Carlos Marinho - Psicólogo Clínico e da Saúde

Carlos Marinho - Psicólogo Clínico e da Saúde Psicologia Online | Especialista em Perturbações Emocionais, Relações Interpessoais e Diversidade Sexual

14/03/2026

Calma...

Há pessoas que vivem anos com o corpo em modo de alerta ⚠️

O coração acelera sem motivo aparente.
Os ombros estão sempre tensos.
A mente diz “está tudo bem”…
mas o corpo continua preparado para lutar, fugir ou defender-se.

Isto acontece muitas vezes depois de períodos longos de ansiedade, stress ou experiências traumáticas.

O sistema nervoso aprendeu uma coisa muito simples:
“Tenho de estar sempre preparado”.

E mesmo quando a vida já mudou… o corpo ainda não recebeu a mensagem de que agora pode relaxar.

Por isso, parte do processo de recuperação passa por algo aparentemente simples:

🌿 relaxar os músculos
🌿 respirar com mais calma
🌿 comer devagar
🌿 caminhar sem pressa
🌿 parar alguns minutos para descomprimir o corpo

Não é preguiça.
Não é falta de produtividade.

É ensinar segurança ao sistema nervoso.
E, muitas vezes, é aí que começa a verdadeira mudança.



Agora quero perguntar-te algo:
💭 O teu corpo vive muitas vezes em modo de alerta?
💭 Tens dificuldade em relaxar mesmo quando está tudo bem?
💭 Consegues reconhecer quando o teu corpo está tenso ou acelerado?

Se te identif**as com isto, partilha nos comentários. Às vezes perceber que não somos únic@s já é um primeiro passo para acalmar o sistema nervoso.

🤍

O AMOR SAUDÁVEL 💖 às vezes não é um refúgio onde nada te vai perturbar. Uma boa relação é o espelho 🪞 mais cru que vais ...
09/03/2026

O AMOR SAUDÁVEL 💖 às vezes não é um refúgio onde nada te vai perturbar. Uma boa relação é o espelho 🪞 mais cru que vais ter à tua frente.

Se estás habituada a viver no caos, a paz vai dar-te medo. Se estás habituada a que te deem sempre razão para evitar conflitos, um limite vai parecer-te um ataque.

Mas o amor que te fortalece 💌 não é aquele que te deixa estagnada nas tuas feridas, é aquele que te convida (e às vezes te empurra) a responsabilizares-te por elas.

O amor saudável obriga-te a rever comportamentos que tinhas normalizado só porque “sempre foram assim”. 🫠

Uma relação saudável não te deixa igual a como te encontrou. Mexe contigo, põe limites e pede-te que sejas adulta. E sim, isso pode ser bastante desconfortável. 👀

🔥 E se muito do que aprendeste sobre o prazer feminino estiver simplesmente… errado?Durante décadas disseram às mulheres...
08/03/2026

🔥 E se muito do que aprendeste sobre o prazer feminino estiver simplesmente… errado?

Durante décadas disseram às mulheres que o orgasmo “normal” deveria acontecer com penetração.
Que o desejo deveria aparecer de forma espontânea.
Que havia algo de errado se o corpo não funcionasse assim.

Mas a ciência conta outra história.

👉 A maioria das mulheres não atinge orgasmo apenas com penetração.
👉 O clitóris é o principal órgão do prazer feminino.
👉 O desejo feminino muitas vezes não surge antes: nasce dentro da experiência.

Ou seja: muitas mulheres passaram anos a pensar que havia algo errado com elas…
quando, na verdade, estavam simplesmente a funcionar como a maioria dos corpos femininos funciona.

💭 Agora f**a a pergunta:
Quantas ideias sobre sexualidade carregamos sem nunca as questionar? Quantas mulheres acreditam que “há algo de errado” com o seu corpo? E quantos relacionamentos vivem anos sem compreender verdadeiramente o prazer feminino?

Falar sobre isto não é apenas falar de s**o.
É falar de corpo, autonomia, conhecimento e liberdade para sentir.

✨ Conhecer o próprio prazer não é egoísmo. É intimidade contigo mesma.

👇 Quero saber a tua opinião:
❓ Quando começaste a aprender sobre prazer feminino: foi através da escola, da experiência ou da tentativa e erro?
❓ Achas que ainda falamos demasiado pouco sobre isto?

Falar sobre s**o numa relação raramente é apenas falar sobre s**o.Para muitas pessoas, quando o tema surge, o que realme...
07/03/2026

Falar sobre s**o numa relação raramente é apenas falar sobre s**o.

Para muitas pessoas, quando o tema surge, o que realmente se ativa são perguntas muito mais profundas:

💭 Sou desejad@?
💭 Sou importante para ti?
💭 Estamos bem?
💭 Estou segur@ contigo?

É por isso que estas conversas se tornam tão difíceis.

Muitas vezes, uma parceria aproxima-se porque precisa de proximidade e ligação. A outra sente pressão e protege-se.
E sem que ninguém queira magoar o/a outr@… instala-se um ciclo de afastamento.

O problema quase nunca é apenas “falta de s**o”.

Na maioria das vezes é um problema de:
⚠️ medo
⚠️ pressão
⚠️ ressentimento
⚠️ desconexão emocional

O desejo não cresce na tensão.

O desejo cresce quando existe:
✨ segurança
✨ respeito
✨ proximidade emocional
✨ liberdade para dizer sim ou não sem medo

É isso que muitas relações estão realmente a tentar reconstruir.



Agora quero ouvir-te:

❓ Já sentiste que falar sobre s**o numa relação se torna muito mais difícil do que deveria?
❓ Já tiveste uma conversa sobre intimidade que acabou em tensão ou silêncio?
❓ O que ajuda, ou dificulta. falar sobre este tema com a tua parceria?

Partilha nos comentários. 👇



PARTE 2. Ele diz: “Não procuro nada sério.”E naquele segundo acontece algo dentro de ti. 💔Uma parte sabe exatamente o qu...
06/03/2026

PARTE 2. Ele diz: “Não procuro nada sério.”
E naquele segundo acontece algo dentro de ti. 💔

Uma parte sabe exatamente o que isso signif**a.
Sabe que não é isso que queres.
Sabe que vais acabar por sofrer.

Mas outra parte entra em ação:
“Talvez ele mude.”
“Vamos ver no que dá.”
“Se eu for paciente…”
“Se eu não pressionar…”

E sem dares conta começas a negociar contigo própria.

Reduzes o que precisas.
Minimizas o que sentes.
Fazes de conta que está tudo bem.

Não porque seja isso que queres. Mas porque dizer “isto não me serve” implica correr um risco:
• perder a pessoa
• f**ar sozinha
• enfrentar a rejeição
• duvidar do próprio valor

Então escolhes f**ar.
Mas há um preço silencioso nisso.

Cada vez que aceitas menos do que aquilo que realmente queres, uma parte de ti regista: “Traí-me outra vez.”

E pouco a pouco o limite baixa.
A tolerância aumenta. E aquilo que antes parecia impensável começa a parecer normal.

Até que um dia percebes:

Não foste rejeitada apenas por alguém.
Foste-te abandonando a ti própria.

Mas há outra possibilidade.
Perder alguém que não pode dar-te o que precisas
para abrir espaço a quem realmente pode.

E às vezes essa mudança começa aqui:
quando decides parar de negociar contigo própria.

Quero ouvir-te 👇

💭 Já te aconteceu aceitar “não procurar nada sério” quando querias algo sério?
💭 O que te fez f**ar? Esperança… medo… solidão?
💭 Em que momento percebeste que estavas a aceitar menos do que merecias?

Partilha nos comentários. Talvez a tua história ajude outra pessoa a reconhecer a dela.

PARTE 1. Quantas vezes alguém diz logo no início:“Não procuro nada sério.”E mesmo assim f**as... 💔Não porque era isso qu...
06/03/2026

PARTE 1. Quantas vezes alguém diz logo no início:

“Não procuro nada sério.”

E mesmo assim f**as... 💔

Não porque era isso que querias.
Mas porque uma parte de ti pensa:

• “Talvez mude”
• “Vamos ver no que dá”
• “Pelo menos não estou sozinha”

E sem dares conta, começas a negociar contigo própria....

Trocas o que precisas pelo que a outra pessoa está disposta a dar.
Reduzes o que pedes.
Minimizas o que sentes.

Aceitas migalhas emocionais esperando que um dia se tornem um pão inteiro.

Mas as migalhas não alimentam.
Elas apenas mantêm o desejo vivo num estado de quase-satisfação permanente.

E o mais curioso é isto:
Muitas vezes não estás a escolher essa relação.

Estás apenas a tentar evitar a sensação de abandono.

E por isso a pergunta importante não é:
“Porque fico nesta relação?”

Mas sim:
O que é que em mim tem tanto medo de f**ar sozinha que aceita f**ar com menos do que precisa?

Agora quero ouvir-te 👇

💭 Já te aconteceu aceitar “não procurar nada sério” quando querias algo sério?
💭 O que achas que te fez f**ar?
💭 Em que momento percebeste que estavas a aceitar menos do que merecias?

Partilha nos comentários.

Muitas parcerias falam sobre problemas, decisões ou rotinas, mas raramente param para falar sobre como falam entre si.Se...
04/03/2026

Muitas parcerias falam sobre problemas, decisões ou rotinas, mas raramente param para falar sobre como falam entre si.

Sentimo-nos realmente ouvid@s?
Há espaço para dizer o que sentimos sem medo da reação do outro?
Quando discutimos, estamos a tentar compreender… ou apenas a tentar ganhar?

Às vezes, uma relação muda profundamente quando o casal começa a refletir sobre a qualidade da sua comunicação.

Descobre aqui nove perguntas que podem abrir conversas importantes. ✨

💭 Na tua relação, sentes que existe espaço para falar de tudo?

Nem todo o desejo é sexual. 🔥Às vezes aquilo que sentimos como “tesão” é outra coisa:é vontade de proximidade, de ligaçã...
04/03/2026

Nem todo o desejo é sexual. 🔥

Às vezes aquilo que sentimos como “tesão” é outra coisa:
é vontade de proximidade, de ligação, de alguém que nos veja e nos escolha. 🤍

Há momentos em que o corpo procura contacto porque o coração sente vazio.

Não é apenas sobre pele: é sobre presença, atenção e segurança emocional.

Por isso, antes de agir por impulso, vale a pena parar um segundo e perguntar:

Estou mesmo com desejo… ou só tenho fome de ligação?

Porque muitas vezes não procuramos um corpo.
Procuramos sentir-nos querid@s, vist@s e próxim@s de alguém. ✨

💬 Já te aconteceu confundir desejo com carência emocional?

PARTE 1 🎢 A menopausa não começa quando a menstruação acaba. Na verdade… muitas vezes já começou anos antes, e quase nin...
01/03/2026

PARTE 1 🎢 A menopausa não começa quando a menstruação acaba. Na verdade… muitas vezes já começou anos antes, e quase ninguém explicou isto às mulheres.

Ondas de calor, acordar às 4h da manhã sem voltar a adormecer, ansiedade “do nada”, irritabilidade que não reconheces, falhas de memória, cansaço estranho…
👉 Não é falta de controlo.
👉 Não é só stress.
👉 E muitas vezes nem é depressão.

É o cérebro a tentar adaptar-se a uma variação hormonal para a qual ele não foi feito para mudanças bruscas.

Muitas mulheres recebem diagnósticos psiquiátricos... depressão, ansiedade, burnout... quando, na realidade, estão numa transição neuroendócrina.

A menopausa não é doença. Mas também não é “só uma fase psicológica”. É biologia 🧠

E quando percebida… deixa de ser vivida como perda e passa a ser compreendida como adaptação.

Agora conta-me:

▫️ Tens acordado entre as 3h-5h sem motivo?
▫️ Sentiste ansiedade que apareceu de repente depois dos 40?
▫️ Tens “brain fog” ou esquecimentos estranhos?
▫️ O teu corpo parece diferente apesar de fazeres o mesmo?
▫️ Alguma vez te disseram “isso é só da tua cabeça”?

Partilha nos comentários (ou envia a alguém que precise de ler isto) 💬

Às vezes, o primeiro tratamento é… finalmente perceber o que está a acontecer.

🌈 Há dias, um cliente gay partilhava comigo: “Parece que é sempre tarde na minha vida, não sei porquê”.Não falava de ida...
24/02/2026

🌈 Há dias, um cliente gay partilhava comigo: “Parece que é sempre tarde na minha vida, não sei porquê”.

Não falava de idade cronológica.
Falava de tempo emocional. ❤️

Muitos homens g**s começam a viver a sua identidade afetiva mais tarde. Enquanto outros puderam namorar, experimentar, falhar, pertencer desde cedo, muitos passaram anos a adaptar-se, a esconder-se ou simplesmente a sobreviver socialmente.

Quando finalmente chega a liberdade… surge também a sensação de urgência.

Por isso, o medo do envelhecimento raramente é só sobre estética. Não é apenas medo das rugas: é medo de perder lugar.

Lugar para:
ser desejado,
ser escolhido,
ser visto,
ser relevante para alguém.

Num contexto onde o reconhecimento social está tão associado à juventude e à aparência, cada ano pode ser vivido como uma contagem decrescente. E o sofrimento que aparece não é vaidade.
É ansiedade de vinculação.
É medo de invisibilidade.

Talvez a questão não seja “estou a f**ar velho”.
Talvez seja: tive tempo suficiente para viver aquilo que só agora me foi permitido viver?

E talvez a tarefa emocional não seja lutar contra o tempo: mas construir pertença que não dependa dele.

**s

Há um tipo de sofrimento relacional muito silencioso.Não é o da relação tóxica 💥Não é o do abandono dramático 💔Não é o d...
24/02/2026

Há um tipo de sofrimento relacional muito silencioso.

Não é o da relação tóxica 💥
Não é o do abandono dramático 💔
Não é o das discussões constantes 🗯️

É outro.

É quando tudo parece correr bem…
e, mesmo assim, a pessoa afasta-se.

Sem conflito.
Sem motivo claro.
Sem explicação suficiente.

E quem f**a, f**a com uma pergunta difícil de largar: “Porque nunca chega a começar verdadeiramente?”

Muitas das pessoas que passam por isto não têm falta de autoestima, nem falta de maturidade emocional. Pelo contrário.

São geralmente pessoas responsáveis, funcionais, autónomas: que aprenderam cedo a resolver sozinhas, a não dar trabalho e a não depender demasiado de ninguém 🧠

E é precisamente isso que, paradoxalmente, pode criar distância.

Porque nas relações íntimas não basta ser interessante, estável ou admirável.

Para existir vínculo, a outra pessoa precisa de sentir que tem lugar emocional na tua vida 🤝
precisa de poder aproximar-se, influenciar, cuidar também.

Quando alguém parece sempre bem, sempre forte e sempre resolvido, transmite segurança... mas pode também transmitir que não precisa de ninguém 🧱

E sem essa perceção de necessidade partilhada, muitas relações não chegam a aprofundar.

Não por falta de interesse.
Mas por falta de acesso emocional.

Isto não signif**a ter de ser menos, nem esconder conquistas, nem fingir fragilidade.

Signif**a algo mais subtil: parar de tentar convencer antes de permitir que alguém realmente te conheça 🌱

Às vezes, não é rejeição. É proteção - que foi muito útil no passado - a aparecer no sítio errado.

Pergunta (responde nos comentários) 💬

Alguma vez sentiste que as tuas relações não terminam mal… apenas não chegam a começar?

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CresSendo | ...para si, por si, consigo.

CresSendo | Para si, por si, consigo

Sob direção do Dr. Carlos Daniel Marinho, sediada em pleno coração de Braga, a CresSendo apresenta-se como um núcleo de serviços inteiramente dedicados à otimização do crescimento pessoal e comunitário, no número dos quais se contam consultas de psicologia clínica e da saúde, oficinas/programas de desenvolvimento interpessoal, sessões de esclarecimento, ações de formação, e propostas de promoção criativa, dirigidos a todas as faixas etárias e grupos sociais.

CresSendo | Na Primeira Pessoa

Sabe-se que a emergência gradual dos esforços transdisciplinares aplicados ao conhecimento do Ser Humano traz subjacente a importância de uma síntese teórica-prática que permita uma compreensão mais abrangente e profunda da operacionalidade humana. Neste trilho, a CresSendo adota uma visão holística, multifocada e integradora, valorizando o Ser nas suas dimensões psicológica, biológica, espiritual, interrelacional, intergeracional, sóciohistórica, e cultural, tendo como objetivo a promoção de um crescimento positivo verdadeiramente holístico em cada um/a dos/as seus/suas clientes.