Dra Natacha Capozzi

Dra Natacha Capozzi Consultório médico que integra os conhecimentos da Medicina Integrativa aos da Psiquiatria Moderna para o cuidado em saúde mental.

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E ainda ser felicidade
25/01/2026

E ainda ser felicidade

🧠 Saúde mental é privilégio ou direito?Quando falamos de ansiedade, depressão e esgotamento emocional, é impossível sepa...
22/01/2026

🧠 Saúde mental é privilégio ou direito?

Quando falamos de ansiedade, depressão e esgotamento emocional, é impossível separar o indivíduo do contexto em que ele vive.
O Brasil é um país profundamente desigual e o cérebro não é imune a isso.

A ciência já demonstra que o estresse crônico, comum em ambientes de insegurança financeira, sobrecarga e instabilidade, altera o funcionamento do sistema nervoso, hormonal e imunológico.
Viver em modo de sobrevivência constante tem um custo psíquico real e mensurável.

Por isso, saúde mental não é sobre força de vontade.
É sobre acesso, condições de vida, suporte social e cuidado adequado.

Estratégias como alimentação possível, movimento, vínculos humanos e sono ajudam, sim,mas reduzem danos, não substituem tratamento quando há adoecimento psíquico.
Transtornos mentais não são falha pessoal. São condições de saúde.

Falar de saúde mental sem falar de acesso é uma conversa incompleta.
Cuidar da mente não deveria ser luxo, deveria ser direito.

Como médica, acredito que informar com ciência, empatia e responsabilidade social também é uma forma de cuidado.
Ampliar esse debate faz parte do tratamento.

Se esse conteúdo te fez refletir, compartilhe.
A conversa sobre saúde mental precisa alcançar mais pessoas.
👩🏻‍⚕️ Dra. Natacha Capozzi
🧠 Psiquiatria | Medicina Integrativa
📍 Atendimento presencial e online em Santos – SP
📌 Av. Conselheiro Nébias, 628 – Sala 44 – Boqueirão
🆔 CRM-SP: 163039

Quando alguém querido tem problemas com uso de álcool ou outras substâncias, quase sempre o sofrimento se estende àquele...
20/01/2026

Quando alguém querido tem problemas com uso de álcool ou outras substâncias, quase sempre o sofrimento se estende àqueles com quem convivem.

Pais, filhos, parceiros e irmãos passam a viver em alerta: observam o humor, os horários, os sinais de recaída. Tentam conversar do jeito certo, insistem, cedem, brigam, se culpam. Aos poucos, a vida gira em torno do uso.

A psicologia e a literatura sobre Transtorno por Uso de Substâncias são claras em um ponto fundamental:
👉 o transtorno não se resolve pelo esforço emocional da família.

O uso de substâncias não é falta de caráter nem falta de amor. Envolve alterações no funcionamento do cérebro, padrões de comportamento, fatores emocionais e contextuais. Por isso, ninguém “faz o outro parar” controlando, vigiando ou se sacrif**ando.

Muitas famílias acabam ocupando, sem perceber, um lugar de contenção, tentam evitar recaídas, controlar ambientes, antecipar riscos. Mas o que os estudos mostram é que esse papel gera ansiedade crônica, culpa e esgotamento — e não reduz o risco de uso. Ao contrário, costuma adoecer quem tenta sustentar tudo sozinho.

Cuidar de alguém com TUS não signif**a abrir mão da própria segurança física ou emocional. Pelo contrário, colocar limites é também um chamado a responsabilidade do outro. É autorregulação. É reconhecer que você não controla o comportamento do outro, mas pode escolher onde f**a e até onde vai.

A mudança real acontece quando a própria pessoa se envolve em tratamento estruturado, constrói suporte e assume responsabilidade sobre si. E isso não nasce do sacrifício silencioso de quem está ao redor.

Você pode amar sem se anular.
Pode manter vínculo sem se colocar em risco.
Pode cuidar sem adoecer junto.

Isso não é frieza ou indiferença. É saúde mental para todos os envolvidos.

📚 Referência:
Orford J. Coping with Alcohol and Drug Problems: The Experiences of Family Members. Routledge.
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🌿 Nem todo antidepressivo vem em forma de comprimido.Na Medicina do Estilo de Vida, entendemos que o cérebro responde e ...
16/01/2026

🌿 Nem todo antidepressivo vem em forma de comprimido.
Na Medicina do Estilo de Vida, entendemos que o cérebro responde e muito às escolhas cotidianas.

Antes (e junto) da farmacoterapia, existem pilares capazes de modular o humor, reduzir inflamação, regular neurotransmissores e fortalecer a resiliência emocional de forma consistente, baseada em evidências científ**as.

✨ Neste carrossel, compartilho 6 “antidepressivos” naturais, sustentados pela ciência e aplicáveis à prática clínica:

• Manejo do estresse e da hiperativação do eixo HPA
• Cultivo de hobbies, propósito e aprendizado contínuo
• Conexões sociais de qualidade
• Exposição à luz natural pela manhã e higiene do sono
• Alimentação plant-based como ferramenta terapêutica
• Integração corpo–mente no cuidado diário

🧠 O impacto vai além do alívio de sintomas:
há melhora do foco, do humor, da clareza mental, da cognição e da qualidade de vida como um todo.

📌 Um cuidado necessário: quando falamos em estilo de vida, é fundamental considerar a realidade social brasileira.

A saúde mental não é construída no vazio, ela é atravessada por condições de trabalho, renda, tempo disponível, acesso e sobrecarga.

Essas orientações não partem da ideia de que “basta querer”. Cada pessoa, dentro da sua própria realidade, pode buscar escolhas mais saudáveis sem responsabilização ou culpabilização individual por questões estruturais.

Esses pilares não negam as desigualdades, são ferramentas de cuidado possível, que podem (e devem) ser adaptadas à realidade de cada um, buscando, dentro do que é viável, aquilo que melhor cuida de você.

📍 Importante: isso não substitui tratamento médico quando indicado.
Mas potencializa resultados, reduz recaídas e promove um cuidado mais completo, individualizado e sustentável.

Cuidar da saúde mental é também cuidar da forma como você vive, dorme, se alimenta, se conecta e se regula todos os dias.
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Dormir pouco não é uma escolha inofensiva.É uma negociação que o corpo nunca aceita.Você pode tentar “compensar” no fim ...
14/01/2026

Dormir pouco não é uma escolha inofensiva.
É uma negociação que o corpo nunca aceita.

Você pode tentar “compensar” no fim de semana, usar café como muleta ou acreditar que está acostumado a dormir mal.
Mas a biologia não funciona assim.

A privação de sono desregula hormônios, aumenta cortisol, favorece ganho de gordura abdominal, piora ansiedade, memória, foco e acelera processos inflamatórios e neurodegenerativos.
Sem sono profundo, o cérebro não se “limpa”. O sistema glinfático falha. Proteínas tóxicas se acumulam. O risco cobra juros.

👉 Dormir 7 horas não é luxo.
👉 Não é meta.
👉 É o mínimo biológico para manter saúde mental, metabólica e cognitiva.

E não, melatonina não faz milagre.
Suplemento não corrige rotina desorganizada.
O que sustenta o sono é regularidade, escuridão, temperatura adequada e consistência diária — inclusive aos fins de semana.

Se você sente que vive cansado, irritado, ansioso ou improdutivo, talvez o problema não seja falta de força de vontade.
Talvez seja falta de sono de verdade.

Sono não acumula.
E economizar agora custa caro depois.
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A obesidade é hoje compreendida como uma condição crônica e multifatorial, com componentes biológicos, comportamentais, ...
09/01/2026

A obesidade é hoje compreendida como uma condição crônica e multifatorial, com componentes biológicos, comportamentais, psicológicos e sociais.

Por isso, o tratamento ef**az não se resume à restrição calórica nem apenas ao uso de medicamentos.

As diretrizes atuais indicam que o cuidado precisa incluir avaliação de saúde mental, comportamento alimentar, impulsividade e relação com o corpo.

Quando medicamentos para emagrecimento são usados sem essa avaliação adequada, aumentam os riscos de:

* descontinuação precoce do tratamento
* baixa adesão
* recaídas
* sofrimento psíquico associado

Isso acontece porque fome, saciedade, impulso e recompensa não são apenas físicos.

Eles são regulados por circuitos cerebrais complexos, que envolvem dopamina, serotonina, noradrenalina e sistemas relacionados ao estresse, ao humor e ao controle do impulso.

Assim, o papel da psiquiatria não é “tratar o peso”, mas compreender como aquele cérebro funciona diante da comida, do corpo e da busca por alívio emocional.

Em determinados perfis, o tratamento com medicamentos pode ser um recurso importante.
Em outros, se usado de forma isolada, pode não sustentar resultados ou até intensif**ar sofrimento emocional que já existia.

Se a mente é ignorada, o corpo até pode responder no curto prazo, mas o custo costuma aparecer depois.

💬 O papel da psiquiatria no emagrecimento é integrar cérebro, comportamento e história emocional, para que o tratamento seja seguro, ef**az e duradouro.
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Você já percebeu como algumas coisas aliviam na hora, mas logo depois deixam um cansaço estranho, mais ansiedade ou um v...
07/01/2026

Você já percebeu como algumas coisas aliviam na hora, mas logo depois deixam um cansaço estranho, mais ansiedade ou um vazio difícil de explicar?

Isso é o funcionamento da dopamina no cérebro.

A dopamina é um neurotransmissor ligado à motivação, ao impulso e à sensação de recompensa.
Ela é liberada quando o cérebro entende que algo é importante para buscar de novo.

O problema é que nem toda dopamina constrói bem-estar.

A dopamina ligada ao prazer imediato é fácil, acessível e estimulante. Ela aparece no scroll infinito , no açúcar, nas compras impulsivas, nos excessos que prometem alívio rápido.

O cérebro gosta.
Mas cobra depois.

📉 O efeito costuma ser curto, seguido por:

* aumento da ansiedade
* sensação de vazio
* necessidade de repetir o estímulo
* perda da capacidade de sentir prazer em coisas simples

Já a dopamina construída no processo é diferente.
Ela surge no esforço contínuo, no cuidado diário, nas escolhas que não dão recompensa imediata, mas reorganizam o cérebro ao longo do tempo.

📚 Exercício regular, vínculos reais, rotina estruturada, alimentação consciente, psicoterapia.
Nada disso é excitante no início.
Mas tudo isso fortalece os circuitos de bem-estar duradouro.

Enquanto o prazer rápido estimula,
o prazer construído sustenta.

Na saúde mental, não buscamos picos, buscamos estabilidade, sentido e autonomia emocional.

✨ Cuidar do cérebro é aprender a escolher o que nutre, não apenas o que alivia.

📲 Se você sente que está sempre buscando algo para preencher um vazio, eu posso te ajudar a entender esse ciclo com ciência e profundidade. Vamos conversar.
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Mais do que simbólico, o Ano Novo é uma oportunidade de atualizar o sistema interno: reorganizar hábitos, revisar padrõe...
31/12/2025

Mais do que simbólico, o Ano Novo é uma oportunidade de atualizar o sistema interno: reorganizar hábitos, revisar padrões emocionais e abrir novas possibilidades de funcionamento.

A neurociência nos lembra que somos seres moldáveis — a plasticidade cerebral permite fortalecer conexões saudáveis, reduzir rotas disfuncionais e criar caminhos de bem-estar emocional. Mas essa transformação não acontece pela cobrança ou pelo perfeccionismo. Ela acontece quando unimos consistência e autocompaixão.

A autocompaixão evita que o Ano Novo se torne uma lista de metas inalcançáveis.
Ela permite reconhecer limites, ajustar rotas e cultivar mudanças possíveis, sustentáveis e coerentes com a vida real. Não se trata de “fazer mais”, mas de se convidar a fazer com presença e cuidado, respeitando ritmos, corpo e processos internos.

Que 2026 seja um ano de crescimento emocional, equilíbrio e descobertas internas —
não porque você se exigiu demais, mas porque se tratou com carinho, gentileza e responsabilidade.💛
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O transtorno bipolar não é apenas uma mudança de humor: é também uma alteração do relógio biológico.O cérebro de quem vi...
29/12/2025

O transtorno bipolar não é apenas uma mudança de humor: é também uma alteração do relógio biológico.
O cérebro de quem vive com bipolaridade é mais sensível a pequenas variações de rotina — sono irregular, mudanças de horário, luz noturna, viagens, fins de semana desorganizados. Esses ajustes, que parecem mínimos, podem alterar ritmos internos e impactar o humor de forma signif**ativa.

Ritmos circadianos (sono–vigília) e ritmos sociais (hora de comer, trabalhar, interagir) funcionam como âncoras para o cérebro. Quando essas âncoras se movem, o sistema nervoso pode interpretar como instabilidade, aumentando risco de aceleração (hipomania/mania) ou queda emocional.

Evidências científ**as apontam que a Terapia Interpessoal e do Ritmo Social (IPSRT), ao estruturar ritmos de sono e rotina, fortalece o cérebro contra instabilidades e melhora a regulação do humor.
Manter horários estáveis, proteger o sono e reduzir “quebras de ritmo” pode fazer diferença profunda no curso da bipolaridade.

Compreender esse funcionamento não é sobre rigidez — é sobre autoconhecimento biológico. Quando você respeita o seu ritmo, seu cérebro responde com mais estabilidade, previsibilidade e bem-estar.

Se você deseja aprender estratégias práticas para alinhar seu relógio biológico e regular seu humor de forma sustentável, podemos trabalhar juntas com base em ciência e cuidado humano.
💛
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🎄✨ Feliz Natal: cuidando da mente e do coraçãoQue este Natal seja um convite para a presença plena, o acolhimento das em...
24/12/2025

🎄✨ Feliz Natal: cuidando da mente e do coração

Que este Natal seja um convite para a presença plena, o acolhimento das emoções e o cuidado consigo e com os outros.

Assim como nosso cérebro se transforma ao experienciar sentimentos de afeto e conexão, nossa saúde mental se fortalece ao praticarmos empatia, gratidão e compaixão.

Que a magia do momento inspire bem-estar emocional, alegria genuína e relações mais saudáveis. 💛
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Pessoas com traços borderline sentem emoções como se estivessem “a 300 km/h” porque o cérebro reage de forma mais intens...
22/12/2025

Pessoas com traços borderline sentem emoções como se estivessem “a 300 km/h” porque o cérebro reage de forma mais intensa e rápida aos estímulos emocionais.
A amígdala, responsável por detectar ameaça, entra em alerta com pequenos gatilhos, enquanto as áreas que regulam essa resposta demoram mais para estabilizar — é como acelerar muito forte e ter um freio menos sensível.

Essa combinação gera ondas de raiva, tristeza, ansiedade ou euforia que surgem rápido, atingem picos altos e demoram para voltar ao baseline. Não é “drama”, não é “frescura”: é neurobiologia somada à história emocional.

A instabilidade do self — a sensação de não saber exatamente quem se é, o que se sente ou o que quer — também está ligada a ciclos de abandono, invalidação e vínculos inseguros ao longo da vida. O cérebro aprende a reagir intensamente para se proteger.

A boa notícia é que essa sensibilidade não é um destino fixo.
Estratégias de regulação emocional, terapia focada em mindfulness, práticas de grounding, reorganização de vínculos e exercícios de nomeação de emoções ajudam a desacelerar o sistema nervoso e aumentar previsibilidade interna.

Se você sente que suas emoções aceleram sem controle, podemos trabalhar juntas para construir estabilidade, segurança interna e uma forma mais calma de viver suas experiências. 💛
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Quando emoções f**am acumuladas ou não são compreendidas, o corpo fala por nós.Isso é somatização: quando o cérebro, em ...
16/12/2025

Quando emoções f**am acumuladas ou não são compreendidas, o corpo fala por nós.
Isso é somatização: quando o cérebro, em estado de estresse, ativa o sistema de alerta e amplif**a sensações físicas — dor, aperto no peito, formigamentos, falta de ar, tensão muscular.
O corpo sente antes que a mente consiga organizar o que está acontecendo.

O eixo HPA (hipotálamo–pituitária–adrenal), responsável pela resposta ao estresse, aumenta adrenalina e cortisol, deixando o organismo mais sensível a qualquer sinal interno. É por isso que emoções não processadas podem se transformar em sintomas reais, mesmo sem causa médica evidente.

O cérebro interpreta esses sinais como ameaça e intensif**a a experiência — um mecanismo conhecido como sensibilização central. Ele explica dores difusas, fadiga crônica, desconfortos persistentes e sintomas que parecem “sem explicação”, mas têm origem neurobiológica e emocional.

Reconhecer essa conexão permite intervenções integradas: manejo do estresse, técnicas de respiração e relaxamento, regulação emocional, psicoterapia e mudanças de estilo de vida que modulam o sistema nervoso e diminuem a hiperativação corporal.

Se você sente que seu corpo fala por você, podemos explorar juntas esse funcionamento e desenvolver estratégias baseadas em neurociência e cuidado humano.
💛
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Categoria

Saúde Mental e Medicina Integrativa

Sou médica integrativa, praticante de mindfulness, vegetariana e mãe do Laos. Uma das minhas paixão é conhecer pessoas e auxiliá-las no cuidado e redescoberta de sua saúde.

Sou formada em Medicina pela FMABC, pós graduada em Medicina Integrativa pelo Hospital Israelita Albert Einstein, possuo formação em Mindfulness Based Relapse Prevent pela UNIFESP e pós graduação em Psiquiatria pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de SP. Atuo como médica colaboradora no Grupo de Psicose do Instituto de Psiquiatria do HC- FMUSP e no ambulatório de Psiquiatria Geral da Santa Casa de São Paulo.

Participei dos cursos Introduction to Integrative Mental Health e Whole Systems of Medicine Ayurveda pelo Arizona Center for Integrativa Medicine, University of Arizona.

Entre 2013 e 2017, atuei no SUS com diversas populações, incluindo populações rurais, usuários de álcool e dr**as e pessoas em situação de alta vulnerabilidade.