Dr. Bruno Finkler - Cardiologista

Dr. Bruno Finkler - Cardiologista Me chamo Bruno Schaaf Finkler, sou médico, especialista em Cardiologia e Eletrofisiologia.

Que este Natal chegue com calma, gentileza e aqueles momentos simples que fazem tudo valer a pena.Agradeço por caminhar ...
25/12/2025

Que este Natal chegue com calma, gentileza e aqueles momentos simples que fazem tudo valer a pena.

Agradeço por caminhar comigo ao longo deste ano — pela confiança, pelo tempo dedicado e por permitir que eu faça parte da sua jornada de cuidado com a saúde.
Que este período renove suas forças, ilumine novos começos e traga mais presença naquilo que realmente importa.

Desejo um Natal com saúde, acolhimento e boas lembranças.

Boas festas! 🎄

Dr. Bruno Finkler
CRM MT 13305
RQE 6291/6292

Muitas pessoas me procuram preocupadas com episódios de coração acelerado, e a primeira dúvida sempre é a mesma: “Isso é...
22/12/2025

Muitas pessoas me procuram preocupadas com episódios de coração acelerado, e a primeira dúvida sempre é a mesma: “Isso é normal ou é arritmia?”.🫀

Essa pergunta faz todo sentido, porque a sensação costuma ser parecida, mas a origem é completamente diferente.

O que explico no consultório é que o coração não trabalha isolado. Ele responde ao que o corpo vive: estímulos, emoções, sono, hormônios, esforço físico e até ao estado mental do momento.

Quando entendemos esse contexto, f**a mais claro distinguir quando o ritmo está apenas acompanhando o organismo e quando há algo no sistema elétrico que merece investigação.

No carrossel, eu detalho de forma prática como diferenciar esses dois cenários no dia a dia: o padrão, o contexto, a velocidade de início e os sinais associados.
Essa leitura ajuda o paciente a reconhecer comportamentos que o coração repete — e que muitas vezes passam despercebidos.

Se suas acelerações acontecem de forma súbita ou parecem “fora de hora”, me chame no direct. Às vezes, uma boa conversa já esclarece o que está por trás do sintoma.💬

Dr. Bruno Finkler
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Uma das coisas que mais converso com pacientes é sobre como o corpo costuma avisar antes de um episódio de fibrilação at...
19/12/2025

Uma das coisas que mais converso com pacientes é sobre como o corpo costuma avisar antes de um episódio de fibrilação atrial.

Nem sempre o alerta vem em forma de dor ou falta de ar — muitas vezes são sensações discretas, que passam rápido e acabam sendo ignoradas no dia a dia.
A verdade é que o coração raramente muda de ritmo sem dar sinais.

Quando o sistema elétrico começa a perder estabilidade, pequenas alterações aparecem muito antes do episódio completo: mudanças sutis de energia, oscilações do padrão de batimentos, desconfortos que o próprio paciente tem dificuldade em descrever.

E quanto mais cedo entendermos esses avisos, maior a chance de evitar crises longas ou repetitivas.

No carrossel, eu explico os cinco alertas mais comuns que vejo no consultório — sinais que muita gente só percebe depois que a fibrilação atrial já está instalada.

⚠️Se você se identif**a com algum deles, vale a pena olhar com atenção — me chame no direct e vamos conversar. Entender o que o seu corpo está sinalizando é o primeiro passo para conduzir tudo com segurança.

Dr. Bruno Finkler
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Nos últimos anos, tenho recebido muitos pacientes relatando palpitações, episódios de taquicardia e uma sensação constan...
17/12/2025

Nos últimos anos, tenho recebido muitos pacientes relatando palpitações, episódios de taquicardia e uma sensação constante de “coração inquieto”. E a maior parte deles não tem doença estrutural — tem hiperestimulação diária.

Vivemos numa rotina que mantém o corpo em estado de alerta o tempo todo: café para funcionar, telas até tarde, centenas de notif**ações, multitarefas sem pausa e um sono cada vez mais curto.

Esse excesso de estímulos ativa continuamente o sistema nervoso simpático, responsável por aumentar a frequência cardíaca e liberar adrenalina.
O problema é que esse sistema foi feito para ser acionado em momentos pontuais — não o dia inteiro.

Quando ele não desliga, o coração passa a responder com arritmias funcionais: extrassístoles, taquicardia sinusal, acelerações repentinas e episódios de desconforto que antes não existiam.

A cafeína sozinha raramente é a vilã. Mas quando se soma ao combo estresse + pouco sono + excesso de telas, ela vira combustível para um coração já hiperativado.

O mesmo vale para o estímulo visual noturno: luz intensa e conteúdo acelerado atrapalham o descanso do sistema autonômico, que deveria desacelerar à noite.📱
E é aqui que muitos se confundem: não é “só ansiedade”. Existe um impacto fisiológico real, em que o coração perde parte da sua variabilidade natural e passa a oscilar com mais facilidade.

A boa notícia é que, ao identif**ar os gatilhos, conseguimos recuperar o equilíbrio: ajustar consumo de cafeína, reorganizar horários, reduzir estímulos noturnos, melhorar o sono e devolver ao ritmo cardíaco a estabilidade que ele perdeu.

Se esses sintomas fazem parte do seu dia a dia ou de alguém que você conhece, curta este post — isso me ajuda a levar essa informação para mais pessoas.

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Uma das conversas que mais tenho no consultório é sobre o medo da ablação. Muitos pacientes chegam acreditando que o pro...
15/12/2025

Uma das conversas que mais tenho no consultório é sobre o medo da ablação. Muitos pacientes chegam acreditando que o procedimento “queima o coração” ou que mexe em áreas extensas — e é justamente o contrário.

O que sempre explico é que as arritmias nascem em pontos muito específicos.
E quando entendemos exatamente onde está o defeito elétrico, conseguimos tratá-lo com precisão, sem tocar nas regiões que estão funcionando bem.

Esse é o tipo de informação que muda a forma como o paciente enxerga o próprio tratamento.

No carrossel, eu detalho de forma simples por que a ablação é tão precisa e por que ela se tornou uma das formas mais ef**azes de resolver arritmias.🫀

Se você conhece alguém que tem receio desse procedimento ou vive com sintomas que atrapalham a rotina, compartilhe esse conteúdo, informação correta traz segurança e abre caminho para o tratamento certo.

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10/12/2025

Muita gente com arritmia me faz a mesma pergunta no consultório: “Doutor, eu posso tomar café ou preciso cortar de vez?”

E para responder isso com segurança, não basta opinião, precisamos olhar para os estudos.
Nos últimos anos, alguns trabalhos analisaram pacientes com arritmias já diagnosticadas consumindo cafeína de forma controlada, e os resultados foram bem interessantes.

No vídeo eu explico como essas pesquisas foram feitas e o que elas mostram. O resultado foi surpreendente!

Se você vive com arritmia, tem palpitações ou simplesmente ama um cafezinho, assista até o fim — essa é uma orientação que pode mudar sua relação com a bebida.☕

Dr. Bruno Finkler
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A síncope, o famoso “desmaio”, é um sintoma que muita gente tenta justif**ar: “foi só a pressão”, “acho que levantei ráp...
08/12/2025

A síncope, o famoso “desmaio”, é um sintoma que muita gente tenta justif**ar: “foi só a pressão”, “acho que levantei rápido”, “não comi direito”.

Mas na prática, nenhum desmaio é realmente simples. Sempre existe uma causa por trás, e uma parte delas vem sim do coração.

Quando o cérebro f**a alguns segundos sem receber sangue suficiente, a pessoa perde a consciência. E isso pode acontecer quando o coração acelera demais, desacelera de repente ou quando o sistema elétrico falha.

Arritmias rápidas, arritmias lentas e bloqueios cardíacos são causas muito mais comuns do que o público imagina — e muitas vezes passam despercebidas.

Também existem situações em que a síncope está ligada a riscos elétricos mais sérios, como taquicardias ventriculares ou alterações hereditárias do sistema elétrico, que merecem investigação com cuidado.

E claro, nem todas as síncopes são cardíacas: desidratação, queda de pressão, dor intensa e resposta vasovagal também podem provocar o desmaio. O importante é diferenciar uma da outra.

É por isso que eu digo que o desmaio é o tipo de sintoma que não deve ser ignorado.

Com exames como Holter, Tilt Test, eletrocardiograma e, quando necessário, estudo eletrofisiológico, conseguimos entender a origem do problema e prevenir novos episódios, inclusive os mais perigosos.

Se você já teve um desmaio, ou conhece alguém que vive passando por isso, me chame no direct e vamos entender juntos a origem desse sintoma.

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Muita gente só entende a importância da revisão do marca-passo quando explico o que realmente observo nessas consultas. ...
05/12/2025

Muita gente só entende a importância da revisão do marca-passo quando explico o que realmente observo nessas consultas. Às vezes o paciente chega tranquilo, dizendo que está tudo bem, e ainda assim encontro ajustes que fazem diferença real no dia a dia.

É justamente esse ponto que reforço sempre: quem tem marca-passo precisa acompanhar, não porque algo está errado, mas porque queremos manter tudo funcionando no seu melhor desempenho.

No carrossel, mostrei de forma simples o que acontece dentro dessa revisão e por que cada etapa importa tanto.

E vale a pena ler com calma, porque muitos dos detalhes que avaliamos não dão sintomas — e é por isso que passam despercebidos. A prevenção aqui faz mais diferença do que em praticamente qualquer outro aspecto do cuidado cardíaco.

Por isso, se você ou alguém próximo convive com um marca-passo, recomendo que leia o carrossel até o fim. Ele esclarece pontos que vejo todos os dias no consultório e pode evitar situações que só aparecem quando já é tarde.

👉 Se fizer sentido para você, compartilhe com quem também precisa dessa informação.

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Muitas pessoas convivem por meses com tontura, palpitação ou cansaço sem imaginar que esses sinais podem indicar que o c...
03/12/2025

Muitas pessoas convivem por meses com tontura, palpitação ou cansaço sem imaginar que esses sinais podem indicar que o coração saiu do ritmo. O que observo no consultório é que, quando esses sintomas começam a se repetir ou aparecem de forma diferente do habitual, o corpo geralmente está tentando avisar que algo mudou.

A tontura é um bom exemplo. Ela surge quando o ritmo cardíaco f**a rápido demais, lento demais ou irregular a ponto de reduzir o fluxo de sangue para o cérebro. Não é aquela tontura rápida ao levantar correndo, mas uma sensação inesperada que faz o corpo “falhar” por alguns segundos.

A palpitação também merece atenção. Quando o paciente descreve batimentos fortes, acelerados ou totalmente desorganizados, eu escuto com cuidado cada detalhe — quando começa, quanto dura e o que sente junto. Isso ajuda a diferenciar respostas emocionais de arritmias reais. E vale lembrar: no Brasil, estudos mostram que cerca de 1,8% da população atendida na atenção primária já apresenta fibrilação atrial, uma arritmia comum que muitas vezes começa exatamente assim, com sintomas sutis que passam despercebidos.

O cansaço, por sua vez, costuma ser o sintoma mais subestimado. Mas quando tarefas simples, como subir poucos degraus ou caminhar curtas distâncias, começam a exigir mais esforço do que antes, pode ser que o coração não esteja mantendo um ritmo eficiente para suprir as demandas do corpo.

Nessas situações, sempre observo a evolução. Sintomas que eram raros e começam a se tornar frequentes contam uma história importante. Eles podem indicar desde extrassístoles benignas até arritmias que precisam de investigação mais profunda.

Quando necessário, utilizo exames como Holter, monitor de eventos, teste ergométrico ou até um estudo eletrofisiológico para entender exatamente o que está acontecendo com o ritmo cardíaco. Esses métodos revelam detalhes que não aparecem em exames de rotina e ajudam a direcionar o tratamento mais adequado. 🫀
Se esse post te ajudou a reconhecer melhor os sinais que o corpo envia, compartilhe com alguém que também pode estar passando por isso sem perceber.

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Sempre que explico o estudo eletrofisiológico a um paciente, gosto de começar dizendo que esse é o momento em que realme...
01/12/2025

Sempre que explico o estudo eletrofisiológico a um paciente, gosto de começar dizendo que esse é o momento em que realmente consigo “ver” o coração elétrico por dentro. É como acompanhar, em tempo real, o caminho exato que a arritmia percorre, entendendo onde ela nasce, por que se mantém e como se manifesta em cada batimento.

O procedimento é mais simples do que parece. Pela veia da virilha, avanço com cateteres muito finos até o interior do coração. Esses cateteres registram cada sinal elétrico com uma precisão impressionante, e também me permitem estimular pontos específicos do tecido cardíaco para observar como o ritmo responde.

Um detalhe que sempre chama atenção é que, no procedimento, consigo reproduzir a arritmia de forma totalmente controlada. Isso me permite “enxergar” seu circuito completo, em uma clareza que nenhum Holter, teste ergométrico ou exame de imagem consegue oferecer.

É assim que chegamos ao diagnóstico definitivo de muitas taquicardias supraventriculares, ventriculares e extras­sístoles que insistem em se esconder nos exames de rotina.

Apesar de toda essa tecnologia, o exame é seguro, minimamente invasivo e feito com anestesia local e sedação leve. A maioria dos pacientes f**a confortável o tempo todo, o que facilita muito a avaliação e me permite trabalhar com calma e precisão.

E existe algo ainda mais importante: se encontro um circuito elétrico anormal que explica a arritmia, posso tratar ali mesmo, no mesmo procedimento, por meio de uma ablação. Isso evita um segundo agendamento e acelera a melhora, algo que faz diferença enorme para quem convive com palpitações frequentes ou crises inesperadas de taquicardia.

O que faço ali dentro é, de fato, uma investigação elétrica completa. O estudo eletrofisiológico revela detalhes que simplesmente não aparecem em nenhum outro exame. Ele transforma dúvidas persistentes em respostas claras e permite um plano de tratamento muito mais seguro e individualizado.

Se essa explicação te ajudou a compreender melhor o que acontece em um estudo eletrofisiológico, compartilhe com alguém que também pode se beneficiar desta informação. 🫀

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Durante o tratamento oncológico, o foco naturalmente está no combate ao câncer, e é exatamente assim que deve ser.Mas o ...
27/11/2025

Durante o tratamento oncológico, o foco naturalmente está no combate ao câncer, e é exatamente assim que deve ser.

Mas o que muitos pacientes não sabem é que, enquanto a quimioterapia atua contra as células tumorais, o coração também precisa de atenção.

A cardiotoxicidade é uma das complicações mais importantes a serem monitoradas, e nem sempre dá sinais imediatos. Alguns pacientes desenvolvem sintomas meses depois, outros não sentem nada, o que reforça o papel do acompanhamento cardiológico preventivo.

A área da cardio-oncologia surgiu justamente para isso: acompanhar o paciente desde o início do tratamento, equilibrando eficácia oncológica com proteção cardiovascular.

O objetivo não é interromper o tratamento, mas ajustá-lo para que ele seja o mais seguro possível.

Neste Dia Nacional de Combate ao Câncer (27/11), o lembrete é simples: tratar o câncer é cuidar de todo o corpo — inclusive do coração.

👉 Leia o carrossel completo e compartilhe este conteúdo. Essa informação pode ajudar a entender a importância do acompanhamento conjunto entre oncologia e cardiologia.

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26/11/2025

A fibrilação atrial não é apenas uma arritmia que tira o coração do ritmo, ela também aumenta signif**ativamente o risco de eventos tromboembólicos, como o AVC.

Por isso, o tratamento vai além de apenas corrigir a arritmia. É preciso pensar em proteção a longo prazo, principalmente em pacientes que não podem usar anticoagulantes por muito tempo ou apresentam efeitos colaterais com esses medicamentos.

A terapia híbrida une duas estratégias complementares: o isolamento das veias pulmonares para restaurar o ritmo sinusal e o implante de um dispositivo que oclui o apêndice atrial esquerdo, região onde costumam se formar os trombos.

Essa abordagem reduz o risco de AVC e oferece mais segurança a pacientes selecionados, sem depender exclusivamente do uso contínuo de anticoagulação.

É um avanço importante — e uma prova de como a medicina vem evoluindo para cuidar de forma cada vez mais individualizada.

👉 Compartilhe este conteúdo, ele pode ajudar alguém com fibrilação atrial a entender que existem novas opções seguras e ef**azes de tratamento.

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