Ai Pensei - Por Jamille Raia Dreer

Ai Pensei - Por Jamille Raia Dreer Psicanalista com especialização Junguiana
Pós Graduada em Constelação Familiar Sistêmica
Estritora e Palestrante

Porque a angústia nasce onde algo não pôde ser dito.Ela é afeto sem nome, é excesso sem borda, é grito sem som.Quando a ...
25/02/2026

Porque a angústia nasce onde algo não pôde ser dito.
Ela é afeto sem nome, é excesso sem borda, é grito sem som.

Quando a palavra chega, não apaga a dor —
mas a contorna.
Não elimina o vazio —
mas o simboliza.

Falar é um ato de coragem:
é atravessar o indizível e oferecer forma ao que era apenas peso.
Na palavra, a angústia deixa de ser abismo
e se torna travessia.

Onde havia sufoco, nasce sentido.
E, pouco a pouco, o que era nó
vira narrativa.

24/02/2026

O caos nem sempre é o outro!

19/02/2026

Hoje, sete anos depois, o Ai Pensei tem estrutura, corpo, história e amor.
Celebro não apenas um CNPJ, mas uma travessia: do corpo ferido à escuta como modo de existir.

Que venham os próximos anos.
Com mais profundidade, verdade e coragem de continuar pensando — e sentindo 💡🌷

Envelhecer é um verbo que a alma conjuga antes do corpo.No espelho contemporâneo, alisamos rugas, apagamos marcas, filtr...
18/02/2026

Envelhecer é um verbo que a alma conjuga antes do corpo.

No espelho contemporâneo, alisamos rugas, apagamos marcas, filtramos o tempo — como se a pele pudesse negociar com a eternidade. Mas cada linha que surge é uma assinatura da vida que insistiu em acontecer.

A tentativa de disfarçar o tempo é, muitas vezes, uma recusa silenciosa da finitude. Como se admitir o envelhecer fosse admitir que somos atravessados pelo limite. E somos. É justamente isso que nos humaniza.

A psicanálise nos lembra: negar a falta é também negar o desejo. E o tempo, com suas marcas, nos devolve ao essencial — somos seres de passagem.

Envelhecer não é perder viço, é ganhar profundidade.

Não foi o sol que me ensinou a ser forte,foi a noite que parecia não ter fim.A coragem não nasceu do aplauso,mas do silê...
18/02/2026

Não foi o sol que me ensinou a ser forte,
foi a noite que parecia não ter fim.

A coragem não nasceu do aplauso,
mas do silêncio que doía.
Não veio da leveza,
mas do peso que eu pensei não suportar.

Na clínica, aprendemos que é do conflito que algo se revela.
E é no atravessamento da falta que o sujeito se encontra.

O dia insuportável não me quebrou —
ele me apresentou a mim mesma.

Coragem, às vezes, é apenas ficar.
E sobreviver já é um ato revolucionário 🌷💡

03/02/2026

Na associação livre, a alma fala sem pedir licença.
A palavra escapa do controle, tropeça, erra e é justamente aí que diz a verdade.

Na psicanálise, não se busca o discurso bonito, mas o que vaza: o lapso, a repetição, o silêncio que pesa mais que a fala.

Quando deixamos o pensamento correr sem censura,
o inconsciente encontra passagem
e o sujeito, pouco a pouco, se encontra onde menos esperava 💭💡🥰

💭💡🥰
02/02/2026

💭💡🥰

Eu nunca vou me acostumar com a grandiosidade das manhãs de Constelação Familiar Sistêmica 🌷Muito obrigada pela presença...
31/01/2026

Eu nunca vou me acostumar com a grandiosidade das manhãs de Constelação Familiar Sistêmica 🌷
Muito obrigada pela presença de cada um de vocês e seus sistemas ❤️‍🩹🥰

27/01/2026

Maravilhosa e pontual Vera Iaconeli

Museu da imagem e do som 💭💡❤️‍🩹Parte interativa onde participamos da exposição de Jung! Amei 😍
24/01/2026

Museu da imagem e do som 💭💡❤️‍🩹
Parte interativa onde participamos da exposição de Jung! Amei 😍

Há sonhos que adiamos como quem empilha papéis na gaveta do inconsciente.Não por falta de tempo, mas por excesso de medo...
22/01/2026

Há sonhos que adiamos como quem empilha papéis na gaveta do inconsciente.
Não por falta de tempo, mas por excesso de medo.
O superego cobra produtividade, mas silencia o desejo.
Para o Outro, somos pontuais. Para nós, faltamos.

Na lógica do trabalho, obedecemos.
Na lógica do desejo, recuamos.
Porque sonhar exige responsabilidade —
e realizar um sonho implica perder algo do que fomos até aqui.

Talvez não falte disciplina.
Mas falte autorização interna.
Não do chefe.
Mas do sujeito que, finalmente, aceita pagar o preço do próprio desejo 💭💡❤️

Na Avenida Paulista, a FIESP abre um espaço onde o cérebro deixa de ser apenas órgão e se revela como narrativa.A exposi...
21/01/2026

Na Avenida Paulista, a FIESP abre um espaço onde o cérebro deixa de ser apenas órgão e se revela como narrativa.
A exposição nos lembra que não somos feitos apenas de sinapses, mas de histórias que se repetem, se transformam e, às vezes, insistem em retornar.

“Se tudo o que você vai fazer daqui para frente é baseado em um banco de dados do que já foi feito, você não tem futuro.”
A frase ecoa como um enigma psicanalítico: o passado não é prisão, é matéria-prima. O futuro, paradoxalmente, nasce dele.

Na psicanálise, sabemos: o que nos une não é a memória em si, mas a possibilidade de simbolizá-la. O cérebro registra, o inconsciente reinscreve, e o sujeito tenta criar algo novo a partir do que já foi vivido. Não há futuro sem passado — mas há escolha sobre como ele nos habita.

Entre neurônios e afetos, a exposição nos convida a reconhecer que o humano se constrói no encontro: entre ciência e desejo, entre repetição e criação, entre o que herdamos e o que ousamos transformar.

Talvez seja isso que nos une: não a certeza do que fomos, mas a aposta no que ainda podemos vir a ser 💭💡🌷

Endereço

Santo André, SP

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