Praxis Reiki Energias Positivas

Praxis Reiki Energias Positivas Reiki Master Tradicional e Karuna/Hipnoterapeuta Clinica/ Mesa Radiónica/ Espiritual/Massagista,etc.

21/02/2026

Sou grata !

13/02/2026

18.02 a 8.04 fechada .
Agradeço as vossas marcações com antecedência. Gratidão Gratidão Gratidão

13/02/2026

Sou imensamente GRATA pelas vossas mensagens e chamadas. Deus vos abençoe. Abraço de bênçãos.

12/02/2026

Uma aluna minha de Reiki fez esta bela foto para me agraciar no meu aniversário. Sou imensamente GRATA pelo miminho e beleza, um belo presente, amei.Hoje sinto que algo mágico e grandioso vai acontecer! Sejamos gratos e felizes. Viva a vida ! Abraço de bênçãos para todos nós. ́sterapêutico

11/02/2026

Meu último dia dos meus 59 neste último ano, a vida deu muitas voltas, muita aprendizagem, muito estudo, muita ajuda. Neste último ano digo que foi muito positivo a nível de tudo na minha vida. Sou imensamente GRATA a vocês pela confiança e respeito no meu trabalho. Cada dia me comprometo a estudar mais e mais para me ajudar e vos ajudar. Com um novo ciclo a chegar, sinto-me capaz e com amor e amizade sigo em frente. Aguardem novidades...Abraço de bênçã . Sempre Eu ́sterapêutico

Muito bom dia gente abençoada.  Sou imensamente GRATA! Abraço de bênçãos.
11/02/2026

Muito bom dia gente abençoada. Sou imensamente GRATA! Abraço de bênçãos.

10/02/2026

Conhecimento
10/02/2026

Conhecimento

* A MISSÃO ESPIRITUAL DOS SERES VIVOS *

√ OS CÃES: são anjos com corpo físico de quatro patas, são terapeutas energéticos e emocionais.
√ OS GATOS: estão a defender o nosso planeta das energias mais baixas.
√ OS PÁSSAROS: estão aqui para nos ensinar, são professores adoráveis ​​que nos mostram como ser livres e felizes.
√ AS BORBOLETAS: ensinam-nos a todos que a morte nada mais é do que uma transformação, passamos de um corpo físico a uma versão melhorada do envoltório material.
√ OS RATOS: estão a limpar o nosso lixo físico e psíquico.
√ AS BALEIAS: mantêm a freqüência dos oceanos em máxima luz e consciência, carregam mos seus campos áuricos, chaves de luz e códigos de puro amor.
√ AS ÁRVORES: são as guardiãs do universo e os pulmões desta grande mãe natureza.
√ ARANHAS: tecem a teia desenvolvendo pontos neurológicos que geram vórtices e portais de energia na terra.
√ AS ABELHAS: sustentam a vida do planeta.
√ OS GOLFINHOS: mantêm a consciência cristica de todo o planeta em harmonia e amor, são mestres da telepatia, da radiofrequência e da vibração sonora da rede etérica da Terra.

"Ora muito pelo nosso mundo, agradeçe muito, reconheçe e abençoa cada criatura que presta serviço à nossa humanidade ...."

*O AMOR É A CHAVE*

Amei e partilho:O telefone não tocou às 18h00, como combinávamos todos os dias. Nem às 19h00. Às 21h00, a tempestade lá ...
10/02/2026

Amei e partilho:

O telefone não tocou às 18h00, como combinávamos todos os dias. Nem às 19h00. Às 21h00, a tempestade lá fora derrubou a energia do bairro inteiro, mas o silêncio do meu celular gritava muito mais alto que qualquer trovão que sacudia as janelas.

Gabriel estava na estrada. Uma viagem solo de moto pela Serra do Rio do Rastro, à noite, sob aquele dilúvio. E ele não atendia.

O medo tem uma textura específica. Ele é gelado, viscoso e aperta o estômago até você sentir gosto de bile. Eu andava de um lado para o outro na sala escura, iluminada apenas pelos relâmpagos, imaginando o asfalto molhado, as curvas traiçoeiras, os caminhões imprudentes.

Liguei para a Polícia Rodoviária. A voz do outro lado foi protocolar e aterrorizante.

— Senhora, houve um deslizamento no quilômetro 40. O trânsito está parado. Há relatos de veículos soterrados, mas as equipes só conseguirão acessar a área crítica quando a chuva diminuir.

Desliguei. O celular escorregou da minha mão e caiu no sofá.

"Veículos soterrados".

Minha mente, traidora como sempre em momentos de crise, começou a desenhar o cenário. Eu via a moto dele esmagada. Via o capacete rolando na lama. O pânico não é apenas uma emoção; é uma projeção criativa do pior cenário possível. Eu estava criando a tragédia na minha cabeça, frame por frame, em alta resolução.

Foi então que meu olhar, vagando pelo escritório na penumbra, pousou sobre a estante de livros. Havia um volume antigo ali, *Hipnotismo a Distância*, de Paul C. Jagot. Eu o tinha lido anos atrás por curiosidade.

Uma passagem específica faiscou na minha memória. Página 34. "Proteção".

Corri até a estante, acendi uma vela com as mãos trêmulas e folheei as páginas amareladas até encontrar.

O texto era claro, quase uma ordem militar para a mente: "Se se teme pela saúde de um sujeito, deve-se imaginá-lo em sua integridade física, completa e sã".

Li de novo, sussurrando as palavras para tentar abafar o som da chuva.

"Tratar de manter essa imagem quando o recorde e pensar, sentindo que sorteará todo perigo sem sofrer dano algum".

O livro alertava: as palavras são leves e inúteis se não tiverem o apoio da intensidade do desejo e da emoção sustentada. Não adiantava apenas pedir "por favor, que ele esteja bem". Eu precisava *fabricar* a realidade onde ele estava bem.

Mas como? Como fazer isso quando cada célula do seu corpo grita que ele morreu?

Sentei no chão, cruzei as pernas e fechei os olhos. A primeira imagem que veio foi horrível. Sangue. Metal retorcido.

— Não! — gritei para a sala vazia.

O livro dizia que o medo cria brechas. Eu precisava fechar essas brechas. Respirei fundo, tentando controlar a taquicardia. Comecei a construir a cena oposta.

Imaginei Gabriel. Não na chuva, não na estrada. Imaginei ele inteiro.

Visualize os braços dele, fortes e sem arranhões. As pernas firmes. O rosto sereno. Tentei sentir a textura da pele dele, quente e viva.

"Você sorteia todo perigo", repeti mentalmente, projetando essa frase como um feixe de luz na direção onde eu sabia que a serra ficava. "Você é imune ao dano. Você está intacto".

Foi uma batalha. A cada trovão que estourava lá fora, a imagem da tragédia tentava voltar. Eu lutava contra minha própria imaginação. Era um esforço físico. Eu suava frio. Meus músculos estavam tensos.

Eu precisava sustentar a emoção de segurança. Não a esperança, mas a *certeza*.

Imaginei ele entrando pela porta da frente. Tirando a capa de chuva amarela. O barulho do zíper abrindo. O cheiro de chuva e gasolina que ele sempre trazia. O sorriso de "cheguei".

Mantive essa imagem fixa. Congelei o tempo na minha mente. Gabriel em sua integridade física completa. Nada quebrado. Nada ferido.

Fiquei assim por horas. Perdi a noção do tempo. A vela queimou até o fim. A tempestade lá fora começou a amainar, transformando-se numa garoa fina, mas eu não ousei parar. Eu sentia que, se eu soltasse aquela imagem, a proteção desapareceria.

Adormeci de exaustão no tapete, com o livro aberto ao meu lado.

Acordei com batidas na porta.

O sol entrava pelas frestas da janela. Eram 7 da manhã.

Levantei num pulo, o corpo todo doendo da posição em que dormi. O coração disparou novamente. Seria a polícia? O aviso fúnebre?

Corri para a porta. Minha mão tremia tanto que não conseguia girar a chave na primeira tentativa. Respirei fundo. "Integridade física completa", repeti.

Destranquei. Abri.

Gabriel estava lá.

Ele estava coberto de lama da cabeça aos pés. A jaqueta estava rasgada no ombro. Ele segurava o capacete com uma mão e apoiava a outra no batente da porta.

Mas ele estava de pé.

— Gabriel... — minha voz falhou.

Ele não disse nada. Apenas entrou e me abraçou. O abraço foi forte, desesperado. Ele cheirava a terra molhada e medo.

Levei-o para o sofá. Trouxe água. Ele bebeu o copo inteiro em um gole só, as mãos ainda tremendo, mas de adrenalina, não de fraqueza.

— Eu perdi a moto, Clara — ele disse, finalmente, olhando para o chão. — Ficou lá. Perda total.

— Dane-se a moto — respondi, tocando o rosto dele, conferindo se era real. — A polícia disse que houve soterramento. Como você...

Ele levantou os olhos para mim. Havia um assombro no olhar dele que eu nunca tinha visto.

— Foi a coisa mais bizarra que já aconteceu comigo. Eu estava descendo. A chuva era tanta que eu não via um palmo à frente. De repente, a encosta cedeu. Eu ouvi o estrondo antes de ver. Árvores, pedras, lama... tudo descendo na minha direção.

Ele parou, engoliu em seco.

— Eu ia frear. Era o instinto. Parar a moto. Mas se eu tivesse parado, a avalanche teria me pegado em cheio. O carro que estava atrás de mim... bem, ele não teve a mesma sorte.

— E por que você não freou?

— Porque eu senti um puxão.

— Um puxão?

— Não físico. Foi na minha cabeça. No meio daquele caos, do barulho ensurdecedor, tudo ficou silencioso por um segundo. Senti uma clareza absurda. E vi você.

Arregalei os olhos.

— Você me viu?

— Vi. Não como uma alucinação externa, mas dentro da minha mente. Uma imagem nítida, fixa. Você estava calma. Você sorria para mim. E eu senti uma ordem, Clara. Uma voz que não era minha dizendo: "Você está inteiro. Nada te toca".

Senti um arrepio percorrer minha espinha. Eram as palavras do livro. A intenção que eu havia projetado por horas.

— Aquela sensação me fez fazer o ilógico — ele continuou. — Em vez de frear, eu acelerei. Acelerei tudo o que a moto tinha. Joguei a moto para o único espaço que parecia suicídio, entre a barreira e o abismo. A moto passou, derrapou, eu fui jogado para o acostamento de grama, mas a avalanche passou raspando. Questão de centímetros. Se eu tivesse hesitado um milésimo de segundo...

Ele olhou para as próprias mãos, intactas.

— Eu saí sem um arranhão, Clara. Só a jaqueta rasgou quando caí na grama. Mas eu... eu estou inteiro.

"Integridade física, completa e sã".

Abracei ele novamente, chorando silenciosamente no ombro daquela jaqueta suja.

Não contei a ele sobre o livro naquele momento. Não precisava. A prova estava ali, respirando nos meus braços.

Nós subestimamos o poder da mente humana. Achamos que o medo e a preocupação são apenas sentimentos passivos, mas eles são energias que moldam o destino. O medo atrai o abismo. Mas a imagem sustentada da segurança? Ela constrói a ponte sobre ele.

Aquele livro de 1918 não era superstição. Era manual de instruções.

Naquela noite, enquanto ele dormia o sono pesado dos sobreviventes, peguei o livro novamente. Marquei a página 34.

Nunca se sabe quando precisaremos ser o escudo invisível de alguém novamente. E agora eu sabia o segredo: não basta torcer. Você precisa ver, sentir e sustentar a realidade que deseja, até que o universo não tenha outra escolha a não ser obedecer.

F**a a dica...Muito bom dia gente abençoada desejo uma semana abençoada. Abraço de bênçãos.
09/02/2026

F**a a dica...Muito bom dia gente abençoada desejo uma semana abençoada. Abraço de bênçãos.

07/02/2026

A nossa terapia que transmuta a energia densa para positiva.

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Dietikon
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Donnerstag 15:00 - 19:00
Freitag 09:00 - 13:00
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