Psicologia Saber e Conhecer

Psicologia Saber e Conhecer Andréia Rafael- CRP 06/130189

Psicóloga Clínica e especialista em Terapia Comportamental pela USP

Uma rede de apoio que passa a viver uma rotina de cuidados e atenção aos comportamentos de um filho (a), sobrinho(a), ir...
16/02/2026

Uma rede de apoio que passa a viver uma rotina de cuidados e atenção aos comportamentos de um filho (a), sobrinho(a), irmã (ao) etc, com Transtorno Afetivo Bipolar pode se ver abarcado de atividades extras em sua rotina e muita das vezes esquecer de dar atenção ao que lhe seja importante e valioso investir energia acerca de si mesmo.
Segue abaixo algumas dicas para a rede de apoio (Carneiro, A.; Fernandes,Fernando (Orgs.). Como lidar com o Transtorno afetivo Bipolar: Guia prático para pacientes, familiares e profissionais da educação e da saúde, 2023) refletir se faz sentido incluir em sua rotina.
- Usar estratégias de lidar com o estresse na rotina
- Buscar manter as atividades da rotina organizadas
- Não se sobrecarregar com as tarefas (fazer escolhas com enfoque em qualidade de vida)
- Dividir ou delegar determinadas tarefas (fazer combinados com pessoas que possam intercalar e dividir as atividades da rotina)
- Frequentar grupos de apoio ao portador de TAB
- Repor as energias- arranjar um tempo para fazer coisas que relaxem e lhe deem prazer
- Desenvolver expectativas realistas
Se necessário buscar um tratamento psicoterapêutico para aprender a lidar com questões próprias para qualidade de vida
Estas sugestões podem fazer sentido para sua realidade ou não, mas o importante é buscar uma maneira de equilibrar a rotina de autocuidado e de cuidado na direção de uma vida valorosa e significativa.
Espero que o conteúdo lhe seja útil!
Um forte abraço!
Psicóloga Andréia Rafael
CRP 06/130189

Às vezes imaginamos que o processo do luto se dá somente pela perda de um ente querido, pela perda de um pet de estimaçã...
10/02/2026

Às vezes imaginamos que o processo do luto se dá somente pela perda de um ente querido, pela perda de um pet de estimação, enfim, mas há casos em que o luto se dá quando um funcionário se depara com a demissão de colegas ou sua própria demissão. No ambiente de trabalho relações foram construídas, o trabalho em si laboral é vivenciado cotidianamente e quando há este "afastamento " pelos desligamentos na empresa, não é incomum surgir a sensação de perda, tristeza, frustração diante da perda de " benefícios " gerados através do salário mensal, finaliza-se a história de um periodo, mas essa história existiu junto com as memórias e lembranças "afetivas ". Esse processo demanda tempo e disponibilidade para " o sentir, se acolher" e dar espaço a humanidade compartilhada, quando a demissão surge para colegas que tinham uma relação aproximada e o funcionário que sente " a perda " ainda se mantém trabalhando na empresa, a exemplificar, casos de empresas que reduzem o quadro de funcionários e observa-se esses fenômenos citados anteriormente. Vivenciar o processo de luto pelas perdas e emoções envolvidas é um processo natural mesmo que haja investimento na busca por novas oportunidades de emprego e escolhas na direção da vida que o indivíduo gostaria de viver a partir daquele momento. Caso observa-se dificuldades em lidar com tal processo sugiro a busca por uma ajuda especializada. Compartilho também o disque 188 ,o contato do CVV- Centro de valorização da vida, espaço de acolhimento psicológico de urgência que abrange toda região nacional. Espero ter contribuído para elucidacoes! Um forte abraço! Psicóloga Andréia Rafael CRP 06/130189

Muitos são os fatores que podem levar a pessoa ter dificuldades em iniciar o sono e entrar em sono rem (sono profundo) e...
01/02/2026

Muitos são os fatores que podem levar a pessoa ter dificuldades em iniciar o sono e entrar em sono rem (sono profundo) e tais dificuldades precisam ser avaliadas por um profissional de Psicologia clínica, Psiquiatra e demais profissionais de saúde envolvidos com o tema.
Sabe-se que as dificuldades em dormir vem além da noite cair e ser necessário o sono ser iniciado, problemas na rotina, questões fisiológicas envolvidas, transtornos psicológicos, estressores no dia-a-dia e dentre tantos fatores podem estar envolvidos nessa dificuldade.
Portanto gostaria de sugerir algumas atitudes que podem ser testadas e estratégias com validação científica que podem funcionar ou não a depender da experiência de cada indivíduo.
A estratégia de controle de estímulos e que costumeiramente pode ser adicionada a higiene do sono pode ser: não deitar na cama até o sono vir ( evitar de ficar rolando na cama, usando-se de estratégias como fazer uma leitura leve, escrever pensamentos e planejamentos de atividades que seriam executadas no dia seguinte como maneira de “ esvaziar a cabeça” dessas preocupações até se cansar e o sono vir), evitar sonecas ao longo do dia, arrumar o quarto e deixá-lo aconchegante com luz baixa, organizado, deixar o acesso a eletrônicos até uma hora antes de ir dormir, etc)
Essas estratégias são propostas de reflexão e podem funcionar ou não na rotina de cada indivíduo.
Desta forma, o autoconhecimento é importante nesse processo de sabermos qual estratégia funciona melhor para nossa própria rotina e qualidade de vida, assim como os fatores preditores da insônia. Sendo a psicoterapia ferramenta importante para novas aprendizagens, pois no processo psicoterapêutico as demandas são trabalhadas caso a caso e conforme o que seja mais importante para a rotina e vida de cada cliente.
Espero que o conteúdo lhe seja útil!
Um abraço carinhoso!
Psicóloga Andréia Rafael
CRP 06/130189

Comece com um passo, com a leitura de um trecho de um livro preferido, lendo uma pagina de um artigo  por dia, por seman...
09/01/2026

Comece com um passo, com a leitura de um trecho de um livro preferido, lendo uma pagina de um artigo por dia, por semana, conforme sua rotina e possibilidade de constância. Comece por uma caminhada de 15 minutos, observando como se sente durante e após do percurso, planejando e manejando a inclusão de um novo hábito na rotina, "arranjando" espaço para favorecer o comportamento e seguindo em direção uma qualidade de vida, conforme o que lhe seja relevante, valioso e valoroso investir energia. E se mudar não fosse sobre fazer mais, mas sobre começar "menor"?
Um passo possível hoje vale mais do que um plano perfeito que nunca sai do papel.

Que pequeno comportamento, se repetido, poderia te aproximar do que é importante para você? Espero ter contribuído para elucidacoes! Um início de ano repleto de novas experiências! Um forte abraço! Psicóloga Andréia Rafael CRP 06/130189

Faz sentido por aí? Um forte abraço!                           Psicóloga Andréia Rafael                                 ...
05/01/2026

Faz sentido por aí? Um forte abraço! Psicóloga Andréia Rafael CRP 06/130189

https://www.andreiarafaelpsicologia.com.br/2026/01/05/metas-para-2026/
05/01/2026

https://www.andreiarafaelpsicologia.com.br/2026/01/05/metas-para-2026/

Metas para 2026? Publicado poradmin janeiro 5, 2026 Deixe um comentário em Metas para 2026? Produzido por: Canva A pergunta que não quer calar: “Como anda suas metas para 2026?” Uma proposta de Reflexão! É bastante comum iniciarmos o ano com pendências do ano anterior e elegendo novas metas...

Cada pessoa vive o seu próprio processo. Ele não acontece em linha reta e não é igual ao de ninguém.Ao longo do caminho,...
16/12/2025

Cada pessoa vive o seu próprio processo. Ele não acontece em linha reta e não é igual ao de ninguém.

Ao longo do caminho, é natural sentir desconforto e experimentar diferentes emoções. Isso faz parte da vida e das nossas experiências. Nem tudo pode ser controlado, e tentar controlar " todas as circunstâncias " costuma gerar ainda mais sofrimento.

O que podemos aprender é a cuidar de nós mesmos enquanto seguimos adiante, observando o que sentimos, como reagimos e o que essas experiências nos ensinam.

Talvez a meta para o próximo ano não precise ser “acertar sempre” ou “evitar dificuldades”, mas sim caminhar na direção daquilo que é realmente importante para nós — construindo uma vida com mais sentido e valor.

O autoconhecimento pode nos ajudar nesse processo, funcionando como "uma bússola": não elimina os desafios do caminho, mas nos ajuda a "escolher" como agir diante deles. A psicoterapia pode facilitar o caminho de aprendizagem sobre nós mesmos e de ampliação de repertórios na promoção de mudanças para a qualidade de vida.

Faz sentido por aí? Espero ter contribuído para elucidacoes! Um forte abraço! Psicóloga Andréia Rafael CRP 06/130189

Você já percebeu como estressores cotidianos de baixa intensidade podem se acumular ao longo do dia?A literatura em psic...
04/12/2025

Você já percebeu como estressores cotidianos de baixa intensidade podem se acumular ao longo do dia?
A literatura em psicologia indica que não apenas os grandes eventos estressantes geram impacto sobre a saúde mental. Microestressores diários — como atrasos, múltiplas interrupções, sobrecarga de tarefas e pequenas frustrações —, quando frequentes e prolongados, podem produzir efeitos cumulativos sobre o funcionamento emocional e fisiológico.
Evidências científicas sugerem que esse acúmulo gradual está associado ao aumento da reatividade ao estresse, níveis mais elevados de ansiedade, irritabilidade, fadiga emocional e redução da capacidade de concentração. Em outras palavras, pequenos estressores recorrentes podem gerar uma carga significativa, especialmente quando não são reconhecidos ou manejados adequadamente.
Diante disso, é importante refletir sobre estratégias de autocontrole. Ajustes simples na rotina — como a implementação de pausas planejadas, organização de prioridades, definição de limites, higiene do sono, práticas de lazer e o cultivo de habilidades atencionais, como Mindfulness — podem atuar como fatores protetivos, reduzindo a sobrecarga fisiológica e emocional ao longo do tempo.
Cuidar de si não demanda mudanças radicais, mas sim escolhas consistentes e micropassos graduais alinhados aos próprios valores, favorecendo uma vida mais significativa.
Pequenas decisões diárias orientadas pelo que é importante para você podem repercutir na qualidade de vida e no bem-estar psicológico.
E por aí, faz sentido?
Você já se percebeu carregando “pequenos pesos” que, somados, afetam seu humor e seu organismo como um todo?
Espero que esta reflexão contribua para ampliar a compreensão sobre os efeitos dos microestressores.
Cuide-se!
Psicóloga Andréia Rafael
CRP 06/130189

A solidão e o isolamento social têm se tornado temas centrais nas discussões sobre saúde pública contemporânea. Segundo ...
01/12/2025

A solidão e o isolamento social têm se tornado temas centrais nas discussões sobre saúde pública contemporânea. Segundo alertas recorrentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), a ausência de vínculos significativos não apenas afeta o bem-estar emocional, como também representa um risco concreto à saúde física. Quando uma pessoa se vê privada de relações de apoio — seja por viver isolada, por não possuir vínculos afetivos sólidos ou por sentir que não pertence a nenhum grupo — o corpo e a mente reagem de maneiras que comprometem sua vitalidade.

Estudos vêm demonstrando que esses estados prolongados de desconexão podem elevar a mortalidade a níveis comparáveis, ou até superiores, aos observados em fatores de risco amplamente conhecidos, como o tabagismo excessivo e a obesidade. Isso ocorre porque a solidão crônica favorece o estresse fisiológico, prejudica a regulação hormonal, fragiliza o sistema imunológico e aumenta a probabilidade de doenças cardiovasculares, metabólicas e mentais.

Dessa forma, o que antes era visto apenas como uma questão emocional passa a ser compreendido como um desafio de saúde global. A construção e a manutenção de relações humanas — vínculos afetivos, amizades, participação comunitária — tornam-se, portanto, não apenas fontes de bem-estar subjetivo, mas verdadeiros fatores de proteção para a saúde e a longevidade. Combatê-la exige ações coletivas, políticas públicas, redes de apoio e a valorização de interações humanas que restituam ao indivíduo o senso de pertencimento e significado. Já parou para refletir sobre estas questões e correlação entre solidão e saúde mental? Que tal refletirmos se estamos mantendo relações genuínas e verdadeiras ou reforçando, embora com companhia, relações superficiais e inautenticas que favorecam o estado e "sensação" de solidão? Espero ter contribuído para elucidacoes! Um forte abraço! Psicóloga Andréia Rafael CRP 06/130189

É bastante comum que pessoas por desconhecimento sobre o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) e de d...
28/11/2025

É bastante comum que pessoas por desconhecimento sobre o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) e de dificuldades que uma pessoa com TDAH possa ter em lidar com questões rotineiras, seja na esfera interpessoal, profissional e na execução de tarefas estigmatizem o TDAH sem compreender o quanto um tratamento medicamentoso adequado, psicoterapia e rede de apoio fortalecida possam ser eficazes para a qualidade de vida.
Segue abaixo alguns “ MITOS” que circundam o tema gerando desinformação e desconhecimento de tratamentos efetivos possíveis para a qualidade de vida.
⭐ Mito 1: “TDAH não existe; é só falta de disciplina.”
Fato:
TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento reconhecido internacionalmente. Há ampla evidência científica sobre como alterações nas esferas (atenção, impulsividade/hiperatividade) e funções executivas podem afetar a maneira com que o indivíduo possa lidar com a própria vida

⭐ Mito 2: “TDAH é causado por má criação ou pais permissivos.”
Fato:
O comportamento dos pais não causa TDAH. Ele tem forte componente genético e neurobiológico, embora o ambiente possa influenciar nos sintomas.

⭐ Mito 3: “Só crianças têm TDAH.”
Fato:
O TDAH continua na vida adulta. Os sintomas podem mudar, mas o transtorno não “desaparece” necessariamente.

⭐ Mito 4: “Todo mundo é distraído, então todo mundo tem TDAH.”
Fato:
As pessoas podem emitir comportamentos de distração, mas no TDAH a intensidade e persistência dos sintomas afeta várias áreas da vida e causa prejuízo significativo.

⭐ Mito 5: “TDAH é excesso de energia.”
Fato:
Existem três apresentações:
• Predominantemente desatento
• Hiperativo/impulsivo
• Combinado
Há pessoas com TDAH que não emitem comportamentos "hiperativos".

⭐ Mito 6: “Medicamentos para TDAH viciam.”
Fato:
Quando usados corretamente, sob orientação médica, a medicação prescrita não aumenta risco de vício e pode até reduzir comportamentos de risco.

⭐ Mito 7: “TDAH é desculpa para preguiça.”
Fato:
As dificuldades não têm relação com esforço ou "vontade". Elas vêm de diferenças multifatoriais na regulação da atenção, motivação e planejamento.

⭐ Mito 8: “Pessoas com TDAH não conseguem ter sucesso.”
Fato:
Muitas pessoas com TDAH emitem comportamentos criativos, resilientes e inovadores. Com tratamento e estratégias adequadas, podem alcançar sucesso profissional. Espero ter contribuído para elucidacoes! Um forte abraço! Psicóloga Andréia Rafael CRP 06/130189

Endereço

Rua Coronel Ortiz, 190
Santo André, SP

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Terça-feira 08:00 - 21:00
Quarta-feira 08:00 - 21:00
Quinta-feira 08:00 - 21:00
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