29/01/2026
No primeiro filho a gente está aprendendo a fazer tudo. A ser mãe, a se encontrar novamente, a se conectar com o bebê e a se reconectar consigo e com o parceiro.
A gente vive 48 horas em um dia… São tantas demandas que a gente pensa que não vai dar conta! São tantas fases… É salto de desenvolvimento, privação de sono, dificuldade na amamentação, cansaço, medos e ao mesmo tempo um amor tão grande que a gente só quer que o tempo pare.
Eu sempre quis aproveitar muito e sinto que dei o meu melhor.
Na segunda filha eu sinto que tenho menos tempo ainda…
Não tenho o tempo que tinha com primeira, não tenho a mesma energia… mas com certeza tenho o mesmo amor por ambas e aos poucos as coisas vão f**ando mais leves e a gente só queria que o tempo parasse. Mesmo com tantas demandas…
Na maternidade a gente não precisa amar tudo, mas a gente ama amar, cuidar e a gente tenta a cada dia fazer o nosso melhor. Errando e acertando a gente vai se reencontrando.
Um amor que só aumenta a cada dia.
Eu sinto que me encontrei na maternidade. Estar com a minha família é minha prioridade e agora minha missão é criar filhas que influenciem o mundo de forma positiva.
Depois de experiências, terapia… as coisas vão f**ando cada vez mais leves e mais gostosas. Eu curto mais e me sinto cada vez menos culpada e mais responsável e dedicada para ser o melhor para minha família.
Me conta aqui👇🏼 se para você também foi assim. Se essa ambivalência foi dando lugar a mais leveza ou se você precisa chegar nesse ponto ainda!