27/01/2026
Estou em transição.
Não de quem eu sou,
mas de como me mostro.
Entre espelhos, cores e cortes,
descobri o que eu já sabia:
sou criativa até no jeito de existir.
E isso não cabe fácil em moldes prontos.
A imagem que eu desejo passar
pede estrutura.
A mulher que eu sou
pede liberdade.
E no meio disso tudo,
está esse exercício diário:
casar o que as pessoas esperam ver
com o que eu, de fato, entrego.
Não é simples.
Às vezes aperta.
Às vezes parece que vou perder algo de mim.
Mas não.
A terapia da imagem não me apaga —
me traduz.
É um ajuste fino
entre corpo e mente,
entre o olhar do outro
e a minha verdade.
As Rainhas nascem assim:
não de um padrão imposto,
mas de uma mulher que aprende
a sustentar sua potência
sem precisar se esconder atrás do excesso nem se diminuir para caber.
Se inspira, não pira.
Autenticidade também se constrói.🧠🎭🫀