de sentimentos e emoções, somos fortes em sermos reais, em ter e demonstrar vulnerabilidade, afinal somos humanas!
Você é seu bem mais importante, você é insubstituível para si mesma..