Fernanda Mappa

Fernanda Mappa Página destinada a disseminação de informações científicas baseadas em evidências científica

Seu filho pode passar horas no celular, mas você já reparou como ele se sente depois?Mais calmo ou mais irritado, ansios...
09/03/2026

Seu filho pode passar horas no celular, mas você já reparou como ele se sente depois?

Mais calmo ou mais irritado, ansioso e inseguro?

Na infância, telas precisam de limite e supervisão.
Na adolescência, o peso é maior ainda.

Porque nessa fase tudo gira em torno de pertencimento.
Ser aceito.
Não ser excluído.

E as redes sociais mostram um mundo que não existe.

Corpos perfeitos.
Vidas perfeitas.
Sucesso aos 20.

Enquanto isso, do outro lado da tela, muitos adolescentes estão lidando com comparação constante, vergonha da própria aparência e medo de não serem suficientes.

Sem falar no bullying.
E no cyberbullying, que não termina quando a aula acaba.

Por isso, um sinal de alerta simples pode dizer muito.

Observe seu filho depois que ele usa o celular.

Se ele sai mais triste, mais irritado ou mais fechado, alguma coisa precisa mudar.

Limites de tempo ajudam.
Cuidar do conteúdo também.

Mas quando o celular começa a afetar o humor, o sono, a escola ou as relações, ignorar não resolve.

Pedir ajuda pode fazer toda a diferença.

Às vezes a gente tenta esconder o que sente.Engole a emoção, finge que está tudo bem, segue em frente como se nada estiv...
07/03/2026

Às vezes a gente tenta esconder o que sente.
Engole a emoção, finge que está tudo bem, segue em frente como se nada estivesse acontecendo.

Mas toda emoção quer dizer alguma coisa.

Quando você aprende a escutar o que sente, começa a se conhecer de verdade.
E é aí que muita coisa muda por dentro.

Sentir não é fraqueza.
Sentir é humano.

Permita sentir.
Permita entender.
Permita cuidar de você.

Qual dessas emoções tem aparecido mais na sua vida ultimamente?

Conta aqui nos comentários. 💬

Como psiquiatra da infância, sempre explico que o diagnóstico não se faz em um olhar rápido. É um processo cuidadoso, qu...
03/03/2026

Como psiquiatra da infância, sempre explico que o diagnóstico não se faz em um olhar rápido. É um processo cuidadoso, que leva em conta o desenvolvimento da criança, o histórico familiar, os relatos da escola e uma avaliação clínica detalhada.

E não é um trabalho feito sozinho. O olhar interdisciplinar é essencial e envolvendo psiquiatria infantil, psicologia, psicopedagogia, fonoaudiologia e, em alguns casos, neuropediatria.

Nem toda agitação é TDAH. E nem todo TDAH se apresenta só como agitação.

Por isso, avaliar é fundamental.

02/03/2026

Entre a “pomadinha de cagador” e a “tomada de carregador” existe um abismo chamado interpretação.

E não é só engraçado. É revelador.

A criança fala uma coisa.
O adulto entende outra.
E ainda acha que entendeu certo.

Quando uma criança chora, a gente chama de birra.
Quando ela grita, a gente chama de falta de limite.
Quando ela se enrola nas palavras, a gente ri.

Mas quase nunca pergunta:
o que ela quis dizer de verdade?

A gente exige clareza de quem ainda está aprendendo a organizar o que sente.
Exige lógica de quem ainda está descobrindo o próprio vocabulário emocional.

E pior.

A gente escuta com pressa.
Com cansaço.
Com a cabeça cheia.

O problema não é a criança não saber se explicar.
É o adulto não saber escutar.

Talvez o tal “erro” não seja erro.
Talvez seja só um sentimento grande demais tentando caber numa palavra pequena.

E se o abismo não estiver na fala…
mas na nossa interpretação?

27/02/2026

A grandeza não está só no talento, mas no olhar humano. Perceber o desconforto no meio do barulho e proteger quem precisa é o que te faz gigante. Vamos fazer essa mensagem chegar nele?

Marquem muito o aqui nos comentários para a gente agradecer por ser esse ídolo muito além das quatro linhas!

Como você viu nos slides, a criança pequena ainda não tem vocabulário para dizer “estou triste”. Por isso, os sintomas s...
25/02/2026

Como você viu nos slides, a criança pequena ainda não tem vocabulário para dizer “estou triste”. Por isso, os sintomas são diferentes: ela usa o corpo para “falar” da sua dor emocional.

🗣️ Chamamos isso de SOMATIZAÇÃO.

Não ignore se o seu filho apresenta queixas físicas constantes sem causa médica aparente:

🤕 Dores de barriga ou cabeça frequentes;
🌡️ Febres sem explicação;
😡 Irritabilidade excessiva e nervos “à flor da pele”.

Se você nota esses sinais, o corpo dele pode estar pedindo ajuda.

💟 O diagnóstico precoce é fundamental. É necessária uma avaliação com um PSIQUIATRA da INFÂNCIA para entender o que está acontecendo.

22/02/2026

👉 A preocupação aparece, mas nem sempre do mesmo modo.

🫵 Na maioria das vezes, é a mãe quem nota os primeiros sinais. Pode não saber nomear, pode duvidar de si mesma, mas sente que há algo diferente no desenvolvimento, na resposta, na interação.

➡️ Enquanto isso, o pai muitas vezes adota uma postura reticente, acredita que é cedo, que é fase, um certo exagero e que vai passar.

👵 E isso não acontece por falta de cuidado ou falta de preocupação, mas pode acontecer por enxergarem a situação sob outro olhar.

❓ Essa diferença de percepção aparece com frequência na sua realidade também?

🔷 Dra. Fernanda Mappa | CRM ES 7149
🔷 Psiquiatra Infantil RQE 7681
🔷 Psiquiatra RQE 5665

Muita da sua energia vai embora em coisas que você nem percebe.Fingir que está tudo bem pra não “dar trabalho”.Se cobrar...
19/02/2026

Muita da sua energia vai embora em coisas que você nem percebe.

Fingir que está tudo bem pra não “dar trabalho”.
Se cobrar como se já tivesse que estar com tudo resolvido.

Isso drena.

E quase ninguém te ensina a perceber isso.

Você pode treinar, estudar, fazer tudo “certo”.

Mas se, por dentro, você está se tratando como seu pior inimigo, nada disso sustenta.

E não, você não precisa ser perfeito.

Você precisa ser honesto com você.

Qual dessas atitudes você sabe que está repetindo?

Adolescente não é “dramático”.Mas também não é “só fase” o tempo todo.Oscilar humor é esperado.Sumir do mundo, perder br...
17/02/2026

Adolescente não é “dramático”.
Mas também não é “só fase” o tempo todo.

Oscilar humor é esperado.
Sumir do mundo, perder brilho, desistir de tudo… não.

Tem pai que chama de preguiça.
Tem escola que chama de indisciplina.
E tem jovem que está pedindo ajuda em silêncio.

A diferença entre adolescência e depressão não é detalhe técnico.
É atenção diária.

F**a atento:

✔ Falta de energia constante, não só cansaço de prova.
✔ Isolamento repentino, troca brusca de amigos, quarto sempre fechado.
✔ Queda no rendimento sem motivo claro.
✔ Insônia frequente ou sono demais.
✔ Culpa exagerada, autocrítica pesada.
✔ Ansiedade que paralisa.

Depressão é multifatorial. Família, ambiente, genética, experiências. Não existe causa única. Existe contexto.

E sim, em casos graves pode colocar a vida em risco. Ignorar não é opção.

A boa notícia?
Tratamento funciona. E quanto antes procurar um psiquiatra da infância e adolescência, melhor o prognóstico.

O que destrói não é o diagnóstico.
É o atraso.

Você está realmente observando ou só convivendo no automático?

15/02/2026

Abram alas para a sinceridade do Bento, nota dez em evolução e sinceridade! 🤣🤣🤣

Ter um irmão é o primeiro laboratório social da vida, onde a criança aprende a dividir, a ceder e, claro, a lidar com a “irritação” de quem divide o mesmo teto.

Na sua casa, como anda a harmonia desse bloco? O seu pequeno também reclama da “comissão de frente” que não deixa ele quieto, ou o desfile segue em paz?

12/02/2026

💙 Algumas crianças autistas são extremamente seletivas quando o assunto é amizade.

✨ Podem ter dificuldade em se conectar com grupos, mas quando encontram alguém com quem se sentem à vontade, criam vínculos intensos.

👉 Essa relação, às vezes, vira um ponto fixo de interesse, ganha espaço no pensamento e na rotina, podendo ser percebida pelo coleguinha como algo “sufocante”.

🤍 É importante orientar com cuidado, sem quebrar esse vínculo, mas ajudando a ampliar repertórios sociais de forma respeitosa.

🧠 Relacionar se também se aprende, especialmente quando se sente segurança para ser quem se é.

🔹 Dra. Fernanda Mappa | CRM ES 7149
🔹 Psiquiatria Infantil RQE 7681
🔹 Psiquiatra RQE 5665

Ser mãe é viver esse paradoxo todos os dias.Amar tão profundamente, que a missão mais difícil é justamente ensinar a voa...
08/02/2026

Ser mãe é viver esse paradoxo todos os dias.

Amar tão profundamente, que a missão mais difícil é justamente ensinar a voar, mesmo quando o coração queria manter por perto para sempre.

Entre cuidar e soltar, proteger e preparar, nasce uma força que só o amor de mãe conhece.

Porque no fundo, educar é um ato de coragem. É formar alguém para o mundo, mesmo sabendo que o seu mundo sempre será ele.

Endereço

Rua Das Palmeiras, 685, Edifício Contemporâneo, Sala 1403. Santa Lúcia
Vitória, ES
29056-210

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