05/12/2025
Muita gente acredita que “o filho que nunca deu trabalho” é sinônimo de boa criação.
Mas, na clínica, essa frase quase sempre aponta para algo muito mais profundo.
No MPC, entendemos que uma criança que não pede, não chora e não expressa frustração não é uma criança “fácil”.
É uma criança que aprendeu cedo demais que não havia espaço para suas necessidades emocionais.
Quando o ambiente é instável, quando o toque emocional falha, quando o amor exige desempenho, o corpo ativa mecanismos de proteção que acompanham essa criança por toda a vida.
E a pele é o órgão que mais denuncia isso.
Dermatite atópica, psoríase e quadros inflamatórios cutâneos não acontecem “à toa”:
eles estão frequentemente ligados a conflitos de separação, ausência de contato,
sensação de rejeição, distância afetiva, e aos momentos em que a criança sentiu que estava “sozinha demais para precisar de alguém”.
A pele registra tudo:
quem tocou, quem não tocou, quem faltou, quem feriu, e quem deveria ter acolhido.
Quando a mente não consegue nomear essa dor,
a pele fala por ela.
Por isso, muitos adultos que “nunca deram trabalho” na infância
carregam hoje uma pele sensível, inflamada e reativa.
O corpo está apenas recontando a história que não foi dita.
E no MPC nós não tratamos apenas o sintoma.
Nós encontramos o conflito, liberamos a carga emocional e devolvemos ao corpo a sensação de segurança que faltou lá atrás.
Se esse vídeo fez sentido para você, não normalize seus sintomas.
Seu corpo nunca exagera, ele sinaliza.
Siga para entender o que a sua pele está tentando te contar.