06/03/2015
Dentre os tratamentos de estrias, tem-se “o eletrolifting. Um equipamento de corrente galvânica associado a uma caneta com intensidade micro amperada. Trata-se de um método invasivo, uma técnica de estimulação elétrica em conjunto com uma punturação ou varredura, superficial (atinge somente a epiderme), em que a regeneração está baseada nos efeitos da corrente contínua, no processo de inflamação aguda e, consequentemente, no reparo do tecido. Esse tratamento é indicado não apenas para estrias nacaradas (brancas – antigas), como também para minimizar rugas e linhas de expressão (eletrolifting facial).
Alguns segundos após a aplicação aparecem hiperemia e edema típico de qualquer processo inflamatório devido às substâncias locais liberadas pela lesão, provocando, assim, uma vasodilatação e aumento da permeabilidade dos vasos. O principal momento da inflamação é a vasodilatação, responsável pela hiperemia e calor, aumentando com isso o fluxo sanguíneo, que é fundamental nas alterações hemodinâmicas da inflamação aguda.
Todo esse processo inflamatório é indispensável para a estimulação do fibroblasto, que é a célula responsável pela formação de colágeno e elastina , que tem um importante papel no processo regenerativo de atrofia tecidual.
Em geral, as sessões de eletrolifting são executadas uma vez por mês ou a cada 21 dias. Após cada série de tratamento, que poderá ter o total de sessões variável de 10 a 15 sessões, em média, é importante executar manutenção ( em caso de rugas) a cada 15 dias, passando posteriormente para 20 dias, e depois para 30 dias. Para as estrias, o tratamento é a longo prazo, até haver melhora do aspecto da pele.