Bruna Leoneli

Bruna Leoneli Informações sobre Psicologia; Psicoterapia; Avaliação Psicológica Atualmente é Psicóloga Clínica, com consultório próprio, localizado na cidade de Santos/SP.

Psicóloga formada pela Universidade Paulista - UNIP, aceita pelo programa de Pós-Graduação do Instituto Albert Einstein, no curso de Psicanálise e Saúde. Atuou como Psicóloga em Instituições com diferentes demandas, entre elas: Sessão Lar Abrigo (SELAB), atendendo ás necessidades de pacientes psicóticos; Casa da Vó Benedita, envolvida com elaboração e aplicação de oficinas de criatividade e grupos terapêuticos; E Centro de Referência de Assistência á Vítima (CRAVI), participando ativamente de grupos de discussões com equipes multidisciplinares e atendimentos clínicos.

Uma das minhas metas para 2026 é ler (ainda) mais — e ir compartilhando isso com vocês.Então, vamos começar.No dia 31/12...
05/01/2026

Uma das minhas metas para 2026 é ler (ainda) mais — e ir compartilhando isso com vocês.

Então, vamos começar.

No dia 31/12 iniciei Uma delicada coleção de ausências, da Aline Bei. Ganhei o livro de presente na confraternização do Conectadas, meu grupo de estudos da teoria freudiana.

Eu já havia sido capturada pela escrita da autora em Pequena Coreografia do Adeus — um dos meus livros preferidos da vida. Sendo assim, minhas expectativas para este novo título eram altas.

A escrita segue impecável. Poética, ela transforma o cotidiano em algo bonito, mesmo quando é dolorido. Há algo de profundamente inspirador na forma como Aline constrói suas palavras.

A história é pesada — e muito real. Terminei a leitura dois dias depois, impactada, com lágrimas nos olhos. Passei os dias seguintes refletindo sobre seus temas centrais: trauma, transgeracionalidade (a transmissão inconsciente de padrões e sofrimentos entre gerações), ambivalência, mecanismos de defesa — e tantos outros aspectos que encontramos diariamente na clínica.

Freud, em O mal-estar na cultura, já nos alertava sobre a condição humana e sua ambivalência. Aline, com sua maestria na escrita, constrói um arranjo que posso tentar resumir assim: há bondade e maldade em cada sujeito, e jamais podemos esquecer disso. Ninguém — absolutamente ninguém — é uma coisa só. É preciso estar atento aos sinais e às permissões.

Por fim, a leitura também me convocou a uma reflexão, a partir do que o livro mobiliza. Ciclos de abuso só podem ser interrompidos quando ganham voz. Em alto e bom som. Especialmente para nós, mulheres, é preciso reconhecer que se indignar, gritar, lutar e reivindicar pode ser um caminho possível para romper silêncios históricos e transformar um mundo ainda tão duro e cruel no que diz respeito aos abusos cometidos contra nós.

O livro é nota 10. Mas é importante saber: pode gerar gatilhos.

O dia mais especial do ano chegou, dia em que comemoramos mais um ano de vida de vocês. Me lembro de cada segundo do nos...
03/01/2026

O dia mais especial do ano chegou, dia em que comemoramos mais um ano de vida de vocês. Me lembro de cada segundo do nosso primeiro encontro e, todos os dias, quando olho para vocês, sinto que novamente sou tomada pela sensação de viver um milagre.

São 8 anos de descobertas, de primeiras vezes, de entrega, de amor, de histórias e memórias construídas. De marcas que nunca se apagarão!

Eu sinto por vocês um amor e um orgulho que as palavras não alcançam descrever.

Minha menina corajosa, inteligente, determinada, engraçada, autêntica, valente e dedicada. T**a qualquer desafio e faz tudo com foco e garra.

Meu menino carinhoso, inteligente, focado, gentil, companheiro, curioso e justo. Leva a vida com empenho e determinação.

Vocês são dois presentes na minha vida. Minhas crianças!!!

Que seja o início de mais um ciclo repleto de dias ensolarados, com muita saúde, brincadeiras, lugares e experiências novas!

Obrigada por serem exatamente quem vocês são.

Amo vocês, mais do que até a lua, ida e volta, mais do que tudo!

Meus piticos gêmeos 🥹

Herança Emocional, da Galit Atlas, com toda certeza foi um presente nessa reta final de 2025.Vencedora do Prêmio Gradiva...
30/12/2025

Herança Emocional, da Galit Atlas, com toda certeza foi um presente nessa reta final de 2025.

Vencedora do Prêmio Gradiva, ela entrega aqui um livro potente, sensível e extremamente bem escrito — daqueles que a gente termina com a sensação de que foi mesmo um presente.

Ao escrever sobre casos clínicos e também sobre sua própria vida, ela se aproxima da teoria de forma sutil, coesa e profunda. É possível ler e, mentalmente, ir fazendo “ticks” nos textos freudianos. Me deparei com Recordar, repetir e perlaborar, o infamiliar, Inibição, sintoma e angústia, Luto e melancolia, A interpretação dos sonhos, e vários outros.

É um livro para quem busca pensar a clínica, o manejo e, principalmente, estudar sobre o trauma transgeracional — dores e padrões não resolvidos que atravessam gerações e se repetem em nossas vidas, muitas vezes sem que tenhamos consciência.

Para mim, um dos pontos fortes é a escrita acessível, sem aquele discurso permeado por palavras difíceis, de quem parece não querer se fazer entender.

Eu amo quem transmite de maneira fluida, com exemplos cotidianos e apontamentos que nos levam a expandir nosso saber.

Eu não sei por que razão esse livro ficou tanto tempo na minha estante. Ele é do tipo: compre e leia agora!

Leiam e me agradeçam depois hahaha 😜

Nossa noite de natal 🎄💛🙏✨
25/12/2025

Nossa noite de natal 🎄💛🙏✨

Que hoje seja um dia de paz 💛✨
24/12/2025

Que hoje seja um dia de paz 💛✨

Já estão cantarolando Jingle Bells e sentindo cheirinho de ano novo? 🫣😂
16/12/2025

Já estão cantarolando Jingle Bells e sentindo cheirinho de ano novo? 🫣😂

Três anos depois, finalizamos o sétimo módulo do Conectadas.Por aqui já se tornou comum realizar o último encontro com u...
09/12/2025

Três anos depois, finalizamos o sétimo módulo do Conectadas.

Por aqui já se tornou comum realizar o último encontro com um papel e uma caneta ao lado, anotando as palavras que se repetem e se destacam no discurso de quem partilha como foi a experiência desses meses estudando semanalmente juntas.

Hoje anotei: pertencimento, acolhimento, apoio, constância, crescimento… E além disso, as frases: “não são os textos, ou os encontros, mas a soma disso”, “o nome do grupo é exatamente o sentido dele”.
Todas as vezes eu me emociono e tenho a sensação de: poxa vida, quem diria que uma ideia minha se tornaria um projeto tão transformador na vida de quem confiou em mim e nisso que construí?

Eu ainda me surpreendo. E que bom, porque sinto que isso significa que estou sempre em movimento, buscando entregar a cada módulo o meu melhor.

E pra minha sorte, encontro pessoas que estão conectadas com esse mesmo desejo: oferecer o melhor de si. Como é bom dividir a clínica e a vida com cada uma de vocês!

MUITO OBRIGADA POR MAIS UM SEMESTRE (e sim, eu já tô pronta para os próximos 🫣)

Marion foi quase um vício em 2025. Todos os livros dela que li até o momento — e os que ainda estão na estante (tem até ...
08/12/2025

Marion foi quase um vício em 2025. Todos os livros dela que li até o momento — e os que ainda estão na estante (tem até mais um no carrinho 🫣) — são excelentes para quem busca estudar a articulação entre teoria e clínica.

Ela escreve de forma didática, acessível, doce e, por vezes, engraçada, o que torna a leitura suave e fluida.

Nesse livro, ela aborda Transferência, escuta analítica, trauma e simbolização, pensamento clínico, sofrimento neurótico e narcísico. Temas que merecem (e devem!) aprofundamento.

Logo de cara, ela diz que seu objetivo é transmitir ideias complexas de forma simples, mas ainda assim com rigor, e posso dizer que o objetivo foi plenamente atingido! ✨✨✨

Considero um dos pontos altos da escrita da Marion, o compartilhamento de vinhetas clínicas e exemplos de intervenções possíveis. Acho bastante interessante essa forma dela de tornar a experiência de estudar os conceitos e a clínica, de forma viva.

Tenho certeza de que, depois de ler, você nunca mais verá a clínica com os mesmos olhos.

👀

Viver, em alguma medida, dói.Algumas dores emocionais podem até se parecer com aquelas dores físicas que tratamos com re...
27/11/2025

Viver, em alguma medida, dói.

Algumas dores emocionais podem até se parecer com aquelas dores físicas que tratamos com remédios de vó. Outras, mais intensas, exigem cuidado especializado — e tudo bem.

O ponto é: o tratamento precisa acompanhar a intensidade e a extensão da dor.

Vivemos um momento importante, de muita discussão sobre sentimentos, validação emocional e saúde mental. Mas, junto disso, aparece um risco: a generalização.

Tudo vira trauma.

Se a mãe elevou o tom — trauma.
Se a professora chamou atenção — trauma.
Se o coleguinha não quis dividir — trauma.
Se o brinquedo da moda não veio — trauma.

Tem coisas que realmente viram trauma,
mas outras são só a vida acontecendo.

Nomear todos esses eventos como traumáticos faz perder a sutileza necessária para fortalecer sujeitos — e é justamente isso que queremos promover.

Temos um aparelho psíquico que nos permite sentir, simbolizar, elaborar. Somos capazes de lidar com frustrações, de nos reorganizar, de seguir — e isso não é pouca coisa.

O trauma aparece quando nossas defesas falham, quando a dor excede nossa capacidade de metabolização. Mas veja: assim como bater o dedinho dói (e dói mesmo!), frustração também machuca — só que não nos impede de continuar caminhando.

Talvez o que esteja nos faltando seja confiança na nossa força psíquica — e na força daqueles que nos cercam.

Circulando pelos posts alheios, me deparei com duas frases. A primeira dizia que um filho sempre ouvirá a voz da mãe eco...
25/11/2025

Circulando pelos posts alheios, me deparei com duas frases. A primeira dizia que um filho sempre ouvirá a voz da mãe ecoando em seu inconsciente. A segunda, que filhos são especiais apenas para os seus pais.

Fui capturada por elas. E, numa fração de segundo, elas me fizeram pensar no meu maternar e também nos impactos daquele que cuida — seja mãe ou não — na vida psíquica de um sujeito.

Eu faço questão de dizer diariamente aos meus o quanto são amados e desejados. O quanto os admiro e apoio. E, diante dos desafios que eles enfrentam, vez ou outra seus olhinhos se cruzam com os meus, como se confirmassem que ali existe um escudo.

Um escudo que não os protege de tudo e todos, mas que amortiza os impactos dos ataques da vida.

A autoestima saudável é justamente isso: uma barreira amortecedora. Ela não impede a queda, o erro ou o tropeço — mas participa do impulso que permite que, depois do tombo, a gente consiga se reerguer.

Ser especial para quem te cuida te ensina a ser especial para si. É como um lembrete silencioso, mas constante, de que você merece ser vista e cuidada.

Registrado aqui minha primeira corrida — sozinha!!! ✨✨✨ na rua.Não tinha nenhuma meta de tempo ou distância. A ideia era...
22/11/2025

Registrado aqui minha primeira corrida — sozinha!!! ✨✨✨ na rua.

Não tinha nenhuma meta de tempo ou distância. A ideia era vencer o medo de fazer algo sozinha.

Não tenho nenhum problema em me exercitar ou fazer qualquer outra atividade sozinha se for em um ambiente fechado (tipo a acad), mas na rua a história é outra.

Eu fico olhando tudo ao meu redor, sempre atenta, com medo mesmo. Hoje, no comecinho, a sensação foi essa, mas depois, olhando o mar — que eu amo — e observando a distância, e não o entorno, o medo foi dando espaço para a contemplação.

Tô feliz. E amo a sensação de dever cumprido, mas ainda mais a de poder comemorar cada coisinha com que me desafio na vida 💛
🏃‍♀️

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