02/03/2026
Recentemente viralizaram manifestações e memes sobre modelo de família, causando polêmica e dividindo opiniões. Resolvi abordar o assunto da “família em conserva” da maneira que acredito ser importante debater: sem ataque à família tradicional ou valores cristãos, porém instigando uma abertura necessária para a diversidade de configurações reais 💛
Acho que vale a repercussão para uma crítica ao ideal congelado e “correto” de família.
A ideia de família não é mais única, fixa ou limitada a um único formato.
Hoje, falamos em famílias plurais e essas transformações sociais vêm pressionando o Código Civil a se atualizar, para reconhecer juridicamente realidades que já existem na vida cotidiana.
O Direito Civil e os Direitos Humanos não devem negar os fenômenos sociais, mas sim reconhecê los, compreendê los e integrar modelos que assegurem as bases essenciais para a convivência em sociedade.
📜 As discussões atuais sobre alterações no Código Civil buscam:
🔹 ampliar o reconhecimento da parentalidade socioafetiva
🔹 garantir direitos a diferentes configurações familiares
🔹 fortalecer a proteção de crianças e adolescentes
🔹 alinhar a lei aos princípios de dignidade, respeito, afeto e cuidado
🧠 Do ponto de vista psicológico, pode-se pensar que o que define uma família saudável não é a forma, mas a qualidade dos vínculos, a segurança emocional e a presença de cuidado.
💬 Quando a lei reconhece novos modelos de família, ela não “desconstrói” valores — ela protege pessoas reais, histórias reais e infâncias reais.
✨ Família é onde há vínculo, responsabilidade e cuidado.
👩⚕️ Lívia Entringer | Psicóloga
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