Livia Entringer - Psicóloga

Livia Entringer - Psicóloga Meu trabalho é guiado pela escuta empática, técnica baseada em evidências e compromisso com o bem-estar emocional de cada paciente.

Psicóloga | CRP 16/3581
👩‍👧 Terapia Familiar | EMDR | Brainspotting
💗 Especialista em traumas, luto e relações familiares
✅ Mais de 15 anos transformando vidas com acolhimento e técnica
📲 Sua saúde emocional merece atenção
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👩‍👧 Terapia Familiar | EMDR | Brainspotting

Sou especialista em traumas, luto e relações familiares, com mais de 15 anos de experi

ência acolhendo e transformando vidas. Atendo crianças, adolescentes, adultos e famílias, utilizando abordagens terapêuticas modernas como EMDR e Brainspotting, que promovem a superação de traumas e o fortalecimento emocional.

💗 Aqui, sua dor é acolhida com respeito, segurança e profissionalismo.

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🧠 Nem toda convivência é inclusão.Às vezes, o que parece presença… ainda é distância.🔸 Exclusão é quando alguém sequer e...
27/04/2026

🧠 Nem toda convivência é inclusão.

Às vezes, o que parece presença… ainda é distância.

🔸 Exclusão é quando alguém sequer entra.
🔸 Segregação é quando até entra… mas separado.
🔸 Integração é quando participa, mas precisa se adaptar sozinho.
🔸 Inclusão é quando o ambiente também se transforma e assim todos cabem.

Inclusão é a possibilidade de permanecer sendo quem se é — sem precisar se reduzir, se explicar o tempo todo ou viver em estado permanente de adaptação.

Para que haja inclusão é preciso que depois que o acesso acontece, as pessoas possam ser tratadas com respeito, escuta e possibilidade real de participação.
Porque não basta abrir a porta.

É preciso que exista lugar para f**ar.
E pertencimento é uma das bases da saúde mental.

Ambientes que não incluem produzem:
• hipervigilância
• sensação de inadequação
• autocensura
• exaustão emocional
• falso self como forma de sobrevivência

💬 Relações saudáveis — sejam familiares, escolares ou sociais — não são aquelas onde todos são iguais, mas onde as diferenças podem existir sem gerar afastamento.

🌱 Incluir é mais do que permitir a presença.
É construir pertencimento.

👩‍⚕️ Lívia Entringer | Psicóloga
📲 Agendamentos: (27) 99933-7745

23/04/2026

Valorize quem te ouve no dia a dia, mas não confunda um ombro amigo com um processo terapêutico. Para mudanças profundas, você precisa de um profissional inteiro. 🕊️✨

Concorda? Já ouviu essa frase de “meio psicólogo” por aí? 👇

👩‍⚕️ Lívia Entringer | Psicóloga
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🧠 Igualdade não é o mesmo que equidade.Entender essa diferença muda a forma como olhamos para as relações, para o trabal...
20/04/2026

🧠 Igualdade não é o mesmo que equidade.

Entender essa diferença muda a forma como olhamos para as relações, para o trabalho e para a sociedade.

Enquanto uma oferece as mesmas condições para todas as pessoas, a outra reconhece que existem trajetórias, acessos e oportunidades diferentes — e, por isso, algumas pessoas precisam de suportes distintos para que a justiça aconteça.
Não se trata de privilégio.

Trata-se de correção de desigualdades históricas.

Na Clínica esses conceitos se traduzem em experiências psíquicas.
Elas dizem sobre quem pode existir com legitimidade — e quem precisa se adaptar o tempo todo para caber.

Igualdade é quando todos recebem a mesma regra, o mesmo formato, o mesmo enquadre.

Mas, sabemos que nem todos partem do mesmo lugar.
Histórias, marcadores sociais, atravessamentos de gênero, raça, classe e as próprias experiências emocionais produzem pontos de partida e trajetórias diferentes.

Quando essas diferenças são ignoradas, o que se chama de igualdade pode gerar mais exclusão — porque algumas pessoas precisarão fazer um esforço psíquico muito maior para sustentar a própria presença.

Equidade é quando se reconhece a singularidade das trajetórias.
É o que acontece, por exemplo, em um processo terapêutico:
não existe uma intervenção igual para todos, existe uma escuta que considera a história, os recursos internos e as vulnerabilidades de cada sujeito.
Equidade é uma prática de cuidado.

🌱 Cuidar também é perceber o que cada um precisa para conseguir estar — de verdade.

👩‍⚕️ Lívia Entringer | Psicóloga
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Nos últimos anos, o debate político no Brasil tem se organizado de forma cada vez mais bipartidária:ou se está de um lad...
14/04/2026

Nos últimos anos, o debate político no Brasil tem se organizado de forma cada vez mais bipartidária:
ou se está de um lado, ou do outro.
Pouco espaço para nuances, diálogo ou escuta.

🧠 Do ponto de vista psicológico, essa lógica do “nós contra eles” ativa mecanismos primitivos de defesa:
medo, ataque, desumanização do outro.
💔 O impacto não f**a restrito ao campo político.

Ele atravessa famílias, amizades, relações afetivas e ambientes de trabalho.
Diferenças de opinião viram rompimentos.
Discordar vira ameaça.
Quando o vínculo é substituído pela identidade ideológica, o afeto perde espaço para a rivalidade.
💬 Pensar diferente não precisa signif**ar romper.
Democracia pressupõe pluralidade, não anulação do outro.

✨ Fortalecer vínculos afetivos exige algo cada vez mais raro:
escutar sem reagir imediatamente,
discordar sem atacar,
lembrar que antes do voto existe uma pessoa.

💜 Cuidar da saúde emocional coletiva também passa por reconstruir pontes — mesmo em tempos de desacordo.

👩‍⚕️ Lívia Entringer | Psicóloga
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Psicofobia é o preconceito contra pessoas que sofrem com transtornos mentais.E muitas vezes ela aparece de forma sutil:•...
12/04/2026

Psicofobia é o preconceito contra pessoas que sofrem com transtornos mentais.
E muitas vezes ela aparece de forma sutil:
• “é falta de força de vontade”
• “isso é frescura”
• “é só pensar positivo”

🧠 Esse tipo de discurso invalida a dor e afasta pessoas do cuidado.
O sofrimento psíquico não é escolha.
E não se resolve com julgamento.

💬 Do ponto de vista psicológico, acolhimento é o primeiro passo para qualquer transformação.

✨ Combater a psicofobia é:
• reconhecer o sofrimento como legítimo
• respeitar os processos individuais
• e promover uma cultura de escuta, não de julgamento

💜 Falar sobre saúde mental salva vidas.
👩‍⚕️ Lívia Entringer | Psicóloga
📲 Agendamentos: (27) 99933-7745

08/04/2026

Nem todo sofrimento é visível.
Mas isso não torna ele menor.

Psicofobia é real —e silencia muitas pessoas.
🧠 Acolher, escutar e validar não é “passar a mão”.
É abrir caminho para o cuidado.

💬 Se isso fez sentido pra você, compartilhe.
Alguém pode precisar ler isso hoje. 💜

Etimologicamente, "Páscoa" vem do hebraico Pesach, que signif**a "passagem". No contexto psicológico, essa data é vista ...
05/04/2026

Etimologicamente, "Páscoa" vem do hebraico Pesach, que signif**a "passagem".

No contexto psicológico, essa data é vista como um símbolo para transformação pessoal, transições internas e renovação da saúde mental.

A Páscoa nos convida a refletir sobre:
🌱 RENOVAÇÃO: O que em você precisa "morrer" para que algo novo floresça? Deixar para trás velhos hábitos é abrir espaço para novas versões de si mesmo.
🔄 RESSIGNIFICAÇÃO: Transformar a dor em aprendizado. Assim como o símbolo da ressurreição, nós temos a capacidade de dar um novo sentido aos nossos traumas.
🕊️ LIBERTAÇÃO: Perdoar e se desprender do que pesa. A verdadeira "passagem" acontece quando decidimos caminhar sem o fardo do passado.

Nesta Páscoa, que tal celebrar a sua própria capacidade de se transformar?
✨ Qual "passagem" você deseja realizar na sua vida hoje?
Conte nos comentários! 👇

💜 👩‍⚕️ Lívia Entringer | Psicóloga
📲 Agendamentos: (27) 99933-7745

Vivemos um tempo em que errar pode signif**ar ser excluído.A chamada cultura do cancelamento muitas vezes ultrapassa a r...
02/04/2026

Vivemos um tempo em que errar pode signif**ar ser excluído.
A chamada cultura do cancelamento muitas vezes ultrapassa a responsabilidade e se transforma em linchamento moral.

🧠 Do ponto de vista psicológico, o cancelamento ativa medo, vergonha e silenciamento — não só em quem é exposto, mas em todos que assistem.

O resultado é uma sociedade menos reflexiva e mais defensiva.
Responsabilizar é diferente de humilhar.
Crescer exige diálogo, escuta e possibilidade de reparação.

💬 Cuidar da saúde mental coletiva também passa por aprender a discordar sem destruir.

Empatia não anula limites — ela humaniza os processos.
✨ Uma sociedade saudável é aquela que educa, não apenas pune.

👩‍⚕️ Lívia Entringer | Psicóloga
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Você não escolhe apenas um parceiro.Você reencontra uma história.Aquilo que se repete nas relações raramente é falta de ...
26/03/2026

Você não escolhe apenas um parceiro.
Você reencontra uma história.

Aquilo que se repete nas relações raramente é falta de consciência — é inscrição psíquica. Escolhemos, muitas vezes, a partir do que é familiar ao nosso sistema emocional, e não do que é saudável para a nossa vida.

A teoria do apego já nos mostrou que os primeiros vínculos organizam a forma como percebemos amor, presença, ausência, segurança e rejeição. A psicanálise nomeou esse movimento como compulsão à repetição: uma tentativa, sempre atual, de dar outro destino a experiências que não puderam ser elaboradas.

Não se trata de “dedo podre”.
Trata-se de memória relacional.

O corpo reconhece antes que a razão consiga explicar. E, quando não há elaboração, o encontro com o outro passa a ser, de forma inconsciente, uma tentativa de reparação do passado.

Elaborar a própria história não garante escolhas perfeitas — mas muda o lugar psíquico de onde se escolhe.

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O cuidado não é apenas uma característica individual.Ele é produzido, atravessado e organizado por dispositivos de gêner...
23/03/2026

O cuidado não é apenas uma característica individual.
Ele é produzido, atravessado e organizado por dispositivos de gênero.

A psicóloga e pesquisadora Valeska Zanello nomeia que mulheres e homens são socializados por estruturas simbólicas diferentes, que orientam a forma como constroem sua identidade, seu valor e seus modos de amar.

Para muitas mulheres, o amor não aparece como uma experiência entre outras —
ele se torna eixo de reconhecimento.

Em A prateleira do amor, Zanello sintetiza esse processo em uma frase que se tornou emblemática:
“Os homens aprendem a amar muitas coisas.
As mulheres aprendem a amar os homens.”
Isso não fala de essência.
Fala de formação.

Desde muito cedo, meninas são ensinadas a:
• cuidar
• sustentar vínculos
• priorizar o outro
• encontrar no olhar amoroso o seu lugar de valor

Enquanto isso, os meninos são autorizados a investir sua energia libidinal em:
• projetos
• conquistas
• desempenho
• autonomia

O efeito clínico disso aparece todos os dias: mulheres que se esgotam emocionalmente nas relações, que permanecem onde não são cuidadas, que sentem que fracassaram quando não são escolhidas.

Quando o amor é o principal organizador da identidade, perder um vínculo pode ser vivido como perder a si mesma.

Por isso, falar da função psíquica do cuidado feminino é também falar de cultura, de política e de saúde mental.

Não se trata de deixar de amar.
Trata-se de ampliar a prateleira.
Que o amor possa ser experiência —e não destino.
Que o cuidado possa ser escolha —e não condição para existir.

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19/03/2026

Durante muito tempo, o trabalho não foi pensado para as mulheres.
Ainda assim, elas chegaram.
E seguem transformando os espaços que ocupam.
Potência feminina não é sobre dar conta de tudo.
É sobre existir com legitimidade.
É sobre autoria.
É sobre reconhecimento.
É sobre construção de si.
A potência está nas grandes referências da história.

Mas também está na mulher comum — que recomeça, sustenta, estuda, empreende, insiste e permanece.

💬 Que espaço você ocupa hoje que antes disseram que não era para você?

👩‍⚕️ Lívia Entringer | Psicóloga
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Nem toda mulher foi autorizada a existir para além da função. Às vezes cuidar foi a forma que você encontrou para ser am...
16/03/2026

Nem toda mulher foi autorizada a existir para além da função. Às vezes cuidar foi a forma que você encontrou para ser amada.

Muitas mulheres aprenderam, ainda muito cedo, que seu valor estava na capacidade de perceber o outro, antecipar necessidades, sustentar o ambiente e não dar trabalho.

Foram chamadas de maduras quando, na verdade, estavam se adaptando emocionalmente para sobreviver.

O cuidado, que é potência de vínculo, passa então a ocupar uma função psíquica organizadora de identidade:
eu cuido → logo existo
eu sustento → logo sou amada

Por isso, receber cuidado pode gerar angústia, culpa ou estranhamento.
Por isso o descanso parece ameaça.
Por isso a exaustão se torna silenciosa e crônica.

Existe um cansaço que não é apenas físico — é o de viver distante do próprio desejo.

Romper com esse lugar não é deixar de amar.

É deixar de existir apenas como função.
Cuidar de si, para muitas mulheres, é um ato de ruptura transgeracional.

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