Duo Infectologia e Ortopedia Integrada

Duo Infectologia e Ortopedia Integrada Empresa especializada na prevenção e tratamento de osteomielites e infecções periprotéticas, reconstrução e alongamento ósseo.

Ainda não temos a cura da AIDS, mas ao longo destes 40 anos desde a descoberta do vírus, o tratamento evoluiu muito.Rece...
30/12/2021

Ainda não temos a cura da AIDS, mas ao longo destes 40 anos desde a descoberta do vírus, o tratamento evoluiu muito.

Recentemente, comemoramos a aprovação pela Anvisa, do Dovato, um único comprimido para uso diário. E imaginar que uma pessoa vivendo com HIV chegava a ingerir 14 remédios diariamente!

Pessoa que vivem com HIV não desenvolvem AIDS desde que sigam corretamente o tratamento, orientado pelo infectologista, com os medicamentos antirretrovirais. A medicação interrompe a multiplicação do vírus no organismo e impede que ele ataque o sistema imunológico, levando a queda da imunidade e consequente suscetibilidade a infecções e doenças oportunistas.

O resultado é uma boa qualidade de vida, sem risco de passar a diante o vírus (indetectável=intransmissível) e a garantia de poder seguir realizando seus planos.

A ciência a serviço da vida!

Receber um exame positivo para HIV já é para maioria das pessoas um momento muito difícil, cercado de medo, insegurança ...
28/12/2021

Receber um exame positivo para HIV já é para maioria das pessoas um momento muito difícil, cercado de medo, insegurança e incertezas. Imagine, somado a isso, ter que conviver com o julgamento das pessoas ao redor?

Acredite! Estigma e discriminação são os principais desafios, hoje, para combater a epidemia do HIV.

As pessoas que vivem com HIV costumam ter medo da exposição e do que os outros vão pensar ou falar se souberem da sua condição sorologica.

Por isso, uma das frases mais relevantes para o tema é "Precisamos falar sobre isso." Conhecimento, informação, acesso e acolhimento são fundamentais para que consigamos avançar no controle desta epidemia que já dura 40 anos.

Lembre-se que todos estamos sujeitos a contrair o vírus, não existe grupo de risco, e sim comportamento de risco.

Pacientes que vivem com HIV, em tratamento oncológico, cardiopatas, com artrite reumatoide, doença de Crohn, diabetes, e...
27/10/2021

Pacientes que vivem com HIV, em tratamento oncológico, cardiopatas, com artrite reumatoide, doença de Crohn, diabetes, esplenectomia, com doença renal crônica, entre outros grupos ou fragilidade imunológica devem se vacinar nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, os CRIEs.

Os CRIEs surgiram para atender grupos especiais, que precisa de imunizações além das disponíveis nos calendários vacinais normais. E facilitar o acesso do paciente.

A pesquisa realizada pela IPEC a pedido de uma farmacêutica, traz à tona a necessidade de informar e envolver o médico ou profissional de saúde sobre nos serviços oferecidos pelo SUS para que ele seja um disseminador dessas informações.

Assim, mais pessoas terão acesso as vacinas e poderão salvar vidas! Você já conhece o serviço do CRIE?

Link do calendário para grupos especiais na BIO.

O boletim do Ministério da Saúde é de Outubro de 2020 e escancara uma realidade que vivemos no dia-a-dia de atendimentos...
08/10/2021

O boletim do Ministério da Saúde é de Outubro de 2020 e escancara uma realidade que vivemos no dia-a-dia de atendimentos.

Uma doença silenciosa, desconsiderada por muitos profissionais de saúde, principalmente, pela dificuldade de diagnóstico e ignorada pela sociedade.

Apesar da oferta de testagem e tratamento gratuito pelo SUS, o número de casos vem aumentando.

A Sífilis é uma doença infecciosa considerada um problema de saúde pública. Em 2019, foram registrados 152.915 casos de sífilis adquirida no Brasil principalmente na faixa de idade entre 20 e 39 anos.

É necessário haver mais campanhas de conscientização sobre a doença, abordando as formas de transmissão, prevenção e as consequências do abandono da saúde.

Como podemos reverter esse cenário e promover mais saúde?


Fonte: http://www.aids.gov.br

Qualquer infecção sem evidências laboratoriais ou clínicas prévias, iniciadas após 72 horas de admissão do paciente são ...
30/09/2021

Qualquer infecção sem evidências laboratoriais ou clínicas prévias, iniciadas após 72 horas de admissão do paciente são consideradas infecções hospitalares.

As infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) são um dos eventos
adversos mais frequentes associados à assistência à saúde e um grave problema de saúde pública, pois aumentam a morbidade, a mortalidade e os custos a elas relacionados, além de afetar de forma negativa a segurança do paciente e a qualidade dos serviços de saúde.

Podem estar associadas a um procedimento assistencial ou a internamento. Sendo alguns exemplos:

Infecções do sítio cirúrgico (ISC)
Pneumonias hospitalares
Pneumonias associadas a ventilação mecânica (PAV)
Infecções do trato urinário associadas a cateter (ITU)
Infecções da corrente sanguínea associadas a cateter venoso (IPCS)
Infecções adquiridas no ambiente de assistência como diarreia por Clostridium difficile ou surtos de infecções virais adquiridas em hospitais.

Nós da DUO fazemos parte da equipe de CCIH do Hospital Santa Rita de Cássia e trabalhamos em parceria com o corpo assistencial prevenindo e tratando infecções. Acreditamos e incentivamos, para um desfecho positivo, a participação ativa do paciente, através de uma escuta atenta para a identificação precoce dos sintomas.

Quer saber mais como desenvolver um ambiente seguro e participativo na prevenção de IRAS? Entrem em contato conosco através do direct.

Como o Brasil, um país que se orgulhava da sua cobertura vacinal e servia de modelo para o mundo chegou nesse retrocesso...
24/09/2021

Como o Brasil, um país que se orgulhava da sua cobertura vacinal e servia de modelo para o mundo chegou nesse retrocesso?

Juarez Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, destaca:

A mudança no perfil e frequência das campanhas de vacinação;
As falhas no abastecimento;
Falta de investimento na qualificação e retenção dos profissionais que atuam nas unidades de saúde;
Precarização e limitação nesses espaços;
Baixo engajamento de médicos.

Nós da DUO, ainda acrescentamos a lista a falta de informação, que inclui a circulação de fake news e o discurso contra as vacinas de pessoas influentes.

Mas ao contrário do que muitos pensam, isso não é consequência de movimentos recentes ou da pandemia. Esse cenário vem se agravando desde 2015, foi potencializado pela covid-19 e não é exclusividade do Brasil.

O desafio para conter a volta de doenças extintas é enorme, principalmente com a flexibilização das medidas de prevenção e a livre circulação de pessoas pelo planeta que pode "importar" doenças erradicadas por aqui.

Mas não podemos desistir! Convidamos à sociedade, profissionais e instituições de saúde a se unirem nesse movimento e evitarmos uma nova epidemia de doenças que podemos controlar.

Como tem sido a sua percepção, médico, no atendimento a estas doenças?

Para escolher qual o antibiótico mais indicado para tratar a infecção da pessoa, o médico deve saber interpretar o resul...
21/09/2021

Para escolher qual o antibiótico mais indicado para tratar a infecção da pessoa, o médico deve saber interpretar o resultado do exame antibiograma.

Nele é possível avaliar a concentração mínima de antibiótico que é capaz de inibir o crescimento microbiano, de acordo com as normas do BRCAST.

Os valores de MIC podem variar de acordo com o antibiótico a ser testado e o microrganismo que foi identificado.

Como esses valores não são comparáveis, cada antibiótico tem um valor de MIC que determina se é S, I ou R para a bactéria que foi identificada.

Um erro muito comum na prática clínica é optar pelo antibiótico que tem o menor MIC, enquanto o correto é escolher o antibiótico S.

O que vai definir qual antibiótico S a ser usado é o sítio de infecção e a penetração do atb neste tecido, a via de administração de preferência (IV x VO), características clínicas do paciente, ex presença de injuria renal ou hepática, disponibilidade e preço da droga.

Além de evitar o uso de antibióticos desnecessários e que não combatem a infecção, a correta interpretação do MIC no antibiograma evita o surgimento de resistência microbiana (ineficácia dos antibióticos).

O medicamento certo e no momento certo preserva os recursos já existentes no combate às doenças, além de curar com mais assertividade.

17/09/2021

e como protegê-las uma vez que as vacinas não foram liberadas para essa faixa etária. Assista ao vídeo e se tiver dúvida, deixe aqui ou seu comentário.

🔷Para marcar a semana do dia mundial da Sepse, Dr Bil Bassette, infectologista da Duo, bate um papo com a Dra Paula Tuma...
14/09/2021

🔷Para marcar a semana do dia mundial da Sepse, Dr Bil Bassette, infectologista da Duo, bate um papo com a Dra Paula Tuma sobre o assunto.

Dra Paula é Gerente Médico de Qualidade Médica e SCIH no Hospital Albert Einstein; Fellow e Faculty do Institute for Healthcare Improvement. Concluiu o doutorado e mestrado na Universidade Federal de São Paulo. E mestrado em HIV e Hepatites Virais pela Universidad Complutense de Madrid.

Caso queira contribuir com alguma informação ou pergunta, envie pelo direct.

✅Nos vemos na live!

🔷Para marcar a semana do dia mundial da Sepse, Dr Bil Bassette, infectologista da Duo, bate um papo com a Dra Paula Tuma...
13/09/2021

🔷Para marcar a semana do dia mundial da Sepse, Dr Bil Bassette, infectologista da Duo, bate um papo com a Dra Paula Tuma sobre o assunto.

Dra Paula é Gerente Médico de Qualidade Médica e SCIH no Hospital Albert Einstein; Fellow e Faculty do Institute for Healthcare Improvement. Concluiu o doutorado e mestrado na Universidade Federal de São Paulo. E mestrado em HIV e Hepatites Virais pela Universidad Complutense de Madrid.

Caso queira contribuir com alguma informação ou pergunta, envie pelo direct.

✅Nos vemos na live!

Nem a mais, nem a menos, só o que é necessário, a dose certa, na medida, aquilo que precisa e deve ser preciso.Responsáv...
06/09/2021

Nem a mais, nem a menos, só o que é necessário, a dose certa, na medida, aquilo que precisa e deve ser preciso.

Responsável pelo uso seguro e racional de medicamentos, o farmacêutico clínico ajuda a promover segurança e saúde nos hospitais.

Ele participa efetivamente da equipe multiprofissional que realiza a atenção farmacêutica aos pacientes, traz informações técnicas a equipe, intervindo nas prescrições para obtenção de resultados clínicos positivos.

No controle da infecção hospitalar, contribui na elaboração de protocolos clínicos de uso racional de antimicrobianos para conter a resistência das bactérias.

Suas orientações assertivas que educam tanto profissionais de saúde como pacientes merecem nosso reconhecimento.

Obrigado por, apenas, não medir esforços!

03/09/2021

Você sabe que vírus é esse? Assista ao vídeo e entenda como ele se manifesta.

Em caso de dúvida, deixe nos comentários e vamos conversar!

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