06/01/2026
Talvez o coração não seja frágil como pensamos.
Ele parte, remenda, cria cicatrizes e segue batendo, às vezes mais sábio, às vezes mais desconfiado, quase sempre mais humano.
Rimos da própria ingenuidade, juramos que não cairemos de novo… e caímos. E ainda assim, sobrevivemos.
Há algo de irônico nisso: é no tropeço que ganhamos musculatura emocional, é no amor mal dado que aprendemos a amar melhor.
No fim, o que seria de nós sem as rachaduras que nos ensinaram quem somos?
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