20/02/2026
Tem mensagens que lembram por que esse trabalho existe.
Receber esse e-mail não foi só emocionante, foi um lembrete do quanto o transtorno alimentar não atinge apenas uma adolescente. Ele atravessa a casa inteira. A mãe, o pai, a rotina, a mesa, o silêncio, o medo de errar.
Muitas famílias chegam no consultório achando que vão receber apenas um cardápio. E descobrem que o tratamento é acolhimento, estratégia, paciência e reconstrução de vínculo com a comida e com a própria vida.
A recuperação não é rápida. Não é linear. Não é fácil.
Mas é possível.
E quando uma menina volta a sentar à mesa sem medo…
quando uma mãe volta a respirar aliviada…
a gente entende que vale cada passo do processo.
Se você é mãe e sente que algo não está saudável na relação da sua filha com a comida, não ignore esse sinal. Quanto antes existe apoio, mais leve é o caminho.
Você não precisa enfrentar isso sozinha. 💛
Me chama no direct.