Saúde Coletiva e Epidemiologia - ESFA

Saúde Coletiva e Epidemiologia - ESFA Essa página foi criada com o intuito de divulgar algumas das questões que temos nos dedicado a discutir na disciplina de Saúde Coletiva e Epidemiologia

Essa página foi criada com o intuito de divulgar algumas das questões sobre as quais temos nos debruçado para reflexão e construção de saberes na disciplina de Saúde Coletiva e Epidemiologia do curso de Educação Física da ESFA. A intenção é abrir as discussões para o meio virtual e não limitar a construção de saberes ao espaço físico da sala de aula ou aos limites da disciplina, enquanto componente curricular do curso.

É POSSÍVEL MANTER O AUTOCONTROLE?A reportagem abordada pela Revista Isto É mostra e exemplifica alguns métodos treinávei...
22/06/2016

É POSSÍVEL MANTER O AUTOCONTROLE?
A reportagem abordada pela Revista Isto É mostra e exemplifica alguns métodos treináveis de como manter autocontrole e a força de vontade no dia a dia para uma melhora na organização da vida pessoal e social do sujeito/leitor e os benefícios que o mesmo proporciona. Para isso, o texto apresenta exemplo de pessoas que estão bem sucedidas graças ao ato de manter o autocontrole.
Durante o texto, a revista associa o autocontrole com a força de vontade, vem discorrendo que se o sujeito/leitor for capaz ele consegue manter o autocontrole e que o mesmo é a chave para o sucesso, pois na concepção ditada na revista, o autocontrole é um método treinável, ou seja, é possível treinar o autocontrole, basta ter força de vontade.
Um ponto a enfatizar é a questão da facilidade que texto aponta na forma de indicações para os leitores manterem o autocontrole e ainda apresenta exemplos de como adquirir o método, comparando-o a prática como se fosse algo parecido como “alimentar-se a cada 3 horas” ou “não se estresse, viva bem”, sem considerar a rotina, os hábitos ou a cultura do sujeito/leitor, como se não dependesse de outros fatores para influenciar, e sim apenas a força de vontade.
Outro ponto a enfatizar no texto, é que eles colocam que realizando praticas de atividades físicas o sujeito/leitor irá conseguir organizar até a vida financeira, ou seja, atividade física pode ser a solução para manter o autocontrole. Será mesmo? Será que a atividade física por si só vai conseguir resultados tão específicos?

RESUMO DA MATÉRIA “COMO NÃO PERDER O CONTROLE”, publicado na Revista ISTO É.

Acad: ANA FLÁVIA THEBALDI C. BORGES;
Acad: CAMILA MONTEIRO;
Acad: CHAIANY MARQUEZINI;
Acad: HERCULES SANTOS DA SILVA;
Acad: LUCAS GOBBO COELHO;
Acad: MARCÉLIO SCÁRDUA MEZZADRI.

Escola superior São Francisco de Assis (ESFA)

É POSSÍVEL SERMOS SEMPRE FELIZES? Em uma reportagem da Revista 'ISTOÉ'', foi discutido sobre os possíveis caminhos para ...
13/06/2016

É POSSÍVEL SERMOS SEMPRE FELIZES?

Em uma reportagem da Revista 'ISTOÉ'', foi discutido sobre os possíveis caminhos para a felicidade. A partir da reportagem, realizei as seguintes analises:

Em uma sociedade em crescente desapego nas relações interpessoais, individualismo exagerado e consumismo, a felicidade torna-se um troféu a ser conquistado pela maioria das pessoas.

Para manterem a sustentação de felicidade, muitas pessoas buscam algumas alternativas, dentre elas, livros de autoajuda, e medicamentos.

Muitas vezes, como consequência, os valores essenciais de um ser humano, como amor, fé e amizade acabam sendo ressignificados.

Pesquisas apontam que a busca incessante em ser feliz e a negação do sofrimento podem tornar as pessoas cada vez mais infelizes ao invés de felizes.

As pessoas tem que perceber que a felicidade é algo momentâneo e dinâmico. Dificilmente conseguimos ser sempre felizes.

A vida tem seus altos e baixos, é são a partir deles que a felicidade torna-se um troféu a ser conquistado, como a legitimação da superação dos problemas.

Acad. Altair Clemente Lopes.

O IMPACTO DO LUTOA reportagem da Revista ISTO É, sobre o Impacto do Luto, mostra os resultados de uma “pesquisa american...
09/06/2016

O IMPACTO DO LUTO

A reportagem da Revista ISTO É, sobre o Impacto do Luto, mostra os resultados de uma “pesquisa americana” que revela que as pessoas têm mais chances de sofrer um infarto após a perda de um ente querido.
Dentre as justificativas para o fato é destacado as mudanças ocorridas no organismo devido a estímulos negativos gerados pela perda, como a tristeza,o estresse, as alterações do sono e apetite, além de uma maior descarga de hormônios no coração (adrenalina e noradrenalina) o que “aumentaria” o risco de ter um ataque cardíaco.
Porém o que temos que realçar com essa reportagem, que uma anomalia depende da percepção (consciente) do sujeito sobre ela. Ou seja, cada pessoa enfrenta o Luto de uma forma, portanto não podemos dizer que todas as pessoas têm risco de ter um infarto após uma perda. Os riscos são construções sociais, porém a vida vai além da compreensão de resultados de pesquisas.
Por Ana Beatriz Müller e Andressa Storch

O texto “A era dos homens imortais” publicado na Revista “ISTO É” relata a expectativa da qual a medicina poderá, em 204...
06/05/2016

O texto “A era dos homens imortais” publicado na Revista “ISTO É” relata a expectativa da qual a medicina poderá, em 2045, oferecer a possibilidade de a humanidade viver por um tempo “jamais antes visto na história”. Segundo a revista, cientistas dizem que será possível substituir órgãos que tenham mal funcionamento por outros que funcionem perfeitamente, e que além disso, pessoas nascidas em 2050 terão 95% de probabilidade de viver mil anos. Sugerimos o filme “O preço do amanhã", para a percepção de um mundo em que pessoas podem viver para sempre.
A partir do que foi divulgado pela “ISTO É”, devemos nos fazer alguns questionamentos que se fazem necessários:
- Que tipos de impactos essa reportagem pode ter levado aos leitores?
- Qual a necessidade de se viver mil anos numa vida cheia de restrições e num mundo cheio de desigualdades?
- Qual a projeção para os recursos finitos do planeta Terra nesse modelo de sociedade?
- Como seriam as condições de vida?
- Quais condições de acesso/utilização todas as pessoas do mundo teriam para usufruir do que a medicina poderia proporcionar?
- Como ficaria as fases da vida humana? A infância/adolescência seria extinta? O que isso poderia acarretar?
- E se o adoecer, o anormal, a monstruosidade deixasse de existir na vida humana? Essa privação inibiriam a percepção do próprio viver?

Por Acad. Arley Grazziotti Gregório;
Acad. Cesar Felipe Cumim do Nascimento;
Acad. Joyce Rocha;
Acad. Lorena Seick;
Acad. Marcela Silva Brandão;
Acad. Thayciane de Oliveira Reis.

Mais um dos trabalhos desenvolvidos pelos acadêmicos do curso de Educação Física da ESFA.
04/07/2015

Mais um dos trabalhos desenvolvidos pelos acadêmicos do curso de Educação Física da ESFA.

Mais uma atividade desenvolvida por acadêmicos do curso de Educação Física da Escola Superior São Francisco de AssisIDEI...
03/07/2015

Mais uma atividade desenvolvida por acadêmicos do curso de Educação Física da Escola Superior São Francisco de Assis

IDEIA DE SELETIVIDADE GENÉTICA
A ideia científica da evolução humana se baseia em um ser humano que se adaptou fisicamente e intelectualmente ao ambiente em que vive, partindo do homo erectus ao homo sapiens. Nos últimos anos, cada vez mais a ciência busca criar bases e tecnologias para modificar a estrutura e potencial de rendimento do ser humano. Mas, até onde essa busca chegará/pode/deve chegar?

27/11/2014

Um pouco sobre a abordagem da Promoção da Saúde ou Saúde Renovada.

07/05/2014

A personalidade na balança – REPORTAGEM DA REVISTA ISTO É

A reportagem apresenta um estudo realizado nos EUA, onde um grupo de pesquisadores mediu o IMC (Índice de Massa Corporal) de uma população de 1.998 pessoas nos EUA e cruzou esses dados com avaliações psicológicas.
Para identificar os traços de cada um dos voluntários do estudo, os pesquisadores avaliaram características como a disponibilidade para novas experiências, a sensibilidade aos sentimentos dos outros, a extroversão, a capacidade de concordar e discordar e os níveis de preocupação. O estudo apresentou que as características temperamentais como: impulsividade, generosidade, perfeccionismo e neurotismo, como precursores a induzir ao ganho de peso desordenado.
Após muito tempo de investigação, conclui-se que o temperamento das pessoas, tem sim, fortes chances de desenvolver a obesidade ao longo da vida.
Dessa forma, essas características e/ou temperamentos como foi descrito à cima, agem interferindo no comportamento das pessoas, fazendo com que elas se desestabilizem e desfoquem do seu objetivo, ou atém mesmo, saem da rotina de uma alimentação habitual “correta”, para uma alimentação desenfreada, por não conseguirem controlar seus próprios temperamentos.
Então, devemos ficar atentos para não cometermos erros comuns, como é o caso de tratar todos os indivíduos de forma semelhante. Temos que compreender que cada individualidade pode estar ligada ao seu estado atual de saúde - obesidade. E a partir dessa compreensão, podemos ter mais sucesso na hora de ajudar/incentivar as pessoas a atingirem suas metas e/ou objetivos além de incentivar a determinarem seus próprios comportamentos.

A personalidade na balança – REPORTAGEM DA REVISTA ISTO ÉA reportagem apresenta um estudo realizado nos EUA, onde um gru...
25/04/2014

A personalidade na balança – REPORTAGEM DA REVISTA ISTO É

A reportagem apresenta um estudo realizado nos EUA, onde um grupo de pesquisadores mediu o IMC (Índice de Massa Corporal) de uma população de 1.998 pessoas nos EUA e cruzou esses dados com avaliações psicológicas.
Para identificar os traços de cada um dos voluntários do estudo, os pesquisadores avaliaram características como a disponibilidade para novas experiências, a sensibilidade aos sentimentos dos outros, a extroversão, a capacidade de concordar e discordar e os níveis de preocupação. O estudo apresentou que as características temperamentais como: impulsividade, generosidade, perfeccionismo e neurotismo, como precursores a induzir ao ganho de peso desordenado.
Após muito tempo de investigação, conclui-se que o temperamento das pessoas, tem sim, fortes chances de desenvolver a obesidade ao longo da vida.
Dessa forma, essas características e/ou temperamentos como foi descrito à cima, agem interferindo no comportamento das pessoas, fazendo com que elas se desestabilizem e desfoquem do seu objetivo, ou atém mesmo, saem da rotina de uma alimentação habitual “correta”, para uma alimentação desenfreada, por não conseguirem controlar seus próprios temperamentos.
Então, devemos ficar atentos para não cometermos erros comuns, como é o caso de tratar todos os indivíduos de forma semelhante. Temos que compreender que cada individualidade pode estar ligada ao seu estado atual de saúde - obesidade. E a partir dessa compreensão, podemos ter mais sucesso na hora de ajudar/incentivar as pessoas a atingirem suas metas e/ou objetivos além de incentivar a determinarem seus próprios comportamentos.

(Neo) higienismo? Qual é sua opinião?
26/03/2014

(Neo) higienismo? Qual é sua opinião?

Professores obesos são impedidos de darem aulas. Por KEKA DEMÉTRIOA coluna de hoje não é sobre beleza, mas como o IMC (Índice de Massa Corporal) dos professores afetam o aprendizado dos alunos. Você deve estar pensando que saiu uma nova pesquisa que diz: “quanto mais gordo é o professor, menos o alu...

20/02/2014

Para reflexão: "[o indivíduo mobiliza] junto com um corpo de ossos e músculos, um corpo de afetos e de expansão da experiência humana” (CECCIM e BILIBIO, 2007, p.54)

Vamos debater? Exponham suas opiniões/pontos de vista!
18/02/2014

Vamos debater? Exponham suas opiniões/pontos de vista!

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