Odalea Freire Counselor

Odalea Freire Counselor Kontaktinformationen, Karte und Wegbeschreibungen, Kontaktformulare, Öffnungszeiten, Dienstleistungen, Bewertungen, Fotos, Videos und Ankündigungen von Odalea Freire Counselor, Psychologische Einrichtung, Route de Sauverny 15, Versoix.

My work is to provide assistance and guidance in resolving personal, social and psychological difficulties related to the women's expat life in individual therapy.

Os livros que nos atravessam não servem só para informar…Eles ajudam a organizar perguntas que a gente já vinha sentindo...
26/12/2025

Os livros que nos atravessam não servem só para informar…Eles ajudam a organizar perguntas que a gente já vinha sentindo no corpo, mas ainda não sabia nomear.

Em diferentes momentos da vida expatriada, a leitura pode funcionar como espelho, sustentação e, às vezes, como confronto.

Nem sempre é confortável, mas quase sempre é transformador.

Esses livros me acompanharam em reflexões profundas sobre identidade, corpo, pertencimento, escolhas e autonomia.

E cada um deles deixou marcas no modo como eu penso, atendo e caminho.

Me conta nos comentários qual livro te marcou em 2025, vamos compartilhar aprendizados 🙌🏽

O Natal costuma nos lembrar das tradições que nos formaram. As mesas, os cheiros, as músicas, os rituais que aprendemos ...
24/12/2025

O Natal costuma nos lembrar das tradições que nos formaram. As mesas, os cheiros, as músicas, os rituais que aprendemos ainda pequenas e que carregamos como parte de quem somos.

Quando a vida acontece em outro país, nem sempre é possível repetir tudo como antes. Mas isso não signif**a romper com a própria história. Signif**a aprender a expandi-la.

Criar novas tradições também é uma forma de pertencimento. Honrar o que foi vivido e, ao mesmo tempo, dar espaço para o que está sendo construído agora, com a mulher que você se tornou ao atravessar culturas, escolhas e recomeços…

Talvez este Natal tenha outros sabores, outros gestos, outros ritmos. E tudo bem. Isso não diminui o que veio antes. Apenas mostra que você segue viva, em movimento, capaz de reinventar o que é celebração sem perder a si mesma no processo.

Que este seja um Natal de reconhecimento do caminho percorrido, das raízes que permanecem e das novas formas de estar no mundo que você aprendeu a criar.

Feliz Natal, querida expatriada. 🎄❤️

O fim de ano costuma trazer encontros intensos para quem vive fora.E, junto com eles, despedidas que mexem mais do que a...
24/12/2025

O fim de ano costuma trazer encontros intensos para quem vive fora.

E, junto com eles, despedidas que mexem mais do que a gente gostaria de admitir.

Quando a rotina volta, a casa silencia e o corpo precisa, mais uma vez, se reorganizar emocionalmente.

Esse vazio não signif**a arrependimento, nem falta de gratidão pela vida que foi construída fora. Ele fala sobre vínculo, pertencimento e sobre o custo emocional de viver entre países.

Reconhecer isso ajuda a atravessar o momento com menos cobrança e mais cuidado consigo mesma. 💛

22/12/2025

Em comunidades expatriadas, todo mundo conhece alguém, que conhece alguém, que conhece outro alguém...

E é justamente por isso que muitas mulheres têm medo de procurar terapia.

Não por falta de vontade, mas por medo de que saibam. Com medo de que a imagem da mulher forte e equilibrada comece a ruir diante dos outros.

Mas fazer terapia não é um sinal de fraqueza, é um gesto silencioso de autocuidado.

O Em comunidades expatriadas, todo mundo conhece alguém, que conhece alguém, que conhece outro alguém...

E é justamente por isso que muitas mulheres têm medo de procurar terapia.

Não por falta de vontade, mas por medo de que saibam.

De que a imagem da mulher forte e equilibrada comece a ruir diante dos outros.

Mas fazer terapia não é um sinal de fraqueza, é um gesto silencioso de autocuidado.

O sigilo é absoluto.

E o espaço terapêutico é o único lugar onde você não precisa sustentar nenhuma imagem.

Você pode apenas ser você: inteira, vulnerável e humana. 🩵

Começar um novo ano vivendo fora costuma ativar uma expectativa silenciosa de que tudo vai magicamente melhorar.Como se ...
19/12/2025

Começar um novo ano vivendo fora costuma ativar uma expectativa silenciosa de que tudo vai magicamente melhorar.

Como se a virada do calendário fosse suficiente para organizar o que, por dentro, ainda está em processo.

Mas adaptação não funciona por data. Emoções não obedecem à lógica do “ano novo, vida nova”.

Muitas expatriadas entram no ano novo já cansadas, se cobrando por não estarem mais animadas, mais gratas ou mais ajustadas. E essa cobrança só aumenta a sensação de inadequação.

O que ajuda, de verdade, é entender o que está acontecendo com você. Nomear o cansaço, reconhecer a solidão, aceitar que algumas dores seguem presentes mesmo quando o ano muda.

A psicoterapia tem um papel importante justamente aí: ajudar a organizar essa experiência, reduzir a autocrítica e construir recursos emocionais para sustentar esse momento sem violência interna.

Nem todo começo precisa ser empolgado.
Alguns precisam ser compreendidos. 💛

18/12/2025

Recentemente, senti na pele algo que eu já sabia há muito tempo: ansiedade não escolhe profissão, país ou nível de consciência.

Ela é uma resposta do corpo e é exatamente por isso que pode ser regulada.

Como psicóloga e especialista em ansiedade, eu afirmo com segurança: lidar com momentos de ansiedade não é sobre “não sentir”, é sobre saber o que fazer quando o corpo entra em estado de alerta.

Viver entre culturas expõe o nosso sistema nervoso a estímulos constantes. Por isso, aprender a se autorregular não é luxo, é ferramenta de saúde mental.

Se a ansiedade tem ocupado espaço demais por aí, buscar ajuda é um passo importante. Autorregulação emocional não é força de vontade. É conhecimento aplicado, com treino, método e consistência.

16/12/2025

Se você ouviu o relato de uma mulher expatriada e pensou: “Mas essa realidade não é a minha. Essa mulher é muito privilegiada”, saiba que o privilégio não anula a vulnerabilidade.

Cada travessia tem seu peso, suas perdas e seus desafios.

O imigrante enfrenta a luta por pertencimento.

A expatriada, o apagamento da própria identidade.

Ambos estão atravessando algo profundamente humano: a busca por um lugar no mundo.

Reconhecer o privilégio não é se culpar, é ter consciência.

É entender que quando a gente tem mais recursos e mais oportunidades, temos também tem mais responsabilidade.

E quando a gente compreende o lugar de onde fala, a conversa deixa de ser sobre quem sofre mais e passa a ser sobre como podemos crescer juntas!

15/12/2025

Desromantizar a vida no exterior não é perder o encanto, é finalmente enxergar a realidade com honestidade emocional.

Quando a idealização cai, muita gente acha que isso signif**a que “deu errado”,
mas na verdade é exatamente o contrário: é o momento em que você começa a construir uma vida possível, e não imaginária.

A adaptação não acontece dentro da fantasia.

Ela acontece quando você entende o que sente, acolhe as rupturas e aprende a existir entre culturas sem exigir perfeição de si mesma.

E é aqui que a psicoterapia faz toda a diferença: não para te impedir de sofrer,
mas para te ajudar a dar sentido ao que está vivendo, nomear o que dói e fortalecer o que nasce dessa travessia.

Porque quando a idealização cai,
abre espaço para algo muito mais verdadeiro: uma nova forma de pertencer a si mesma. 💛

🌍 Conheçam o perfil oficial do projeto: .pelomundo

🇩🇪 Alemanha

🇧🇪 Bélgica

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01/12/2025

Mudar de país não apaga a mulher que você era. Ela só f**a um pouco escondida, esperando que você volte a olhar pra ela com atenção.

Muitas mulheres acreditam que, ao acompanhar o marido ou cuidar da família, precisam abrir mão da própria carreira, mas a verdade é que o seu valor não depende de um cargo, de um crachá ou de um país.

Tudo o que você construiu, estudou, viveu e aprendeu continua em você e pode sim ser transformado em propósito, autonomia e novos caminhos.

A expatriação pode ter te tirado do mercado de trabalho, mas não tirou de você a capacidade de criar, contribuir e se reinventar.

O reencontro com a sua força começa quando você entende isso. E a partir daí, tudo muda!

28/11/2025

Mudar de país não muda só o endereço…muda o jeito de sentir, de se relacionar e até de existir.⠀

O que pra você é gentileza, pra outra cultura pode parecer invasão. O que pra você soa como grosseria, pra outra cultura pode ser apenas o uma resposta normal.

E quando essas pequenas diferenças se acumulam, podem virar um ruído interno que confunde até o que é emoção e o que é adaptação.

É por isso que a terapia culturalmente sensível é diferente, ela entende que o contexto importa.

Que nem toda ansiedade é patológica, nem toda tristeza é depressão, e nem todo desconforto é um problema.

Quando a cultura entra na conversa terapêutica, a escuta se amplia e o processo deixa de ser sobre se encaixar e passa a ser sobre se compreender. 💛

26/11/2025

Existem dores que a gente não confessa nem pra nós mesmas…

No início da expatriação, é fácil acreditar que tudo o que você sente é apenas saudade ou dificuldade de adaptação, mas, com o tempo, vai percebendo que há algo mais profundo: uma mistura de frustração, solidão e um pequeno ressentimento por ter deixado sua vida em pausa, enquanto o outro segue no ritmo dele.

E não, isso não faz de você uma pessoa ingrata ou egoísta, faz de você humana.

O que realmente destrói os vínculos não é o sentimento em si, mas o silêncio que o envolve. Porque toda dor não dita encontra um jeito de se expressar, seja em distanciamento, em irritação, ou em um amor que vai se esvaziando aos poucos.

Falar sobre isso é o primeiro passo pra reconstruir o diálogo e reencontrar não só o outro, mas a si mesma.

Me conta, você já viveu algo parecido na sua jornada de expatriação?

Você não imagina o quanto seu corpo trabalha para te manter socialmente segura quando você vive fora do seu país.A “hipe...
24/11/2025

Você não imagina o quanto seu corpo trabalha para te manter socialmente segura quando você vive fora do seu país.

A “hiperatenção” aos códigos culturais, como, qual idioma usar, como cumprimentar, quanto tempo f**ar no banho, o volume da voz, o jeito de olhar… não é “exagero” nem “insegurança”, é o nosso cérebro fazendo o possível para garantir pertencimento em territórios que não são familiares.

E essa vigilância aparece todos os dias nos detalhes mais íntimos da rotina.

Mas a boa notícia é que quando você entende o mecanismo, algo muda. O corpo relaxa, a mente descansa e você recupera uma autonomia que parecia perdida…

Me conta, você já percebeu essa hiper vigilância acontecendo contigo?

Adresse

Route De Sauverny 15
Versoix
1290

Öffnungszeiten

Montag 16:00 - 20:00
Dienstag 16:00 - 16:00
Mittwoch 09:00 - 16:00
Donnerstag 09:00 - 16:00
Samstag 09:00 - 11:00

Telefon

+41798830251

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