Odalea Freire Counselor

Odalea Freire Counselor Kontaktinformationen, Karte und Wegbeschreibungen, Kontaktformulare, Öffnungszeiten, Dienstleistungen, Bewertungen, Fotos, Videos und Ankündigungen von Odalea Freire Counselor, Psychologische Einrichtung, Route de Sauverny 15, Versoix.

My work is to provide assistance and guidance in resolving personal, social and psychological difficulties related to the women's expat life in individual therapy.

Outro dia, meu marido me filmou entrando no avião para mais uma viagem internacional. Eu estava com a minha mochila — a ...
12/02/2026

Outro dia, meu marido me filmou entrando no avião para mais uma viagem internacional. Eu estava com a minha mochila — a mesma que me acompanha quase sempre. Um comentário veio em seguida: “Essa mochila não combina com você.”

Aquilo me atravessou.

O primeiro impacto não foi na Odaléa de hoje, mas na Odaléa brasileira, lá de Fortaleza. Mais especificamente, daquela Fortaleza provinciana onde as pessoas se localizam socialmente pelas roupas que vestem, pelas marcas que usam, pelo carro que dirigem, pelo bairro onde moram. Foi ali que a frase me pegou primeiro.

Mas foi dentro do avião, a caminho de Londres — uma cidade que visito inúmeras vezes, onde já me hospedei tanto em hotéis sofisticados quanto em Airbnbs simples, sempre em regiões privilegiadas — que a reflexão se aprofundou. Eu estava indo, inclusive, para a formatura do meu filho no mestrado, em uma das melhores universidades daquele país.

E então me perguntei: por que algumas brasileiras, mesmo após tantos anos vivendo fora do Brasil, ainda se deixam orientar por parâmetros que dizem tão pouco sobre quem as pessoas são?

Essa pergunta me levou a outra, ainda mais essencial: por que essa mochila ainda me acompanha, depois de tantos anos?

E eu precisei escutá-la.

Essa mochila fala da minha identidade como mulher expatriada, construída ao longo de 23 anos fora do Brasil. Ela carrega valores que eu só aprendi porque vivi quatro mudanças internacionais, morei em três continentes e pude enxergar realidades que, se eu ainda fosse apenas a Odaléa lá de Fortaleza, provavelmente não teriam se apresentado a mim com tanta clareza sociopolítica, econômica e humana.

Curiosamente, essa mochila nem foi comprada por mim. Ela foi um presente para minha filha, quando tinha 10 anos e vivia sua fase skatista. Sim, ela teve essa fase. É uma mochila de uma marca excelente — por isso tão durável. São quase nove anos de uso impecável. Primeiro, acompanhou minha filha por dois anos no ensino médio em Nova York. Depois, veio com a gente para Genebra. (continua nos comentários 👇🏽)

11/02/2026

Não desista! A próxima temporada está só começando!

Tenho pensado que para cada dia de pausa e solidão que vivenciei em cada mudança Deus está me presenteando com os movimentos de hoje!

Gratidão!

O que os olhos não veem, a identidade sente! Eu trouxe esse assunto nos stories ontem e achei que merevia virar post. Po...
10/02/2026

O que os olhos não veem, a identidade sente!

Eu trouxe esse assunto nos stories ontem e achei que merevia virar post. Porque muitas vezes, como pais, focamos na adaptação prática: a escola nova, o idioma, os novos amigos. Mas existe uma camada invisível que o Lucas Pinheiro trouxe à tona na sua entrevista e com a qual eu frequentemente me deparo: o luto do pertencimento.

Para um TCK (Third Culture Kid), a pergunta “de onde você é?” não é simples. É uma encruzilhada. Quando eles ouvem que têm um “sotaque fofo” no Brasil, o que eles escutam, no fundo, é: “você não é um de nós”.

Essa “estrangeiridade” crônica pode se tornar uma ferida se não for validada com rigor e empatia. Não se trata apenas de onde eles moram, mas de como eles integram todas essas peças sem precisar anular nenhuma delas para caber em um rótulo.

Meu trabalho aqui é ajudar você a traduzir esse silêncio dos seus filhos e transformar o “não lugar” em um lugar de potência. Porque ser cidadão do mundo é uma riqueza, desde que você saiba quem você é quando as luzes se apagam.

Se esse assunto ressoou em você, compartilhe este post. Precisamos levar essa consciência para mais famílias migrantes que vivem o mesmo desafio. 🩵

Eu me lembro da primeira vez que precisei usar o cartão do marido para algo pessoal na expatriação. O nó na garganta vei...
09/02/2026

Eu me lembro da primeira vez que precisei usar o cartão do marido para algo pessoal na expatriação. O nó na garganta veio sem aviso. Afinal, onde estava aquela mulher executiva que geria o próprio salário com autonomia?

Muitas mulheres coexpatriadas vivem essa transição em silêncio. Elas acreditam que, por não estarem gerando renda direta no momento, perderam o direito de decidir sobre o dinheiro da família.

Mas a verdade é que você é a peça fundamental que mantém essa estrutura de pé. Sem o seu suporte na adaptação, na educação dos filhos e na gestão do caos que é mudar de país, a carreira dele não avançaria da mesma forma.

Parceria não é submissão. É reconhecer que os papéis mudaram, mas o seu valor e a sua dignidade permanecem os mesmos.

Não deixe que a dependência financeira apague quem você é. O resgate da sua identidade começa quando você volta a ocupar o seu lugar de protagonismo na sua própria vida. E isso inclui as finanças.

Você já sentiu esse desconforto ao lidar com o dinheiro na expatriação? Me conta aqui nos comentários ou envie para uma amiga que precisa desse lembrete hoje. 💛

04/02/2026

Ninguém nasce sabendo ser expatriada.

A gente se prepara para o idioma, para o visto, para as malas... mas ninguém nos prepara para a carga emocional de ser o suporte de uma família em um país desconhecido.

Muitas vezes, a culpa aparece porque nos cobramos uma perfeição que é impossível de alcançar em meio a tantas mudanças. A gente esquece que estamos aprendendo a “pilotar o avião” enquanto ele já está no ar.

Se eu pudesse voltar 23 anos no tempo, essa seria a frase que eu diria para a Odaléa que recém tinha chegado: você está fazendo o seu melhor, e isso basta.

Se você também sente que está aprendendo no susto e que a cobrança interna tem sido pesada demais, este vídeo é para você. Lembre-se: não existe manual, existe a sua jornada real.

Compartilha esse vídeo com aquela amiga recém expatriada, pode ser que ela precise ouvir essa mensagem hoje 💛

Dump de Janeiro!1. Iniciei o ano em Roma. Muita oração e agradecimento por todas as bençãos, mas claro comprinhas! 😁2. F...
02/02/2026

Dump de Janeiro!
1. Iniciei o ano em Roma. Muita oração e agradecimento por todas as bençãos, mas claro comprinhas! 😁
2. Fui curtir neve em Annecy
3. Levei a sobrinha para conhecer a capital federal da Suiça
4. Chamada de vídeo com a família Novais ❤️
6. Em Chamonix, nos Alpes, aproveitei para gravar e fotografar
7. O momento mais emocionante talvez do ano: meu primogênito se torna mestre pela King”s University
7. Encontro com a Psi e amiga intercultural .gilda em Londres

2026 começou intenso em muitos sentidos! E para você? Que sabores Janeiro trouxe?

“Eu não sei mais quem eu sou e nem para onde estou indo.”Essa é uma das frases que eu mais escuto no consultório e nas m...
28/01/2026

“Eu não sei mais quem eu sou e nem para onde estou indo.”

Essa é uma das frases que eu mais escuto no consultório e nas minhas mentorias. E a minha resposta é sempre a mesma: você não está perdida, você só está tentando navegar sem bússola.

A expatriação é um território desconhecido. Quando a gente muda de país, as referências que tínhamos de sucesso, carreira e até de rotina social desaparecem. É natural se sentir desorientada quando o chão que a gente pisava não existe mais.

O erro não está em você. O erro está em acreditar que você precisa descobrir o caminho sozinha, por tentativa e erro.

Estar perdida é um estado temporário; estar sem plano é uma escolha.

Ao longo da minha jornada na expatriação, eu entendi que a diferença entre a mulher que sobrevive ao exterior e a mulher que prospera nele é a estratégia. É ter clareza de quem você é e de como ocupar o seu espaço nesse novo cenário.

A minha mentoria existe para te dar esse mapa. Para tirar você do modo reativo e te devolver o volante da sua vida.

Chega de andar em círculos. Vamos desenhar o seu próximo passo juntas?

O link para a aplicação da mentoria está na minha bio. 🩵

Por trás de cada diploma de um filho expatriado, existe uma mãe que precisou aprender a ler mapas emocionais que nunca l...
24/01/2026

Por trás de cada diploma de um filho expatriado, existe uma mãe que precisou aprender a ler mapas emocionais que nunca lhe ensinaram na escola.

Eu já tinha vivido essa emoção quando ele graduou na Universidade de Manchester, mas ontem recebendo o canudo do Mestrado dele, foi ainda mais emocionante porque até me trouxe lembraças de quando defendi minha tese com ele na minha barriga!

O mestrado também me lembra de que agora ele se torna verdadeiramente, para o mundo um Adulto de terceira cultura, e isso tem implicações práticas. O ninho vazio na expatriação é bem mais complexo do que m mãe possa imaginar.

Tem uma parte da educação na expatriação que não aparece nas fotos das graduações: as decisões tomadas no escuro, o medo de estar esquecendo algum detalhe burocrático e a constante negociação interna entre as nossas raízes e as asas que damos a eles.

Ser mãe de um TCK (Third Culture Kid) é um exercício de coragem. É entender que, às vezes, a melhor forma de proteger o futuro deles não é apenas com amor, mas com estratégia e suporte especializado. Eu aprendi na prática, errando. Hoje, minha missão é ser o suporte que eu não tive lá atrás, garantindo que o seu projeto de vida em outro país tenha o solo firme que a sua família merece.

O caminho é mais leve quando não precisamos adivinhar os passos.

Se você conhece alguma mãe expatriada que está enfrentando esses processos e desafios na educação dos filhos, envie esse post para ela. Vamos fortalecer essa rede de apoio. 💛

23/01/2026

Há quatro anos, o Psi Terapia no Exterior era um sonho tímido, quase com receio de ganhar o mundo. Hoje, somos um ecossistema de mais de 2.500 profissionais, unidos por uma missão que atravessa oceanos. 🌏

Eu precisava materializar essa força. Precisava que esse compromisso ganhasse a solidez do ouro para se tornar real diante dos nossos olhos.

Este colar não representa apenas uma empresa. Ele é a materialização do nosso compromisso inegociável: levar saúde mental de qualidade para o brasileiro, onde quer que ele esteja.

E se você é psicólogo e sente o chamado para fazer parte dessa história de excelência, o seu próximo passo começa agora.

Estão abertas as inscrições para a Jornada Intercultural, o evento onde vamos te mostrar como construir sua autoridade e atuar com segurança no mercado internacional.

Toque no link da bio e inscreva-se gratuitamente. Vamos levar essa bandeira juntos! 💛

“Senti que joguei meu diploma na mala e esqueci a chave.”Essa frase resume uma dor de tantas mulheres expatriadas... A s...
21/01/2026

“Senti que joguei meu diploma na mala e esqueci a chave.”

Essa frase resume uma dor de tantas mulheres expatriadas... A sensação de que a carreira ficou no portão de embarque é um dos gatilhos mais fortes para a perda de identidade na expatriação.

Mas a verdade que eu quero colocar no seu coração hoje é: sua carreira não é um cargo, é a sua capacidade de entregar valor.

Fomos ensinadas a amar a linearidade, a escada, o próximo degrau. Mas a vida fora nos exige fluidez. Uma carreira fluida entende que pausas são estratégicas e que reinvenções são sinais de inteligência, não de fracasso.

Se você está nesse “entre-lugar” agora, saiba que você não está estagnada. Você está se recalibrando. O rio está apenas encontrando um novo curso.

O seu valor viaja com você. Não deixe que a falta de um crachá apague a sua potência.

Mande este post para aquela amiga que precisa desse abraço em forma de perspectiva hoje. 💛

Autonomia geralmente é associada ao trabalho fora, mas na expatriação, essa conta raramente é tão simples.Na minha visão...
19/01/2026

Autonomia geralmente é associada ao trabalho fora, mas na expatriação, essa conta raramente é tão simples.

Na minha visão, autonomia começa quando você entende quem você é hoje, o que faz sentido construir nessa fase e quais escolhas estão realmente ao seu alcance agora.

Não se trata de se cobrar respostas imediatas, nem de se comparar com outras trajetórias.

Se trata de clareza, direção e consciência sobre a própria história. 💛

Me conta qual hábito você tem que faz você se sentir “dona de si”? 💪🏽

Educar “fora de casa” é, antes de tudo, um exercício de pertencimento.No podcast Beabá da Educação, tive a oportunidade ...
17/01/2026

Educar “fora de casa” é, antes de tudo, um exercício de pertencimento.

No podcast Beabá da Educação, tive a oportunidade de aprofundar temas que vivo há 23 anos e que são o alicerce da Psicologia Intercultural. Conversamos sobre como a jornada educativa dos nossos filhos no exterior é indissociável da construção de quem eles são.

Muitas vezes focamos apenas na adaptação escolar, mas o verdadeiro trabalho de “ancoragem” acontece através da nossa mediação como pais. É a nossa segurança emocional e o orgulho das nossas raízes que dão aos filhos a base para que eles explorem o mundo sem se sentirem perdidos.

Integrar-se a uma nova cultura não significa apagar a nossa essência. Ser intercultural é somar bagagens, transformando a vivência internacional em um diferencial humano único.

Assista ao vídeo no post anterior para conferir um trecho dessa conversa. 💡💛

Adresse

Route De Sauverny 15
Versoix
1290

Öffnungszeiten

Montag 16:00 - 20:00
Dienstag 16:00 - 16:00
Mittwoch 09:00 - 16:00
Donnerstag 09:00 - 16:00
Samstag 09:00 - 11:00

Telefon

+41798830251

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