Eliana Guimarães - Psicóloga

Eliana Guimarães - Psicóloga Psicóloga Clínica com licenciatura e formação em Gestalt-terapia pelo Instituto Pieron de São Paulo.

CLÍNICA PSICOLÓGICA INTEGRARE



- Atendimento psicológico a adultos, adolescentes, crianças, casais e grupos

- Cursos e palestras sobre comportamento, autoconhecimento e transtornos psicológicos

- Terapias alternativas e complementares: Reiki e Florais/ Constelação Familiar

- Orientação psicológica on-line (autorizado pelo Conselho Federal de Psicológica)

- Tratamento de depressão, ansiedade, estresse, transtorno bipolar, fobia, síndrome do pânico, TOC, transtorno alimentar (anorexia, bulimia, compulsão alimentar), alcoolismo, dependência química, problemas se***is, autoestima, traumas, medo
de dirigir, timidez, luto, dificuldades de relacionamento, orientação profissional e vocacional, psicossomatizações e outros. Responsáveis:

Eliana Guimarães de Almeida
CRP: 06/55327-7


Sidney Rosa Cunha
CRP: 06/53823-3


Agendamentos:
(11) 99493-2210



Endereço:

* Rua América do Sul, 250 - Parque Novo Oratório - Santo André - SP



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02/03/2026
DEIXAR OS OUTROS SEREM COMO SÃONa vida cotidiana, muitas vezes sentimos a tentação de querer mudar o outro. Seja um amig...
23/02/2026

DEIXAR OS OUTROS SEREM COMO SÃO
Na vida cotidiana, muitas vezes sentimos a tentação de querer mudar o outro. Seja um amigo, um parceiro, um filho ou até mesmo alguém que acompanhamos em um processo terapêutico, surge em nós o impulso de “corrigir” ou “salvar”. No entanto, essa postura, por mais bem-intencionada que pareça, nos afasta de uma verdade fundamental: cada ser humano é responsável por sua própria jornada.

A fenomenologia existencial nos convida a olhar para o outro sem julgamentos prévios, sem tentar encaixá-lo em moldes que criamos. O fenômeno — aquilo que se mostra — deve ser acolhido como é, no instante em que aparece. Isso signif**a que o outro só pode ser compreendido e respeitado em sua singularidade, não como projeção dos nossos desejos ou expectativas.

Quando tentamos realizar a transformação por alguém, retiramos dele a possibilidade de viver sua própria experiência. É como se roubássemos o direito de aprender com seus erros, de amadurecer com suas escolhas e de descobrir, por si mesmo, o sentido da vida. Nesse movimento, criamos dependência e anulamos a liberdade.

Deixar o outro ser quem é não signif**a indiferença. Pelo contrário, é um ato profundo de amor e confiança. É oferecer uma atmosfera mental positiva, um espaço seguro onde a mudança pode acontecer se ele assim desejar. Mas a decisão final sempre pertence ao próprio sujeito.

Na visão existencial, cada pessoa carrega dentro de si a verdade que precisa ser revelada. Essa verdade não pode ser imposta de fora, mas emerge quando o indivíduo se abre para ela. O papel do outro — seja terapeuta, amigo ou familiar — é apenas sustentar o espaço, estar presente, amar sem condições e respeitar o tempo da transformação.

Essa postura é libertadora porque nos retira da ilusão de controle. Reconhecemos que não somos donos do destino alheio e que nossa responsabilidade é apenas com nossa própria vida. Ao mesmo tempo, oferecemos ao outro o maior presente possível: a liberdade de ser quem é, no ritmo que lhe cabe.

Assim, “deixar os outros serem quem são” é mais do que uma frase bonita. É uma prática existencial que nos ensina a viver com autenticidade, a respeitar a singularidade e a confiar que cada ser humano tem dentro de si os recursos necessários para se transformar.

CONGRUÊNCIAAutenticidade não é só discurso, é atitude.Não adianta falar bonito se na prática não acontece.A verdade apar...
21/02/2026

CONGRUÊNCIA

Autenticidade não é só discurso, é atitude.
Não adianta falar bonito se na prática não acontece.
A verdade aparece quando o jeito de viver combina com quem você realmente é.
Tem gente que fala contra injustiça, mas não move um dedo.
A palavra pode até estar certa, mas se não vira ação, f**a vazia.
No fim, falar também é agir — e cada gesto mostra se você encara a vida ou foge dela.
Ser sincero é dizer o que pensa.
Congruência signif**a coerência entre o que você pensa, sente e faz.
É quando existe harmonia e alinhamento entre suas ideias, emoções e atitudes — ou seja, quando sua vida mostra na prática aquilo que você acredita.
Ser autêntico é quando pensar, sentir e agir andam juntos.
É quando o que você mostra por fora não desmente o que você sente por dentro.
Pensamentos de verdade nascem da experiência.
Sentimentos reais incluem até aqueles que a gente tenta esconder.
E viver não é só esperar: é se jogar na ação.
Autenticidade não é ser “bonzinho”, é assumir a responsabilidade de ser quem você é.
É quando suas atitudes batem com sua consciência, e sua consciência nasce da vida que você realmente vive.
É quando sua fala não trai seu corpo, seus afetos e sua história.
Convicções que nunca viram prática f**am duras.
Ideias sem experiência acabam mandando em você.
Quem vive só de teoria acaba preso nela.
No fim, não importa o que é “certo”, importa o que é real agora.
Porque até a ideia mais bonita, sem contato com a vida, pode ser só uma forma elegante de fugir de si mesmo.

CARPE DIEM: A VIDA NÃO ESPERA(Baseado numa cena do filme: Sociedade dos poetas mortos)Imagina comigo: um professor leva ...
19/02/2026

CARPE DIEM: A VIDA NÃO ESPERA
(Baseado numa cena do filme: Sociedade dos poetas mortos)

Imagina comigo: um professor leva os alunos até uma foto antiga. Eles olham e veem rostos jovens, cheios de planos, dúvidas, vontade de viver. E aí o professor solta: “essas pessoas já se foram… Carpe diem!”

Não é pra dar medo. É pra acordar. A ideia não é falar de morte, mas de vida. É como se ele dissesse: “Ei, agora é você que tá aqui. Com seus medos, suas perguntas, seus sonhos — até aqueles que você ainda nem sabe direito quais são.”

Porque, se a gente parar pra pensar, muita gente vive no automático. Faz o que esperam, tenta se encaixar, adia o que sente. Só que a vida não é ensaio. Ela tá rolando agora, enquanto você sente, escolhe, erra e aprende.

Quando o professor fala Carpe diem, ele tá dizendo: “Não viva sua vida como espectador.”

Então presta atenção: o que te faz sentir vivo? O que te dá alegria? O que te incomoda? Tudo isso fala de quem você é.

E não precisa ter tudo decidido. Não precisa saber quem você vai ser daqui a dez anos. O que importa é ser verdadeiro agora. Cada dia é uma chance de dar um passo — às vezes é falar o que sente, às vezes é colocar um limite, às vezes é sonhar mais alto. Tudo isso vale.

A vida não pede perfeição. Pede presença. Enquanto houver tempo, há possibilidade. Enquanto você estiver aqui, sua história tá sendo escrita — do seu jeito, no seu ritmo.
Agora pensa: se daqui a alguns anos sua vida fosse uma fotografia, o que você gostaria de ver nela?

No fim das contas, viver é participar da própria vida. Não é ter todas as respostas, mas estar presente. Não é acertar sempre, mas continuar tentando. E talvez a maior coragem seja essa: escolher ser você, mesmo quando dá medo.

Endereço

Rua Alvarez De Azevedo, 210/Sala 11
Santo André, SP
09020-140

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