13/12/2025
O fim do ano nem sempre é leve.
E quando dezembro pesa mais do que inspira, isso não é drama, nem fraqueza. É real.
Para muita gente, esse período vem acompanhado de cobranças silenciosas, comparações constantes, cansaço acumulado e lembranças que reaparecem sem pedir licença. Enquanto o mundo parece celebrar, por dentro pode existir um senso de avaliação da própria vida, de tudo o que não saiu como planejado ou ainda dói.
O final do ano funciona como um marco emocional. Ele evidencia pendências, expectativas não cumpridas e histórias que ficaram abertas. Soma-se a isso a sobrecarga do dia a dia, as mudanças na rotina, o sono desregulado, o corpo cansado. Tudo junto fragiliza.
⚠️Alguns sinais costumam aparecer: queda de energia, irritabilidade, tristeza persistente, ansiedade fora do comum, dificuldade de concentração, insônia, vontade de se isolar ou a busca por alívio rápido em comida, bebida ou outras compensações.
Quando isso acontece, o corpo e a mente não estão falhando. Estão pedindo cuidado.
Reduzir expectativas, respeitar limites, manter o básico em ordem e buscar vínculos reais ajudam. Mas há momentos em que isso não basta, e tudo bem. Procurar ajuda profissional não é exagero, é prevenção, é acolhimento, é responsabilidade consigo.
Nem todo dezembro é de festa. E você não precisa performar alegria para atravessar esse período. Reconhecer o peso, validar o que você sente e não passar por isso sozinho(a) também é uma forma de cuidado.
Se este fim de ano está mais pesado do que inspirador, saiba: não é só com você. E existe apoio 🤝.
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