Clínica Jô Rocha

Clínica Jô Rocha Um ambiente diferenciado e dedicado a pessoas especiais, como você.

Ouvir vai muito além de captar sons; é sobre criar pontes, entender emoções e participar ativamente da vida. Para muitas...
02/02/2026

Ouvir vai muito além de captar sons; é sobre criar pontes, entender emoções e participar ativamente da vida. Para muitas pessoas, essa jornada envolve desafios únicos devido à deficiência auditiva, mas isso nunca deve ser um limite para o desenvolvimento e para a felicidade.

Cada descoberta sonora — seja o riso de um familiar, a música favorita ou o som do vento — é um marco que merece ser celebrado e estimulado.

Como podemos apoiar?
Diagnóstico precoce: Identificar necessidades auditivas cedo transforma o futuro.

Tecnologia e Acolhimento: O uso de aparelhos e terapias de linguagem são ferramentas de liberdade.
Paciência e Presença: Estar atento às formas de comunicação de quem possui perda auditiva é o maior gesto de inclusão.
Aqui na nossa clínica, acreditamos que todos têm o direito de se comunicar e de serem compreendidos. Nosso olhar é voltado para potencializar cada sentido, respeitando o tempo e a individualidade de cada um.

A audição é um portal para o aprendizado e para o afeto. Vamos cuidar desse sentido com toda a atenção que ele merece? ❤️

Av. Senador Pinheiro Machado, 30 - 14º andar • Santos
Telefone: (13)99162-1606 e (13) 3394-9408

Se o seu filho recusa cores e texturas novas, saiba que isso pode ter uma explicação sensorial e neurológica: a busca po...
30/01/2026

Se o seu filho recusa cores e texturas novas, saiba que isso pode ter uma explicação sensorial e neurológica: a busca por previsibilidade. Para muitas crianças neuroatípicas, especialmente no Transtorno do Espectro Autista (TEA), os chamados alimentos “bege” funcionam como um verdadeiro porto seguro sensorial.
Se o cardápio do seu filho parece uma paleta que varia entre o creme e o marrom claro, você não está sozinho. Esse padrão alimentar é conhecido informalmente entre profissionais como “dieta bege” — um termo descritivo, não um diagnóstico.

Para uma criança com sensibilidade sensorial, o momento da refeição pode ser desafiador. Comer envolve múltiplos estímulos ao mesmo tempo: cheiro, textura, sabor, temperatura e até sons. Para um cérebro que já percebe o mundo como intenso e imprevisível, isso pode ser assustador.

Um exemplo clássico é o morango: hoje pode estar doce, amanhã azedo; às vezes firme, outras vezes mole; com sementes que incomodam. Para uma criança sensorialmente sensível, isso é uma verdadeira loteria sensorial. Já um nugget, um biscoito de polvilho ou outro alimento industrializado de uma marca específica oferece sempre o mesmo sabor, a mesma textura e o mesmo cheiro. Ele é previsível. Ele é seguro.

Por isso, a seletividade alimentar não é “frescura” nem birra. Trata-se de uma estratégia de autorregulação. Embora esse padrão seja mais frequente e intenso no TEA, ele também pode aparecer em outras crianças, inclusive com TDAH, ainda que por motivos diferentes.

O objetivo do cuidado não é forçar a criança a comer um prato de salada de um dia para o outro, mas sim ampliar gradualmente o seu repertório de alimentos seguros, respeitando seu tempo e suas necessidades sensoriais. Esse processo deve ser feito com o apoio de uma equipe multidisciplinar, ajustando a forma como o cérebro percebe e tolera novas experiências alimentares.

A dieta bege pode ser um ponto de partida — mas, com acompanhamento adequado, ela não precisa ser o ponto final.

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Aproveitamos a manhã de sol para realizar uma deliciosa atividade externa. Com a ajuda das crianças, confeccionamos bexi...
29/01/2026

Aproveitamos a manhã de sol para realizar uma deliciosa atividade externa. Com a ajuda das crianças, confeccionamos bexigas com água para que todas pudessem interagir de uma forma refrescante. Foi muito divertido! A alegria esteve presente em todos os momentos.

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29/01/2026

Geladinho, Sacolé, Chup-chup, Gelinho. Por qual nome você reconhece essa delícia?

Reunimos nossos pacientes para explorar nossa cozinha experimental e aprimorar suas habilidades através da confecção de chup-chups.
Nossa satisfação está em oportunizar diferentes etapas conduzindo nossos pacientes a vencer desafios sensoriais, comportamentais, comunicativos ou de qualquer outra instância.

Aqui, treinamos e aperfeiçoamos habilidades para a vida real revestindo cada momento com muito afeto e constância.

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O passeio no shopping foi ótimo, mas ao chegar em casa a criança teve uma crise ou ficou extremamente exausta? Pode ser ...
28/01/2026

O passeio no shopping foi ótimo, mas ao chegar em casa a criança teve uma crise ou ficou extremamente exausta? Pode ser a Fadiga Sensorial.

Às vezes, a indisposição não acontece durante o evento estressor, mas horas depois, quando o corpo finalmente relaxa e o sistema nervoso tenta processar todo o barulho, luz e toque acumulados.

Como ajudar?

Crie um "porto seguro" com pouca luz após eventos sociais.
Não exija interações logo após a chegada.
Respeite o tempo de regulação silenciosa.

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Você já reparou que seu filho nota o detalhe de uma formiga no chão, mas parece não perceber o parque inteiro ao redor? ...
26/01/2026

Você já reparou que seu filho nota o detalhe de uma formiga no chão, mas parece não perceber o parque inteiro ao redor? Isso tem nome: Processamento Bottom-up.

Diferente do cérebro neurotípico, que muitas vezes enxerga o "todo" primeiro, muitas crianças neurodivergentes processam os detalhes individuais antes de montar a imagem completa.

Por que isso importa? Isso explica a sensibilidade a pequenas mudanças no ambiente e a incrível capacidade de observação. Não é falta de atenção ao contexto, é uma forma mais minuciosa de construir a realidade!

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Você já sentiu que seu filho 'se perde' na hora de brincar? 🧸Muitas vezes, o que parece desinteresse é, na verdade, um d...
23/01/2026

Você já sentiu que seu filho 'se perde' na hora de brincar? 🧸
Muitas vezes, o que parece desinteresse é, na verdade, um dos desafios de Praxia Ideacional: a dificuldade do cérebro em planejar o 'passo a passo' da diversão. Entender isso muda a forma como oferecemos os brinquedos e como interagimos com eles.

Para nós, brincar de "dar banho no boneco" parece simples. Mas, para o cérebro, isso exige uma sequência complexa. Elas têm o desejo de interagir, mas o cérebro não consegue montar o "roteiro" da ação. É como ter todas as peças de um móvel, mas não ter o manual de instruções. Isso implica em algumas condições, como brincar repetitivo, desinteresse rápido ou destruição.

O segredo não é dar o brinquedo e esperar que a criança brinque sozinha, mas sim ser o "suporte do plano".
Lembre-se que o brincar é a ocupação principal da criança. Quando ajudamos na praxia, estamos dando a ela a chave para explorar o mundo e se comunicar.

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Um dos maiores estigmas sobre o autismo é a ideia de que crianças neuroatípicas não têm empatia. Mas a ciência e a vivên...
21/01/2026

Um dos maiores estigmas sobre o autismo é a ideia de que crianças neuroatípicas não têm empatia. Mas a ciência e a vivência clínica nos mostram algo bem diferente: muitas vezes, elas sentem o que o outro sente de forma muito intensa.

A dificuldade em comunicar essa empatia não está necessariamente ”dentro" da criança autista, mas no “descompasso” entre como ela se expressa e como o mundo espera que ela se expresse. assim, por exemplo, a criança pode não sorrir de volta imediatamente, mas pode trazer o brinquedo favorito dela para te consolar. Ou, também, o adulto pode esperar um abraço ou um olhar, e se não recebe, acha que não há afeto.

Muitas crianças neuroatípicas têm uma empatia gigante, mas podem ter dificuldade na empatia associada a Cognição. Elas ficam sobrecarregadas pelo sentimento do outro e, para se protegerem, podem se afastar, tapar os ouvidos ou focar em um objeto. Não é falta de amor, é excesso de estímulo.

Cada criança cria sua própria "linguagem do amor". Fique atento a estes sinais fora da caixa, como, por exemplo, quando a criança fala sem parar sobre o assunto favorito dela para você. Isso é um sinal de confiança e partilha.

Em vez de cobrar uma reação emocional padrão, ajude a criança a nomear o que ela está sentindo e o que o outro sente. Use pistas visuais ou histórias sociais para ensinar o "script" social da empatia, respeitando sempre o limite sensorial da criança.

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Você já sentiu que seu filho ignora seus avisos de que o tempo está acabando? Ou que ele entra em desespero quando preci...
19/01/2026

Você já sentiu que seu filho ignora seus avisos de que o tempo está acabando? Ou que ele entra em desespero quando precisa interromper uma atividade que gosta?

Antes de pensar que é "birra" ou falta de limites, você precisa compreender as seguintes questões:

Para a maioria das pessoas, o tempo é como uma linha contínua. Para muitas crianças neuroatípicas (especialmente no TDAH), o cérebro divide o tempo em apenas duas zonas:

O AGORA: O que é interessante e está acontecendo agora.
O NÃO-AGORA: Todo o resto (o futuro, as obrigações, o jantar que virá).

Se algo está no "não-agora", o cérebro da criança simplesmente não consegue priorizar ou se preparar para aquilo. Por isso, o aviso de "faltam 5 minutos" é apenas um ruído sem significado real. Isso ocorre pois sair de uma tarefa prazerosa para uma tarefa necessária exige um esforço enorme de mudança de marcha mental.

Como ajudar (Saindo da teoria para a prática):

Torne o tempo visível: Use recursos onde a criança veja o tempo "sumindo". Ampulhetas coloridas ou o Timer Visual são muito mais eficazes do que palavras.
O aviso do "próximo passo": Em vez de focar no que vai acabar, foque no que vem depois. "Quando o cronômetro apitar, é hora de levar os brinquedos para o banho".
Check-ins auditivos e físicos: Toque levemente no ombro da criança ao avisar. Isso ajuda a trazê-la do hiperfoco para o momento presente.

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Muitas vezes, a criança é rotulada como "descuidada" ou "preguiçosa" por cometer erros ortográficos persistentes. No ent...
16/01/2026

Muitas vezes, a criança é rotulada como "descuidada" ou "preguiçosa" por cometer erros ortográficos persistentes. No entanto, o que parece falta de atenção pode ser, na verdade, Disortografia.

O que é a Disortografia?
Diferente da Disgrafia (que afeta a letra, a forma), a Disortografia é a dificuldade em transcrever corretamente a linguagem oral para a escrita, respeitando as regras gramaticais e ortográficas.

A criança sabe o que quer dizer, mas o "caminho" entre o pensamento e a escrita apresenta falhas.

Sinais que merecem atenção:

Trocas de letras com sons semelhantes (ex: F por V, P por B, T por D).
Omissões ou adições de letras e sílabas.
Dificuldade com acentuação e pontuação, mesmo após muitas explicações.
Junção de palavras (ex: "ocachorro" em vez de "o cachorro") ou separação indevida.
Dificuldade em organizar o pensamento de forma lógica no papel.

O tratamento da Disortografia não deve ser baseado em "copiar 100 vezes a palavra correta". Isso gera frustração e bloqueio. A intervenção da equipe multidisciplinar é um pilar importante para o processo da criança. Assim, a fonoaudiologia trabalhará a consciência fonológica (entender os sons das letras); a psicopedagogia criará estratégias lúdicas e multissensoriais para memorizar regras e organizar o texto e o apoio psicológico fortalecerá a autoestima da criança, que muitas vezes se sente "menos capaz" que os colegas.

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A alimentação é um dos pilares que sustenta o desenvolvimento cerebral, a regulação emocional e a disposição física.Por ...
14/01/2026

A alimentação é um dos pilares que sustenta o desenvolvimento cerebral, a regulação emocional e a disposição física.

Por que a nutrição é tão importante? O que a criança come fornece a "matéria-prima" para a produção de serotonina e dopamina, substâncias químicas que regulam o humor, o sono e o foco. Além disso, estudos mostram uma forte ligação entre a saúde do sistema digestivo e o funcionamento cerebral. Um intestino saudável pode reduzir níveis de irritabilidade e melhorar a cognição.

O acompanhamento nutricional aqui não é apenas sobre "o que comer", mas sobre "como se relacionar com a comida". Por conta disso, a atuação multidisciplinar é fundamental, como, por exemplo, a terapia ocupacional, que trabalha a dessensibilização sensorial; a fonoaudiologia, que auxilia na motricidade oral e mastigação e também a nutricionista que avaliará e acompanhará os nutrientes ingeridos e necessários.

E lembre-se, cada pequena vitória no prato é um grande passo na evolução do seu filho. Não compare a jornada dele com a de outros; cada evolução é única.

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Para crianças neurodivergentes, a transição entre o descanso e a rotina acadêmica pode ser um desafio sensorial e emocio...
12/01/2026

Para crianças neurodivergentes, a transição entre o descanso e a rotina acadêmica pode ser um desafio sensorial e emocional intenso. O novo ambiente, novos professores ou até mesmo o barulho do sinal podem gerar sobrecarga.

Como podemos tornar esse processo mais leve?

▪ Antecipe a rotina: Comece a ajustar os horários de sono e refeições alguns dias antes.
▪ Previsibilidade é chave: Use calendários visuais para mostrar quantos dias faltam.
▪ Visita prévia: Se possível, leve a criança para visitar a escola antes do primeiro dia oficial.
▪ Respeite o tempo: Cada criança tem seu ritmo de adaptação. O acolhimento vale mais do que a pressa.

Estamos prontos para caminhar ao lado da sua família nesse novo ciclo. Vamos juntos transformar o desafio em desenvolvimento? 💙

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